Questões de EFAF Português - Gramática
1.745 Questões
Questão 10 15432590
CBNB 1 ano Ensino Médio 2023TEXTO

Disponível em: https://admin.guiame.com.br/nova-geracao/charges/charges-alem-da-agua-esta-faltando-o-amor.html. Acessoem: 28/07/2022.
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, o uso do acento grave no primeiro quadrinho, no trecho “Essencial à vida de todos os seres vivos”, é uma ocorrência de crase obrigatória.
Este uso linguístico se justifica por qual recurso gramatical?
Questão 29 15428114
CBNB 6 Ano 2023TEXTO

(Disponível em: http://www.arionaurocartuns.com.br/2016/04/charge-internet.html - Acessado em 03/08/22)
Na tirinha do texto, há um desvio gramatical que está descrito na alternativa:
Questão 27 15428111
CBNB 6 Ano 2023TEXTO

(Disponível em: https://sociotramas.wordpress.com/2012/10/04/quadrinhos-nas-redes-sociais-digitais-entrevista-joao-montanaro/ - Acessado em 03/08/22)
Na fala “Procura no Google, ele sabe tudo!”, retirada do texto, a vírgula poderia ser trocada, sem mudança de sentido, pelo seguinte conectivo:
Questão 26 15428108
CBNB 6 Ano 2023TEXTO

(Disponível em: https://sociotramas.wordpress.com/2012/10/04/quadrinhos-nas-redes-sociais-digitais-entrevista-joao-montanaro/ - Acessado em 03/08/22)
Assinale a alternativa em que o verbo “achar” tem o significado mais próximo ao que o menino de boné da tirinha, no texto, lhe deu:
Questão 25 15428107
CBNB 6 Ano 2023TEXTO
Peladas
Armando Nogueira
Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto.
E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha.
Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa.
Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.
Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho. Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA – Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty.
No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.
Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977. (com adaptação)
No texto, o autor conta que a bola de futebol não se movimenta da mesma maneira num jogo oficial no Maracanã (4º parágrafo) e numa pelada de várzea (5º parágrafo). Leia o trecho, na sequência, e assinale a única alternativa que substitui o termo destacado por outro que indique uma ideia antônima.
“Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada.” (5º parágrafo)
Questão 23 15428104
CBNB 6 Ano 2023TEXTO
Peladas
Armando Nogueira
Esta pracinha sem aquela pelada virou uma chatice completa: agora, é uma babá que passa, empurrando, sem afeto, um bebê de carrinho, é um par de velhos que troca silêncios num banco sem encosto.
E, no entanto, ainda ontem, isso aqui fervia de menino, de sol, de bola, de sonho: “Eu jogo na linha!; no gol, eu não jogo, tô com o joelho ralado de ontem; vou ficar aqui atrás: entrou aqui, já sabe”. Uma gritaria, todo mundo se escalando, todo mundo querendo tirar o selo da bola, bendito fruto de uma suada vaquinha.
Oito de cada lado e, para não confundir, um time fica como está; o outro joga sem camisa.
Já reparei uma coisa: bola de futebol, seja nova, seja velha, é um ser muito compreensivo que dança conforme a música: se está no Maracanã, numa decisão de título, ela rola e quiçá com um ar dramático, mantendo sempre a mesma pose adulta, esteja nos pés de Gérson ou nas mãos de um gandula.
Em compensação, num racha de menino ninguém é mais sapeca: ela corre para cá, corre para lá, quica no meio-fio, para de estalo no canteiro, lambe a canela de um, deixa-se espremer entre mil canelas, depois escapa, rolando, doida, pela calçada. Parece um bichinho. Aqui, nessa pelada inocente é que se pode sentir a pureza de uma bola. Afinal, trata-se de uma bola profissional, uma número cinco, cheia de carimbos ilustres: “Copa Rio-Oficial”, “FIFA – Especial”. Uma bola assim, toda de branco, coberta de condecorações por todos os gomos (gomos hexagonais!), jamais seria barrada em recepção do Itamaraty.
No entanto, aí está ela, correndo para cima e para baixo, na maior farra do mundo, disputada, maltratada até, pois, de quando em quando, acertam-lhe um bico, ela sai zarolha, vendo estrelas, coitadinha.
Os melhores da crônica brasileira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977. (com adaptação)
O texto tem como característica uma linguagem mais informal, coloquial.
Dos trechos transcritos a seguir, o único em linguagem mais formal é:
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