Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
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Questão 20 10695426
CMRJ 6° Ano - Português 2015TEXTO

(https://2pass.wordpress.com/, acesso em 31/07/2015)
Sobre o texto acima, pode-se afirmar que a
Questão 5 10625681
CMR 6º Ano - Prova de Português 2015TEXTO
A SORTE DE SER FEIO*
As pessoas me chamam de feio, na verdade é uma promoção. Antes me chamavam de ET, agora tomei a forma humana. E ainda perguntam como estou casado com uma mulher linda. Simples, mulheres lindas têm mau gosto e feios têm bom gosto.
Ser feio tem inúmeras vantagens e benefícios, pode perguntar ao Woody Allen:
- O feio é inesquecível, você olha uma vez e o choque é tão grande que guarda para sempre.
- Amor à primeira vista é para os bonitos. Para os feios, é amor ao primeiro trauma.
- Mais fácil se apaixonar pelo feio. Você não entende como ele nasceu assim, pede um prazo maior. O feio é um enigma, uma charada. Mulher abandona o homem quando entende rápido.
- O feio não é preguiçoso no relacionamento, não vai perder tempo ajeitando o cabelo e se olhando no espelho.
- O feio traz as melhores conversas. Ele depende da lábia para garantir a distração da mulher.
- O feio não envelhece, só melhora com o tempo. Diferente do bonito, que ficará um dia feio.
- Não, o feio não melhora com o tempo, você é que se acostumou com ele. Um feio conhecido torna-se simpático. Um feio desconhecido é apenas feio.
- Todo feio é engraçado, aprendeu a rir de si mesmo. Não conheço feio mal-humorado.
- O feio é educado, pois sofreu muito com a falta de educação dos outros.
- O feio não reclama, está sempre satisfeito. Quem reclama é o bonito, insaciável com os elogios.
- O feio gosta muito de seu nome, foi obrigado a suportar tudo o que é apelido,
[...]
- A mulher nunca se entedia com o feio, leva susto cada manhã.
- O feio é prático, já se acorda pronto, não precisa se arrumar.
- O feio apresenta uma maior resistência emocional, é capaz de ser um grande parceiro nas crises e usar a criatividade nos piores momentos.
- Ninguém duvida da masculinidade do homem feio. Já o homem bonito demais parece uma mulher.
*Texto (adaptado) de Fabrício Carpinejar, publicado dia 20 de julho de 2012 no blog http://carpinejar.blogspot.com.br/201 2/07/a-sorte-de-ser-feio.html
O provérbio português diz: “Quem ama o feio, bonito lhe parece”.
Unindo esse provérbio ao texto de Carpinejar podemos dizer que eles possuem uma relação de:
Questão 3 10605778
SENAI 1° Ano - CGE 2096 2015/1O poema abaixo se refere à questão.
Ai! Se sêsse!...
Autor: Zé da Luz.
Se um dia nós se gostasse;
Se um dia nós se queresse;
Se nós dos se impariásse,
Se juntinho nós dois vivesse!
Se juntinho nós dois morasse
Se juntinho nós dois drumisse;
Se juntinho nós dois morresse!
Se pro céu nós assubisse?
Mas porém, se acontecesse
qui São Pêdo não abrisse
as portas do céu e fosse,
te dizê quarqué toulíce?
E se eu me arriminasse
e tu cum insistisse,
prá qui eu me arrezorvesse
e a minha faca puxasse,
e o buxo do céu furasse?...
Tarvez qui nós dois ficasse
tarvez qui nós dois caísse
e o céu furado arriasse
e as virge tôdas fugisse!!!
Fonte: Disponível em: http://www.revista.agulha.nom.br/zedaluz1.html. Acesso em: 06 set. 2011.
O poema acima explora o uso da língua com traços sociolinguísticos típicos das regiões nordestinas.
Passando para a norma culta os verbos que estão em destaque, teremos, respectivamente,
Questão 20 10577872
FAETEC 2015TEXTO – ECA!
Luís Fernando Veríssimo
Um hipotético visitante extraterreno teria dificuldade em acompanhar uma refeição da nossa espécie sem ter ânsias de vômito. Sendo um ser hipoteticamente perfeito, que só se alimenta de um límpido líquido azul, nosso visitante não entenderia como os alemães conseguem comer repolhos azedos com tanta alegria e por que os americanos chamam o pepino estragado de “pickle” e o comem com tudo e os franceses esperam o peixe apodrecer antes de comê-lo, enquanto os japoneses nem esperam ele morrer. E todos se entusiasmam com um fungo de má aparência chamado “champignon” e entram em êxtase com outro ainda mais feio chamado “trufa”, que é encontrado embaixo da terra por porcas no cio. Aliás, nosso ET se engasgaria só de pensar em tudo que fazemos com os porcos, inclusive comê-los.
Mas o que certamente faria nosso visitante correr para o banheiro seria descobrir que os terrenos espremem um líquido branco e gorduroso das glândulas mamárias de um animal chamado “vaca” – e o bebem! Depois de reanimado, o extraterreno talvez gostasse de ouvir, já que se espanta tanto com os nossos hábitos bem exóticos, que a vaca é um animal sagrado, e, portanto, intocável, na Índia, um país em que se morre de fome. E que não apenas a vaca é sagrada, na Índia, como suas pegadas são sagradas e, de acordo com a teologia hindu, 330 milhões de deuses vivem dentro de cada animal, e que, portanto, matar uma vaca significaria um verdadeiro teocídio. Mas que nada disto é tão estranho quanto parece: numa terra superpopulosa como a Índia, a criação de gado para corte e consumo humano é indefensável. Quando se comem animais que são alimentados com grãos, nove de dez calorias e quatro de cinco gramas de proteínas são perdidas. O animal usa a maior parte dos nutrientes que poderiam ser destinados ao homem. No caso, um mito religioso está a serviço de uma racionalidade camuflada.
Convencido de que somos uma raça, no mínimo, contraditória, o ET ainda terá algumas experiências nojentas pela frente. Verá pessoas destrinchando pequenos pássaros fritos com os dentes, pessoas comendo pernas de sapos e – o que contará com mais horror quando voltar para casa – pessoas usando alfinetes para catar o repugnante recheio de lesmas e levá-lo à boca. Lesmas!
A forma verbal abaixo que NÃO apresenta vogal temática é:
Questão 12 10577823
FAETEC 2015TEXTO – ECA!
Luís Fernando Veríssimo
Um hipotético visitante extraterreno teria dificuldade em acompanhar uma refeição da nossa espécie sem ter ânsias de vômito. Sendo um ser hipoteticamente perfeito, que só se alimenta de um límpido líquido azul, nosso visitante não entenderia como os alemães conseguem comer repolhos azedos com tanta alegria e por que os americanos chamam o pepino estragado de “pickle” e o comem com tudo e os franceses esperam o peixe apodrecer antes de comê-lo, enquanto os japoneses nem esperam ele morrer. E todos se entusiasmam com um fungo de má aparência chamado “champignon” e entram em êxtase com outro ainda mais feio chamado “trufa”, que é encontrado embaixo da terra por porcas no cio. Aliás, nosso ET se engasgaria só de pensar em tudo que fazemos com os porcos, inclusive comê-los.
Mas o que certamente faria nosso visitante correr para o banheiro seria descobrir que os terrenos espremem um líquido branco e gorduroso das glândulas mamárias de um animal chamado “vaca” – e o bebem! Depois de reanimado, o extraterreno talvez gostasse de ouvir, já que se espanta tanto com os nossos hábitos bem exóticos, que a vaca é um animal sagrado, e, portanto, intocável, na Índia, um país em que se morre de fome. E que não apenas a vaca é sagrada, na Índia, como suas pegadas são sagradas e, de acordo com a teologia hindu, 330 milhões de deuses vivem dentro de cada animal, e que, portanto, matar uma vaca significaria um verdadeiro teocídio. Mas que nada disto é tão estranho quanto parece: numa terra superpopulosa como a Índia, a criação de gado para corte e consumo humano é indefensável. Quando se comem animais que são alimentados com grãos, nove de dez calorias e quatro de cinco gramas de proteínas são perdidas. O animal usa a maior parte dos nutrientes que poderiam ser destinados ao homem. No caso, um mito religioso está a serviço de uma racionalidade camuflada.
Convencido de que somos uma raça, no mínimo, contraditória, o ET ainda terá algumas experiências nojentas pela frente. Verá pessoas destrinchando pequenos pássaros fritos com os dentes, pessoas comendo pernas de sapos e – o que contará com mais horror quando voltar para casa – pessoas usando alfinetes para catar o repugnante recheio de lesmas e levá-lo à boca. Lesmas!
“...e por que os americanos chamam o pepino estragado de ‘pickle’...”; nessa frase, a grafia do termo negritado está:
Questão 7 10577747
FAETEC 2015TEXTO – ECA!
Luís Fernando Veríssimo
Um hipotético visitante extraterreno teria dificuldade em acompanhar uma refeição da nossa espécie sem ter ânsias de vômito. Sendo um ser hipoteticamente perfeito, que só se alimenta de um límpido líquido azul, nosso visitante não entenderia como os alemães conseguem comer repolhos azedos com tanta alegria e por que os americanos chamam o pepino estragado de “pickle” e o comem com tudo e os franceses esperam o peixe apodrecer antes de comê-lo, enquanto os japoneses nem esperam ele morrer. E todos se entusiasmam com um fungo de má aparência chamado “champignon” e entram em êxtase com outro ainda mais feio chamado “trufa”, que é encontrado embaixo da terra por porcas no cio. Aliás, nosso ET se engasgaria só de pensar em tudo que fazemos com os porcos, inclusive comê-los.
Mas o que certamente faria nosso visitante correr para o banheiro seria descobrir que os terrenos espremem um líquido branco e gorduroso das glândulas mamárias de um animal chamado “vaca” – e o bebem! Depois de reanimado, o extraterreno talvez gostasse de ouvir, já que se espanta tanto com os nossos hábitos bem exóticos, que a vaca é um animal sagrado, e, portanto, intocável, na Índia, um país em que se morre de fome. E que não apenas a vaca é sagrada, na Índia, como suas pegadas são sagradas e, de acordo com a teologia hindu, 330 milhões de deuses vivem dentro de cada animal, e que, portanto, matar uma vaca significaria um verdadeiro teocídio. Mas que nada disto é tão estranho quanto parece: numa terra superpopulosa como a Índia, a criação de gado para corte e consumo humano é indefensável. Quando se comem animais que são alimentados com grãos, nove de dez calorias e quatro de cinco gramas de proteínas são perdidas. O animal usa a maior parte dos nutrientes que poderiam ser destinados ao homem. No caso, um mito religioso está a serviço de uma racionalidade camuflada.
Convencido de que somos uma raça, no mínimo, contraditória, o ET ainda terá algumas experiências nojentas pela frente. Verá pessoas destrinchando pequenos pássaros fritos com os dentes, pessoas comendo pernas de sapos e – o que contará com mais horror quando voltar para casa – pessoas usando alfinetes para catar o repugnante recheio de lesmas e levá-lo à boca. Lesmas!
O texto fala do estranhamento que causariam nos extraterrenos os nossos hábitos alimentares; na verdade, porém, esse estranhamento é:
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