Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 20 169470
IFMT 2016/2TEXTO 4

(Disponível em http://bichinhosdejardim.com. Acessado em abr. 2016)
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO 4.
Quanto ao sentido do texto, NÃO se pode afirmar que
Questão 17 169465
IFMT 2016/2TEXTO 4
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de buraquinhos, feito queijo, e ele provou e tinha gosto de queijo. Desta vez, Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Histórias para o Rei. Rio de Janeiro: Record, 1999).
As histórias que Paulo conta vão se tornando mais elaboradas e complexas.
À figura de linguagem que é composta por esse tipo de enumeração feito de forma crescente, dá-se o nome de:
Questão 15 169460
IFMT 2016/2TEXTO
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões da independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de buraquinhos, feito queijo, e ele provou e tinha gosto de queijo. Desta vez, Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
– Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Histórias para o Rei. Rio de Janeiro: Record, 1999).
A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO.
As histórias que Paulo contava e que lhe renderam fama de mentiroso só NÃO podem ser classificadas como:
Questão 14 169456
IFMT 2016/2O DIREITO DAS CRIANÇAS
Toda criança no mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.
Não é questão de querer
Nem questão de concordar
Os direitos das crianças
Todos têm de respeitar.
Tem direito à atenção
Direito de não ter medos
Direito a livros e a pão
Direito de ter brinquedos.
Mas criança também tem
O direito de sorrir.
Correr na beira do mar,
Ter lápis de colorir...
Ver uma estrela cadente,
Filme que tenha robô,
Ganhar um lindo presente,
Ouvir histórias do avô.
Descer do escorregador,
Fazer bolha de sabão,
Sorvete, se faz calor,
Brincar de adivinhação.
Morango com chantilly,
Ver mágico de cartola,
O canto do bem-te-vi,
Bola, bola, bola, bola!
Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!
Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
Ruth Rocha
Dos direitos das crianças elencados no texto III, pode-se afirmar que os meninos carvoeiros do texto II têm acesso, ainda que limitado, a:
Questão 13 169454
IFMT 2016/2AS QUESTÕES DE 13 A 14 REFEREM-SE AOS TEXTO 2 E 3.
Pode-se afirmar que os textos II e III NÃO têm em comum:
Questão 7 169430
IFMT 2016/2TEXTO 2
MENINOS CARVOEIROS
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles . . .
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
— Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo um pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
(BANDEIRA, Manuel. Poesia e prosa completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987).
A difícil condição de vida dos meninos retratados no texto, só NÃO é denunciada em:
06
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