Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 14 10726116
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017A cidadania deve ser exercida em todos os contextos. No espaço digital, não é diferente. Você também tem seus direitos e deveres, Leia o texto "Cidadão digital para responder no item.
TEXTO
CIDADÃO DIGITAL

Fonte: http://professorajanainaspolidorio.com/cidadania-digital-2/. Acesso em: 27 ago. 2017. Adaptado
Vocabulário:
Direitos autorais - direitos atribuídos ao criador de uma obra intelectual sobre sua criação.
Cyberbullying - prática realizada no espaço digital por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar o outro.
Em um texto, as palavras ou expressões são empregadas para produzir efeitos de sentido. Leia e analise os itens abaixo, considerando seu sentido no texto.
I - A expressão "frio na barriga" pode ser entendida como "sensação de fome".
II - A expressão "uso minha cabeça" poderia ser substituída, sem alteração de sentido, pela expressão "ajo com cautela".
III - A expressão "ouço meu coração" é uma forma de aconselhar as crianças a agirem com respeito em qualquer situação cotidiana.
Feita a análise dos itens, a única alternativa correta é:
Questão 7 10726045
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia o texto "Cidadania que não tem idade" para responder ao item.
TEXTO
Cidadania que não tem idade
Projeto Salva-Vidas Mirim capacita criançada a se prevenir e agir em casos de afogamentos

Foto: Fernando Ramos/Agência RBS.
E quem disse que salvar vidas é tarefa exclusiva de gente grande?
Ontem, adolescentes e crianças participaram de mais um dia de atividades do Projeto Salva-vidas Mirim, no Balneário Municipal de Nova Palma. A iniciativa é do Corpo de Bombeiros, por meio da equipe da Operação Golfinho, em parceria com o Centro de Referência
[5] de Assistência Social (CRAS) da prefeitura de Nova Palma.
Cerca de 80 crianças do município tiveram a oportunidade de curtir uma manhã de verão de aprendizado para lembrar pela vida toda. Jordana Felipe Flores, 12 anos, confirma:
- Pretendo ser atleta, e tudo o que aprendo aqui vou aproveitar para o futuro adianta a menina.
[10] Já Carlos Alberto Prado, 10 anos, quer retribuir tudo o que aprendeu no projeto.
- Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas. Além de divertido, ajudamos os outros em casos de perigo, fazemos amigos e ensinamos a importância de ser responsável - enfatiza o menino.
Atuando há dez anos na Operação Golfinho, nos balneários da região, o sargento João
[15] Inácio da Fonseca Montardo, 48 anos, que se aposenta no ano que vem, é mestre em dar aulas de responsabilidade e cidadania à gurizada e aos adultos. Montardo ressalta que o contato com o público infantil traz retornos pessoais e profissionais.
- Sentirei saudades. Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos. [...]
Fonte: http://diariosdetailers.com.In/n/esticia/2014/02/cidadania-que-nao-tem-idade-4411459.html Acesso em: 20 a 2017. Adaptado
Considere o enunciado "Sentirei saudades." (linha 18).
Em qual alternativa, a ação em destaque foi reescrita sem alterar o momento em que ela ocorre?
Questão 6 10726037
CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017Leia o texto "Cidadania que não tem idade" para responder ao item.
TEXTO
Cidadania que não tem idade
Projeto Salva-Vidas Mirim capacita criançada a se prevenir e agir em casos de afogamentos

Foto: Fernando Ramos/Agência RBS.
E quem disse que salvar vidas é tarefa exclusiva de gente grande?
Ontem, adolescentes e crianças participaram de mais um dia de atividades do Projeto Salva-vidas Mirim, no Balneário Municipal de Nova Palma. A iniciativa é do Corpo de Bombeiros, por meio da equipe da Operação Golfinho, em parceria com o Centro de Referência
[5] de Assistência Social (CRAS) da prefeitura de Nova Palma.
Cerca de 80 crianças do município tiveram a oportunidade de curtir uma manhã de verão de aprendizado para lembrar pela vida toda. Jordana Felipe Flores, 12 anos, confirma:
- Pretendo ser atleta, e tudo o que aprendo aqui vou aproveitar para o futuro adianta a menina.
[10] Já Carlos Alberto Prado, 10 anos, quer retribuir tudo o que aprendeu no projeto.
- Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas. Além de divertido, ajudamos os outros em casos de perigo, fazemos amigos e ensinamos a importância de ser responsável - enfatiza o menino.
Atuando há dez anos na Operação Golfinho, nos balneários da região, o sargento João
[15] Inácio da Fonseca Montardo, 48 anos, que se aposenta no ano que vem, é mestre em dar aulas de responsabilidade e cidadania à gurizada e aos adultos. Montardo ressalta que o contato com o público infantil traz retornos pessoais e profissionais.
- Sentirei saudades. Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos. [...]
Fonte: http://diariosdetailers.com.In/n/esticia/2014/02/cidadania-que-nao-tem-idade-4411459.html Acesso em: 20 a 2017. Adaptado
Leia as afirmações abaixo sobre o texto "Cidadania que não tem idade".
I -Os travessões, utilizados nestes períodos: "- Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas." (linha 11); "- Sentirei saudades." (linha 18), sinalizam a presença do discurso direto.
II - O vocábulo "enfatiza" (linha 13) pode ser substituído por "destaca" sem alteração de sentido.
III - No período: "Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos." (linhas 18-19), o vocábulo em destaque está substituindo o substantivo "adultos" (linha 16).
IV - As expressões "Atuando há dez anos" (linha 14), "nos balneários da região" (linha 14), "no ano que vem" (linha 15) exprimem ideia de tempo.
Está(ão) correta(s):
Questão 2 10724428
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2017Língua portuguesa contra o trabalho infantil
LUÍS ANTONIO TORELLI | 12/06/2016
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) instituiu 2016 como o seu Ano de Combate ao Trabalho Infantil. A iniciativa é muito pertinente, pois o problema atinge praticamente todas as nove nações que compõem o bloco, incluindo o Brasil – 3,2 milhões de crianças e adolescentes trabalham ilegalmente no país, segundo pesquisa do IBGE de 2013.
O Brasil será presidente da CPLP até 2018. Em seu mandato, há metas bastante congruentes com o combate ao trabalho infantil, em especial no eixo da informação, conforme deliberado pelo Ministério da Cultura: investimentos em processos contínuos que divulguem a língua portuguesa; promoção de livros brasileiros no exterior; melhora na comunicação entre países membros da CPLP; e maior foco na adoção de parcerias entre sociedade civil, acadêmica e privada com a CPLP.
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) está atuante no âmbito desses objetivos, a começar pela internacionalização de nossa produção editorial, por meio do programa Brazilian Publishers, que organiza a participação de editoras brasileiras nas mais importantes feiras internacionais do setor, para vender nossos livros e divulgar nossa cultura.
Ressaltamos, também, que a entidade criou, em 2015, a Comissão para a Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa. O grupo trabalha fortemente em três eixos: valorização nacional da língua portuguesa – com exemplos do que está sendo feito no país –, mecanismos para alavancar a internacionalização e aproximação com outras entidades da área de economia criativa.
Todas essas iniciativas, que significam a participação da sociedade civil nos objetivos das nações de língua portuguesa, contribuem para que o idioma seja um consistente fator de integração e fortalecimento de ações conjuntas, dentre elas o combate ao trabalho infantil.
Nacionalmente, a CBL tem defendido a realização de projetos voltados à disseminação da leitura entre crianças e jovens, como forma de promover inclusão e melhor formação.
Do mesmo modo, temos defendido firmemente a manutenção dos programas governamentais de aquisição de livros para alunos de baixa renda matriculados nas escolas públicas, que sofreram quebras e atrasos no cenário de crise vivenciado pelo país. Nesse sentido, tivemos recente êxito com o pagamento às editoras de obras adquiridas pela União no âmbito do Programa Nacional Bibliotecas da Escola 2015.
Em todas as frentes, é preciso amplo engajamento na luta para prover cultura, informação, escolaridade, proteção, saúde e alimentação para crianças e adolescentes.
O livro tem missão importante nesse processo, pois supre parte expressiva do que o mundo necessita para o combate ao trabalho infantil: conhecimento! Afinal, quanto mais culta for a sociedade, menos espaço haverá para a prática de crimes, irregularidades e atentados à dignidade humana.
LUÍS ANTONIO TORELLI é presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL)
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2016/06/1780639-lingua-portuguesa-contra-o-trabalho-infantil.shtml (Adaptado)
Em “A Câmara Brasileira do Livro (CBL) está atuante no âmbito desses objetivos, a começar pela internacionalização de nossa produção editorial, por meio do programa Brazilian Publishers (...)” – 3º parágrafo – a palavra destacada pode ser MELHOR substituída, sem prejuízo de sentido, por
Questão 14 10619891
COTIL 1° Ano 2017Texto para a questão

O autor, Terêncio Horto, estabelece, através da utilização de adjetivo e advérbio, um distanciamento entre ele e os outros, aos quais ele se refere.
Assim, pode-se perceber que as palavras que criam essa distância seriam:
Questão 10 10619882
COTIL 1° Ano 2017Textos para a questão
Posto, logo existo, de Martha Medeiros
Começam a pipocar alguns debates sobre as consequências de se passar tanto tempo conectado à internet. Já se fala em saturação social, inspirado pelo recente depoimento de um jornalista do The New York Times que afirmou que sua produtividade no trabalho estava caindo por causa do tempo consumido pelo Facebook, Twitter e agregados, e que hoje ele se vê diante da escolha entre cortar seus passeios de bicicleta ou alguns desses hábitos digitais “que estão me comendo vivo”.
Antropofagia virtual. O Brasil, pra variar, está atrasado (aqui, dois terços dos usuários ainda atualizam seus perfis semanalmente), pois no resto do mundo já começa a ser articulado um movimento de desaceleração dessa tara por conexão: hotéis europeus prometem quartos sem wi-fi como garantia de férias tranquilas, empresas americanas desenvolvem programas de software que restringem o acesso à web e na Ásia crescem os centros de recuperação de viciados em internet. Tudo isso por uma simples razão: existir é uma coisa, viver é outra. Penso, logo existo. Descartes teria que reavaliar esse seu cogito, ergo sum, pois as pessoas trocaram o verbo pensar por postar. Posto, logo existo.
Tão preocupadas em existir para os outros, as pessoas estão perdendo um tempo valioso em que poderiam estar vivendo, ou seja, namorando, indo à praia, trabalhando, viajando, lendo, estudando, cercadas não por milhares de seguidores, mas por umas poucas dezenas de amigos. Isso não pode ter se tornado tão obsoleto.
Claro que muitos usam as redes sociais como uma forma de aproximação, de resgate e de compartilhamento – numa boa. Se a pessoa está no controle do seu tempo e não troca o real pelo virtual, está fazendo bom uso da ferramenta. Mas não tem sido a regra. Adolescentes deixam de ir a um parque para ficarem trancafiados em seus quartos, numa solidão disfarçada de socialização. Isso acontece dentro da minha casa também, com minhas filhas, e não adianta me descabelar, elas são frutos da sua época, sua turma de amigos se comunica assim, e nem batendo com um gato morto na cabeça delas para fazê-las entender que a vida está lá fora. Lá fora!
O grau de envolvimento delas com a internet ainda é mediano e controlado, mas tem sido agudo entre muitos jovens sem noção, que se deixam fotografar portanto armas, fazendo sexo, mostrando o resultado de suas pichações, num exibicionismo triste, pobre, desvirtuado. São garotos e garotas que não se sentem com a existência comprovada, e para isso se valem de bizarrices na esperança de deixarem de ser “ninguém” para se tornarem “alguém”, mesmo que alguém medíocre.
Casos avulsos, extremos, mas estão aí, ao nosso redor. Gente que não percebe a diferença entre existir e viver. Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha para 17.870 que não estão nem aí.
(MEDEIROS, Martha. “Posto, logo existo”. O Globo: 25/03/2012.)
“Não entendem que é preferível viver, mesmo que discretamente, do que existir de mentirinha...” (último parágrafo)
Nesse período, ocorre erro de regência, pois preferível exige a preposição a, não de.
A frase que apresenta erro de regência, levando-se em consideração o padrão formal, é:
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