Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 12 169711
IFMT 2014/2
TEXTO 3
A Droga Universal
De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), só no Brasil o número de vítimas do tabaco é
alarmante: aproximadamente 10 mil pessoas morrem diariamente decorrente de doenças associadas ao vício.
No mundo, este resultado é de quatro milhões por ano.
Estudos revelam que o tabagismo está responsável por 30% das mortes por câncer em geral, 90% por câncer
[5] de pulmão, 25% por doenças coronarianas, 85% por Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e 25% por
complicações cérebro vasculares. "No mundo, o câncer de pulmão permanece como uma doença altamente
letal", comenta Silvana Gotardo, especialista em Oncologia e Radioterapia pelo Hospital do Câncer de São
Paulo, e diretora médica da Oncoclin.
Considerado a principal causa de morte evitável no planeta, o tabaco atinge um terço da população adulta
[10] mundial: estima-se que 1 bilhão e 200 milhões de pessoas sejam fumantes.
O câncer de pulmão é o mais comum de todos os tumores malignos, apresentando um aumento por ano de 2%
na sua incidência mundial. Em 90% dos casos diagnosticados, está associado ao consumo de derivados de
tabaco. No Brasil, o câncer de pulmão foi responsável por 14.715 óbitos em 2000, sendo o tipo de câncer que
mais fez vítimas. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a doença atingiu mais de 27 mil
[15] brasileiros (18 mil homens e 9 mil mulheres) em 2006.
A nicotina - uma entre as cerca de 4.700 substâncias nocivas encontradas no cigarro, - ainda é a principal
responsável por causar a dependência. Com sua ingestão contínua, pesquisas apontam que o cérebro se
adapta e passa a necessitar de doses cada vez maiores. "Esse efeito é chamado de tolerância à droga", explica
Ana Maria.
[20] "É a nicotina que gera a sensação de prazer no organismo", complementa Sérgio Cardoso, pneumologista e
Coordenador do Núcleo de Apoio à Prevenção e Cessação do Tabagismo (Prev Fumo), da Universidade
Federal de São Paulo (Unifesp).
Fonte: (http://www.guiadasemana.com.br/compras/noticia/a-droga-universal)
A questão de Texto
De acordo com o texto, pode-se afirmar que:
Questão 9 169708
IFMT 2014/2TEXTO 2
Os Agrotóxicos e a Natureza
A Agricultura Industrial, rotulada de moderna e avançada, fundamentada na economia e nos imediatos
resultados à proteção das plantas cultivadas contra a ação das pragas, patógenos e ervas daninhas invasoras,
tem falhado constantemente.
Os retornos esperados não foram alcançados, pois em relação à agricultura, a Natureza deve ser vista como
[5] um processo biológico, ditado pela natureza e não como mero processo físico e químico.
Para a Agricultura Industrial, o objetivo é meramente a produtividade, deixando de lado o equilíbrio ecológico,
tais como: a estabilidade dos sistemas agrícolas: a consevação dos recursos naturais (água, solo e ar) e a
qualidade dos alimentos.
Milionárias campanhas publicitárias patrocinadas pelas empresas multinacionais, estimulando o consumo e o
[10] uso de agrotóxicos, tiveram como
consequência o desenvolvimento de resistências cada vez maiores das pragas, em função de mutações
genéticas.
Ainda hoje, a propaganda de produtos agrotóxicos apela para esses valores, sem obviamente mencionar os
riscos a que estão sujeitos o ambiente natural e a saúde pública.
[15] O consumo de agrotóxicos gera um círculo vicioso: quanto mais se usa, maiores são os desequilíbrios
provocados e maior a necessidade de uso, em doses mais intensas, de formulações cada vez mais tóxicas.
(Fonte: http://www.iq.ufrgs.br/aeq/html/publicacoes/matdid/livros/pdf/agrotoxicos.pdf).
Em “Os retornos esperados não foram alcançados […] (linha 04), a palavra em destaque tem o sentido de:
Questão 6 169705
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
Marque a alternativa em que as palavras em destaque NÃO contêm dígrafo.
Questão 5 169704
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
"Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser mulherengos […]” (linhas 16 e 17).
O sentido desse trecho não seria alterado, se a conjunção destacada fosse substituída por:
Questão 4 169703
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
“São eles que causam todas as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada” (linhas 14 e 15).
No período acima, o pronome em destaque retoma, no texto:
Questão 3 169702
IFMT 2014/2TEXTO 1
A química do amor
"Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim
como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas
continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente
idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam. Esqueça o cupido, a sorte ou
[5] mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico", diz Carmita Abdo,
psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de
São Paulo. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro,
e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o
resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de
[10] criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.
De acordo com a biologia evolutiva, o vínculo criado por casais apaixonados garante a segurança da espécie.
Focado na sua família, o homem gasta energia em mantê-la bem provida, oferecendo todas as oportunidades
para que seus filhos cresçam e perpetuem sua carga genética. Para unir o casal, o cérebro se inunda de amor
— no caso, há um aumento na liberação dos hormônios dopamina e norepinefrina. São eles que causam todas
[15] as sensações típicas da paixão, como insônia, frio na barriga e pensamento obsessivo na pessoa amada.
[…]
Ah, o amor — Embora a ciência consiga ainda explicar por que, afinal, os homens levam a fama de ser
mulherengos (eles são fábricas de espermatozoides que precisam ser espalhados), ela ainda não nos tirou o
gosto pelas incertezas do amor. Por mais que você saiba que o hormônio que corre no seu corpo e te faz sentir
[20] frio na barriga é a dopamina, você ainda vai, sim, curtir o primeiro beijo, o primeiro amor e sua primeira paixão.
E vai se emocionar com os filmes românticos de Hollywood, com as poesias de Vinícius de Moraes e as
músicas melosas de Adele. "A paixão pode ser desconfortável, uma situação de extremo êxtase. Mas quanto
mais descomunal, melhor. O ser humano vive buscando situações de risco, de perigo, que saiam do cotidiano e
da mesmice", diz Carmita Abdo.
(http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/a-quimica-do-amor)
Assinale a alternativa em cujo trecho NÃO há adjetivo.
06
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