Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 17 10759094
SENAI 1º Ano - CGE 2024 2011O texto abaixo se refere à questão.
“Mãe é tudo igual, só muda de endereço? A ‘boutade’1 é boa, mas não corresponde aos fatos. Algumas estão atropelando o ditado e a imagem solidificada do que se espera de uma “boa mãe” e não mudam apenas de endereço, mas do endereço – o dos filhos, no caso. São mulheres que enfrentam duas separações, a primeira do marido, a segunda da própria cria, que, com a ausência delas, vai morar com o pai.”...
1 – “boutade” – tirada espirituosa ou engraçada.
Fonte: Adaptado de OLIVEIRA, R.; YURI, R. Revista da Folha, 718. ed., p. 6, 14 maio 2006.
No trecho: “... não mudam apenas de endereço, mas do endereço...”, entre as orações, há uma relação de
Questão 15 10759077
SENAI 1º Ano - CGE 2024 2011Assinale a alternativa que contém os antônimos das palavras destacadas abaixo.
“... há centenas de lagoas de águas cristalinas entre as dunas...”
“... o sol escaldante da região Nordeste cega momentaneamente.”
“... Barreirinhas, a capital informal dos Lençóis.”
Questão 3 10758459
SENAI 1º Ano - CGE 2024 2011No trecho: “(...) Antônio se resigna: não teria paciência para abrir um bar. (...)”, é correto afirmar que o significado da palavra destacada é
Fonte: Adaptado de KUCHLER, A.; OLIVEIRA, R. Revista da Folha. 767 ed., ano 16, p. 21, 13 maio 2007.
Questão 8 10751444
SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011O texto abaixo se refere à questão.
Quem paga menos seguro de carro?
Alguns pagam cerca de 3 vezes menos para segurar o mesmíssimo carro. Olha só: se você for mulher, já vai gastar até 60% menos do que quem tem o cromossomo Y. As seguradoras usam estatísticas para determinar o que cobram, e entendem que as Penélopes Charmosas evitam ruas ermas e usam mais estacionamentos. Já os homens, além de facilitarem a vida da bandidagem, causam batidas mais fortes, que podem acabar em perda total – e em prejuízo para a seguradora. Agora, se você está pensando em se divorciar, saiba que vai sair dessa com um prejuízo adicional: ser casado garante uma economia de 5%. É que maridos e esposas costumam ter rotinas casatrabalho-casa, e quem está sozinho quer encontrar gente, ir à balada, e expõe mais o carro a batidas, roubos e furtos. Para as seguradoras, diga-se, motorista é que nem vinho: quanto mais velho, melhor. Por isso, quem tem 18 anos paga o dobro de que quem tem 60. E você, caro leitor da Região Nordeste, não se assuste se, ao mudar-se para São Paulo ou para o Rio, seu seguro aumentar em até 30%. Pois é: além de terem oficinas que cobram mais, as duas ainda contam com mais ladrões de carro. Quer mais? Como os roubos e furtos são mais frequentes em Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema do que na capital paulista, nessas cidades da Grande São Paulo se paga mais. Ok. Só tem um problema: quem mora no lado Diadema de uma avenida, por exemplo, acaba gastando até duas vezes mais com seguro do que se atravessar a rua e viver em São Paulo. É o CEP que determina os valores. E não tem choro.
Fonte: PAULINO, R. Revista Superinteressante, 225. ed., p. 46, abr. 2006.
No trecho: “Olha só: se você for mulher, já vai gastar até 60% menos do que quem tem o cromossomo Y.”, a expressão destacada seria corretamente substituída, na linguagem formal, por
Questão 10 10734373
CMC 6º Ano - Português 2011O texto a seguir serve de base para item.
Texto: Minha doce vovó
Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores
escuras, usava fogão a lenha — que ela mesma rachava com um machado no quintal. Hoje, quando entro nos
supermercados com tudo tão bem embalado, lembro de seu quinial cheio de vida, na cidade do interior onde
morava. Muitas crianças talvez nunca tenham visto uma galinha de perto, um pintinho quebrando a casca do ovo
[5] ou escavado rabanetes e cenouras como eu fazia na horta de vovó. Lembro das rosquinhas de anis, do bolo de
limão com glacê azedinho. Ou dos grandes almoços comemorativos, com pernil, cabrito, frangos assados, tortas de
tipos diversos, sobremesas incríveis.
Meu doce predileto era o pudim de queijo parmesão. Uma receita das antigas, com a massa de ovos, leite,
farinha e queijo parmesão assada em banho-maria. Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:
[10] — Vovó, faz pudim?
Ela sorria, sentindo-se querida e prestigiada. Botava o avental, tomava posse da cozinha. E depois me
deixava lamber a tigela da massa, que delícia!
Eu cresci, entrei na faculdade, comecei a trabalhar. Vovó envelhecia. Para mim, parecia a mesma em seu
vestido escuro, cabelos trançados e enrolados em um coque. Talvez, à seus olhos, eu também continuasse igual:
[15] um garoto, seu neto, a quem ela sempre chamava carinhosamente, sem perder o sotaque:
— Formigón!
(...)
Walcyr Carrasco/24/09/2008
Do texto de Walcyr Carrasco, entende-se que
Questão 9 10734372
CMC 6º Ano - Português 2011O texto a seguir serve de base para item.
Texto: Minha doce vovó
Minha avó paterna, Rosa, era uma grande cozinheira. Espanhola, baixinha, sempre vestida de cores
escuras, usava fogão a lenha — que ela mesma rachava com um machado no quintal. Hoje, quando entro nos
supermercados com tudo tão bem embalado, lembro de seu quinial cheio de vida, na cidade do interior onde
morava. Muitas crianças talvez nunca tenham visto uma galinha de perto, um pintinho quebrando a casca do ovo
[5] ou escavado rabanetes e cenouras como eu fazia na horta de vovó. Lembro das rosquinhas de anis, do bolo de
limão com glacê azedinho. Ou dos grandes almoços comemorativos, com pernil, cabrito, frangos assados, tortas de
tipos diversos, sobremesas incríveis.
Meu doce predileto era o pudim de queijo parmesão. Uma receita das antigas, com a massa de ovos, leite,
farinha e queijo parmesão assada em banho-maria. Quando vinha nos visitar, mal entrava pela porta, eu pedia:
[10] — Vovó, faz pudim?
Ela sorria, sentindo-se querida e prestigiada. Botava o avental, tomava posse da cozinha. E depois me
deixava lamber a tigela da massa, que delícia!
Eu cresci, entrei na faculdade, comecei a trabalhar. Vovó envelhecia. Para mim, parecia a mesma em seu
vestido escuro, cabelos trançados e enrolados em um coque. Talvez, à seus olhos, eu também continuasse igual:
[15] um garoto, seu neto, a quem ela sempre chamava carinhosamente, sem perder o sotaque:
— Formigón!
(...)
Walcyr Carrasco/24/09/2008
O narrador da crônica, quando a escreve,
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