Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 3 10170912
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2009TEXTO

A Bunge ê comprometida com o desenvolvimento sustentável. Todas as decisões são tomadas de acordo com os princípios de sua Política de Sustentabilidade, que tem como objetivo promover, ao mesmo tempo, prosperidade económica, justiça social e respeito ao meio ambiente. O caminho para alcançar o equilíbrio entre esses três indicadores exige reflexão continua e aperfeiçoamento constante. Isso significa associar os objetivos do negócio às questões da responsabilidade socioambiental, manter as iniciativas que vêm dando certo e aprimorar sua atuação por meio de dialogo com a sociedade e sensibilização para o tema.
Visite www.bunge.com,br/sustentabilidade e saída mais sobre esses e outras ações

(Revista Veja Especial Amazônia, Setembro de 2009, p.12.)
O pronome anafórico “isso” presente no seguinte fragmento do texto: “... Isso significa associar os objetivos do negócio às questões da responsabilidade socioambiental” - grifo nosso, refere-se a:
Questão 10 629359
COTUCA 2009Do ponto de vista gramatical, qual alternativa traz uma redação CORRETA?
Questão 6 82218
OBMEP Nível 2 2009Joãozinho inventou uma operação matemática com números inteiros, para a qual ele usa o sinal ∗ . Ela funciona assim:
a ∗ b = (a + 1) (b − 1)
Por exemplo, 3 ∗5 = (3 +1)×(5 −1) = 16 . Se a e b são inteiros positivos tais que a ∗ b = 24 e b ∗ a = 30, quanto vale a + b?
Questão 23 10772298
EPCAR 1º Ano - Português e Matemática 2008Responda à questão, de acordo com o Texto.
Texto
“Escola é...
o lugar onde [se fazem] amigos
não se trata só de prédios, salas, quadros,
programas, horários, conceitos...
[5] Escola é, sobretudo, gente,
gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
o coordenador é gente, o professor é gente,
[10] o aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em que cada um
se comporte como colega, amigo, irmão.
[15] Nada de ‘ilha cercada de gente por todos os lados’.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como o tijolo que forma a parede,
indiferente, frio, só.
[20] Importante na escola não é só estudar,
não é só trabalhar,
é também criar laços de amizade,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, é se ‘amarrar nela’!
[25] Ora, é lógico...
numa escola assim vai ser fácil
estudar, trabalhar, crescer,
fazer amigos, educar-se,
ser feliz.”
Paulo Freire (http://paulofreire.org Acesso em 28/06/2007 )
De acordo com o texto, analise as proposições a seguir.
I - Não se deve viver isolado no ambiente escolar para não se tornar insensível como um tijolo.
II - É preciso, além de conhecimento, buscar na escola vínculos de solidariedade.
III - A escola tenderá ao crescimento, se todos os seus membros se comportarem fraternalmente.
IV - Embora se criem laços de amizade na escola, devem ser priorizados o trabalho, os conceitos e a educação.
Está correto o que se afirma apenas em
Questão 5 10772175
EPCAR 1º Ano - Português e Matemática 2008Leia atentamente o Texto para responder à questão.
Texto
Como lidar com brincadeiras que machucam a alma
Meire Cavalcante
A criançada entra na sala eufórica. Você se acomoda na
mesa enquanto espera que os alunos se sentem, retirem o
material da mochila e se acalmem para a aula começar.
Nesse meio tempo, um deles grita bem alto: “Ô, cabeção,
[5] passa o livro!” O outro responde: “Peraí, espinha”. Em
outro canto da sala, um garoto dá um tapinha, “de leve”, na
nuca do colega. A menina toda produzida logo pela manhã
ouve o cumprimento: “Fala, metida!” Ao lado dela, bem
quietinha, outra garota escuta lá do fundo da sala: “Abre a
[10] boca, zumbi!” E a classe cai na risada.
(...)
O nome dado a essas brincadeiras de mau gosto,
disfarçadas por um duvidoso senso de humor, é bullying. O
termo ainda não tem uma denominação em português (...),
mas é usado quando crianças e adolescentes recebem
[15] apelidos que os ridicularizam e sofrem humilhações,
ameaças, intimidação, roubo e agressão moral e física por
parte dos colegas. Entre as conseqüências, estão o
isolamento e a queda do rendimento escolar. Em alguns
casos extremos, o bullying pode afetar o estado emocional
[20] do jovem de tal maneira que ele opte por soluções
trágicas, como o suicídio.
(...)
Em janeiro do ano passado, Edmar Aparecido Freitas, de
18 anos, entrou no colégio onde tinha estudado, em Taiúva
(SP), e feriu oito pessoas com disparos de um revólver
[25] calibre 38. Em seguida, se matou. Obeso, ele havia
passado a vida escolar sendo vítima de apelidos
humilhantes e alvo de gargalhadas e sussurros pelos
corredores. Atitude semelhante tiveram dois adolescentes
norte-americanos na escola de Ensino Médio Columbine,
[30] no Colorado (EUA), em abril de 1999. Após matar 13
pessoas e deixar dezenas de feridos, eles também
cometeram suicídio quando se viram cercados pela polícia.
Assim como o garoto brasileiro, os jovens americanos
eram ridicularizados pelos colegas.
[35] Os exemplos de Edmar e dos garotos de Columbine, que
tiveram reações extremadas, são um alerta para os
educadores. “Os meninos não quiseram atingir esse ou
aquele estudante. O objetivo deles era matar a escola em
que viveram momentos de profunda infelicidade e onde
[40] todos foram omissos ao seu sofrimento", analisa o pediatra
Aramis Lopes Neto, coordenador do Programa de
Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes,
desenvolvido pela Abrapia.
Quem pratica e quem sofre
No filme norte-americano Bang Bang! Você Morreu,
[45] Trevor, o protagonista, é vítima de bullying. Para revidar,
ameaça os que o perseguem com um bomba de mentira.
Diferentes dele são os que sofrem em silêncio e enfrentam
com medo e vergonha o desafio de ir à escola. Em vez de
reagir ou procurar ajuda, se isolam, ficam deprimidos,
[50] querem abandonar os estudos, não se acham bons para
integrar o grupo, apresentam baixo rendimento e evitam
falar sobre o problema.
“Quem mais sofre é quem menos fala. Esses passam
despercebidos pelo professor”, alerta a psicóloga Carolina
[55] Lisboa, professora da Universidade Federal do Rio Grande
do Sul e do Centro Universitário Feevale (RS). “Tinha
vontade de ficar sozinha. Não queria ser notada”, diz
Vanessa Brandão Greco, da 7ª
série da Escola Municipal
de Ensino Fundamental Thomas Mann, no Rio de Janeiro.
[60] Ela recebia apelidos humilhantes por causa dos cabelos
crespos.
Mesmo quem adere à brincadeira se sente diminuído pelos
comentários dos colegas. Mas, para se defender, entra no
jogo - o que dá uma falsa impressão de que não se
[60] ressente. “Eu ridicularizava os outros porque, se não
fizesse isso, o alvo seria eu”, conta Leandro Souza Gomes
Santos, da 8ª série.
(...)
O bullying também pode ser praticado por meios
eletrônicos. Mensagens difamatórias ou ameaçadoras
[65] circulam por e-mails, sites, blogs (os diários virtuais),
pagers e celulares. É quase uma extensão do que dizem e
fazem na escola, mas com a agravante de que a vítima
não está cara a cara com o agressor, o que aumenta a
crueldade dos comentários e das ameaças. Quando uma
[70] agressão está num mundo virtual, o melhor remédio, é
mais uma vez, a conversa. Se as crianças e adolescentes
confiam nos adultos que os cercam, podem contar sobre o
bullying sem medo de represálias, uma vez que terão a
certeza de encontrar ajuda.
(http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0178/aberto/ bullying.shtml)
Sobre o terceiro parágrafo, só é possível afirmar que
Questão 4 10772173
EPCAR 1º Ano - Português e Matemática 2008Leia atentamente o Texto para responder à questão.
Texto
Como lidar com brincadeiras que machucam a alma
Meire Cavalcante
A criançada entra na sala eufórica. Você se acomoda na
mesa enquanto espera que os alunos se sentem, retirem o
material da mochila e se acalmem para a aula começar.
Nesse meio tempo, um deles grita bem alto: “Ô, cabeção,
[5] passa o livro!” O outro responde: “Peraí, espinha”. Em
outro canto da sala, um garoto dá um tapinha, “de leve”, na
nuca do colega. A menina toda produzida logo pela manhã
ouve o cumprimento: “Fala, metida!” Ao lado dela, bem
quietinha, outra garota escuta lá do fundo da sala: “Abre a
[10] boca, zumbi!” E a classe cai na risada.
(...)
O nome dado a essas brincadeiras de mau gosto,
disfarçadas por um duvidoso senso de humor, é bullying. O
termo ainda não tem uma denominação em português (...),
mas é usado quando crianças e adolescentes recebem
[15] apelidos que os ridicularizam e sofrem humilhações,
ameaças, intimidação, roubo e agressão moral e física por
parte dos colegas. Entre as conseqüências, estão o
isolamento e a queda do rendimento escolar. Em alguns
casos extremos, o bullying pode afetar o estado emocional
[20] do jovem de tal maneira que ele opte por soluções
trágicas, como o suicídio.
(...)
Em janeiro do ano passado, Edmar Aparecido Freitas, de
18 anos, entrou no colégio onde tinha estudado, em Taiúva
(SP), e feriu oito pessoas com disparos de um revólver
[25] calibre 38. Em seguida, se matou. Obeso, ele havia
passado a vida escolar sendo vítima de apelidos
humilhantes e alvo de gargalhadas e sussurros pelos
corredores. Atitude semelhante tiveram dois adolescentes
norte-americanos na escola de Ensino Médio Columbine,
[30] no Colorado (EUA), em abril de 1999. Após matar 13
pessoas e deixar dezenas de feridos, eles também
cometeram suicídio quando se viram cercados pela polícia.
Assim como o garoto brasileiro, os jovens americanos
eram ridicularizados pelos colegas.
[35] Os exemplos de Edmar e dos garotos de Columbine, que
tiveram reações extremadas, são um alerta para os
educadores. “Os meninos não quiseram atingir esse ou
aquele estudante. O objetivo deles era matar a escola em
que viveram momentos de profunda infelicidade e onde
[40] todos foram omissos ao seu sofrimento", analisa o pediatra
Aramis Lopes Neto, coordenador do Programa de
Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes,
desenvolvido pela Abrapia.
Quem pratica e quem sofre
No filme norte-americano Bang Bang! Você Morreu,
[45] Trevor, o protagonista, é vítima de bullying. Para revidar,
ameaça os que o perseguem com um bomba de mentira.
Diferentes dele são os que sofrem em silêncio e enfrentam
com medo e vergonha o desafio de ir à escola. Em vez de
reagir ou procurar ajuda, se isolam, ficam deprimidos,
[50] querem abandonar os estudos, não se acham bons para
integrar o grupo, apresentam baixo rendimento e evitam
falar sobre o problema.
“Quem mais sofre é quem menos fala. Esses passam
despercebidos pelo professor”, alerta a psicóloga Carolina
[55] Lisboa, professora da Universidade Federal do Rio Grande
do Sul e do Centro Universitário Feevale (RS). “Tinha
vontade de ficar sozinha. Não queria ser notada”, diz
Vanessa Brandão Greco, da 7ª
série da Escola Municipal
de Ensino Fundamental Thomas Mann, no Rio de Janeiro.
[60] Ela recebia apelidos humilhantes por causa dos cabelos
crespos.
Mesmo quem adere à brincadeira se sente diminuído pelos
comentários dos colegas. Mas, para se defender, entra no
jogo - o que dá uma falsa impressão de que não se
[60] ressente. “Eu ridicularizava os outros porque, se não
fizesse isso, o alvo seria eu”, conta Leandro Souza Gomes
Santos, da 8ª série.
(...)
O bullying também pode ser praticado por meios
eletrônicos. Mensagens difamatórias ou ameaçadoras
[65] circulam por e-mails, sites, blogs (os diários virtuais),
pagers e celulares. É quase uma extensão do que dizem e
fazem na escola, mas com a agravante de que a vítima
não está cara a cara com o agressor, o que aumenta a
crueldade dos comentários e das ameaças. Quando uma
[70] agressão está num mundo virtual, o melhor remédio, é
mais uma vez, a conversa. Se as crianças e adolescentes
confiam nos adultos que os cercam, podem contar sobre o
bullying sem medo de represálias, uma vez que terão a
certeza de encontrar ajuda.
(http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0178/aberto/ bullying.shtml)
Sobre o segundo parágrafo, só se pode afirmar que
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)