Questões de EFAF Português
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Questão 5 10757038
UTFPR Verão 2012/2Sobre a tirinha abaixo, assinale a alternativa correta.

Questão 4 10757019
UTFPR Verão 2012/2Leia o texto abaixo para responder à questão.
A CADEIRINHA DO GUARDADOR
Por Cristovão Tezza, colunista da Gazeta do Povo, Publicado em 15/03/2011
Como as cidades são hoje todas do auto- móvel, quem dirige sabe: sempre que é preciso estacionar, duas ansiedades se instalam na alma. A primeira é achar uma vaga. Não é fácil. Deixar o mastodonte refrigerado em algum lugar é tarefa difícil, e às vezes cara, se largamos o bicho num estacionamento. Quando temos sorte, a outra ansiedade é a sombra que aparece instantânea, à beira da rua disputada: o guardador de carros.
Talvez nenhuma ocupação – na verdade, profissão, ainda que não regulamentada em lei, especificada em itens, ou protegida por alguma ordem legal – define tão perfeitamente a cultura e a sociedade brasileira quanto a de “guardador”. Há uma carregada simbologia naquela figura quase sempre simpática que se mantém em geral à meia distância do motorista toda vez que achamos uma vaguinha. Ele não se aproxima muito, para não nos assustar; os braços são sinalizadores de paz, o polegar erguido, que se segue à voz cordata, o tom sorri- dente (Uma olhadinha aí, doutor?). Ele sabe perfeitamente que exerce uma função ambígua, quase que secreta, daí o cuidado da aproximação; e também sabe que, por conclusão tácita, o motorista teme que um “não” pode ser um risco (até no sentido literal, segundo a paranoia nossa de classe média sofrida, o carrinho lustroso pago à prestação que não acaba nunca). Portanto, preferimos também circular na ambiguidade, entre legitimar o papel do guardador e repudiá-lo como algo “ilegal”. Melhor aceitar, mas com reservas, em geral mal
olhando a figura, apenas fazendo um gesto rápido de concordância. Com o gesto, há implicitamente uma moeda em jogo, também não especificada. É o invólucro oficial da esmola.
Sim, a rua é um espaço público. Mas não somos alemães, suíços ou finlandeses para brandir a lei na cara de um infrator. No país do mensalão, que moral nos resta para reclama do guardador? Mesmo porque sabemos que este “usurpador” do espaço público é pobre – na verdade, bem menos que pobre. É alguém – idade varia de 10 a 60 anos – que não tem ou não encontrou absolutamente nada melhor a fazer senão passar 12 horas seguidas, todos os dias, olhando para os carros dos outros. Sobrou para ele a calçada, de que ele discretamente toma posse, também simbolicamente, com uma cadeira meio quebrada, um toco, um banquinho velho, com alguns sinais em torno de que ele “está ali”: uma garrafa, uma marmita, um casaco puído (como o célebre casaco na cadeira do funcionário público que só deu uma saidinha e já volta). E, como todo espaço público brasileiro, também cria, por força de leis não escritas mas muito eficientes, suas máfias, cartórios, intermediários, repassadores, quadras nobres, horários privilegiados, exploração de menores e violência.
Há dois modos de medir o país – um deles, é pela força da sétima economia do mundo; o outro é pela cadeirinha do guardador de carros na calçada da esquina.
A crônica é um gênero que transita entre o literário e o jornalístico.
A crônica de Cristovão Tezza é:
Questão 20 10739616
CEDAF 2012Leia o texto abaixo e responda à questão propostas:
Mochilão entre jovens é impulsionado por preços em conta
Antes de explorar a Europa e outros continentes, muitos jovens têm escolhido a América do Sul para fazer o seu primeiro
mochilão
O motivo é o preço. "É tudo muito barato. Passamos um mês viajando, ficamos nos melhores albergues, comemos muito
bem e até esquiamos. Gastamos pouco mais de R$ 3.000 cada um”, conta Nando Takenobu, 21. Com duas amigas, ele foi do Peru
[5] à Argentina nas férias de julho.
Segundo Isabel Baptista, gerente da agência de viagens Cl, a procura por roteiros na América Latina aumentou 50% desde o
ano passado, especialmente entre os viajantes jovens.
Ela conta que, por isso, em maio a agência criou pacotes para países antes pouco procurados, como Peru e Bolívia.
"Por causa do câmbio favorável, é a região mais econômica para se fazer uma viagem internacional hoje em dia."
[10] O continente também atrai os mochileiros independentes, que não usam agências de viagem. No seu maior ponto de
encontro na internet, o fórum mochileiros.com, há 45 mil mensagens sobre a América do Sul (são 15 mil sobre a Europa).
Mas nem tudo é perfeito. Que o diga Diego Gutierrez, 21. Depois de cinco dias de trilha para chegar a Machu Picchu,
começou a chover. Com várias regiões do Peru alagadas, ele e dois amigos ficaram ilhados e tiveram de ser resgatados pela FAB
(Força Aérea Brasileira) para voltar ao Brasil.
[15] Valeu a pena? "Bom, meus pais não gostariam que eu fizesse outro mochilão, acho."

(Disponivel em: http://www! folha.uol.com.brifolhateen/1009304-mochilao-entre-jovens-e-impulsionado-por-precos-em-conta.shtml. Acesso em: 29 nov. 2011. Adaptado.)
“Deixe dois ou três dias vagos para cobrir atrasos, erros de percurso, doenças ou só para descansar mesmo.”
Assinale a alternativa em que a expressão sublinhada tem o mesmo sentido que na passagem acima:
Questão 19 10739614
CEDAF 2012Leia o texto abaixo e responda à questão propostas:
Mochilão entre jovens é impulsionado por preços em conta
Antes de explorar a Europa e outros continentes, muitos jovens têm escolhido a América do Sul para fazer o seu primeiro
mochilão
O motivo é o preço. "É tudo muito barato. Passamos um mês viajando, ficamos nos melhores albergues, comemos muito
bem e até esquiamos. Gastamos pouco mais de R$ 3.000 cada um”, conta Nando Takenobu, 21. Com duas amigas, ele foi do Peru
[5] à Argentina nas férias de julho.
Segundo Isabel Baptista, gerente da agência de viagens Cl, a procura por roteiros na América Latina aumentou 50% desde o
ano passado, especialmente entre os viajantes jovens.
Ela conta que, por isso, em maio a agência criou pacotes para países antes pouco procurados, como Peru e Bolívia.
"Por causa do câmbio favorável, é a região mais econômica para se fazer uma viagem internacional hoje em dia."
[10] O continente também atrai os mochileiros independentes, que não usam agências de viagem. No seu maior ponto de
encontro na internet, o fórum mochileiros.com, há 45 mil mensagens sobre a América do Sul (são 15 mil sobre a Europa).
Mas nem tudo é perfeito. Que o diga Diego Gutierrez, 21. Depois de cinco dias de trilha para chegar a Machu Picchu,
começou a chover. Com várias regiões do Peru alagadas, ele e dois amigos ficaram ilhados e tiveram de ser resgatados pela FAB
(Força Aérea Brasileira) para voltar ao Brasil.
[15] Valeu a pena? "Bom, meus pais não gostariam que eu fizesse outro mochilão, acho."

(Disponivel em: http://www! folha.uol.com.brifolhateen/1009304-mochilao-entre-jovens-e-impulsionado-por-precos-em-conta.shtml. Acesso em: 29 nov. 2011. Adaptado.)
“Depois de cinco dias de trilha para chegar a Machu Picchu, começou a chover.” (linhas 12-13)
Os conectores sublinhados acima introduzem, respectivamente, ideias de:
Questão 18 10739612
CEDAF 2012“Não se aborreça demais com eventuais perrengues.”
É CORRETO afirmar que, no trecho acima, a palavra sublinhada se refere:
Questão 17 10739610
CEDAF 2012Leia o texto abaixo e responda à questão propostas:
Mochilão entre jovens é impulsionado por preços em conta
Antes de explorar a Europa e outros continentes, muitos jovens têm escolhido a América do Sul para fazer o seu primeiro
mochilão
O motivo é o preço. "É tudo muito barato. Passamos um mês viajando, ficamos nos melhores albergues, comemos muito
bem e até esquiamos. Gastamos pouco mais de R$ 3.000 cada um”, conta Nando Takenobu, 21. Com duas amigas, ele foi do Peru
[5] à Argentina nas férias de julho.
Segundo Isabel Baptista, gerente da agência de viagens Cl, a procura por roteiros na América Latina aumentou 50% desde o
ano passado, especialmente entre os viajantes jovens.
Ela conta que, por isso, em maio a agência criou pacotes para países antes pouco procurados, como Peru e Bolívia.
"Por causa do câmbio favorável, é a região mais econômica para se fazer uma viagem internacional hoje em dia."
[10] O continente também atrai os mochileiros independentes, que não usam agências de viagem. No seu maior ponto de
encontro na internet, o fórum mochileiros.com, há 45 mil mensagens sobre a América do Sul (são 15 mil sobre a Europa).
Mas nem tudo é perfeito. Que o diga Diego Gutierrez, 21. Depois de cinco dias de trilha para chegar a Machu Picchu,
começou a chover. Com várias regiões do Peru alagadas, ele e dois amigos ficaram ilhados e tiveram de ser resgatados pela FAB
(Força Aérea Brasileira) para voltar ao Brasil.
[15] Valeu a pena? "Bom, meus pais não gostariam que eu fizesse outro mochilão, acho."

(Disponivel em: http://www! folha.uol.com.brifolhateen/1009304-mochilao-entre-jovens-e-impulsionado-por-precos-em-conta.shtml. Acesso em: 29 nov. 2011. Adaptado.)
“Mas nem tudo é perfeito.” (linha 12)
Das alterações processadas na passagem acima, aquela em que há mudança substancial de sentido é:
06
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