Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 14 10526353
SENAI 1° Ano - CGE 2155 2018/2A tirinha abaixo se refere à questão.

Fonte: Disponível em: http://naoabandoneseumelhoramigo.blogspot.com.br/2011/09/rio-de-janeiro-2014-2016-turistas.html. Acesso em: 17 jun. 2016.
A fala do mosquito escrita em maiúscula e com prolongamento da vogal “E” ganha um novo sentido.
No contexto, esse recurso serve para
Questão 9 10526173
SENAI 1° Ano - CGE 2155 2018/2A figura abaixo se refere à questão.

Fonte: Disponível em: http://www.cidademarketing.com.br/2009/blog/mercadologia/382/indstria-caladista contra-anncio-da-cvc.html. Acesso em: 20 maio 2016.
Com relação ao número de sílabas e à posição das sílabas tônicas das palavras grifadas do anúncio, analise as afirmações a seguir.
I. Na primeira linha, a palavra é trissílaba e paroxítona.
II. Na segunda linha, todas as palavras são dissílabas e paroxítonas.
III. Na terceira linha, as palavras são dissílaba e trissílaba, respectivamente.
IV. Na terceira linha, as duas palavras são oxítonas.
Estão corretas apenas as afirmativas
Questão 26 10415177
CMT 2018TEXTO

www.google.com.br/search?q=tirinha+do+calvin+sobre+o+medo&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwiJiNvjk5_bAhXFvZAKHV2C04QsAQIJw&biw=1366&bih=637#imgrc=oY5RprwcHoxTuM: acesso 14/5/2018 às 11h14
Com base na tirinha, analise as afirmações a seguir:
I- No primeiro quadrinho, a expressão “assim que” pode ser substituída por “desta forma”, sem alterar o sentido do contexto.
II- A tira dá a entender que, naquela situação, Calvin somente se sentia seguro em cima de sua cama.
III- Com base no texto verbal e não-verbal do terceiro quadrinho, vê-se que Calvin perdeu o medo dos monstros.
É correto o que se apresenta em:
Questão 25 10415164
CMT 2018TEXTO

www.google.com.br/search?q=tirinha+do+calvin+sobre+o+medo&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwiJiNvjk5_bAhXFvZAKHV2C04QsAQIJw&biw=1366&bih=637#imgrc=oY5RprwcHoxTuM: acesso 14/5/2018 às 11h14
No segundo quadrinho, o Tigre lança uma ideia: “Derrube o seu travesseiro como uma isca”.
Desta forma,
Questão 22 10415121
CMT 2018TEXTO
Bruxas não existem
(Moacyr Scliar)

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o
tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A
prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha
caindo aos pedaços no fim da nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a
[5] chamávamos de “bruxa”.
Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido,
ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos
entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos
preparando venenos num grande caldeirão.
[10] Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio
para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no
pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando “bruxa, bruxa!”.
Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal
nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O
[15] que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por
esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob o comando do João Pedro, que era
nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós
o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos
na cortina.
[20] - Vamos logo – gritava João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No
momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se
abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.
Eu, gordinho, era o último.
E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma
[25] dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas
não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão,
aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher,
sem dúvida, descarregaria em mim sua fúria.
Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu minha
[30] perna e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com
uma habilidade surpreendente.
- Está quebrada – disse por fim –, mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei
fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.
Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano,
[35] improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui
até minha casa. “Chame uma ambulância”, disse a mulher à minha mãe. Sorriu.
Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em
poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E
tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa
[40] que se chamava Ana Custódio.
https://novaescola.org.br/conteudo/4159/bruxas-nao-existem acesso em 20/5/2018 às 09h30
No trecho “Volta e meia invadíamos o pequeno pátio para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras [...]” (l. 10), a expressão destacada indica que”
Questão 20 10415092
CMT 2018TEXTO
Bruxas não existem
(Moacyr Scliar)

Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o
tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A
prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha
caindo aos pedaços no fim da nossa rua. Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a
[5] chamávamos de “bruxa”.
Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido,
ela tinha uma enorme verruga no queixo. E estava sempre falando sozinha. Nunca tínhamos
entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos
preparando venenos num grande caldeirão.
[10] Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio
para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no
pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando “bruxa, bruxa!”.
Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal
nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa. O
[15] que seria fácil. Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por
esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente. Sob o comando do João Pedro, que era
nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós
o levamos até a janela. Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos
na cortina.
[20] - Vamos logo – gritava João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No
momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se
abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.
Eu, gordinho, era o último.
E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma
[25] dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas
não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão,
aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar. E a mulher,
sem dúvida, descarregaria em mim sua fúria.
Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu minha
[30] perna e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com
uma habilidade surpreendente.
- Está quebrada – disse por fim –, mas podemos dar um jeito. Não se preocupe, sei
fazer isso. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital. Confie em mim.
Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano,
[35] improvisou uma tala, imobilizando-me a perna. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui
até minha casa. “Chame uma ambulância”, disse a mulher à minha mãe. Sorriu.
Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em
poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E
tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa
[40] que se chamava Ana Custódio.
https://novaescola.org.br/conteudo/4159/bruxas-nao-existem acesso em 20/5/2018 às 09h30
Com base no TEXTO, analise as afirmações a seguir.
I- No trecho “[...] tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos preparando veneno [...]” (l. 8), a palavra destacada indica uma condição para que algo ocorra.
II- Nos trechos “[...] a velha saía à rua para fazer compras [...]” (l. 11) e “Tentamos empurrá-lo para dentro[...]” (l. 18), as palavras destacadas ligam termos, estabelecendo entre eles a relação de finalidade.
III- Segundo se confirma no texto, a vizinha era muito malvada e sempre teve um coração perverso; ela apenas passou a ser boa quando viu o garoto com a perna quebrada.
É correto afirmar o que se apresenta em:
06
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