Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 2 10738810
IFF 2022/2A Geração Z e a conexão 24 horas por dia
Velocidade? Sim. Paciência? Não. Redes sociais? Sim. Livros? Não. Ambição? Sim. Obediência? Não. Videogames? Sim. Esportes? Não. Fique de olho na “geração Z”, apressada, pragmática, autônoma e teimosa.
Estes dois bilhões de jovens nascidos depois de 1995, com a internet, estão decididos a construir uma vida distante dos códigos e das aspirações dos mais velhos. São “mutantes”, como são denominados por alguns pesquisadores, fascinados por sua fusão com o mundo digital. Eles navegam em várias telas e estão acostumados ao “tudo, ao mesmo tempo, agora”. Soa normal pagar muito pelo último ‘smartphone’ e, ao mesmo tempo, baixar gratuitamente filmes e música na internet. Os códigos dos adultos parecem defasados para eles, que gostam das marcas “rebeldes” e se informam, sobretudo, através das redes sociais, segundo estudos realizados na Europa e nos Estados Unidos por grandes empresas, como BNP e Ford, que querem entender seus futuros clientes.
Estes jovens, com idades entre 13 e 20 anos, se consideram de mente aberta e inovadores, mas reconhecem que são impacientes e cabeça-dura. Adotam os modismos que se propagam pela internet em todo o planeta, seja por meio de sucessos de bilheteria americanos, como “Jogos Vorazes” ou “Divergente”, ou a K-Pop coreana. Seu vocabulário é repleto de acrônimos e anglicismos. Seus ídolos são astros da internet, como o sueco PewDiePie, comentarista de games que tem mais de 30 milhões de seguidores no YouTube. Seus amigos das redes sociais são tão importantes quanto os da vida real e, às vezes, acabam se encontrando pessoalmente. Desde os 16 anos, até mesmo antes, frequentam páginas de contatos. Mais da metade dos Z considera que a autêntica vida social acontece nas redes, onde 84% têm conta registrada, segundo consulta da agência americana JWT. Para eles, é mais simples teclar do que falar.
Eles passam mais de três horas por dia na frente de telas, segundo o escritório de estudos americano Sparks and Honey. Sofrem de “FOMO” (Fear of Missing Out), o medo de perder alguma coisa, e odeiam a ideia de não estar conectados. Não lhes basta consumir séries e filmes. Eles querem participar, criar seu canal no YouTube ou blogs de vídeo. Estão em várias redes sociais, como Facebook, Instagram, Twitter e Tumblr. A maioria navega pela internet, enquanto assiste à televisão e pensa que a tecnologia torna tudo possível. Sua atenção é breve, mais que ler, escaneiam, o que às vezes provoca respostas superficiais às perguntas de seus professores.
Filhos da crise, eles têm critérios muito definidos com relação as suas escolhas profissionais. Na França, pelo mesmo salário, 25% elegeriam a empresa mais divertida, 22%, a mais inovadora, e 21%, a mais ética. Desejosos de ter um impacto no mundo, gostam do voluntariado, praticado por um quarto dos jovens de 16 a 19 anos nos Estados Unidos. No entanto, a maioria dos Z se considera “estressada” com o futuro, que lhes parece sombrio, sobretudo para o meio ambiente e a economia.
Disponível em: https://exame.abril.com.br/tecnologia/a-geracao-z-e-a-conexao-24-horas-pordia/. Acesso em: 23 abr. 2022.
O Texto assinala uma série de traços dos jovens da geração Z.
Nesse conjunto, duas dessas caraterísticas são
Questão 1 10738806
IFF 2022/2A Geração Z e a conexão 24 horas por dia
Velocidade? Sim. Paciência? Não. Redes sociais? Sim. Livros? Não. Ambição? Sim. Obediência? Não. Videogames? Sim. Esportes? Não. Fique de olho na “geração Z”, apressada, pragmática, autônoma e teimosa.
Estes dois bilhões de jovens nascidos depois de 1995, com a internet, estão decididos a construir uma vida distante dos códigos e das aspirações dos mais velhos. São “mutantes”, como são denominados por alguns pesquisadores, fascinados por sua fusão com o mundo digital. Eles navegam em várias telas e estão acostumados ao “tudo, ao mesmo tempo, agora”. Soa normal pagar muito pelo último ‘smartphone’ e, ao mesmo tempo, baixar gratuitamente filmes e música na internet. Os códigos dos adultos parecem defasados para eles, que gostam das marcas “rebeldes” e se informam, sobretudo, através das redes sociais, segundo estudos realizados na Europa e nos Estados Unidos por grandes empresas, como BNP e Ford, que querem entender seus futuros clientes.
Estes jovens, com idades entre 13 e 20 anos, se consideram de mente aberta e inovadores, mas reconhecem que são impacientes e cabeça-dura. Adotam os modismos que se propagam pela internet em todo o planeta, seja por meio de sucessos de bilheteria americanos, como “Jogos Vorazes” ou “Divergente”, ou a K-Pop coreana. Seu vocabulário é repleto de acrônimos e anglicismos. Seus ídolos são astros da internet, como o sueco PewDiePie, comentarista de games que tem mais de 30 milhões de seguidores no YouTube. Seus amigos das redes sociais são tão importantes quanto os da vida real e, às vezes, acabam se encontrando pessoalmente. Desde os 16 anos, até mesmo antes, frequentam páginas de contatos. Mais da metade dos Z considera que a autêntica vida social acontece nas redes, onde 84% têm conta registrada, segundo consulta da agência americana JWT. Para eles, é mais simples teclar do que falar.
Eles passam mais de três horas por dia na frente de telas, segundo o escritório de estudos americano Sparks and Honey. Sofrem de “FOMO” (Fear of Missing Out), o medo de perder alguma coisa, e odeiam a ideia de não estar conectados. Não lhes basta consumir séries e filmes. Eles querem participar, criar seu canal no YouTube ou blogs de vídeo. Estão em várias redes sociais, como Facebook, Instagram, Twitter e Tumblr. A maioria navega pela internet, enquanto assiste à televisão e pensa que a tecnologia torna tudo possível. Sua atenção é breve, mais que ler, escaneiam, o que às vezes provoca respostas superficiais às perguntas de seus professores.
Filhos da crise, eles têm critérios muito definidos com relação as suas escolhas profissionais. Na França, pelo mesmo salário, 25% elegeriam a empresa mais divertida, 22%, a mais inovadora, e 21%, a mais ética. Desejosos de ter um impacto no mundo, gostam do voluntariado, praticado por um quarto dos jovens de 16 a 19 anos nos Estados Unidos. No entanto, a maioria dos Z se considera “estressada” com o futuro, que lhes parece sombrio, sobretudo para o meio ambiente e a economia.
Disponível em: https://exame.abril.com.br/tecnologia/a-geracao-z-e-a-conexao-24-horas-pordia/. Acesso em: 23 abr. 2022.
A apresentação de uma série de perguntas do primeiro parágrafo do Texto foi uma estratégia utilizada pelo autor para
Questão 8 10736865
COTUCA 2022Leia o cordel* a seguir para responder às questões.
*Cordel é um gênero literário típico do nordeste brasileiro, trazido ao Brasil pelos colonizadores, frequentemente rimado, com origem em relatos orais e posteriormente impresso em pequenos folhetins que ficavam originalmente dependurados em cordéis (cordinhas). A literatura de cordel foi reconhecida, pelo Conselho Consultivo, como Patrimônio Cultural Brasileiro, em 2018.
“Os dois Brasis que eu conheço”
(Samuel de Monteiro)
Quero apresentar-lhe agora
Os dois lados de uma terra.
Um lado, a pobreza encerra
O outro é belo por fora.
Um deles, o mundo adora,
Pois só fica no começo.
De nenhum dos dois esqueço
Trago dentro da memória.
Viajo na grande história
Dos dois Brasis que eu conheço.
O Brasil das verdes matas,
Das flores, das passaradas.
As noites enluaradas,
As suas frias cascatas.
Nas belezas que resgatas
Num Brasil que não tem preço
Bem melhor do que mereço
No meu Brasil encantado
Esse é o lado iluminado
Dos dois Brasis que eu conheço.
O Brasil que vive à margem
Fica escondido do mundo.
Bem dentro, quase no fundo
Distorcida a sua imagem.
Só quando chega a mensagem,
Pelo pranto reconheço
Que nele me fortaleço.
Nas ruas vários protestos.
Esse lado ganha os restos
Do outro Brasil que eu conheço.
Nesse Brasil esquecido
Tem esgoto a céu aberto
Tem a pobreza por perto
E não é nem parecido
Com aquele Brasil metido,
Belo e falso adereço,
Que quase não tem apreço
Pelos filhos dessa terra.
E embaixo e em cima da serra
Tem dois Brasis que eu conheço.
De um lado, a justiça ajuda,
Do outro, ela fere e mata.
A sorte de um magnata
Destoa do “Deus me acuda”.
E você jamais se iluda
Que bastará um tropeço,
Pois nesses versos que teço
Existe a verdade dura
A uma distância segura
Nos dois Brasis que eu conheço.
[...]
Em qualquer comunidade,
Longínqua periferia,
Onde um Brasil não iria,
Pra este é realidade.
Ilusão contra a verdade
Não há dúvida, esclareço.
Nossa gente não tem preço
E jamais esteve à venda.
Se quer melhorar, aprenda
Sobre os Brasis que eu conheço.
Transcrição de trecho do cordel declamado em Cadeira Poética. Declamação disponível em: https://www.youtube. com/watch?v=L5VWyaCepGs&list=PLI3UJnbMl0iDSzKqOWcpZr2_NWtUYzumd&index=14. Acesso em 4 ago. 2021.
O texto tece uma crítica bastante ampla ao Brasil, ao abordar seus diversos aspectos e dividi-lo em dois.
Escolha a alternativa que melhor analisa o texto.
Questão 36 10736269
EFOMM 1° Dia - Inglês e Português 2022Texto
Meu ideal seria escrever...
Rubem Braga
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!”. E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”.
Que um casal que estivesse em casa mal humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para cara do outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse –“por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa, na Nigéria, a um australiano, em Dublin, a um japonês em Chicago – mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: “Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou por acaso até nosso conhecimento; é divina.”
E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
Fonte: As cem melhores crônicas brasileiras/ Joaquim Ferreira dos Santos, organização e introdução. - Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
Com base no Texto, responda à questão que se segue.
Sobre o texto é correto afirmar que o autor
Questão 24 10736030
EFOMM 1° Dia - Inglês e Português 2022Texto
Direito e avesso
Rachel de Queiroz
Conheci uma moça que escondia como um crime certa feia cicatriz de queimadura que tinha no corpo. De pequena a mãe lhe ensinara a ocultar aquela marca de fogo e nem sei que impulso de desabafo levou-a a me falar nela; e creio que logo se arrependeu, pois me obrigou a jurar que jamais repetiria a alguém o seu segredo. Se agora o conto é porque a moça é morta e a sua cicatriz já estará em nada, levada com o resto pelas águas de março, que levam tudo.
Lembrou-me isso ao escutar outra moça, também vaidosa e bonita, que discorria perante várias pessoas a respeito de uma deformação congênita que ela, moça, tem no coração. Falava daquilo com mal disfarçado orgulho, como se ter coração defeituoso fosse uma distinção aristocrática que se ganha de nascença e não está ao alcance de qualquer um.
E aí saí pensando em como as pessoas são estranhas. Qualquer deformação, por mais mínima, sendo em parte visível do nosso corpo, a gente a combate, a disfarça, oculta como um vício feio. Este senhor, por exemplo, que nos explica, abundantemente, ser vítima de divertículos (excrescências em forma de apêndice que apareceram no seu duodeno), teria o mesmo gosto em gabar-se da anomalia se em lugar dos divertículos tivesse lobinhos pendurados no nariz? Nunca vi ninguém expor com orgulho a sua mão de seis dedos, a sua orelha malformada; mas a má formação interna é marca de originalidade, que se descreve aos outros com evidente orgulho.
Doença interna só se esconde por medo da morte — isto é, por medo de que, a notícia se espalhando, chegue a morte mais depressa. Não sendo por isso, quem tem um sopro no coração se gaba dele como de falar japonês.
Parece que o principal impedimento é o estético. Pois se todos gostam de se distinguir da multidão, nem que seja por uma anomalia, fazem ao mesmo tempo questão de que essa anomalia não seja visivelmente deformante. Ter o coração do lado direito é uma glória, mas um braço menor que o outro é uma tragédia. Alguém com os dois olhos límpidos pode gostar de épater uma roda de conversa, explicando que não enxerga coisíssima nenhuma por um daqueles límpidos olhos, e permitirá mesmo que os circunstantes curiosos lhe examinem o olho cego e constatem de perto que realmente não se nota diferença nenhuma com o olho são. Mas tivesse aquela pessoa o olho que não enxerga coalhado pela gota-serena, jamais se referina ao defeito em público; e, caso o fizesse, por excentricidade de "temperamento sarcástico ou masoquista, os “circunstantes bem-educados se sentiram na obrigação de desviar a vista e mudar de assunto.
Mulheres discutem com prazer seus casos ginecológicos; uma diz abertamente que já não tem um ovário, outra, que o médico lhe diagnosticou um útero infantil. Mas, se ela tivesse um pé infantil, ou seios senis, será que os declararia com a mesma complacência?
Antigamente havia as doenças secretas, que só se nomeavam em segredo ou sob pseudônimo. De um tísico, por exemplo, se dizia que estava “fraco do peito”, e talvez tal reserva nascesse do medo do contágio, que todo mundo tinha. Mas dos malucos também se dizia que “estavam nervosos” e do câncer ainda hoje se faz mistério — e nem câncer e nem doidice pegam. Não somos todos mesmo muito estranhos? Gostamos de ser diferentes — contanto que a diferença não se veja. O bastante para chamar atenção, mas não tanto que pareça feio.
Fonte: O melhor da crônica brasileira, 1/ Ferreira Gullar... [et al.]. 5º ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.
Vocabulário:
épater: impressionar
Com base no Texto, responda às questões que se segue.
[...] os circunstantes bem-educados se sentiriam na obrigação de desviar a vista e mudar de assunto.
Tendo em vista outros empregos da expressão sublinhada, deve ocorrer o uso do acento grave somente em:
Questão 14 10734933
IFSP Tarde 2022Leia o seguinte excerto de um texto de divulgação científica para responder à questão:
“A alimentação humana é importante para fornecer energia e garantir os nutrientes necessários para o organismo. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, ela envolve também valores culturais, afetivos, sociais, sensoriais e, muitas vezes, está relacionada com momentos de prazer e confraternização. Dessa forma, a alimentação envolve muito mais que a necessidade de nutrientes, tornando o consumo de alimentos um alvo ideal de manipulação dos meios de comunicação, como já citado por Miotto no seu artigo “A influência da mídia nos hábitos alimentares de crianças de baixa renda do projeto Nutrir”. Com a evolução da sociedade, diferentes alimentos foram criados e industrializados, introduzindo novos ingredientes nos produtos com o objetivo de ganhar maior aceitação da população. Dentre esses novos componentes, destacam-se o açúcar, as gorduras saturadas e trans para garantir maior maciez, leveza e cremosidade ao alimento, sódio para acentuar o sabor da comida, corantes e aromatizantes. O açúcar fornece energia ao organismo; no entanto, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008/2009), 61% da população brasileira ingere açúcares em excesso devido ao consumo de sucos, refrigerantes e refrescos, adicionados de açúcares, aliado ao baixo consumo de frutas e verduras. Por outro lado, o consumo de frutas e de outros vegetais ainda não atingiu a quantidade mínima de 400g por dia, considerada adequada pela Organização Mundial da Saúde.”
GODOI, Sabrina et al. Rótulos e embalagens, o que você anda comendo. In: Jornal Biosferas. Disponível em: http://www.rc.unesp.br/biosferas/Art0072.html. Acesso em: 25 out. 2021.
Pode-se afirmar que a única alternativa que apresenta características diferentes de um texto de divulgação científica é:
06
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