Questões de EFAF Português
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Questão 5 10717043
IFAL 6° Ano - Português e Matemática 2007Assinale a única alternativa incorreta sobre concordância verbal:
Questão 3 10717018
IFAL 6° Ano - Português e Matemática 2007Leia o texto a seguir:
T E X T O

"Pensamos demasiadamente e sentimos
muito pouco.
Necessitamos mais de humildade que de
máquinas;
Mais de bondade e ternura que de inteligência.
Sem isso a vida se tornará violenta e tudo
se perderá".
(CHAPLIN, Charles. In: http://www.releituras.com/frases_03.asp)
Na clássica declaração humanista de Charles Chaplin, acima transcrita, há palavras como: demasiadamente, máquinas, ternura, violenta, tudo, cujas categorias gramaticais a que pertencem (seguindo a mesma ordem em que aparecem) são:
Questão 1 10716982
IFAL 6° Ano - Português e Matemática 2007Leia atentamente o texto que segue e, depois, responda:
TEXTO

A ESCOLA
"Escola é...
o lugar onde se faz amigos
não se trata só de prédios, salas, quadros,
programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
o aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em que cada um
se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de ‘ilha cercada de gente por todos os
lados’.
Nada de conviver com as pessoas e depois
descobrir que não tem amizade a ninguém
nada de ser como o tijolo que forma a
parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é
só trabalhar,
é também criar laços de amizade,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, é se ‘amarrar nela’!
Ora, é lógico...
numa escola assim vai ser fácil
estudar, trabalhar, crescer,
fazer amigos, educar-se,
ser feliz."
(FREIRE, Paulo. In: http://www.paulofreire.org/escola_p.htm)
No texto, “A escola”, Paulo Freire:
Questão 40 10630540
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
A palavra sublinhada na seguinte frase: "pra vida, coroa, pra vida”refere-se a que elemento da narrativa (texto)?
Questão 39 10630537
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
Quantas vezes aparece uma palavra classificada como adjetivo no trecho compreendido entre as linhas 01 e 15 do texto? (conte todas as palavras, mesmo que se repitam).
Questão 38 10630530
CMSM 5ª Série 2007Leia o texto abaixo e depois responda o item:
SEXTA-FEIRA 13
— Não sou supersticioso — dizia, mas nas sextas-feiras 13 fazia o seguinte: não saía de casa,
entende?
— Vamos que me acontece alguma coisa. Aí eu fico supersticioso.
Para proteger seu racionalismo, não se expunha. Não saía de casa. Não saía nem da cama.
— Telefona para o trabalho. Diz que eu estou gripado.
A mãe ia telefonar.
— E mãe...
— O quê?
— Me traz o café na cama?
A mãe trazia.
Ontem ele pediu para a mãe telefonar. Em vez de gripe, para não desconfiarem, mandou dizer que
tinha torcido o pé. No escritório as pessoas comentaram:
— Já notaram? Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa com ele.
— Que azar!
Tomou café, almoçou e jantou na cama. Só levantou duas ou três vezes para ir ao banheiro, com
muito cuidado. Dormiu um pouco. Leu um pouco, nada muito arriscado. Só quando o velho relógio da
sala, o que imitava o Big Ben, tocou meia-noite, ele se levantou, escovou os dentes, tomou banho e se
arrumou para sair.
— Onde é que tu vai? — Perguntou a mãe.
— Pra vida, coroa, pra vida.
Encontrou com a turma no bar. Durante a conversa, um dos amigos comentou:
— Ganhamos uma hora de existência.
E o outro comentou:
— Ganhamos, não. Recuperamos.
Ele não entendia nada.
— Como? O quê? Que história é essa?
— Acabou o horário de verão. Todos os relógios atrasaram uma hora.
— Quer dizer que ainda é sexta-feira 13?
Um amigo olhou o relógio.
— Por mais ... vinte e dois minutos.
Ele saiu correndo do bar. Precisava voltar para casa. Precisava voltar para a ...
Desapareceu num bueiro.
(Luís Fernando Veríssimo)
VOCABULÁRIO
Racionalismo – razão, percepção.
Expunha – colocava em perigo.
Arriscado – perigoso, ousado.
Big Ben – relógio famoso da cidade de Londres.
Bueiro – canal ou tubo na rua para recolher águas das chuvas.
Marque a opção que contenha uma palavra pertencente ao mesmo tempo e pessoa de saía em “não saía nem da cama”.
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