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Questão 28 10630468
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
O elemento que nos conta a narrativa é:
Questão 27 10630460
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
O fato de ser sexta-feira 13 e de a personagem não sair de casa nesse dia relacionam-se como:
Questão 26 10630455
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
Marque a alternativa que corresponde à frase “vamos que me acontece alguma coisa”, considerandose a correção gramatical.
Questão 25 10630453
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
Tendo em vista a mudança de horário narrada no texto, é correto afirmar que:
Questão 24 10630445
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
Uma pessoa supersticiosa é aquela que:
Questão 23 10630434
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
A personagem principal da narrativa Sexta-Feira 13, de acordo com o texto:
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