Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 13 10783242
Liceu-SP C. Gerais 2016Leia a charge para responder à questão.

(Gazeta do Povo, 01.06.2015. Adaptado)
Analisando-se a fala da personagem, é correto afirmar que sua linguagem
Questão 11 10783240
Liceu-SP C. Gerais 2016Leia os textos, que se baseiam em cartas de leitores sobre o tema da diminuição da velocidade nas marginais de São Paulo, para responder à questão.
Texto I
Eu discordo da redução do limite de velocidade nas marginais. Não porque eu não acredite que isso realmente possa diminuir os acidentes, mas por causa dos outros efeitos “colaterais” dessa redução. O primeiro a ser citado é a caça aos radares. Por experiência própria, eu sei o que é “andar por aí caçando radares” e é perceptível, até mesmo para uma jovem como eu, que isso não é seguro. Em segundo lugar, vem o perigo de arrastões nas marginais. 50 km/h é uma velocidade bem baixa, que pode levar a congestionamentos, aumentando as chances de assaltos. Além disso, eu só gostaria de questionar por que são citados os dados sobre atropelamento nas marginais. Posso estar errada, mas a marginal simplesmente não é lugar para pedestres. Não há sentido nenhum em atravessar a marginal: não há faróis nem faixas de pedestre e, principalmente, nada para fazer do outro lado (lado do rio).
(Folha de S.Paulo, 18.08.2015. Adaptado)
Texto II
Muitas pessoas acabam reclamando que a diminuição está causando um aumento na lentidão de muitas avenidas. Mas a medida acabou sendo tomada para diminuir o número de acidentes na capital. O que eu acho que as pessoas acabam esquecendo é que a lentidão no trânsito, que ocorria antes da diminuição, era causada principalmente pelos diversos acidentes que ocorrem praticamente todos os dias. E além do mais, a diferença de certas avenidas com as marginais (segundo dados da CET) acaba sendo apenas de 4 minutos, para percorrer toda a via, sem trânsito. Outra coisa, para os pedestres ou para os ciclistas, atropelados, a diferença de velocidade acaba significando drasticamente a vida ou a morte, ou até mesmo sérias sequelas para o resto da vida.
(Folha de S.Paulo, 18.08.2015. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase está correta quanto à regência, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Questão 15 10747305
COLTEC 2016Observe a fi gura que ilustra o conto O menino.

TELLES, Lygia Fagundes. Venha ver o pôr do sol e outros contos. São Paulo: Ática, 2007
O protagonista usa óculos e esse dado da gravura não está presente na narrativa. Uma boa ilustração em geral estabelece uma relação criativa com o texto literário. Essa recriação do ilustrador pode ser explicada a partir das ações praticadas pelo protagonista no conto.
Assinale a alternativa que, segundo a leitura do ilustrador, melhor explique o uso dos óculos pelo menino.
Questão 14 10747304
COLTEC 2016Leia o trecho de “O noivo”
“ – Você está pálido, Miguel, que palidez é essa? Nervoso?
– Não
– Acho que a noiva está mais calma.
– Você tem aí o convite?
– Do casamento.
– Claro que não tenho convite nenhum, que é que você quer fazer com o convite?
– Queria ver uma coisa.”
O diálogo entre Frederico e Miguel evidencia uma situação recorrente do protagonista em todo o conto.
Tendo em vista o enredo do conto e o trecho destacado, assinale a alternativa que contenha um provérbio capaz de sintetizar a situação em que se encontra Miguel.
Questão 11 10747301
COLTEC 2016Segundo o crítico Tzvetan Todorov, um dos traços da narrativa fantástica - marcada por textos que remetem ao absurdo, ao insólito, ao inacreditável - é a ambiguidade, isto é, a possibilidade ou impossibilidade de um fato ter acontecido.
Assinale a alternativa em que NÃO há ambiguidade.
Questão 8 10747298
COLTEC 2016Leia o trecho que segue
“A temática da transformação, nos contos de Lygia Fagundes Telles, não se restringe à efabulação [...]; tomado em um sentido mais abrangente ele (o tema) atua como uma espécie de leimotiv percorrendo a obra toda, seja no desenrolar dos acontecimentos ou no desenvolver psíquico dos personagens, seja no repetir de determinadas imagens prenhes de conotações metamorfizantes ou, até mesmo, no refazer minucioso a que a escritora submete seus textos a cada reedição.
SILVA, Vera Maria Tietzmann. A metamorfose nos contos de Lygia Fagundes Telles. Goiânia: Editora da UFG, 2001, p. 31
Com base no trecho, aponte a alternativa que NÃO contenha referências à metamorfose.
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