Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8 10682807
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2023Texto para responder à questão.
TEXTO
O que há de errado com a felicidade? Assim Bauman começa seu livro A arte da vida. Parece um contradição em termos. Ser feliz é aspiração universa Apesar disso, como adverte o escritor, o caminho variado. Baseado no questionamento de Michael Rustin Zygmunt Bauman identifica como muitos países esta mais ricos, por exemplo, e o dinheiro abundante não vem acompanhado de melhoras expressivas em pesquisa sobre felicidade.
Aqui reside um paradoxo curioso: quase todo lutam por mais dinheiro, mas ele não consegue cumprir sua promessa imediata de satisfação. Por quê? Bauman imagina que uma parte da resposta esteja na transferência da felicidade para o ato que precede a compra. Uma vez adquirido o bem desejado, todo o esforço do mercado e da propaganda é para o bem seguinte.
O prazo de validade do prazer consumista é curto porque o objetivo de tudo não é nossa plena entusiasmada felicidade. A insatisfação permanente garante (lógico!) nossos impulsos permanentes de consumo. Nada busca nossa realização tudo indica nossa falta, carência, desejo.
O consumo é permanente, rápido e provoca esforços que indicam um vazio continuado e forte. Para quem produz e vende, interessa o buraco impossível de preencher, mas que mantenha todos eletrizados pelo novo modelo e novo eu.
Nos filósofos ditos estoicos, a satisfação plena costuma ser inatingível; temos de controlar o ato de desejo incessante mais do que comprar as coisas indicadas pelo desejo.
Traduzindo: Não se trata de ganhar mais, porém gastar menos. Aprofundando, a felicidade para um estoico - não pode passar perto da ideia de mostrar a mundo "o que eu tenho" ou "quanto posso gastar".
Os pais de crianças e adolescentes, em um mundo como o nosso, sofrem ainda mais porque capacidade dos jovens de viver o estoicismo ou de lerem Bauman é, digamos, menor do que o desejado Coincidem, na adolescência, dois desejo complementares: a estabilidade é dada pela aceitação do grupo; esta depende dos códigos comuns de consumo. Da mesma forma, existe pouca reflexão sobre o custo da obtenção do dinheiro aos 15 anos. Um adolescente que recusa os padrões vigentes de consumo é possível, mas e tão estranho quanto uma criança que exige brócolis em detrimento do brigadeiro. Viver imune aos apelos do consumo é complexo para o adulto e quase intransponível para o jovem.
Consumir é ser. Comprar possibilita assunto, bem como afirmação social. O tênis da moda é item existencial isso atinge o rico que pode satisfazer o desejo, o pobre que não pode e até o criminoso que insiste em poder por vias tortuosas.
Creia-me, minha cara senhora e meu estimado senhor, existem tênis que podem custar um automóvel. O preço absurdo de alguns itens é uma prova de sua distância do comum e, por consequência, de aumento do potencial de ser que o produto traga.
É preciso dissociar ser de consumir. Os adultos podem aumentar sua capacidade ao lerem livros como o de Bauman, restabelecendo, assim, um projeto de felicidade sem endividamento permanente. Consumir pode ser bom se o produto for alavanca simples para melhoram nossa visão de mundo. Jamais devemos deixar de pensam no desafio de um país em que tanta gente não tem o básico; outros, que podem ter, ficam endividados porque acreditaram em miragens.
Está na hora de colocar as coisas no seu patamar de coisas. Eu tenho a pretensão de viver assim. É uma luta. Escrevi esse texto para mim também, para minha esperança de "ser mais" do que "ter mais".
KARNAL, Leandro. Compro e vivo, O Estado de S.Paulo, São Paulo, 09 out. 2022. Cultura e comportamento, C12-Adaptado. Zygmunt Bauman - Sociólogo, pensador, professor e escritor polonês. Estoicismo - Doutrina filosófica (fundada por Zenão no séc. III a.C.) qu prega a rigidez moral e a serenidade diante das dificuldades.
No trecho "Jamais devemos deixar de pensar no desafio de um país em que tanta gente não tem o básico; outros, que podem ter, ficam endividados porque acreditaram em miragens." (10°§), é correto afirmar que o autor:
Questão 7 10682804
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2023Texto para responder à questão.
TEXTO
O que há de errado com a felicidade? Assim Bauman começa seu livro A arte da vida. Parece um contradição em termos. Ser feliz é aspiração universa Apesar disso, como adverte o escritor, o caminho variado. Baseado no questionamento de Michael Rustin Zygmunt Bauman identifica como muitos países esta mais ricos, por exemplo, e o dinheiro abundante não vem acompanhado de melhoras expressivas em pesquisa sobre felicidade.
Aqui reside um paradoxo curioso: quase todo lutam por mais dinheiro, mas ele não consegue cumprir sua promessa imediata de satisfação. Por quê? Bauman imagina que uma parte da resposta esteja na transferência da felicidade para o ato que precede a compra. Uma vez adquirido o bem desejado, todo o esforço do mercado e da propaganda é para o bem seguinte.
O prazo de validade do prazer consumista é curto porque o objetivo de tudo não é nossa plena entusiasmada felicidade. A insatisfação permanente garante (lógico!) nossos impulsos permanentes de consumo. Nada busca nossa realização tudo indica nossa falta, carência, desejo.
O consumo é permanente, rápido e provoca esforços que indicam um vazio continuado e forte. Para quem produz e vende, interessa o buraco impossível de preencher, mas que mantenha todos eletrizados pelo novo modelo e novo eu.
Nos filósofos ditos estoicos, a satisfação plena costuma ser inatingível; temos de controlar o ato de desejo incessante mais do que comprar as coisas indicadas pelo desejo.
Traduzindo: Não se trata de ganhar mais, porém gastar menos. Aprofundando, a felicidade para um estoico - não pode passar perto da ideia de mostrar a mundo "o que eu tenho" ou "quanto posso gastar".
Os pais de crianças e adolescentes, em um mundo como o nosso, sofrem ainda mais porque capacidade dos jovens de viver o estoicismo ou de lerem Bauman é, digamos, menor do que o desejado Coincidem, na adolescência, dois desejo complementares: a estabilidade é dada pela aceitação do grupo; esta depende dos códigos comuns de consumo. Da mesma forma, existe pouca reflexão sobre o custo da obtenção do dinheiro aos 15 anos. Um adolescente que recusa os padrões vigentes de consumo é possível, mas e tão estranho quanto uma criança que exige brócolis em detrimento do brigadeiro. Viver imune aos apelos do consumo é complexo para o adulto e quase intransponível para o jovem.
Consumir é ser. Comprar possibilita assunto, bem como afirmação social. O tênis da moda é item existencial isso atinge o rico que pode satisfazer o desejo, o pobre que não pode e até o criminoso que insiste em poder por vias tortuosas.
Creia-me, minha cara senhora e meu estimado senhor, existem tênis que podem custar um automóvel. O preço absurdo de alguns itens é uma prova de sua distância do comum e, por consequência, de aumento do potencial de ser que o produto traga.
É preciso dissociar ser de consumir. Os adultos podem aumentar sua capacidade ao lerem livros como o de Bauman, restabelecendo, assim, um projeto de felicidade sem endividamento permanente. Consumir pode ser bom se o produto for alavanca simples para melhoram nossa visão de mundo. Jamais devemos deixar de pensam no desafio de um país em que tanta gente não tem o básico; outros, que podem ter, ficam endividados porque acreditaram em miragens.
Está na hora de colocar as coisas no seu patamar de coisas. Eu tenho a pretensão de viver assim. É uma luta. Escrevi esse texto para mim também, para minha esperança de "ser mais" do que "ter mais".
KARNAL, Leandro. Compro e vivo, O Estado de S.Paulo, São Paulo, 09 out. 2022. Cultura e comportamento, C12-Adaptado. Zygmunt Bauman - Sociólogo, pensador, professor e escritor polonês. Estoicismo - Doutrina filosófica (fundada por Zenão no séc. III a.C.) qu prega a rigidez moral e a serenidade diante das dificuldades.
Assinale a opção que identifica corretamente a função da linguagem predominante em "Escrevi esse texto para mim também [...]" (11°§)
Questão 6 10682801
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2023Texto para responder à questão.
TEXTO
O que há de errado com a felicidade? Assim Bauman começa seu livro A arte da vida. Parece um contradição em termos. Ser feliz é aspiração universa Apesar disso, como adverte o escritor, o caminho variado. Baseado no questionamento de Michael Rustin Zygmunt Bauman identifica como muitos países esta mais ricos, por exemplo, e o dinheiro abundante não vem acompanhado de melhoras expressivas em pesquisa sobre felicidade.
Aqui reside um paradoxo curioso: quase todo lutam por mais dinheiro, mas ele não consegue cumprir sua promessa imediata de satisfação. Por quê? Bauman imagina que uma parte da resposta esteja na transferência da felicidade para o ato que precede a compra. Uma vez adquirido o bem desejado, todo o esforço do mercado e da propaganda é para o bem seguinte.
O prazo de validade do prazer consumista é curto porque o objetivo de tudo não é nossa plena entusiasmada felicidade. A insatisfação permanente garante (lógico!) nossos impulsos permanentes de consumo. Nada busca nossa realização tudo indica nossa falta, carência, desejo.
O consumo é permanente, rápido e provoca esforços que indicam um vazio continuado e forte. Para quem produz e vende, interessa o buraco impossível de preencher, mas que mantenha todos eletrizados pelo novo modelo e novo eu.
Nos filósofos ditos estoicos, a satisfação plena costuma ser inatingível; temos de controlar o ato de desejo incessante mais do que comprar as coisas indicadas pelo desejo.
Traduzindo: Não se trata de ganhar mais, porém gastar menos. Aprofundando, a felicidade para um estoico - não pode passar perto da ideia de mostrar a mundo "o que eu tenho" ou "quanto posso gastar".
Os pais de crianças e adolescentes, em um mundo como o nosso, sofrem ainda mais porque capacidade dos jovens de viver o estoicismo ou de lerem Bauman é, digamos, menor do que o desejado Coincidem, na adolescência, dois desejo complementares: a estabilidade é dada pela aceitação do grupo; esta depende dos códigos comuns de consumo. Da mesma forma, existe pouca reflexão sobre o custo da obtenção do dinheiro aos 15 anos. Um adolescente que recusa os padrões vigentes de consumo é possível, mas e tão estranho quanto uma criança que exige brócolis em detrimento do brigadeiro. Viver imune aos apelos do consumo é complexo para o adulto e quase intransponível para o jovem.
Consumir é ser. Comprar possibilita assunto, bem como afirmação social. O tênis da moda é item existencial isso atinge o rico que pode satisfazer o desejo, o pobre que não pode e até o criminoso que insiste em poder por vias tortuosas.
Creia-me, minha cara senhora e meu estimado senhor, existem tênis que podem custar um automóvel. O preço absurdo de alguns itens é uma prova de sua distância do comum e, por consequência, de aumento do potencial de ser que o produto traga.
É preciso dissociar ser de consumir. Os adultos podem aumentar sua capacidade ao lerem livros como o de Bauman, restabelecendo, assim, um projeto de felicidade sem endividamento permanente. Consumir pode ser bom se o produto for alavanca simples para melhoram nossa visão de mundo. Jamais devemos deixar de pensam no desafio de um país em que tanta gente não tem o básico; outros, que podem ter, ficam endividados porque acreditaram em miragens.
Está na hora de colocar as coisas no seu patamar de coisas. Eu tenho a pretensão de viver assim. É uma luta. Escrevi esse texto para mim também, para minha esperança de "ser mais" do que "ter mais".
KARNAL, Leandro. Compro e vivo, O Estado de S.Paulo, São Paulo, 09 out. 2022. Cultura e comportamento, C12-Adaptado. Zygmunt Bauman - Sociólogo, pensador, professor e escritor polonês. Estoicismo - Doutrina filosófica (fundada por Zenão no séc. III a.C.) qu prega a rigidez moral e a serenidade diante das dificuldades.
Assinale a relação que se estabelece entre o termo estacado em "[...] Bauman começa seu livro A arte da vida." (1°§) e aquele ao qual ele se refere
Questão 2 10682785
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2023Texto para responder à questão.
TEXTO
O que há de errado com a felicidade? Assim Bauman começa seu livro A arte da vida. Parece um contradição em termos. Ser feliz é aspiração universa Apesar disso, como adverte o escritor, o caminho variado. Baseado no questionamento de Michael Rustin Zygmunt Bauman identifica como muitos países esta mais ricos, por exemplo, e o dinheiro abundante não vem acompanhado de melhoras expressivas em pesquisa sobre felicidade.
Aqui reside um paradoxo curioso: quase todo lutam por mais dinheiro, mas ele não consegue cumprir sua promessa imediata de satisfação. Por quê? Bauman imagina que uma parte da resposta esteja na transferência da felicidade para o ato que precede a compra. Uma vez adquirido o bem desejado, todo o esforço do mercado e da propaganda é para o bem seguinte.
O prazo de validade do prazer consumista é curto porque o objetivo de tudo não é nossa plena entusiasmada felicidade. A insatisfação permanente garante (lógico!) nossos impulsos permanentes de consumo. Nada busca nossa realização tudo indica nossa falta, carência, desejo.
O consumo é permanente, rápido e provoca esforços que indicam um vazio continuado e forte. Para quem produz e vende, interessa o buraco impossível de preencher, mas que mantenha todos eletrizados pelo novo modelo e novo eu.
Nos filósofos ditos estoicos, a satisfação plena costuma ser inatingível; temos de controlar o ato de desejo incessante mais do que comprar as coisas indicadas pelo desejo.
Traduzindo: Não se trata de ganhar mais, porém gastar menos. Aprofundando, a felicidade para um estoico - não pode passar perto da ideia de mostrar a mundo "o que eu tenho" ou "quanto posso gastar".
Os pais de crianças e adolescentes, em um mundo como o nosso, sofrem ainda mais porque capacidade dos jovens de viver o estoicismo ou de lerem Bauman é, digamos, menor do que o desejado Coincidem, na adolescência, dois desejo complementares: a estabilidade é dada pela aceitação do grupo; esta depende dos códigos comuns de consumo. Da mesma forma, existe pouca reflexão sobre o custo da obtenção do dinheiro aos 15 anos. Um adolescente que recusa os padrões vigentes de consumo é possível, mas e tão estranho quanto uma criança que exige brócolis em detrimento do brigadeiro. Viver imune aos apelos do consumo é complexo para o adulto e quase intransponível para o jovem.
Consumir é ser. Comprar possibilita assunto, bem como afirmação social. O tênis da moda é item existencial isso atinge o rico que pode satisfazer o desejo, o pobre que não pode e até o criminoso que insiste em poder por vias tortuosas.
Creia-me, minha cara senhora e meu estimado senhor, existem tênis que podem custar um automóvel. O preço absurdo de alguns itens é uma prova de sua distância do comum e, por consequência, de aumento do potencial de ser que o produto traga.
É preciso dissociar ser de consumir. Os adultos podem aumentar sua capacidade ao lerem livros como o de Bauman, restabelecendo, assim, um projeto de felicidade sem endividamento permanente. Consumir pode ser bom se o produto for alavanca simples para melhoram nossa visão de mundo. Jamais devemos deixar de pensam no desafio de um país em que tanta gente não tem o básico; outros, que podem ter, ficam endividados porque acreditaram em miragens.
Está na hora de colocar as coisas no seu patamar de coisas. Eu tenho a pretensão de viver assim. É uma luta. Escrevi esse texto para mim também, para minha esperança de "ser mais" do que "ter mais".
KARNAL, Leandro. Compro e vivo, O Estado de S.Paulo, São Paulo, 09 out. 2022. Cultura e comportamento, C12-Adaptado. Zygmunt Bauman - Sociólogo, pensador, professor e escritor polonês. Estoicismo - Doutrina filosófica (fundada por Zenão no séc. III a.C.) qu prega a rigidez moral e a serenidade diante das dificuldades.
Assinale a opção que apresenta a figura de linguagem empregada em "[...] a capacidade dos jovens de viver o estoicismo ou de lerem Bauman é, digamos, menor do que o desejado." (7°§)
Questão 1 10682386
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2023Texto para responder à questão.
TEXTO
O que há de errado com a felicidade? Assim Bauman começa seu livro A arte da vida. Parece um contradição em termos. Ser feliz é aspiração universa Apesar disso, como adverte o escritor, o caminho variado. Baseado no questionamento de Michael Rustin Zygmunt Bauman identifica como muitos países esta mais ricos, por exemplo, e o dinheiro abundante não vem acompanhado de melhoras expressivas em pesquisa sobre felicidade.
Aqui reside um paradoxo curioso: quase todo lutam por mais dinheiro, mas ele não consegue cumprir sua promessa imediata de satisfação. Por quê? Bauman imagina que uma parte da resposta esteja na transferência da felicidade para o ato que precede a compra. Uma vez adquirido o bem desejado, todo o esforço do mercado e da propaganda é para o bem seguinte.
O prazo de validade do prazer consumista é curto porque o objetivo de tudo não é nossa plena entusiasmada felicidade. A insatisfação permanente garante (lógico!) nossos impulsos permanentes de consumo. Nada busca nossa realização tudo indica nossa falta, carência, desejo.
O consumo é permanente, rápido e provoca esforços que indicam um vazio continuado e forte. Para quem produz e vende, interessa o buraco impossível de preencher, mas que mantenha todos eletrizados pelo novo modelo e novo eu.
Nos filósofos ditos estoicos, a satisfação plena costuma ser inatingível; temos de controlar o ato de desejo incessante mais do que comprar as coisas indicadas pelo desejo.
Traduzindo: Não se trata de ganhar mais, porém gastar menos. Aprofundando, a felicidade para um estoico - não pode passar perto da ideia de mostrar a mundo "o que eu tenho" ou "quanto posso gastar".
Os pais de crianças e adolescentes, em um mundo como o nosso, sofrem ainda mais porque capacidade dos jovens de viver o estoicismo ou de lerem Bauman é, digamos, menor do que o desejado Coincidem, na adolescência, dois desejo complementares: a estabilidade é dada pela aceitação do grupo; esta depende dos códigos comuns de consumo. Da mesma forma, existe pouca reflexão sobre o custo da obtenção do dinheiro aos 15 anos. Um adolescente que recusa os padrões vigentes de consumo é possível, mas e tão estranho quanto uma criança que exige brócolis em detrimento do brigadeiro. Viver imune aos apelos do consumo é complexo para o adulto e quase intransponível para o jovem.
Consumir é ser. Comprar possibilita assunto, bem como afirmação social. O tênis da moda é item existencial isso atinge o rico que pode satisfazer o desejo, o pobre que não pode e até o criminoso que insiste em poder por vias tortuosas.
Creia-me, minha cara senhora e meu estimado senhor, existem tênis que podem custar um automóvel. O preço absurdo de alguns itens é uma prova de sua distância do comum e, por consequência, de aumento do potencial de ser que o produto traga.
É preciso dissociar ser de consumir. Os adultos podem aumentar sua capacidade ao lerem livros como o de Bauman, restabelecendo, assim, um projeto de felicidade sem endividamento permanente. Consumir pode ser bom se o produto for alavanca simples para melhoram nossa visão de mundo. Jamais devemos deixar de pensam no desafio de um país em que tanta gente não tem o básico; outros, que podem ter, ficam endividados porque acreditaram em miragens.
Está na hora de colocar as coisas no seu patamar de coisas. Eu tenho a pretensão de viver assim. É uma luta. Escrevi esse texto para mim também, para minha esperança de "ser mais" do que "ter mais".
KARNAL, Leandro. Compro e vivo, O Estado de S.Paulo, São Paulo, 09 out. 2022. Cultura e comportamento, C12-Adaptado. Zygmunt Bauman - Sociólogo, pensador, professor e escritor polonês. Estoicismo - Doutrina filosófica (fundada por Zenão no séc. III a.C.) qu prega a rigidez moral e a serenidade diante das dificuldades.
Analise as afirmativas acerca das ideias expressas no texto.
I- Quanto mais insatisfeito o ser, maior é sua necessidade de consumo, a qual ratifica carências e reforça um vazio que não se extingue com a compra do bem desejado.
II - Ao mencionar que "consumir é ser", o autor do texto relaciona o poder de compra à integração ao meio e afirmação social.
III - Felicidade e dinheiro estão estreitamente relacionados, pois quanto maior o poder aquisitivo, mais feliz e integrada ao grupo será a pessoa, o que explica a ideia de que ser é ter.
Assinale a opção correta.
Questão 7 10673310
OBRL 8° Ano - 2° Fase 2023Em nosso estudo sobre simetria axial ou reflexão, exploramos a fascinante propriedade das figuras em que pelo menos um eixo de simetria pode dividir a figura em duas partes perfeitamente iguais, seja na direção horizontal ou vertical, permitindo que elas se sobreponham harmoniosamente. Agora, vamos testar sua habilidade de identificar essa característica em palavras. Analise cuidadosamente as alternativas abaixo e determine qual palavra suas LETRAS (individualmente) possuem simetria axial, ou seja, qual palavra, suas letras podem ser divididas em duas partes idênticas ao longo de um eixo.
Qual é a única palavra que exibe essa notável propriedade?
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)