Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 8367337
ANA POR 9AF 008 ANA005 2011Leia o texto abaixo.
Encontro de ansiedades
O pai Irineu, a mãe Florinda e os filhos Lúcia, Eliana e Ronaldo (...) tiveram uma experiência bastante inusitada. A família de índios Guarani, do Pontal do Paraná, litoral do Estado, foi convidada para visitar os alunos da Escola Atuação em Curitiba. Foi um encontro de ansiedades: de um lado, as crianças indígenas amedrontadas com tanta gente para recebê-las no ginásio da escola; de outro, os alunos curiosos e inquietos com a presença de novos visitantes.
No fim das contas, tudo terminou bem: as crianças índias não falam português, mas receberam toda a atenção dos novos amigos e voltaram para a sua aldeia com muitas cestas de frutas e outros presentes. A turminha da escola adorou a experiência e garante que aprendeu muito com a atividade. A troca de ansiedades acabou se tornando troca de carinhos.
Gazeta do Povo. Curitiba, 29 abr. 2000. Gazetinha, p.5.
A principal informação desse texto está expressa
Questão 8367335
ANA POR 9AF 008 ANA005 2011Leia o texto abaixo.
O velho escravizado
Um velho escravizado, já coxo e meio cego, voltava para o sítio quando o sol ia se pondo no horizonte. Repentinamente, ouviu um rugido que o deixou amedrontado. Era um leão que, de dentro da mata, o acompanhava espreitando-o como um gato persegue um rato.
Já era noite e o sítio ainda estava longe. Ao chegar em uma colina que terminava num grande precipício, sentou-se à beira dele, pois suas pernas não suportavam mais o peso de seu corpo. Além disso, julgava estar mais a salvo, naquele lugar.
Como era noite sem estrelas nem lua, mas escura como breu, o velho teve a ideia de colocar seu chapéu e paletó na ponta do cajado, cravado no chão. E deitou-se ao lado, já sem forças físicas. O leão, que o seguira de mansinho, aproximou-se do local e, como estava muito escuro, pensou que o vulto, que via em pé, era o do velho escravizado.
Num salto felino, jogou-se sobre o improvisado espantalho. Como estava rente ao precipício, rolou morro abaixo, indo parar no fundo do abismo que a própria natureza lhe preparara.
O velho pôde, assim, dormir tranquilo a noite toda para, na manhã seguinte, prosseguir na sua caminhada, agora sem a ameaça da fera.
4 estações/ Verão, Erechim/RS: Edelbra, 10 de janeiro. Fragmento. (P05023981 SUP)
Leia novamente o trecho.
O leão, que o seguira de mansinho, aproximou-se do local... (* no texto anterior)
A expressão destacada dá ideia de
Questão 8367334
ANA POR 9AF 008 ANA005 2011Leixa o texto abaixo.
Disponível em: <http://www2.uol.com.br/niqul/> (P050367A8_SUP)
Nessa tirinha, a palavra BLAM indica o
Questão 8367328
ANA POR 9AF 008 ANA005 2011Leia o texto abaixo.
Mesmo que o leitor não conheça o sentido do termo injeção eletrônica, esse texto permite entender que
Questão 8367325
ANA POR 9AF 008 ANA002 2011
AS ENCHENTES DA MINHA INFÂNCIA
Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio.
Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara à enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão.
Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.
Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre.
Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. Às vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.
(BRAGA, Rubem. Ai de ti. Copacabana, 3. ed.Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962.p. 157.)
AS ENCHENTES DA MINHA INFÂNCIA
Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio.
Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara à enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão.
Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.
Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre.
Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. Às vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.
(BRAGA, Rubem. Ai de ti. Copacabana, 3. ed.Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962.p. 157.)
Que função desempenha a expressão destacada no texto "... o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo." (2º parágrafo)
Questão 8367131
EMBRAER EMBRAER 2011 ConhecimentosGerais 2011Texto : Qualquer agressão é descontrole e falta de habilidade de educar. Com a palmada, os pais ensinam a violência aos filhos. Com que moral podem dizer que não se bata no irmão ou no colega?
Texto : Os menores têm de respeitar os mais velhos, nem que seja do modo mais doído. Uns tapas, beliscões e puxões de orelha nunca fizeram mal a ninguém. Violência é uma coisa totalmente diferente de uma educação rígida.
Analisando as informações apresentadas nos dois textos, fica evidente que haveria alteração de sentido se:(Época, )
06
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