Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 5 10736990
CMBH 6° Ano - Português 2010TEXTO
A FÊNIX
Uma vida muito longa. Depois a morte para gerar outra vida.
A maior parte dos seres nasce de outros indivíduos, mas há uma certa espécie que se reproduz sozinha.
Os assírios chamam-na de fênix. Não vive de frutos ou flores, mas de incenso e raízes odoríferas. Depois
de ter vivido quinhentos anos, faz um ninho nos ramos de um carvalho ou no alto de uma palmeira. Nele,
ajunta cinamono, nardo e mirra, e com essas essências constrói uma pira sobre a qual se coloca e morre
[5] exalando o último suspiro entre os aromas. Do corpo da ave, surge uma jovem fênix, destinada a viver
tanto quanto a sua antecessora. Depois de crescer e adquirir forças suficientes, ela tira da árvore o ninho
(seu próprio berço e sepulcro do pai) e o leva para a cidade de Heliópolis, no Egito, depositando-o no
templo do “Sol”.
(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 320.)
Glossário:
Assírios: 1. s.m. Natural da Assíria.
Cinamono: 1. s. m. Caneleira. 2. Arbusto de flores aromáticas, da cor da canela
Nardo: 1. Bot.Planta valerianácea cuja flor é muito aromática.
Mirra: 1. s.m. árvore espinhosa, de folhas caducas, que pode atingir 5 metros de altura, com flores vermelho-amarelo, e frutos pontiagudos.
No trecho “(...) Depois de ter vivido quinhentos anos, (...)” (linhas 2 e 3), há um numeral cardinal escrito por extenso.
Se fôssemos escrever esse mesmo numeral na forma ordinal, teríamos:
Questão 4 10736988
CMBH 6° Ano - Português 2010TEXTO
A FÊNIX
Uma vida muito longa. Depois a morte para gerar outra vida.
A maior parte dos seres nasce de outros indivíduos, mas há uma certa espécie que se reproduz sozinha.
Os assírios chamam-na de fênix. Não vive de frutos ou flores, mas de incenso e raízes odoríferas. Depois
de ter vivido quinhentos anos, faz um ninho nos ramos de um carvalho ou no alto de uma palmeira. Nele,
ajunta cinamono, nardo e mirra, e com essas essências constrói uma pira sobre a qual se coloca e morre
[5] exalando o último suspiro entre os aromas. Do corpo da ave, surge uma jovem fênix, destinada a viver
tanto quanto a sua antecessora. Depois de crescer e adquirir forças suficientes, ela tira da árvore o ninho
(seu próprio berço e sepulcro do pai) e o leva para a cidade de Heliópolis, no Egito, depositando-o no
templo do “Sol”.
(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 320.)
Glossário:
Assírios: 1. s.m. Natural da Assíria.
Cinamono: 1. s. m. Caneleira. 2. Arbusto de flores aromáticas, da cor da canela
Nardo: 1. Bot.Planta valerianácea cuja flor é muito aromática.
Mirra: 1. s.m. árvore espinhosa, de folhas caducas, que pode atingir 5 metros de altura, com flores vermelho-amarelo, e frutos pontiagudos.
“(...) Depois de crescer e adquirir forças... (...)” (linha 6).
No trecho destacado, pode-se encontrar:
Questão 2 10736986
CMBH 6° Ano - Português 2010TEXTO
A FÊNIX
Uma vida muito longa. Depois a morte para gerar outra vida.
A maior parte dos seres nasce de outros indivíduos, mas há uma certa espécie que se reproduz sozinha.
Os assírios chamam-na de fênix. Não vive de frutos ou flores, mas de incenso e raízes odoríferas. Depois
de ter vivido quinhentos anos, faz um ninho nos ramos de um carvalho ou no alto de uma palmeira. Nele,
ajunta cinamono, nardo e mirra, e com essas essências constrói uma pira sobre a qual se coloca e morre
[5] exalando o último suspiro entre os aromas. Do corpo da ave, surge uma jovem fênix, destinada a viver
tanto quanto a sua antecessora. Depois de crescer e adquirir forças suficientes, ela tira da árvore o ninho
(seu próprio berço e sepulcro do pai) e o leva para a cidade de Heliópolis, no Egito, depositando-o no
templo do “Sol”.
(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 320.)
Glossário:
Assírios: 1. s.m. Natural da Assíria.
Cinamono: 1. s. m. Caneleira. 2. Arbusto de flores aromáticas, da cor da canela
Nardo: 1. Bot.Planta valerianácea cuja flor é muito aromática.
Mirra: 1. s.m. árvore espinhosa, de folhas caducas, que pode atingir 5 metros de altura, com flores vermelho-amarelo, e frutos pontiagudos.
“(...)... e morre exalando o último suspiro entre os aromas. (...)” (linhas 4 e 5).
O termo grifado pode ser substituído como sinônimo, sem que se prejudique o sentido do texto, pela palavra:
Questão 1 10736983
CMBH 6° Ano - Português 2010TEXTO
A FÊNIX
Uma vida muito longa. Depois a morte para gerar outra vida.
A maior parte dos seres nasce de outros indivíduos, mas há uma certa espécie que se reproduz sozinha.
Os assírios chamam-na de fênix. Não vive de frutos ou flores, mas de incenso e raízes odoríferas. Depois
de ter vivido quinhentos anos, faz um ninho nos ramos de um carvalho ou no alto de uma palmeira. Nele,
ajunta cinamono, nardo e mirra, e com essas essências constrói uma pira sobre a qual se coloca e morre
[5] exalando o último suspiro entre os aromas. Do corpo da ave, surge uma jovem fênix, destinada a viver
tanto quanto a sua antecessora. Depois de crescer e adquirir forças suficientes, ela tira da árvore o ninho
(seu próprio berço e sepulcro do pai) e o leva para a cidade de Heliópolis, no Egito, depositando-o no
templo do “Sol”.
(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 320.)
Glossário:
Assírios: 1. s.m. Natural da Assíria.
Cinamono: 1. s. m. Caneleira. 2. Arbusto de flores aromáticas, da cor da canela
Nardo: 1. Bot.Planta valerianácea cuja flor é muito aromática.
Mirra: 1. s.m. árvore espinhosa, de folhas caducas, que pode atingir 5 metros de altura, com flores vermelho-amarelo, e frutos pontiagudos.
Assinale a única opção INCORRETA a respeito da Fênix:
Questão 6 10722815
COTIL 1° Ano 2010Texto para a questão.
O homem: as viagens
Carlos Drummond de Andrade
O homem, bicho da Terra tão pequeno
chateia-se na Terra
lugar de muita miséria e pouca diversão,
faz um foguete, uma cápsula, um módulo
toca para a Lua
desce cauteloso na Lua
pisa na Lua
planta bandeirola na Lua
experimenta a Lua
coloniza a Lua
civiliza a Lua
humaniza a Lua.
Lua humanizada: tão igual à Terra.
O homem chateia-se na Lua.
Vamos para Marte – ordena a suas máquinas.
Elas obedecem, o homem desce em Marte
pisa em Marte
experimenta
coloniza
civiliza
humaniza Marte com engenho e arte.
Marte humanizado, que lugar quadrado.
Vamos a outra parte?
Claro – diz o engenho
sofisticado e dócil.
Vamos a Vênus.
O homem põe o pé em Vênus,
vê o visto – é isto?
idem
idem
idem
A figura de linguagem presente no verso lugar de muita miséria e pouca diversão também aparece em:
Questão 40 10645003
CMSM 6º Ano 2010Leia atentamente o texto a seguir e depois responda ao item.
O DIAMANTE

Luís Fernando Veríssimo
Um dia, Maria chegou em casa da escola muito triste.
— O que foi? — perguntou a mãe de Maria.
Mas Maria nem quis conversar. Foi direto para o seu quarto, pegou o seu Snoopy e se atirou na
cama, onde ficou deitada, emburrada.
[5] A mãe de Maria foi ver se Maria estava com febre. Não estava. Perguntou se Maria estava
sentindo alguma coisa. Não estava. Perguntou se estava com fome. Não estava. Perguntou o que era,
então.
— Nada — disse Maria.
A mãe resolveu não insistir. Deixou Maria deitada na cama, abraçada com o seu Snoopy,
[10] emburrada. Quando o pai de Maria chegou em casa do trabalho, a mãe de Maria avisou:
— Melhor nem falar com ela...
Maria estava com cara de poucos amigos. Pior. Estava com cara de amigo nenhum.
Na mesa do jantar, Maria de repente falou:
— Eu não valo nada.
[15] O pai de Maria disse:
— Em primeiro lugar, não se diz “eu não valo nada”. E “eu não valho nada”. Em segundo lugar,
não é verdade. Você valhe muito. Quer dizer, vale muito.
— Não valho.
— Mas o que é isso? — disse a mãe de Maria — Você é a nossa filha querida. Todos gostam de
[20] você. A mamãe, o papai, a vovó, os tios, as tias. Para nós, você é uma preciosidade.
Mas Maria não se convenceu. Disse que era igual a mil outras pessoas. A milhões de outras
pessoas.
— Só na minha aula tem sete Marias!
— Querida... — começou a dizer a mãe. Mas o pai interrompeu.
[25] — Maria — disse o pai — você sabe por que um diamante vale tanto dinheiro?
— Porque é bonito.
— Porque é raro. Um pedaço de vidro também é bonito. Mas o vidro se encontra em toda parte.
Um diamante é difícil de encontrar. Quanto mais rara é uma coisa, mais ela vale. Você sabe por que o
ouro vale tanto?
[30] — Por quê?
— Porque tem pouquíssimo ouro no mundo. Se o ouro fosse como areia, a gente ia caminhar no
ouro, ia rolar no ouro, depois ia chegar em casa e lavar o ouro do corpo para não ficar suja. Agora
imagine se em todo o mundo existisse uma pepita de ouro.
— Ta ser a coisa mais valiosa do mundo.
[35] — Pois é. E em todo mundo só existe uma Maria.
— Só na minha aula são sete.
— Mas são outras Marias.
— São iguais a mim. Dois olhos, um nariz...
— Mas esta pintinha aqui nenhuma delas tem.
[40] —É..
— Você já se deu conta de que em todo mundo só existe uma você?
— Mas, pai...
— Só uma. Você é uma raridade. Podem existir outras parecidas. Mas você, você mesma, só existe
uma. Se algum dia aparecer outra você na sua frente, você pode dizer: é falsa.
[45] — Então eu sou a coisa mais valiosa do mundo.
— Olha, você deve estar valendo aí uns três trilhões...
Naquela noite a mãe de Maria passou pelo quarto dela e ouviu Maria falando com o Snoopy:
— Sabe um diamante?
Aponte o espaço físico em que se desenrola o maior número de diálogos do texto:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)