Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 13 170095
CEFET MG 2017A questão referem-se ao livro Ouro dentro da cabeça, de Maria Valéria Rezende.
No livro, o leitor é apresentado à “história de um lutador que correu sérios perigos, andou o Brasil inteiro, tentando achar um tesouro”. Todos os trechos prenunciam situações desfavoráveis ao personagem em sua jornada, EXCETO:
Questão 9 170091
CEFET MG 2017A questão referem-se ao livro Ouro dentro da cabeça, de Maria Valéria Rezende.
Caracteriza a obra Ouro dentro da cabeça a(o)
Questão 41 169396
IFMT 2017/1Em uma loja de animais há pássaros, cachorros e gatos num total de 35 cabeças. O número de gatos é a terça parte do número de cachorros e há 7 pássaros a mais do que cachorros. Então o número de cachorros, gatos e pássaros que há, nessa loja, são respectivamente:
Questão 29 169384
IFMT 2017/1Você sabia que a espessura média de uma fibra nervosa do nosso corpo, responsável por transmitir sensações como a do tato, é de 0,000008 m.
De acordo com a afirmação dada, o número que representa essa espessura é:
Questão 19 169374
IFMT 2017/1TEXTO III
EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA
Em qualquer circunstância, como não se trata absolutamente de tirar retrato, natural ou não, posado ou instantâneo, seria o caso de dizer-se, sem trocadilho: - Não olhe para a objetiva e sim para o objetivo.
(QUINTANA, Mário. Porta Giratória. In: Mário Quintana: poesia completa. E um único volume/ organização Tânia Franco Carvalhal. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2005).
O desempenho da língua, seja na oralidade ou na escrita, está relacionado a fatores, como o lugar de origem ou moradia do falante, faixa etária, sexo, profissão, escolaridade, ideologia, etc. Assim, a língua pode se manifestar em diferentes variedades linguísticas.
No texto acima, o desempenho da língua
Questão 14 169369
IFMT 2017/1TEXTO I
“SELFIES” E A ERA DE NARCISO
Gianni Carta
[1] Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa
aparência. Para resolver essas questões, nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de
2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra.
[...]
[2] Em busca da aprovação de amigos – e quiçá atrás de celebridade – as pessoas postam seus selfies no
Facebook, Twitter ou Instagram. No Facebook, de fato, internautas postam seus selfies com frequência.
[3] Vemos, por exemplo, uma moça que aparece à beira de uma piscina com um fantástico tanquinho. Até Justin
Bieber ficaria com inveja. Depois a vemos em outra ocasião também bastante sexy, desta feita com uma saia
em uma festa. Outros postam seus selfies que variam dependendo da fase: a intelectual – com óculos e
lendo; a esportiva – com uma raquete em uma quadra de tênis; a fase relaxada – em uma praia no Caribe
degustando um prato de frutos do mar. E por aí vai.
[4] Esse pessoal viciado em selfies é camaleão. E, em geral, é também bastante superficial. Quando são
adolescentes com egos do tamanho do Canadá, é mais compreensível, embora seus pais devessem ensiná-
los que tudo tem um limite. Mas e quando são mais velhos, e argumentam que só querem dividir suas vidas
com os “amigos” (mais sobre os “amigos” abaixo), seus objetivos ao postar selfies são mais questionáveis.
Independentemente da faixa etária do autor do selfie, a parte mais difícil é o veredicto. Uma avalanche de
likes fará o autor do selfie se sentir querido, bonito, bacana, cool (anglicismos são bem-vindos pelos adeptos
do selfie). Em suma, sentem que fazem parte da comunidade de uma determinada rede social.
[5] No entanto, uma escassez total de likes será o equivalente a uma punhalada nas costas. A pessoa em
questão sentirá que não tem amigos. Ou aqueles presentes na sua conta de rede social não gostam
realmente dele. Ou será que ele não deveria ter posado de maiô para mostrar a pele bronzeada e o tanquinho
na praia?
[7] O autorretrato remonta ao início da civilização. O homem sempre tentou se autorretratar em muros de pedra e
mais tarde em quadros. Com o advento da fotografia, na primeira metade do século XIX, várias pessoas
fizeram autorretratos. Depois, máquinas fotográficas passaram a oferecer o recurso self-timer, que permitia ao
fotógrafo ser fotografado. Ele acionava a máquina e corria por vezes para se inserir em um grupo já
preparado para a fotografia. A chegada da máquina compacta digital mudou o quadro. E o smartphone ainda
mais.
[6] Com as novas tecnologias, somadas às redes sociais, ganhou vida o selfie. As pessoas, especialmente as
celebridades, acham que têm controle sobre as fotos, pois podem deletar aquelas não apreciadas. Não é bem
assim. Podem controlar o que postam, mas as fotos não são vistas somente pelos “amigos”. Uma vez na
internet, esse campo selvagem, vai saber como essas fotos serão utilizadas? Atenção deve ser dada aos
futuros patrões.
[8] Em tempo: Narciso não estava interessado em divulgar sua imagem. Apaixonou-se por ele mesmo e não
estava preocupado com o parecer dos outros. [...]
[9] Narciso gostava tanto de si mesmo que não precisaria ter uma conta no Twitter ou no Facebook. Era
enamorado de si mesmo e não precisava provar nada a ninguém. De certa forma, Narciso é menos vaidoso
do que aqueles que vivem a postar seus selfies nas redes sociais.
(Disponível em http://www.cartacapital.com.br/tecnologia/, acesso em 19/03/2015).
Marque a alternativa em que todas as palavras são graficamente acentuadas porque obedecem à mesma regra.
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)