Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8390093
VUNESP VUNESP 2009 Avulsa 2009Desde , o Exército Brasileiro atua em missões de paz das Nações Unidas, sempre ________ pelo valor de seu soldado. (...)
Atualmente,________ ________ missão de paz no Haiti, com uma força de militares brasileiros.
Marque a alternativa que preenche as lacunas corretamente.
Questão 8390069
CESGRANRIO CESGRANRIO 2009 Avulsas 2009A opção em que o termo não pode ser substituído pelo pronome pessoal oblíquo átono correspondente é:
Questão 8368851
EMBRAER EMBRAER 2009 ConhecimentosGerais 2009A rota do hidrogênio
No papel, o hidrogênio é o combustível do futuro: não polui e existe em quantidades imensas, pois pode ser extraído da água. Várias montadoras têm protótipos de carros movidos a hidrogênio, e recentemente a Honda decidiu fabricar um veículo do tipo. Só há um problema: a produção e a distribuição do hidrogênio são caríssimas. Por isso, não existe uma rede de postos onde os carros possam se abastecer. Sem postos, não há carros. E o combustível do futuro continua sendo um sonho distante.
Mas os noruegueses querem mudar isso: estão construindo a HyNor, uma estrada que terá 7 postos de hidrogênio – a partir de 2009, será possível atravessar toda a Noruega rodando só com esse combustível.
Assinale a alternativa que apresenta, na ordem, uma vantagem e uma desvantagem do hidrogênio como combustível.(Superinteressante, agosto de 2008)
Questão 8368849
EMBRAER EMBRAER 2009 ConhecimentosGerais 2009A questão baseia-se na crônica de Raul Drewnick, na qual se conta a história de Sara, uma menina que, ao completar 10 anos de idade, ganharia como presente um final de semana na praia. Porém, não pôde fazer sua viagem porque seu tio faleceu no mesmo final de semana. Mas a vontade de conhecer a praia nunca a abandonou...
Sara quer ver o mar
Faltava uma semana para os grandes feriados, quando Sara começou a se preparar. Uma sexta-feira antes da viagem, ainda não eram sete horas da manhã e ela já estava no guichê da rodoviária. Sim, era ali mesmo que se vendiam passagens antecipadas para o litoral, confirmou o rapaz. Para quando ela precisava" Sexta que vem" Sexta que vem?, ele tornou a perguntar, remexendo na gaveta. Para sexta ele ainda não tinha bilhetes. Talvez os recebesse na segunda, o mais tardar na terça.
Sara voltou na segunda. Ainda não eram sete da manhã, quando ela ouviu o rapaz dizer que as passagens não tinham chegado, mas deviam estar lá no dia seguinte ou, no máximo, na quarta. Entre uma desculpa e outra, ele notou que Sara estava quase chorando.
Na terça, às oito da manhã, o chefe de Sara perguntou se havia algum problema com ela. A moça garantiu que não, que se sentia melhor do que nunca, que aquele era um dos dias mais felizes de sua vida. (...) Um instante depois, vendo Sara correr para abraçar Carminha, que chegava, e valsar com ela no meio do escritório, ele concluiu que as datilógrafas eram mesmo seres muito esquisitos. (...)
A história, antiga, ainda fazia Sara sofrer. (...)
Naquele sábado longínquo, quando ainda era criança e esperava ver o mar, Sara conheceu o seu primeiro defunto: seu tio. Não pôde ir à praia. Já no domingo, cobrava insistentemente a viagem prometida, o que foi considerado um desrespeito à memória do tio.
Os empregos do pai levavam a família cada ano para uma cidade. Sara pegava então o mapa e descobria que estava cada vez mais longe do mar. Por isso hoje é um dia tão importante para ela. Dez anos depois da grande frustração, preparou tudo durante a semana e está pronta. Muita coisa mudou nesse tempo – o pai morreu, a mãe morreu, Sara ficou sozinha, mas não esqueceu o sonho. Hoje ela acordou cedo para buscar o presente que não ganhou na infância. O ônibus sai às oito, mas às sete Sara já está descendo de um táxi, na Rodoviária. O motorista a ajuda tirar as sacolas e lhe deseja boa viagem. Depois, resolve tomar um café e descansar um pouco. Trabalhou toda a noite e não pára de bocejar. A caminho de casa, olhando pelo retrovisor, um brilho metálico no banco de trás chama a sua atenção. Ele para o carro e estica o braço. É uma bolsinha de fecho prateado. Sara está muito bonita na foto da identidade. Dentro de um compartimento fechado com zíper, o motorista encontra um batom, um cortador de unhas e uma passagem para Santos, com saída para as oito horas. Ele olha para o relógio. São oito e vinte.
Assinale a alternativa em que a forma feminina do substantivo em destaque se faz apenas pela troca do artigo.(O Estado de S.Paulo, 02.10.1990. Adaptado)
Questão 8368847
EMBRAER EMBRAER 2009 ConhecimentosGerais 2009A questão baseia-se na crônica de Raul Drewnick, na qual se conta a história de Sara, uma menina que, ao completar 10 anos de idade, ganharia como presente um final de semana na praia. Porém, não pôde fazer sua viagem porque seu tio faleceu no mesmo final de semana. Mas a vontade de conhecer a praia nunca a abandonou...
Sara quer ver o mar
Faltava uma semana para os grandes feriados, quando Sara começou a se preparar. Uma sexta-feira antes da viagem, ainda não eram sete horas da manhã e ela já estava no guichê da rodoviária. Sim, era ali mesmo que se vendiam passagens antecipadas para o litoral, confirmou o rapaz. Para quando ela precisava" Sexta que vem" Sexta que vem?, ele tornou a perguntar, remexendo na gaveta. Para sexta ele ainda não tinha bilhetes. Talvez os recebesse na segunda, o mais tardar na terça.
Sara voltou na segunda. Ainda não eram sete da manhã, quando ela ouviu o rapaz dizer que as passagens não tinham chegado, mas deviam estar lá no dia seguinte ou, no máximo, na quarta. Entre uma desculpa e outra, ele notou que Sara estava quase chorando.
Na terça, às oito da manhã, o chefe de Sara perguntou se havia algum problema com ela. A moça garantiu que não, que se sentia melhor do que nunca, que aquele era um dos dias mais felizes de sua vida. (...) Um instante depois, vendo Sara correr para abraçar Carminha, que chegava, e valsar com ela no meio do escritório, ele concluiu que as datilógrafas eram mesmo seres muito esquisitos. (...)
A história, antiga, ainda fazia Sara sofrer. (...)
Naquele sábado longínquo, quando ainda era criança e esperava ver o mar, Sara conheceu o seu primeiro defunto: seu tio. Não pôde ir à praia. Já no domingo, cobrava insistentemente a viagem prometida, o que foi considerado um desrespeito à memória do tio.
Os empregos do pai levavam a família cada ano para uma cidade. Sara pegava então o mapa e descobria que estava cada vez mais longe do mar. Por isso hoje é um dia tão importante para ela. Dez anos depois da grande frustração, preparou tudo durante a semana e está pronta. Muita coisa mudou nesse tempo – o pai morreu, a mãe morreu, Sara ficou sozinha, mas não esqueceu o sonho. Hoje ela acordou cedo para buscar o presente que não ganhou na infância. O ônibus sai às oito, mas às sete Sara já está descendo de um táxi, na Rodoviária. O motorista a ajuda tirar as sacolas e lhe deseja boa viagem. Depois, resolve tomar um café e descansar um pouco. Trabalhou toda a noite e não pára de bocejar. A caminho de casa, olhando pelo retrovisor, um brilho metálico no banco de trás chama a sua atenção. Ele para o carro e estica o braço. É uma bolsinha de fecho prateado. Sara está muito bonita na foto da identidade. Dentro de um compartimento fechado com zíper, o motorista encontra um batom, um cortador de unhas e uma passagem para Santos, com saída para as oito horas. Ele olha para o relógio. São oito e vinte.
Assinale a alternativa em que as ações verbais remetem à personagem Sara. (6.º parágrafo)(O Estado de S.Paulo, 02.10.1990. Adaptado)
Questão 8368842
EMBRAER EMBRAER 2009 ConhecimentosGerais 2009A questão baseia-se na crônica de Raul Drewnick, na qual se conta a história de Sara, uma menina que, ao completar 10 anos de idade, ganharia como presente um final de semana na praia. Porém, não pôde fazer sua viagem porque seu tio faleceu no mesmo final de semana. Mas a vontade de conhecer a praia nunca a abandonou...
Sara quer ver o mar
Faltava uma semana para os grandes feriados, quando Sara começou a se preparar. Uma sexta-feira antes da viagem, ainda não eram sete horas da manhã e ela já estava no guichê da rodoviária. Sim, era ali mesmo que se vendiam passagens antecipadas para o litoral, confirmou o rapaz. Para quando ela precisava" Sexta que vem" Sexta que vem?, ele tornou a perguntar, remexendo na gaveta. Para sexta ele ainda não tinha bilhetes. Talvez os recebesse na segunda, o mais tardar na terça.
Sara voltou na segunda. Ainda não eram sete da manhã, quando ela ouviu o rapaz dizer que as passagens não tinham chegado, mas deviam estar lá no dia seguinte ou, no máximo, na quarta. Entre uma desculpa e outra, ele notou que Sara estava quase chorando.
Na terça, às oito da manhã, o chefe de Sara perguntou se havia algum problema com ela. A moça garantiu que não, que se sentia melhor do que nunca, que aquele era um dos dias mais felizes de sua vida. (...) Um instante depois, vendo Sara correr para abraçar Carminha, que chegava, e valsar com ela no meio do escritório, ele concluiu que as datilógrafas eram mesmo seres muito esquisitos. (...)
A história, antiga, ainda fazia Sara sofrer. (...)
Naquele sábado longínquo, quando ainda era criança e esperava ver o mar, Sara conheceu o seu primeiro defunto: seu tio. Não pôde ir à praia. Já no domingo, cobrava insistentemente a viagem prometida, o que foi considerado um desrespeito à memória do tio.
Os empregos do pai levavam a família cada ano para uma cidade. Sara pegava então o mapa e descobria que estava cada vez mais longe do mar. Por isso hoje é um dia tão importante para ela. Dez anos depois da grande frustração, preparou tudo durante a semana e está pronta. Muita coisa mudou nesse tempo – o pai morreu, a mãe morreu, Sara ficou sozinha, mas não esqueceu o sonho. Hoje ela acordou cedo para buscar o presente que não ganhou na infância. O ônibus sai às oito, mas às sete Sara já está descendo de um táxi, na Rodoviária. O motorista a ajuda tirar as sacolas e lhe deseja boa viagem. Depois, resolve tomar um café e descansar um pouco. Trabalhou toda a noite e não pára de bocejar. A caminho de casa, olhando pelo retrovisor, um brilho metálico no banco de trás chama a sua atenção. Ele para o carro e estica o braço. É uma bolsinha de fecho prateado. Sara está muito bonita na foto da identidade. Dentro de um compartimento fechado com zíper, o motorista encontra um batom, um cortador de unhas e uma passagem para Santos, com saída para as oito horas. Ele olha para o relógio. São oito e vinte.
As informações dos dois parágrafos iniciais do texto permitem afirmar que Sara:(O Estado de S.Paulo, 02.10.1990. Adaptado)
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)