Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 14 11005547
IFC Exame de Classificação 2013Instrução: A questão refere-se à tirinha
Tirinha – Calvin

WATERSON, Bill. In: http://depositodocalvin.blogspot.com.br/2009_01_01_archive.html
No último quadro da tirinha, ao usar o termo “sobremesariano”, Calvin empregou um vício de linguagem chamado:
Questão 1 10868160
Concursos Fundação Carlos Chagas (13ª região) 2013Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
O caldo cultural do Nordeste, particularmente do sertão, foi primordial na formação do paraibano Ariano Suassuna. A infância passada no sertão familiarizou o futuro escritor e dramaturgo com temas e formas de expressão artística que mais tarde viriam a influenciar o seu universo ficcional, como a literatura de cordel e o maracatu rural. Não só histórias e casos narrados foram aproveitados para o processo de criação de suas peças e romances, mas também todas as formas da narrativa oral e da poesia sertaneja foram assimiladas e reelaboradas por Suassuna. Suas obras se caracterizam justamente por isso, pelo domínio dos ritmos da poética popular nordestina.
Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina.
No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870.
O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna “o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste”.
A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel.
As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas.
Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.
(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarra-re.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)
Depreende-se do contexto que o autor lança mão do conceito de “mimesis” para
Questão 5 10849243
Concursos Pref de Pariconha 2013A questão baseiam-se no texto apresentado abaixo.
TRABALHADOR NÃO É MÁQUINA
“A vida de um desempregado é horrível, porque na nossa sociedade tudo depende do trabalho: salário, contatos profissionais, prestígio e (quando se é católico) até o resgate do pecado original e o bilhete de ingresso para o paraíso. Portanto, se falta o trabalho, falta tudo.
Mas corre-se o risco de que o problema do desemprego coloque em segundo plano o problema de quem tem um emprego. Com uma frequência sempre maior, a vida do trabalhador é transformada num inferno, porque as organizações das empresas se preocupam em multiplicar a quantidade de produtos, mas não dão a mínima para a felicidade de quem os produz.”
DE MASI, Domenico. In: O ócio criativo.Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
Aponte a alternativa onde o autor utiliza uma expressão típica da linguagem coloquial.
Questão 3 10849219
Concursos Pref de Pariconha 2013A questão baseiam-se no texto apresentado abaixo.
TRABALHADOR NÃO É MÁQUINA
“A vida de um desempregado é horrível, porque na nossa sociedade tudo depende do trabalho: salário, contatos profissionais, prestígio e (quando se é católico) até o resgate do pecado original e o bilhete de ingresso para o paraíso. Portanto, se falta o trabalho, falta tudo.
Mas corre-se o risco de que o problema do desemprego coloque em segundo plano o problema de quem tem um emprego. Com uma frequência sempre maior, a vida do trabalhador é transformada num inferno, porque as organizações das empresas se preocupam em multiplicar a quantidade de produtos, mas não dão a mínima para a felicidade de quem os produz.”
DE MASI, Domenico. In: O ócio criativo.Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
No trecho: “...a vida do trabalhador é transformada num inferno, porque as organizações das empresas se preocupam em multiplicar a quantidade de produtos, mas não dão a mínima para a felicidade de quem os produz.”, as conjunções destacadas relacionam segmentos do texto estabelecendo entre eles, respectivamente, ideia de:
Questão 3 10848478
Concursos Pref de Agua Branca 2013A questão referem-se ao texto abaixo.
HOMEM PRIMATA
Desde os primórdios
Até hoje em dia
O homem ainda faz
O que o macaco fazia
Eu não trabalhava, eu não sabia
Que o homem criava e também destruía
Homem primata
Capitalismo selvagem
ô ô ô
Eu aprendi
A vida é um jogo
Cada um por si
E Deus contra todos
Você vai morrer e não vai pro céu
É bom aprender, a vida é cruel
Homem primata
Capitalismo selvagem
ô ô ô
Eu me perdi na selva de pdra
Eu me perdi, eu me perdi.
I`m a cave man
A Young man
I fight with my hands
I am a jungle man, a monkey man
Concrete jungle!
Concrete jungle!
(BRITO, Sérgio £ outros. Homem primata. In: TITÃS. Cabeça dinossauro.LP WEA nº 610.6014, 1986. L. 2. F. 3.)
Atente para as seguintes afirmações:
I. O texto compara o comportamento humano com o do animal.
II. Há uma relação existente entre o homem primata, que não respeita seu semelhante, e a selva de pedra, já que o mundo se transformou numa verdadeira selva.
III. A visão de mundo que o autor do texto revela é muito otimista, visto que o homem tem o poder de transformar o mundo em algo glorioso.
Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em
Questão 16 10838311
Concursos Pref de Santana do Ipanema 2013A questão referem-se ao texto abaixo.
Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino escreve! No aconchego
Do claustro, na paciência e no sossego,
Trabalha e teima, e lima, e sofre, e sua!
(Olavo Bilac)
A pontuação do último verso do poema também poderia ser da seguinte forma:
06
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