Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 9 10743081
COLUNI/UFV 1° Dia 2016Nos contos do livro Doze reis e a moça no labirinto do vento a autora utiliza os mitos dos contos de fadas para:
Questão 5 10743050
COLUNI/UFV 1° Dia 2016Leia fragmentos desta entrevista com Marina Colasanti para responder à questão.
TEXTO
Viajante literária
A escritora Marina Colasanti nasceu num pequeno país no norte da África, chamado Eritreia, na época uma colônia
italiana. Durante a Segunda Guerra Mundial, passou parte da infância na Líbia e depois na Itália. Da guerra, ela traz
lembranças várias, como em um trecho do seu livro “Minha Guerra Alheia”, em que fala do silêncio das bombas caindo ao
seu redor.
[5] Aos 10 anos, chegou ao Rio de Janeiro com os pais e, a partir daí, fez do Brasil sua segunda pátria. Com mais
de 50 obras publicadas, há quatro décadas Marina vem deixando sua marca na literatura brasileira. A sua produção é
marcada pela diversidade: ficção infantil e juvenil, textos e ensaios jornalísticos, contos e minicontos para adultos, crônica,
poesia e, mais recentemente, memória.
Ganhadora de dezenas de prêmios literários, entre eles sete Jabutis, ela definitivamente é uma mulher do seu
[10] tempo, e suas opiniões são dignas de nota e reflexão. Como filha da guerra, a escritora continua viajando para mil e um
lugares. Mas agora não para fugir das bombas, mas para encontrar leitores. Que, felizmente, não são poucos. Confira
trechos da entrevista exclusiva para o Correio do Estado feita durante o Festival Literário de Araxá (MG).
Mesmo com uma carreira tão consolidada, a senhora ainda tem incrível disposição para viajar pelo Brasil,
frequentando festivais e feiras literárias?
[15] Claro. Primeiro porque eu sou uma viajante. Se você me trancar numa cidade só fico pra morrer. Por questões biográficas,
por tudo. Segundo porque no Brasil os livros viajam com você. O Brasil é um país de poucas livrarias. E sem isto, a
distribuição dos livros fica problemática. Com este advento das feiras literárias, criou-se outra rede que leva os livros país
afora. Agora, feiras de livros são iguais a shopping centers: cidade que não tem uma está por fora, é uma barbárie (risos).
A gente viaja para formar leitores, fazer contato com o público, conversar com universitários.
[20] Em sua opinião, as pessoas estão gostando mais de ler?
Há muitos anos, estamos trabalhando para obter leitores e, agora, entrou um diferencial que é a internet, então muita gente
diz que ela toma muito tempo dos meninos, que eles vivem colados nos aparelhos e não vão mais ler. Mas, na verdade, a
internet, embora tome muito tempo e faça com que eles se acostumem com uma linguagem que evidentemente é precária
– falar com emoticon é quase voltar às cavernas, né? – há, porém, uma rede muito intensa de jovens leitores de sites
[25] literários, de blogs com críticas de literatura, intercâmbio de contos e poesias e há um amplo acesso aos clássicos. Todo
patrimônio literário clássico está disponível gratuitamente. Isto é uma tremenda ajuda para o jovem que quer ler.
Quando você editava a Revista Nova, publicação de vanguarda na época, você era considerada feminista. Você
ainda é feminista?
Sou feminista até hoje. O feminismo pra mim é uma maneira de olhar o mundo, de se colocar no mundo. Eu não poderia
[30] me conceber intelectual, escritora – até porque eu não escrevo pra divertir nem distrair ninguém – se eu não refletisse
sobre a minha colocação no mundo. E a minha colocação no mundo é de uma mulher. Que é diferente da colocação de um
homem. Temos um amigo que diz: “As mulheres vem de outro macaco”. Somos realmente “de outro macaco”. E o mundo
está equalizado de tal maneira que até hoje as diferenças são enormes. E até hoje, quando há guerra, epidemia no mundo,
as primeiras atacadas são as mulheres. Agora, por exemplo, no Cazaquistão, estão abortando as meninas. Não deixam
[35] nem nascer. Como ser uma mulher que quer pensar o mundo e não pensar nesta questão de base? Eu trabalhei numa
revista durante 20 anos como editora de comportamento. Tinha que refletir sobre a questão, estudei muito sobre isto e isto
não sai de você.
Você, como grande leitora que é, poderia indicar três livros fundamentais para quem está começando a ler?
Não tenho a menor ideia. Os livros fundamentais não são aqueles que a gente considera fundamental. Cada livro conquista
[40] o leitor em um determinado momento e de uma forma, de uma maneira profunda e por razões que nem ele nem o autor
jamais saberão explicar. E este momento, esta epifania, faz esse livro ser fundamental para esse leitor. Ninguém pode
saber qual é este livro. Então como fazer leitores? Colocando muitos livros a sua disposição, para que ele vá descobrindo o
que lhe agrada.
(HILCAR, Theresa. Viajante literária. Correio do Estado, Belo Horizonte, 15 set. 2015. Adaptado.)
Releia o seguinte fragmento do texto:
“Como filha da guerra, a escritora continua viajando para mil e um lugares. Mas agora não para fugir das bombas, mas para encontrar leitores. Que, felizmente, não são poucos.” (linhas 10-11)
A palavra em negrito serve para indicar que o locutor do texto está:
Questão 4 10743046
COLUNI/UFV 1° Dia 2016Leia fragmentos desta entrevista com Marina Colasanti para responder à questão.
TEXTO
Viajante literária
A escritora Marina Colasanti nasceu num pequeno país no norte da África, chamado Eritreia, na época uma colônia
italiana. Durante a Segunda Guerra Mundial, passou parte da infância na Líbia e depois na Itália. Da guerra, ela traz
lembranças várias, como em um trecho do seu livro “Minha Guerra Alheia”, em que fala do silêncio das bombas caindo ao
seu redor.
[5] Aos 10 anos, chegou ao Rio de Janeiro com os pais e, a partir daí, fez do Brasil sua segunda pátria. Com mais
de 50 obras publicadas, há quatro décadas Marina vem deixando sua marca na literatura brasileira. A sua produção é
marcada pela diversidade: ficção infantil e juvenil, textos e ensaios jornalísticos, contos e minicontos para adultos, crônica,
poesia e, mais recentemente, memória.
Ganhadora de dezenas de prêmios literários, entre eles sete Jabutis, ela definitivamente é uma mulher do seu
[10] tempo, e suas opiniões são dignas de nota e reflexão. Como filha da guerra, a escritora continua viajando para mil e um
lugares. Mas agora não para fugir das bombas, mas para encontrar leitores. Que, felizmente, não são poucos. Confira
trechos da entrevista exclusiva para o Correio do Estado feita durante o Festival Literário de Araxá (MG).
Mesmo com uma carreira tão consolidada, a senhora ainda tem incrível disposição para viajar pelo Brasil,
frequentando festivais e feiras literárias?
[15] Claro. Primeiro porque eu sou uma viajante. Se você me trancar numa cidade só fico pra morrer. Por questões biográficas,
por tudo. Segundo porque no Brasil os livros viajam com você. O Brasil é um país de poucas livrarias. E sem isto, a
distribuição dos livros fica problemática. Com este advento das feiras literárias, criou-se outra rede que leva os livros país
afora. Agora, feiras de livros são iguais a shopping centers: cidade que não tem uma está por fora, é uma barbárie (risos).
A gente viaja para formar leitores, fazer contato com o público, conversar com universitários.
[20] Em sua opinião, as pessoas estão gostando mais de ler?
Há muitos anos, estamos trabalhando para obter leitores e, agora, entrou um diferencial que é a internet, então muita gente
diz que ela toma muito tempo dos meninos, que eles vivem colados nos aparelhos e não vão mais ler. Mas, na verdade, a
internet, embora tome muito tempo e faça com que eles se acostumem com uma linguagem que evidentemente é precária
– falar com emoticon é quase voltar às cavernas, né? – há, porém, uma rede muito intensa de jovens leitores de sites
[25] literários, de blogs com críticas de literatura, intercâmbio de contos e poesias e há um amplo acesso aos clássicos. Todo
patrimônio literário clássico está disponível gratuitamente. Isto é uma tremenda ajuda para o jovem que quer ler.
Quando você editava a Revista Nova, publicação de vanguarda na época, você era considerada feminista. Você
ainda é feminista?
Sou feminista até hoje. O feminismo pra mim é uma maneira de olhar o mundo, de se colocar no mundo. Eu não poderia
[30] me conceber intelectual, escritora – até porque eu não escrevo pra divertir nem distrair ninguém – se eu não refletisse
sobre a minha colocação no mundo. E a minha colocação no mundo é de uma mulher. Que é diferente da colocação de um
homem. Temos um amigo que diz: “As mulheres vem de outro macaco”. Somos realmente “de outro macaco”. E o mundo
está equalizado de tal maneira que até hoje as diferenças são enormes. E até hoje, quando há guerra, epidemia no mundo,
as primeiras atacadas são as mulheres. Agora, por exemplo, no Cazaquistão, estão abortando as meninas. Não deixam
[35] nem nascer. Como ser uma mulher que quer pensar o mundo e não pensar nesta questão de base? Eu trabalhei numa
revista durante 20 anos como editora de comportamento. Tinha que refletir sobre a questão, estudei muito sobre isto e isto
não sai de você.
Você, como grande leitora que é, poderia indicar três livros fundamentais para quem está começando a ler?
Não tenho a menor ideia. Os livros fundamentais não são aqueles que a gente considera fundamental. Cada livro conquista
[40] o leitor em um determinado momento e de uma forma, de uma maneira profunda e por razões que nem ele nem o autor
jamais saberão explicar. E este momento, esta epifania, faz esse livro ser fundamental para esse leitor. Ninguém pode
saber qual é este livro. Então como fazer leitores? Colocando muitos livros a sua disposição, para que ele vá descobrindo o
que lhe agrada.
(HILCAR, Theresa. Viajante literária. Correio do Estado, Belo Horizonte, 15 set. 2015. Adaptado.)
O gênero entrevista possui características híbridas que o localizam dentro de um contínuo entre a fala e a escrita.
Marque a alternativa que NÃO apresenta marcas de oralidade:
Questão 3 10743041
COLUNI/UFV 1° Dia 2016Leia fragmentos desta entrevista com Marina Colasanti para responder à questão.
TEXTO
Viajante literária
A escritora Marina Colasanti nasceu num pequeno país no norte da África, chamado Eritreia, na época uma colônia
italiana. Durante a Segunda Guerra Mundial, passou parte da infância na Líbia e depois na Itália. Da guerra, ela traz
lembranças várias, como em um trecho do seu livro “Minha Guerra Alheia”, em que fala do silêncio das bombas caindo ao
seu redor.
[5] Aos 10 anos, chegou ao Rio de Janeiro com os pais e, a partir daí, fez do Brasil sua segunda pátria. Com mais
de 50 obras publicadas, há quatro décadas Marina vem deixando sua marca na literatura brasileira. A sua produção é
marcada pela diversidade: ficção infantil e juvenil, textos e ensaios jornalísticos, contos e minicontos para adultos, crônica,
poesia e, mais recentemente, memória.
Ganhadora de dezenas de prêmios literários, entre eles sete Jabutis, ela definitivamente é uma mulher do seu
[10] tempo, e suas opiniões são dignas de nota e reflexão. Como filha da guerra, a escritora continua viajando para mil e um
lugares. Mas agora não para fugir das bombas, mas para encontrar leitores. Que, felizmente, não são poucos. Confira
trechos da entrevista exclusiva para o Correio do Estado feita durante o Festival Literário de Araxá (MG).
Mesmo com uma carreira tão consolidada, a senhora ainda tem incrível disposição para viajar pelo Brasil,
frequentando festivais e feiras literárias?
[15] Claro. Primeiro porque eu sou uma viajante. Se você me trancar numa cidade só fico pra morrer. Por questões biográficas,
por tudo. Segundo porque no Brasil os livros viajam com você. O Brasil é um país de poucas livrarias. E sem isto, a
distribuição dos livros fica problemática. Com este advento das feiras literárias, criou-se outra rede que leva os livros país
afora. Agora, feiras de livros são iguais a shopping centers: cidade que não tem uma está por fora, é uma barbárie (risos).
A gente viaja para formar leitores, fazer contato com o público, conversar com universitários.
[20] Em sua opinião, as pessoas estão gostando mais de ler?
Há muitos anos, estamos trabalhando para obter leitores e, agora, entrou um diferencial que é a internet, então muita gente
diz que ela toma muito tempo dos meninos, que eles vivem colados nos aparelhos e não vão mais ler. Mas, na verdade, a
internet, embora tome muito tempo e faça com que eles se acostumem com uma linguagem que evidentemente é precária
– falar com emoticon é quase voltar às cavernas, né? – há, porém, uma rede muito intensa de jovens leitores de sites
[25] literários, de blogs com críticas de literatura, intercâmbio de contos e poesias e há um amplo acesso aos clássicos. Todo
patrimônio literário clássico está disponível gratuitamente. Isto é uma tremenda ajuda para o jovem que quer ler.
Quando você editava a Revista Nova, publicação de vanguarda na época, você era considerada feminista. Você
ainda é feminista?
Sou feminista até hoje. O feminismo pra mim é uma maneira de olhar o mundo, de se colocar no mundo. Eu não poderia
[30] me conceber intelectual, escritora – até porque eu não escrevo pra divertir nem distrair ninguém – se eu não refletisse
sobre a minha colocação no mundo. E a minha colocação no mundo é de uma mulher. Que é diferente da colocação de um
homem. Temos um amigo que diz: “As mulheres vem de outro macaco”. Somos realmente “de outro macaco”. E o mundo
está equalizado de tal maneira que até hoje as diferenças são enormes. E até hoje, quando há guerra, epidemia no mundo,
as primeiras atacadas são as mulheres. Agora, por exemplo, no Cazaquistão, estão abortando as meninas. Não deixam
[35] nem nascer. Como ser uma mulher que quer pensar o mundo e não pensar nesta questão de base? Eu trabalhei numa
revista durante 20 anos como editora de comportamento. Tinha que refletir sobre a questão, estudei muito sobre isto e isto
não sai de você.
Você, como grande leitora que é, poderia indicar três livros fundamentais para quem está começando a ler?
Não tenho a menor ideia. Os livros fundamentais não são aqueles que a gente considera fundamental. Cada livro conquista
[40] o leitor em um determinado momento e de uma forma, de uma maneira profunda e por razões que nem ele nem o autor
jamais saberão explicar. E este momento, esta epifania, faz esse livro ser fundamental para esse leitor. Ninguém pode
saber qual é este livro. Então como fazer leitores? Colocando muitos livros a sua disposição, para que ele vá descobrindo o
que lhe agrada.
(HILCAR, Theresa. Viajante literária. Correio do Estado, Belo Horizonte, 15 set. 2015. Adaptado.)
No texto, a expressão “viajante literária” é utilizada como uma forma de nomear a escritora Marina Colasanti.
Sobre o sentido dessa expressão no texto, é INCORRETO afirmar que:
Questão 2 10743036
COLUNI/UFV 1° Dia 2016Leia fragmentos desta entrevista com Marina Colasanti para responder à questão.
TEXTO
Viajante literária
A escritora Marina Colasanti nasceu num pequeno país no norte da África, chamado Eritreia, na época uma colônia
italiana. Durante a Segunda Guerra Mundial, passou parte da infância na Líbia e depois na Itália. Da guerra, ela traz
lembranças várias, como em um trecho do seu livro “Minha Guerra Alheia”, em que fala do silêncio das bombas caindo ao
seu redor.
[5] Aos 10 anos, chegou ao Rio de Janeiro com os pais e, a partir daí, fez do Brasil sua segunda pátria. Com mais
de 50 obras publicadas, há quatro décadas Marina vem deixando sua marca na literatura brasileira. A sua produção é
marcada pela diversidade: ficção infantil e juvenil, textos e ensaios jornalísticos, contos e minicontos para adultos, crônica,
poesia e, mais recentemente, memória.
Ganhadora de dezenas de prêmios literários, entre eles sete Jabutis, ela definitivamente é uma mulher do seu
[10] tempo, e suas opiniões são dignas de nota e reflexão. Como filha da guerra, a escritora continua viajando para mil e um
lugares. Mas agora não para fugir das bombas, mas para encontrar leitores. Que, felizmente, não são poucos. Confira
trechos da entrevista exclusiva para o Correio do Estado feita durante o Festival Literário de Araxá (MG).
Mesmo com uma carreira tão consolidada, a senhora ainda tem incrível disposição para viajar pelo Brasil,
frequentando festivais e feiras literárias?
[15] Claro. Primeiro porque eu sou uma viajante. Se você me trancar numa cidade só fico pra morrer. Por questões biográficas,
por tudo. Segundo porque no Brasil os livros viajam com você. O Brasil é um país de poucas livrarias. E sem isto, a
distribuição dos livros fica problemática. Com este advento das feiras literárias, criou-se outra rede que leva os livros país
afora. Agora, feiras de livros são iguais a shopping centers: cidade que não tem uma está por fora, é uma barbárie (risos).
A gente viaja para formar leitores, fazer contato com o público, conversar com universitários.
[20] Em sua opinião, as pessoas estão gostando mais de ler?
Há muitos anos, estamos trabalhando para obter leitores e, agora, entrou um diferencial que é a internet, então muita gente
diz que ela toma muito tempo dos meninos, que eles vivem colados nos aparelhos e não vão mais ler. Mas, na verdade, a
internet, embora tome muito tempo e faça com que eles se acostumem com uma linguagem que evidentemente é precária
– falar com emoticon é quase voltar às cavernas, né? – há, porém, uma rede muito intensa de jovens leitores de sites
[25] literários, de blogs com críticas de literatura, intercâmbio de contos e poesias e há um amplo acesso aos clássicos. Todo
patrimônio literário clássico está disponível gratuitamente. Isto é uma tremenda ajuda para o jovem que quer ler.
Quando você editava a Revista Nova, publicação de vanguarda na época, você era considerada feminista. Você
ainda é feminista?
Sou feminista até hoje. O feminismo pra mim é uma maneira de olhar o mundo, de se colocar no mundo. Eu não poderia
[30] me conceber intelectual, escritora – até porque eu não escrevo pra divertir nem distrair ninguém – se eu não refletisse
sobre a minha colocação no mundo. E a minha colocação no mundo é de uma mulher. Que é diferente da colocação de um
homem. Temos um amigo que diz: “As mulheres vem de outro macaco”. Somos realmente “de outro macaco”. E o mundo
está equalizado de tal maneira que até hoje as diferenças são enormes. E até hoje, quando há guerra, epidemia no mundo,
as primeiras atacadas são as mulheres. Agora, por exemplo, no Cazaquistão, estão abortando as meninas. Não deixam
[35] nem nascer. Como ser uma mulher que quer pensar o mundo e não pensar nesta questão de base? Eu trabalhei numa
revista durante 20 anos como editora de comportamento. Tinha que refletir sobre a questão, estudei muito sobre isto e isto
não sai de você.
Você, como grande leitora que é, poderia indicar três livros fundamentais para quem está começando a ler?
Não tenho a menor ideia. Os livros fundamentais não são aqueles que a gente considera fundamental. Cada livro conquista
[40] o leitor em um determinado momento e de uma forma, de uma maneira profunda e por razões que nem ele nem o autor
jamais saberão explicar. E este momento, esta epifania, faz esse livro ser fundamental para esse leitor. Ninguém pode
saber qual é este livro. Então como fazer leitores? Colocando muitos livros a sua disposição, para que ele vá descobrindo o
que lhe agrada.
(HILCAR, Theresa. Viajante literária. Correio do Estado, Belo Horizonte, 15 set. 2015. Adaptado.)
Um dos temas abordados na entrevista é a relação dos jovens com a leitura.
Sobre essa questão, Marina enfatiza que:
Questão 3 10740969
UTFPR Verão 2016/2TEXTO
O texto abaixo apresenta inadequações, de acordo com a norma padrão. A questão analisam alguns desses problemas.
No caminho de Montevideo, dirigindo pela rota beira-mar obrigatóriamente voce vai passar pelo porto de Montevideo, lá existe um mercado muito sofisticado com ótimos restaurantes. Vale [à pena] uma parada para almoçar no El Palenque, um dos melhores restaurantes do Uruguai para comer carnes, é incrivel lá dentro! Paramos para conhecer, mas não almoçamos no El Palenque dessa vez, pois estavamos com o almoço marcado na Bodega Bousa e depois a visita a vinicola. Seguimos viagem pela rota 5 em direção a Bodega Bousa (fique atento as placas, pois voce pode passar despercebido por elas).
(http://cozinhachic.com/diario-de-viagem- montevideo-vinicolas-e-restaurantes).
Analise os trechos retirados do texto em relação ao uso da pontuação.
I) Dirigindo pela rota beira-mar obrigatóriamente voce vai passar pelo porto de Montevideo.
II) Voce vai passar pelo porto de Montevideo, lá existe um mercado muito sofisticado.
III) Um dos melhores restaurantes do Uruguai para comer carnes, é incrivel lá dentro!
IV) ... (fique atento as placas, pois voce pode passar despercebido por elas).
Está(ão) correto(s):
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)