Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 9 11299364
IFMS 2018Regionalismos
O Brasil é um país com um território amplo e mesmo assim ainda possui uma língua única. Além de contribuir para uma grande diversidade nos hábitos culturais, religiosos, políticos e artísticos, a influência de várias culturas deixou na língua portuguesa marcas que acentuam a riqueza de vocabulário e de pronúncia. É importante destacar que as diferenças na nossa língua não constituem erro, mas são consequências das marcas deixadas por outros idiomas que entraram na formação do português brasileiro. Entre esses idiomas estão os indígenas e africanos, além dos europeus, como o francês e o italiano. A influência desses elementos presentes em cada região do país, aliada ao desenvolvimento histórico de cada lugar, fez com que surgissem regionalismos, isto é, expressões típicas de determinada região. Essa variedade linguística pode se manifestar na construção sintática (por exemplo, em algumas regiões se diz "sei não", em outras "não sei"), mas a grande maioria dos regionalismos ocorre no vocabulário. Assim, um mesmo objeto pode ser nomeado por palavras diversas, conforme a região. Por exemplo: no Rio Grande do Sul, pipa ou papagaio se chama pandorga; semáforo pode ser designado por farol em São Paulo e por sinal ou sinaleiro no Rio de Janeiro
(Disponível em: http://letrasmarques2013.blogspot.com.br/2013/08/regionalismos.html. Adaptado. Acesso em: 09 nov. 2017.)
A partir da leitura do texto acima, é possível afirmar que
Questão 5 11299239
IFMS 2018O segmento sublinhado em "Espere sentado ou você se cansa" expressa, no contexto, noção de
Questão 15 11011911
IFES 2018Texto

Fonte: http://bit.ly/2APRavF. Acesso: Nov. 2017
Indique a alternativa que analisa INCORRETAMENTE a passagem da peça publicitária “Tem gente que não tem tempo para ler. E tem gente que não tem livro”.
Questão 11 11011765
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
Marque o item que apresenta palavras com a sílaba tônica na mesma posição.
Questão 10 11011758
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
Considere o fragmento “Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler.” (linha 11).
Quais dos verbos abaixo seguem, respectivamente, o mesmo padrão de flexão dos destacados no trecho?
Questão 1 11011604
IFES 2018Texto
Por que os brasileiros não leem?
A falta de tempo é o principal motivo alegado por não leitores (32%), leitores (43%) e não
estudantes (50%) – que gostariam de ter lido mais (3/4 dos leitores). Entre os não leitores, a
falta de gosto pela leitura é mencionada por 28%.
[5] Mas a principal barreira para a promoção da leitura e a formação leitora está identificada
nas respostas de não leitores. Somente 33% deles respondem que não encontram nenhuma
dificuldade para ler. A cada edição da pesquisa aumenta o número dos que afirmam ter alguma
dificuldade para ler. Quando comparamos com os resultados das edições anteriores, surge uma
preocupação que coloca em suspenso a avaliação positiva sobre os indicadores de leitura: em
[10] 2007, 48% dos não leitores disseram não ter dificuldades, e, em 2011, 43%. Estamos piorando?
Mais brasileiros dizem, em 2015, que não leem porque têm alguma dificuldade para ler. Entre
eles, 17% indicam algum problema físico (o que muitas vezes é argumento para não confessar
que não sabe ler). Apesar dessa dificuldade ter sido mais citada nesta edição, os demais (60%)
indicam dificuldade de compreensão ou habilidade leitora.
[15] O tempo livre dos brasileiros – O que concorre com a leitura
Os brasileiros – leitores e não leitores – continuam preferindo ver TV, conforme informaram
na edição anterior (73% em 2015 e 85%, em 2011), mas essa preferência está cedendo lugar
para o uso da internet (47%) e para outras atividades no computador ou no telefone celular:
redes sociais (35%) e WhatsApp (43%), especialmente na faixa de 14 a 29 anos.
[20] Essas atividades concorrem com a leitura do livro e de outros materiais, que receberam
somente 24% das citações.
Outro resultado que reflete o uso da internet: escrever teve um incremento importante
em citações, passando de 18% para 40%. Esse uso da escrita certamente está associado à
comunicação (escrita) nas redes sociais.
[25] Na comparação sobre o uso do tempo livre por leitores e não leitores, uma revelação importante:
leitores têm um repertório mais diversificado de atividades culturais e sociais. Ocupam
seu tempo livre de maneira mais frequente e variada que não leitores, inclusive praticando
exercícios físicos ou encontrando amigos, o que evidencia, também, maior disposição para
vivenciar e ocupar o próprio tempo com uma maior diversificação de atividades sociais e
[30] culturais. Essa mobilização e esse protagonismo revelam o poder da leitura.
Essa disposição e essa ampliação do repertório de atividades de diferentes naturezas entre si
também estão associadas à escolaridade e ao perfil de renda.
A maior escolaridade do indivíduo indica uma maior diversidade de materiais lidos e a
relação que ele estabelece com a leitura. Pessoas com maior nível de escolaridade tendem a
[35] ter maior habilidade leitora, o que lhes permite desenvolver outras relações com a leitura para
além do seu uso instrumental.
Adaptado de FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 4. Rio de Janeiro: Sextante, 2016, p. 36-37.
A respeito das informações veiculadas pelo texto 01, é correto afirmar que
06
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