Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 24 15284133
CMRJ 1 ano Ensino Médio 2022Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses
Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes
Por Natany Borges
1 É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que
Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida "nômade" em contraponto à
"permanência" na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já
sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de
5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em
2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio
Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.
Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro
semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisângela Mees, o aluno trabalhou nos
10 últimos dias as vogais. "No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para
entender em que nível ele estava", explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as
palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu
desempenho em sala de aula. "O que dificulta é essa 'quebra' de sequência. Por isso, eles têm o ritmo
15 um pouco mais lento". Em sala de aula, a professora do segundo ano iniciais já está acostumada a lecionar
para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os trabalhadores
do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.
A matrícula desses alunos – filhos de profissionais itinerantes – é assegurada por meio da Lei
Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de
20 certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo
Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. "Assim que
definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é
uma escola para os pequenos", explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na
hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os
25 pequenos já estejam matriculados. "Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam
estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida. Nesse contexto, o pai acrescenta
que a cobrança "em casa" – o interior do motorhome – é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na
cidade. "Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai
brincar ou acompanhar as atividades do circo", finaliza. Além de Neto, Júnior também é pai de Alice,
30 12, e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.
Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta foi a primeira vez que Elisângela Mees
foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul
19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos", ela resolveu trabalhar, ao longo
de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,
35 estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como "O nosso colega Antônio é artista do Circo
Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista". Durante uma das aulas, a
turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. "Foi uma
experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências
com a turma. Um mundo novo foi apresentado", disse Elisângela.
(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)
A conjunção destacada em "Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida." (texto) revela a preocupação do pai de Antonio Bartolo Neto com a educação de seu filho. Esse conectivo expressa valor
Questão 23 15284121
CMRJ 1 ano Ensino Médio 2022Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses
Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes
Por Natany Borges
1 É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que
Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida "nômade" em contraponto à
"permanência" na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já
sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de
5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em
2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio
Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.
Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro
semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisângela Mees, o aluno trabalhou nos
10 últimos dias as vogais. "No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para
entender em que nível ele estava", explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as
palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu
desempenho em sala de aula. "O que dificulta é essa 'quebra' de sequência. Por isso, eles têm o ritmo
15 um pouco mais lento". Em sala de aula, a professora do segundo ano iniciais já está acostumada a lecionar
para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os trabalhadores
do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.
A matrícula desses alunos – filhos de profissionais itinerantes – é assegurada por meio da Lei
Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de
20 certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo
Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. "Assim que
definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é
uma escola para os pequenos", explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na
hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os
25 pequenos já estejam matriculados. "Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam
estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida. Nesse contexto, o pai acrescenta
que a cobrança "em casa" – o interior do motorhome – é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na
cidade. "Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai
brincar ou acompanhar as atividades do circo", finaliza. Além de Neto, Júnior também é pai de Alice,
30 12, e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.
Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta foi a primeira vez que Elisângela Mees
foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul
19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos", ela resolveu trabalhar, ao longo
de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,
35 estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como "O nosso colega Antônio é artista do Circo
Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista". Durante uma das aulas, a
turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. "Foi uma
experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências
com a turma. Um mundo novo foi apresentado", disse Elisângela.
(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)
A oração em negrito a seguir (texto) – "Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que, no mesmo dia ou no seguinte, os pequenos estejam matriculados." – é classificada como
Questão 18 15270453
CMRJ 1 ano Ensino Médio 2022Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses
Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes
Por Natany Borges
1 É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que
Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida "nômade" em contraponto à
"permanência" na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já
sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de
5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em
2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio
Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.
Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro
semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisângela Mees, o aluno trabalhou nos
10 últimos dias as vogais. "No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para
entender em que nível ele estava", explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as
palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu
desempenho em sala de aula. "O que dificulta é essa 'quebra' de sequência. Por isso, eles têm o ritmo
15 um pouco mais lento". Em sala de aula, a professora do segundo ano iniciais já está acostumada a lecionar
para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os trabalhadores
do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.
A matrícula desses alunos – filhos de profissionais itinerantes – é assegurada por meio da Lei
Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de
20 certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo
Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. "Assim que
definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é
uma escola para os pequenos", explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na
hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os
25 pequenos já estejam matriculados. "Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam
estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida. Nesse contexto, o pai acrescenta
que a cobrança "em casa" – o interior do motorhome – é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na
cidade. "Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai
brincar ou acompanhar as atividades do circo", finaliza. Além de Neto, Júnior também é pai de Alice,
30 12, e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.
Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta foi a primeira vez que Elisângela Mees
foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul
19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos", ela resolveu trabalhar, ao longo
de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,
35 estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como "O nosso colega Antônio é artista do Circo
Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista". Durante uma das aulas, a
turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. "Foi uma
experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências
com a turma. Um mundo novo foi apresentado", disse Elisângela.
(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)
Assinale o fragmento extraído do texto que mostre o argumento dado pelo pai do pequeno Antônio Bartolo Neto sobre o seu filho ser tratado – pelos seus genitores – como as demais crianças de sua faixa etária no que se refere ao processo escolar:
Questão 16 15269895
CMRJ 1 ano Ensino Médio 2022Como é a vida escolar dos filhos de artistas circenses
Em apenas um ano, crianças chegam a estudar em mais de dez escolas diferentes
Por Natany Borges
1 É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que
Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida "nômade" em contraponto à
"permanência" na escola. Representante da oitava geração de uma família de artistas de circo, ele já
sabe que a cada novo mês conhecerá uma nova cidade, será matriculado em uma nova instituição de
5 ensino e precisará interagir com uma turma já entrosada nas atividades de alfabetização. Somente em
2017, o pequeno aluno acumula registros de sete escolas em seu caderno. A última foi em Venâncio
Aires. Penúltima, Rio de Janeiro. Antepenúltima, Nova Iguaçu (RJ). A próxima? Rio Pardo.
Enquanto isso, é em Santa Cruz do Sul que estabelece uma rotina que já completa quatro
semanas. Amparado pela professora da Escola Ernesto Alves, Elisângela Mees, o aluno trabalhou nos
10 últimos dias as vogais. "No primeiro dia de aula olhei o caderninho dele e depois fiz um ditado para
entender em que nível ele estava", explicou. Enquanto boa parte da turma já consegue decifrar as
palavras, o pequeno Neto ainda apresenta certa dificuldade. Nada, entretanto, que comprometa o seu
desempenho em sala de aula. "O que dificulta é essa 'quebra' de sequência. Por isso, eles têm o ritmo
15 um pouco mais lento". Em sala de aula, a professora do segundo ano iniciais já está acostumada a lecionar
para crianças nômades. Todo mês de outubro, por exemplo, dá aula para os trabalhadores
do parque de diversões que vêm à Oktoberfest.
A matrícula desses alunos – filhos de profissionais itinerantes – é assegurada por meio da Lei
Federal 6.533/78, a qual assegura a mudança de escola em escola, mediante apresentação de
20 certificado da instituição de origem. É por isso que o pai de Neto, o artista do Circo Italiano, Bartolo
Júnior, guarda a sete chaves o tal documento, junto com o histórico escolar do pequeno. "Assim que
definimos uma nova cidade e o espaço para a estada do circo, a primeira questão a providenciar é
uma escola para os pequenos", explica Júnior. Segundo o malabarista, dificilmente há contratempos na
hora de garantir uma vaga. Basta levar a documentação para que no mesmo dia ou no seguinte, os
25 pequenos já estejam matriculados. "Conquanto queiram seguir com a vida de circo, eles precisam
estudar. Sempre digo que com educação vão ser alguém na vida. Nesse contexto, o pai acrescenta
que a cobrança "em casa" – o interior do motorhome – é a mesma dos pais que têm trabalho fixo na
cidade. "Depois da aula, a Paula (mãe) verifica o caderno e ajuda ele na lição. Só depois é que ele vai
brincar ou acompanhar as atividades do circo", finaliza. Além de Neto, Júnior também é pai de Alice,
30 12, e Daniel, 14. Ambos estão no sétimo ano e também estudam no Ernesto.
Apesar de já ter lecionado para alunos itinerantes, esta foi a primeira vez que Elisângela Mees
foi desafiada a ensinar filhos de circenses. Sensibilizada com reportagem publicada pela Gazeta do Sul
19 e 20 de agosto, "Uma vida na estrada dedicada aos espetáculos", ela resolveu trabalhar, ao longo
de toda a semana, a temática com a turma de pouco mais de 20 alunos. Entre as atividades propostas,
35 estiveram ditados, imagens para colorir e leituras como "O nosso colega Antônio é artista do Circo
Italiano e o sonho dele quando crescer é ser homem pássaro e equilibrista". Durante uma das aulas, a
turminha, em coro, repetiu a frase e fez questão de verbalizar os aprendizados da semana. "Foi uma
experiência muito bacana, ainda mais porque o Antônio estava ali para compartilhar suas experiências
com a turma. Um mundo novo foi apresentado", disse Elisângela.
(Adaptado de: www.gaz.com.br/ Acessado em: 17.08.2021)
A fim de melhor compreender a rotina do pequeno Antônio Bartolo Neto, a reportagem faz uso de diversos períodos compostos, dentre eles, o que se segue:
"É no ano em que aprende a formar sílabas, compreender palavras e dar sentido às frases que Antônio Bartolo Neto, de apenas sete anos, experimenta a vida 'nômade' em contraponto à 'permanência' na escola."
Observa-se que a partícula destacada acima é classificada como __________ e tem a finalidade de retomar o significado previamente apresentado de ________.
Questão 15 15269868
CMRJ 1 ano Ensino Médio 2022Unesco: 47% de crianças refugiadas no mundo não vão à escola
Publicação revela que 84% dos adolescentes também não vão ao colégio
Publicado em 02.02.2020 - Por Heloisa Cristaldo - Agência Brasil
1 Em todo o mundo, cerca de 47% das crianças refugiadas não foram matriculadas na educação
primária, e 84% dos adolescentes refugiados (entre 15 e 17 anos) não frequentavam a educação
secundária em 2016. As informações fazem parte da publicação "Proteção do Direito à Educação dos
Refugiados", lançada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
5 (Unesco).
O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal
internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as
pessoas, incluindo refugiados e quem vive nessas condições. Segundo a publicação, mais de 65
milhões de pessoas procuram asilo, são deslocadas internamente ou são refugiadas.
10 Metade dos refugiados do mundo são crianças menores de 18 anos. A duração média de
exílio de um refugiado é de cerca de 20 anos, "o que é mais do que toda uma infância e representa
"uma fração significativa dos anos produtivos da vida de uma pessoa", avalia o documento. (...)
Acesso à educação
A publicação aponta que, entre os refugiados, apenas 50% das crianças frequentam a
educação primária e apenas 25% estão na educação secundária. "No Oriente Médio e no Norte da
15 África, na última década, os países investiram recursos consideráveis para aumentar a frequência
escolar das crianças. Entretanto, recentemente, esse progresso parou. (...)
"Sem acesso à educação secundária, as crianças e os adolescentes refugiados ficam
vulneráveis ao trabalho infantil, à exploração e a problemas de comportamentos negativos (...) A
educação de meninas também pode protegê-las do casamento e/ou da gravidez precoce e dos
20 riscos da exploração sexual", indica a publicação. (...)
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br/ Acessado em: 16.08.2021)
No trecho a seguir – "O documento analisa questões sobre o direito à educação de refugiados, o marco legal internacional do direito à educação e os instrumentos normativos que o garantem a todas as pessoas (...)" – texto – a palavra ou expressão que melhor substitui a estrutura "instrumentos normativos" sem prejuízo semântico é:
Questão 10 14957801
ONHB Fase 4 2022Leia a letra e ouça a canção “Reconvexo”:
Reconvexo
Eu sou a chuva que lança a areia do Saara
Sobre os automóveis de Roma
Eu sou a sereia que dança, a destemida Iara
Água e folha da Amazônia
Eu sou a sombra da voz da matriarca da Roma Negra
Você não me pega, você nem chega a me ver
Meu som te cega, careta, quem é você?
Que não sentiu o suingue de Henri Salvador
Que não seguiu o Olodum balançando o Pelô
E que não riu com a risada de Andy Warhol
Que não, que não, e nem disse que não
Eu sou o preto norte-americano forte
Com um brinco de ouro na orelha
Eu sou a flor da primeira música a mais velha
Mais nova espada e seu corte
Eu sou o cheiro dos livros desesperados, sou Gita Gogóia
Seu olho me olha, mas não me pode alcançar
Não tenho escolha, careta, vou descartar
Quem não rezou a novena de Dona Canô
Quem não seguiu o mendigo Joãozinho Beija-Flor
Quem não amou a elegância sutil de Bobô
Quem não é recôncavo e nem pode ser reconvexo
Eu sou o preto norte-americano forte
Com um brinco de ouro na orelha
Eu sou a flor da primeira música a mais velha
Mais nova espada e seu corte
Eu sou o cheiro dos livros desesperados, sou Gita Gogóia
Seu olho me olha, mas não me pode alcançar
Não tenho escolha, careta, vou descartar
Quem não rezou a novena de Dona Canô
Quem não seguiu o mendigo Joãozinho Beija-Flor
Quem não amou a elegância sutil de Bobô
Quem não é recôncavo e nem pode ser reconvexo
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Canção ORIGEM: LP/CD: MEMÓRIA DA PELE Gravadora: Polygram Ano: 1989 Compositor: Caetano Veloso Intérprete: Maria Bethânia CRÉDITOS: Compositor: Caetano Veloso Intérprete: Maria Bethânia GLOSSÁRIO: Roma Negra : referência à cidade de Salvador.
Henri Salvador : Henri Gabriel Salvador (1917 - 2008) cantor, compositor e guitarrista francês de jazz.
Pelô : Referência ao Pelourinho em Salvador.
Andy Warhol : Andrew Warhol (1928-1987) artista norte americano.
Gita : referência à canção “Gita” de composta por Raul Seixas e Paulo Coelho, e gravada em 1974.
Gogóia : referência à canção “Fruta Gogoia” – música tradicional baiana interpretada por Gal Costa no LP FA-TAL GAL A TODO VAPOR de 1971.
Dona Canô : Claudionor Viana Teles Veloso (1907 —2012) mãe de Caetano Veloso e Maria Bethânia.
Joãozinho Beija-Flor : João Clemente Jorge Trinta (1933-2011) carnavalesco.
Bobô : Raimundo Nonato Tavares da Silva (1962-) jogador de futebol.
Recôncavo : concavidade; terra em torno de cidade ou porto; formando enseada ; referência ao Recôncavo Baiano.
Reconvexo (referente a convexo) : que faz bojo para a parte de fora; elevado em forma curva; curvo ou arredondado para a parte externa.
PALAVRAS-CHAVE: história da música, brasil contemporâneo
Sobre a canção escolha a alternativa mais pertinente.
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