Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
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Questão 5 421528
IFSudesteMinas 2014A questão se refere ao estudo do texto abaixo:
O HOMEM E SEU ESPELHO
Cecília Meireles
Vou contar uma história que parece da Carochinha. Era uma voz. por esses Brasis. um pobre homem que vivia numa pobre Choupana. No melo de tanta pobreza, o homem possuía um tesouro: possuía um grande espelho. muito claro e Iuminoso. Como o tem arrumado, não me disseram: pertencera, town. a algum antepassado rico. ou resultam de alguma barganha. ou calm da Lua (tal a sua claridade). embora, na verdade, se trata-se de um espelho de Veneza.
Vivia, pois. o pobre homem com o seu formo- so espelho pendente de um prego na parede de Dano da habitação, que se enchia de luz com o renome dos dies e das noites na sua superfície.
Mas um dia o pobre homem adoeceu greve- mente. Como as ervas e benzeduras já não pro- duzissem nenhum efeito. foi preciso (muito e contragosto) chamar um médico. E o médico chamado era um coração de santo, com certeza, mes também uma elmo de ordem. E, atóm disso, um colecionador de antiguidades.
Veio, pois, o módico e a primeira coisa que viu - Deus Ihe perdoe! - não foi o doente, mas o seu espelho. cintilante e límpido. E começou a tratar do homem. Honra lhe seja feite que o tratava com e maior dedicação. Mas pensava no espelho. Não falava nisso. porém, porque o homem estava muito mal, e o tempo não era para conversa.
O tratamento foi longo e difícil. Mae o médico empenhava-se em salvar o pobre homem, de cuja família ninguém tinha notícias. O homem não tinha mesmo outra famila além do seu espelho.
Passam-se os dias. o homem melhora, levanta-se, põe-se e andar e a conversar. Conversa vai, conversa vem, o médico pergunta-lhe se não quer vender aquele espelho. Para que conserva-lo naquele prego, exposto a cair de repente. a transformar-se em pó impalpável? Com o dinheiro daquele espelho poderia viver muito tempo. sem precisar trabalhar. ele, que andava tao fraco...
O homem considerou aquelas palavras do médico, na sua solidão. no fundo desses Brasis. ainda inocentes e meigos, e delicadamente se recusou a fazer qualquer negócio. Os pobres sentimentais são assim: têm vergonha de falar em dinheiro. O dinheiro assusta-os como uma coisa indigna. imoral.
O médico em uma pessoa direita: oferecia ao seu cliente um paço adequado. (Nem ele imaginaria que o seu espelho valesse tanto!) Procurou convencê-lo da honestidade do aos propósitos: amava aquele espelho desde que o vira pela primeira vez. No verdade, a conversa pare- de um pedido de casamento. O preço era outra história: mas não se discutia o preço.
Então, o homem, já acostumado ao convívio do médico. com uma sinceridade do pessoa honesta (acostumada a viver diante de um espelho) confessou-lho a causa do tanta relutância: É que quando ou olho para este espelho, doutor. veio a minha cara repetida cinquenta vezes“
Era mesmo assim: entre a larga superfície de cristal e a moldura, o espelho possuía como um cordão de pequenos hemisférios convexos. que multiplicavam a imagem refletida. O homem dera-se ao trabalho de contar: a imagem repetia-se, na verdade. cinquenta vezes.
Ora, eu também fiz como todo o mundo e fui ver como ficava o meu rosto. nessa multiplicação. E aconteceu-mo o imprevisto: quando me fixei naquela sucessão do espelhinhos convexos, que de longe pareciam bolinhos em relevo, encontrei não o, mas o rosto do antigo dono (que eu nem sei como era!) com esse ar um pouco de saudade e um pouco de sabedoria e renúncia que antigamente se encontrava na boa gente humilde desses Brasis.
Mas o que não consegui saber é por que o amigo dono do espelho gostava tanto de se ver refletido cinquenta vezes. Pesava-lhe a solidão do tal maneira que se consolasse com o seu próprio reflexo, naquele abandono em que vivia? Conversaria com a sua imagem? Canaria a si mesmo, como a um amigo intimo suas melancolias e esperanças? Que dizia aquele homem ao seu retrato multiplicado? O que não atuaria jamais dizer ao melhor amigo? (Os espelhos têm essa propriedade maravilhosa de nada reterem, de nada escravizarem. Refletem todas as confidências, e logo as apagam. Sabem guardar segredos.)
In: PERSUHN, Janice J. Escrevivendo: comunicação e expressão. São Paulo: Editora do Brasil, 1980, p. 192.
Nitidamente, a autora atribui o fato de o velho homem ser um pobre sentimental, sem vaidades de ostentação, ao fato de ele:
Questão 4 421527
IFSudesteMinas 2014A questão se refere ao estudo do texto abaixo:
O HOMEM E SEU ESPELHO
Cecília Meireles
Vou contar uma história que parece da Carochinha. Era uma voz. por esses Brasis. um pobre homem que vivia numa pobre Choupana. No melo de tanta pobreza, o homem possuía um tesouro: possuía um grande espelho. muito claro e Iuminoso. Como o tem arrumado, não me disseram: pertencera, town. a algum antepassado rico. ou resultam de alguma barganha. ou calm da Lua (tal a sua claridade). embora, na verdade, se trata-se de um espelho de Veneza.
Vivia, pois. o pobre homem com o seu formo- so espelho pendente de um prego na parede de Dano da habitação, que se enchia de luz com o renome dos dies e das noites na sua superfície.
Mas um dia o pobre homem adoeceu greve- mente. Como as ervas e benzeduras já não pro- duzissem nenhum efeito. foi preciso (muito e contragosto) chamar um médico. E o médico chamado era um coração de santo, com certeza, mes também uma elmo de ordem. E, atóm disso, um colecionador de antiguidades.
Veio, pois, o módico e a primeira coisa que viu - Deus Ihe perdoe! - não foi o doente, mas o seu espelho. cintilante e límpido. E começou a tratar do homem. Honra lhe seja feite que o tratava com e maior dedicação. Mas pensava no espelho. Não falava nisso. porém, porque o homem estava muito mal, e o tempo não era para conversa.
O tratamento foi longo e difícil. Mae o médico empenhava-se em salvar o pobre homem, de cuja família ninguém tinha notícias. O homem não tinha mesmo outra famila além do seu espelho.
Passam-se os dias. o homem melhora, levanta-se, põe-se e andar e a conversar. Conversa vai, conversa vem, o médico pergunta-lhe se não quer vender aquele espelho. Para que conserva-lo naquele prego, exposto a cair de repente. a transformar-se em pó impalpável? Com o dinheiro daquele espelho poderia viver muito tempo. sem precisar trabalhar. ele, que andava tao fraco...
O homem considerou aquelas palavras do médico, na sua solidão. no fundo desses Brasis. ainda inocentes e meigos, e delicadamente se recusou a fazer qualquer negócio. Os pobres sentimentais são assim: têm vergonha de falar em dinheiro. O dinheiro assusta-os como uma coisa indigna. imoral.
O médico em uma pessoa direita: oferecia ao seu cliente um paço adequado. (Nem ele imaginaria que o seu espelho valesse tanto!) Procurou convencê-lo da honestidade do aos propósitos: amava aquele espelho desde que o vira pela primeira vez. No verdade, a conversa pare- de um pedido de casamento. O preço era outra história: mas não se discutia o preço.
Então, o homem, já acostumado ao convívio do médico. com uma sinceridade do pessoa honesta (acostumada a viver diante de um espelho) confessou-lho a causa do tanta relutância: É que quando ou olho para este espelho, doutor. veio a minha cara repetida cinquenta vezes“
Era mesmo assim: entre a larga superfície de cristal e a moldura, o espelho possuía como um cordão de pequenos hemisférios convexos. que multiplicavam a imagem refletida. O homem dera-se ao trabalho de contar: a imagem repetia-se, na verdade. cinquenta vezes.
Ora, eu também fiz como todo o mundo e fui ver como ficava o meu rosto. nessa multiplicação. E aconteceu-mo o imprevisto: quando me fixei naquela sucessão do espelhinhos convexos, que de longe pareciam bolinhos em relevo, encontrei não o, mas o rosto do antigo dono (que eu nem sei como era!) com esse ar um pouco de saudade e um pouco de sabedoria e renúncia que antigamente se encontrava na boa gente humilde desses Brasis.
Mas o que não consegui saber é por que o amigo dono do espelho gostava tanto de se ver refletido cinquenta vezes. Pesava-lhe a solidão do tal maneira que se consolasse com o seu próprio reflexo, naquele abandono em que vivia? Conversaria com a sua imagem? Canaria a si mesmo, como a um amigo intimo suas melancolias e esperanças? Que dizia aquele homem ao seu retrato multiplicado? O que não atuaria jamais dizer ao melhor amigo? (Os espelhos têm essa propriedade maravilhosa de nada reterem, de nada escravizarem. Refletem todas as confidências, e logo as apagam. Sabem guardar segredos.)
In: PERSUHN, Janice J. Escrevivendo: comunicação e expressão. São Paulo: Editora do Brasil, 1980, p. 192.
Analise as seguintes afirmações:
I - Por um tempo, o velho hesitou se devia ou não vender o espelho ao médico.
II - O médico tentou prejudicar o velho doente ao propor-lhe o preço.
III - O amor à primeira vista do médico pelo espelho era fingido, pois visava ao seu valor pecuniário.
IV - A relutância do velho em vender o espelho era tática: esperava melhor barganha.
Podemos dizer que:
Questão 2 421523
IFSudesteMinas 2014A questão se refere ao estudo do texto abaixo:
O HOMEM E SEU ESPELHO
Cecília Meireles
Vou contar uma história que parece da Carochinha. Era uma voz. por esses Brasis. um pobre homem que vivia numa pobre Choupana. No melo de tanta pobreza, o homem possuía um tesouro: possuía um grande espelho. muito claro e Iuminoso. Como o tem arrumado, não me disseram: pertencera, town. a algum antepassado rico. ou resultam de alguma barganha. ou calm da Lua (tal a sua claridade). embora, na verdade, se trata-se de um espelho de Veneza.
Vivia, pois. o pobre homem com o seu formo- so espelho pendente de um prego na parede de Dano da habitação, que se enchia de luz com o renome dos dies e das noites na sua superfície.
Mas um dia o pobre homem adoeceu greve- mente. Como as ervas e benzeduras já não pro- duzissem nenhum efeito. foi preciso (muito e contragosto) chamar um médico. E o médico chamado era um coração de santo, com certeza, mes também uma elmo de ordem. E, atóm disso, um colecionador de antiguidades.
Veio, pois, o módico e a primeira coisa que viu - Deus Ihe perdoe! - não foi o doente, mas o seu espelho. cintilante e límpido. E começou a tratar do homem. Honra lhe seja feite que o tratava com e maior dedicação. Mas pensava no espelho. Não falava nisso. porém, porque o homem estava muito mal, e o tempo não era para conversa.
O tratamento foi longo e difícil. Mae o médico empenhava-se em salvar o pobre homem, de cuja família ninguém tinha notícias. O homem não tinha mesmo outra famila além do seu espelho.
Passam-se os dias. o homem melhora, levanta-se, põe-se e andar e a conversar. Conversa vai, conversa vem, o médico pergunta-lhe se não quer vender aquele espelho. Para que conserva-lo naquele prego, exposto a cair de repente. a transformar-se em pó impalpável? Com o dinheiro daquele espelho poderia viver muito tempo. sem precisar trabalhar. ele, que andava tao fraco...
O homem considerou aquelas palavras do médico, na sua solidão. no fundo desses Brasis. ainda inocentes e meigos, e delicadamente se recusou a fazer qualquer negócio. Os pobres sentimentais são assim: têm vergonha de falar em dinheiro. O dinheiro assusta-os como uma coisa indigna. imoral.
O médico em uma pessoa direita: oferecia ao seu cliente um paço adequado. (Nem ele imaginaria que o seu espelho valesse tanto!) Procurou convencê-lo da honestidade do aos propósitos: amava aquele espelho desde que o vira pela primeira vez. No verdade, a conversa pare- de um pedido de casamento. O preço era outra história: mas não se discutia o preço.
Então, o homem, já acostumado ao convívio do médico. com uma sinceridade do pessoa honesta (acostumada a viver diante de um espelho) confessou-lho a causa do tanta relutância: É que quando ou olho para este espelho, doutor. veio a minha cara repetida cinquenta vezes“
Era mesmo assim: entre a larga superfície de cristal e a moldura, o espelho possuía como um cordão de pequenos hemisférios convexos. que multiplicavam a imagem refletida. O homem dera-se ao trabalho de contar: a imagem repetia-se, na verdade. cinquenta vezes.
Ora, eu também fiz como todo o mundo e fui ver como ficava o meu rosto. nessa multiplicação. E aconteceu-mo o imprevisto: quando me fixei naquela sucessão do espelhinhos convexos, que de longe pareciam bolinhos em relevo, encontrei não o, mas o rosto do antigo dono (que eu nem sei como era!) com esse ar um pouco de saudade e um pouco de sabedoria e renúncia que antigamente se encontrava na boa gente humilde desses Brasis.
Mas o que não consegui saber é por que o amigo dono do espelho gostava tanto de se ver refletido cinquenta vezes. Pesava-lhe a solidão do tal maneira que se consolasse com o seu próprio reflexo, naquele abandono em que vivia? Conversaria com a sua imagem? Canaria a si mesmo, como a um amigo intimo suas melancolias e esperanças? Que dizia aquele homem ao seu retrato multiplicado? O que não atuaria jamais dizer ao melhor amigo? (Os espelhos têm essa propriedade maravilhosa de nada reterem, de nada escravizarem. Refletem todas as confidências, e logo as apagam. Sabem guardar segredos.)
In: PERSUHN, Janice J. Escrevivendo: comunicação e expressão. São Paulo: Editora do Brasil, 1980, p. 192.
Assinale a alternativa que comprova a resposta à pergunta anterior:
Questão 11 399968
IFSulDeMinas 2014TEXTO
Se aprovada a redução da maioridade penal, os jovens seriam recrutados cada vez mais cedo. Se baixarmos para 16 anos, quem vai disparar a arma é o jovem de 15. Se baixarmos para 14, quem vai matar será o garoto de 13. Estaríamos produzindo assassinos cada vez mais jovens. Além disso, “o que inibe o criminoso não é o tamanho da pena e sim a certeza de punição”, diz o advogado Ariel de Castro Neves. “No Brasil existe a certeza de impunidade já que apenas 8% dos homicídios são esclarecidos. Precisamos de reestruturação das polícias brasileiras e melhoria na atuação e estruturação do Judiciário.”
Disponível em: http://revistaforum.com.br/blog/2013/04/razoes-para-nao-reduzir-a-maioridade-penal/ , acesso 30 de abril de 2013.
A charge que NÃO retoma o argumento do texto é:
Questão 10 382058
IFSC 2014/2Assalto
Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:
- Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
- Um assalto! Um assalto! - a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirene policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.
Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?
- Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:
- No que você vai a fim de ver o assalto, eles assaltam sua caixa.
Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.
Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
- Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas. Assim eles não podem dar no pé.
- É uma mulher que chefia o bando!
- Já sei. A tal dondoca loura.
- A loura assalta em São Paulo. Aqui é a morena.
- Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
- Minha Nossa Senhora, o mundo tá virado!
- Vai ver que está é caçando marido.
- Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue escorrendo!
- Sangue nada, tomate.
Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular. Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam gravemente feridas.
Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes trocavam de direção: quem fugia dava marcha à ré, quem queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões apinhados de moradores, que gritavam:
- Pega! Pega! Correu pra lá!
- Olha ela ali!
- Eles entraram na kombi ali adiante!
- É um mascarado! Não, são dois mascarados!
Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a pequena distância. Foi um deitar-no-chão geral, e como não havia espaço, uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído. Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso?
- Olha o diabo daquele escurinho tocando matraca! E a gente com dor de barriga, pensando que era metralhadora!
Caíram em cima do garoto, que soverteu na multidão. A senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:
- É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro assalto!
Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond. Assalto. In: Para gostar de ler. Vol. 3. Ed. Ática, 1979. p. 12-14. [Adaptado]
Leia e analise as palavras destacadas nos seguintes trechos.
I. Então, os passageiros acharam de bom alvitre abandonar o veículo (...).
II. Janelas e balcões apinhados de moradores.
III. Caíram em cima do garoto, que soverteu na multidão.
Assinale a alternativa em que as palavras ou expressões substituam de forma CORRETA as palavras destacadas na sequência em que aparecem, sem alterar o seu sentido.
Questão 14 170298
CEFET MG 2014A questão refere-se ao livro A mocinha do Mercado Central, de Stella Maris Rezende.
Sobre a personagem Tia Marta, afirma-se que ela
I – é o único elo de Maria Campos com a família paterna, embora desconheça o paradeiro de seu irmão, pai da menina.
II – apresenta sua sobrinha a Selton Mello, ator do filme Lisbela e o prisioneiro.
III – intervém no destino da protagonista, sugerindo uma importante alteração no rumo que a jovem pretendia tomar.
IV – se revela, ao final da estória, como autora ficcional do livro A mocinha do Mercado Central.
Estão corretas apenas as afirmativas
06
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