Questões de EFAF Português
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Questão 9 10796967
Concursos Pref de Sapucaia do Sul 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O nome das coisas
Depois que aprende a falar, a criança leva certo tempo até perceber que nem todas as coisas que a
cercam têm um nome. Às vezes, a constatação deste fato atinge a pequena criatura como um verdadeiro
choque existencial, como pude testemunhar, certa feita, na casa de um amigo meu. Sua filhinha de cinco
anos, que acabava de aprender os nomes dos dedos da mão, divertia-se em repetir a eterna listinha do
[05] fura-bolos, pai-de-todos, seu vizinho, etc., enquanto nós dois, o pai dela e eu, mateando, ................ uma
bela paleta de porco que assava na churrasqueira. Lá pelas tantas, porém, a pequena interrompeu sua
falinha para nos perguntar como se chamavam os dedos dos pés. Meu amigo ....... miseravelmente da
raia, a prete__to de procurar o sal grosso, e ela voltou os olhos para mim, convencida, na sua doce
inocência infantil, de que um adulto como eu deveria conhecer a resposta a essas perguntas e__enciais da
[10] existência.
Ora, soubesse eu naquela época o que hoje sei sobre as crianças, teria dito que eu precisava
procurar no Grande Livro dos Pés, ou que ela tinha o direito de bati__ar os seus dedinhos assim como fazia
com suas bonecas, e ela teria ficado feliz e satisfeita. Infelizmente, eu era ainda muito verde e me limitei a
informar didaticamente à baixinha, que nem tudo neste mundo tem um nome, e que entre o dedão e o
[15] minguinho ......... três dedos intermediários que ficarão anônimos para sempre porque não representam
símbolo algum, nem desempenham individualmente (que eu saiba) funções tão especializadas quanto furar
um bolo ou matar um piolho. Não sei bem o que se passou naquela alminha, mas pelo olhar magoado que
me lançou, percebi que tinha cometido uma indiscri__ão tão desastrada quanto revelar o segredo do
coelhinho da Páscoa.
[20] Por não conhecer os limites da linguagem, ela tinha certeza de que acharia o que estava procurando;
eu, por conhecê-los, muitas vezes deixo de procurar o que teria achado, se o fizesse.
(Cláudio Moreno. Zero Hora, Caderno Cultura, 04/8/2012 - adaptado.)
Analise as afirmativas abaixo sobre a acentuação do texto:
I. As palavras época (linha 11) e símbolo (linha 16) são acentuadas pela mesma razão.
II. A palavra anônimos (linha 15), caso fosse para o singular, perderia o acento.
III. As palavras Lá (linha 06), nós (linha 05) e pés (linha 07) são acentuadas pela mesma regra.
Quais estão corretas?
Questão 8 10796966
Concursos Pref de Sapucaia do Sul 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O nome das coisas
Depois que aprende a falar, a criança leva certo tempo até perceber que nem todas as coisas que a
cercam têm um nome. Às vezes, a constatação deste fato atinge a pequena criatura como um verdadeiro
choque existencial, como pude testemunhar, certa feita, na casa de um amigo meu. Sua filhinha de cinco
anos, que acabava de aprender os nomes dos dedos da mão, divertia-se em repetir a eterna listinha do
[05] fura-bolos, pai-de-todos, seu vizinho, etc., enquanto nós dois, o pai dela e eu, mateando, ................ uma
bela paleta de porco que assava na churrasqueira. Lá pelas tantas, porém, a pequena interrompeu sua
falinha para nos perguntar como se chamavam os dedos dos pés. Meu amigo ....... miseravelmente da
raia, a prete__to de procurar o sal grosso, e ela voltou os olhos para mim, convencida, na sua doce
inocência infantil, de que um adulto como eu deveria conhecer a resposta a essas perguntas e__enciais da
[10] existência.
Ora, soubesse eu naquela época o que hoje sei sobre as crianças, teria dito que eu precisava
procurar no Grande Livro dos Pés, ou que ela tinha o direito de bati__ar os seus dedinhos assim como fazia
com suas bonecas, e ela teria ficado feliz e satisfeita. Infelizmente, eu era ainda muito verde e me limitei a
informar didaticamente à baixinha, que nem tudo neste mundo tem um nome, e que entre o dedão e o
[15] minguinho ......... três dedos intermediários que ficarão anônimos para sempre porque não representam
símbolo algum, nem desempenham individualmente (que eu saiba) funções tão especializadas quanto furar
um bolo ou matar um piolho. Não sei bem o que se passou naquela alminha, mas pelo olhar magoado que
me lançou, percebi que tinha cometido uma indiscri__ão tão desastrada quanto revelar o segredo do
coelhinho da Páscoa.
[20] Por não conhecer os limites da linguagem, ela tinha certeza de que acharia o que estava procurando;
eu, por conhecê-los, muitas vezes deixo de procurar o que teria achado, se o fizesse.
(Cláudio Moreno. Zero Hora, Caderno Cultura, 04/8/2012 - adaptado.)
Analise as seguintes afirmações que são feitas sobre a pontuação do texto e marque C para as corretas e E para as erradas.
( ) As três vírgulas iniciais da linha 05 separam termos de funções sintáticas diferentes.
( ) O ponto e vírgula da linha 20 pode ser substituído por vírgula sem causar incorreção à frase.
( ) A vírgula da linha 01 separa termo deslocado de sua posição original na frase.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Questão 7 10796964
Concursos Pref de Sapucaia do Sul 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O nome das coisas
Depois que aprende a falar, a criança leva certo tempo até perceber que nem todas as coisas que a
cercam têm um nome. Às vezes, a constatação deste fato atinge a pequena criatura como um verdadeiro
choque existencial, como pude testemunhar, certa feita, na casa de um amigo meu. Sua filhinha de cinco
anos, que acabava de aprender os nomes dos dedos da mão, divertia-se em repetir a eterna listinha do
[05] fura-bolos, pai-de-todos, seu vizinho, etc., enquanto nós dois, o pai dela e eu, mateando, ................ uma
bela paleta de porco que assava na churrasqueira. Lá pelas tantas, porém, a pequena interrompeu sua
falinha para nos perguntar como se chamavam os dedos dos pés. Meu amigo ....... miseravelmente da
raia, a prete__to de procurar o sal grosso, e ela voltou os olhos para mim, convencida, na sua doce
inocência infantil, de que um adulto como eu deveria conhecer a resposta a essas perguntas e__enciais da
[10] existência.
Ora, soubesse eu naquela época o que hoje sei sobre as crianças, teria dito que eu precisava
procurar no Grande Livro dos Pés, ou que ela tinha o direito de bati__ar os seus dedinhos assim como fazia
com suas bonecas, e ela teria ficado feliz e satisfeita. Infelizmente, eu era ainda muito verde e me limitei a
informar didaticamente à baixinha, que nem tudo neste mundo tem um nome, e que entre o dedão e o
[15] minguinho ......... três dedos intermediários que ficarão anônimos para sempre porque não representam
símbolo algum, nem desempenham individualmente (que eu saiba) funções tão especializadas quanto furar
um bolo ou matar um piolho. Não sei bem o que se passou naquela alminha, mas pelo olhar magoado que
me lançou, percebi que tinha cometido uma indiscri__ão tão desastrada quanto revelar o segredo do
coelhinho da Páscoa.
[20] Por não conhecer os limites da linguagem, ela tinha certeza de que acharia o que estava procurando;
eu, por conhecê-los, muitas vezes deixo de procurar o que teria achado, se o fizesse.
(Cláudio Moreno. Zero Hora, Caderno Cultura, 04/8/2012 - adaptado.)
Para responder à questão, analise a sentença a seguir:
“Lá pelas tantas, porém, a pequena interrompeu sua falinha para nos perguntar como se chamavam os dedos dos pés.” (linhas 06 e 07)
Analise as afirmativas abaixo:
I. Em nos (linha 07) e do (linha 04) encontramos contrações de preposições e artigos.
II. As vírgulas antes e depois do nexo porém (linha 06) poderiam ser retiradas sem prejuízo à correção gramatical da frase.
III. A expressão pequena (linha 06) poderia ser substituída por menininha sem causar alteração de sentido à frase.
Quais estão corretas?
Questão 5 10796959
Concursos Pref de Sapucaia do Sul 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O nome das coisas
Depois que aprende a falar, a criança leva certo tempo até perceber que nem todas as coisas que a
cercam têm um nome. Às vezes, a constatação deste fato atinge a pequena criatura como um verdadeiro
choque existencial, como pude testemunhar, certa feita, na casa de um amigo meu. Sua filhinha de cinco
anos, que acabava de aprender os nomes dos dedos da mão, divertia-se em repetir a eterna listinha do
[05] fura-bolos, pai-de-todos, seu vizinho, etc., enquanto nós dois, o pai dela e eu, mateando, ................ uma
bela paleta de porco que assava na churrasqueira. Lá pelas tantas, porém, a pequena interrompeu sua
falinha para nos perguntar como se chamavam os dedos dos pés. Meu amigo ....... miseravelmente da
raia, a prete__to de procurar o sal grosso, e ela voltou os olhos para mim, convencida, na sua doce
inocência infantil, de que um adulto como eu deveria conhecer a resposta a essas perguntas e__enciais da
[10] existência.
Ora, soubesse eu naquela época o que hoje sei sobre as crianças, teria dito que eu precisava
procurar no Grande Livro dos Pés, ou que ela tinha o direito de bati__ar os seus dedinhos assim como fazia
com suas bonecas, e ela teria ficado feliz e satisfeita. Infelizmente, eu era ainda muito verde e me limitei a
informar didaticamente à baixinha, que nem tudo neste mundo tem um nome, e que entre o dedão e o
[15] minguinho ......... três dedos intermediários que ficarão anônimos para sempre porque não representam
símbolo algum, nem desempenham individualmente (que eu saiba) funções tão especializadas quanto furar
um bolo ou matar um piolho. Não sei bem o que se passou naquela alminha, mas pelo olhar magoado que
me lançou, percebi que tinha cometido uma indiscri__ão tão desastrada quanto revelar o segredo do
coelhinho da Páscoa.
[20] Por não conhecer os limites da linguagem, ela tinha certeza de que acharia o que estava procurando;
eu, por conhecê-los, muitas vezes deixo de procurar o que teria achado, se o fizesse.
(Cláudio Moreno. Zero Hora, Caderno Cultura, 04/8/2012 - adaptado.)
Nas palavras abaixo, todas retiradas do texto, a relação entre letras e fonemas está INCORRETA na alternativa
Questão 4 10796957
Concursos Pref de Sapucaia do Sul 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O nome das coisas
Depois que aprende a falar, a criança leva certo tempo até perceber que nem todas as coisas que a
cercam têm um nome. Às vezes, a constatação deste fato atinge a pequena criatura como um verdadeiro
choque existencial, como pude testemunhar, certa feita, na casa de um amigo meu. Sua filhinha de cinco
anos, que acabava de aprender os nomes dos dedos da mão, divertia-se em repetir a eterna listinha do
[05] fura-bolos, pai-de-todos, seu vizinho, etc., enquanto nós dois, o pai dela e eu, mateando, ................ uma
bela paleta de porco que assava na churrasqueira. Lá pelas tantas, porém, a pequena interrompeu sua
falinha para nos perguntar como se chamavam os dedos dos pés. Meu amigo ....... miseravelmente da
raia, a prete__to de procurar o sal grosso, e ela voltou os olhos para mim, convencida, na sua doce
inocência infantil, de que um adulto como eu deveria conhecer a resposta a essas perguntas e__enciais da
[10] existência.
Ora, soubesse eu naquela época o que hoje sei sobre as crianças, teria dito que eu precisava
procurar no Grande Livro dos Pés, ou que ela tinha o direito de bati__ar os seus dedinhos assim como fazia
com suas bonecas, e ela teria ficado feliz e satisfeita. Infelizmente, eu era ainda muito verde e me limitei a
informar didaticamente à baixinha, que nem tudo neste mundo tem um nome, e que entre o dedão e o
[15] minguinho ......... três dedos intermediários que ficarão anônimos para sempre porque não representam
símbolo algum, nem desempenham individualmente (que eu saiba) funções tão especializadas quanto furar
um bolo ou matar um piolho. Não sei bem o que se passou naquela alminha, mas pelo olhar magoado que
me lançou, percebi que tinha cometido uma indiscri__ão tão desastrada quanto revelar o segredo do
coelhinho da Páscoa.
[20] Por não conhecer os limites da linguagem, ela tinha certeza de que acharia o que estava procurando;
eu, por conhecê-los, muitas vezes deixo de procurar o que teria achado, se o fizesse.
(Cláudio Moreno. Zero Hora, Caderno Cultura, 04/8/2012 - adaptado.)
Nas palavras abaixo, todas retiradas do texto, a separação silábica e a marcação da sílaba tônica estão corretas em todas as alternativas, MENOS em
Questão 3 10796955
Concursos Pref de Sapucaia do Sul 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O nome das coisas
Depois que aprende a falar, a criança leva certo tempo até perceber que nem todas as coisas que a
cercam têm um nome. Às vezes, a constatação deste fato atinge a pequena criatura como um verdadeiro
choque existencial, como pude testemunhar, certa feita, na casa de um amigo meu. Sua filhinha de cinco
anos, que acabava de aprender os nomes dos dedos da mão, divertia-se em repetir a eterna listinha do
[05] fura-bolos, pai-de-todos, seu vizinho, etc., enquanto nós dois, o pai dela e eu, mateando, ................ uma
bela paleta de porco que assava na churrasqueira. Lá pelas tantas, porém, a pequena interrompeu sua
falinha para nos perguntar como se chamavam os dedos dos pés. Meu amigo ....... miseravelmente da
raia, a prete__to de procurar o sal grosso, e ela voltou os olhos para mim, convencida, na sua doce
inocência infantil, de que um adulto como eu deveria conhecer a resposta a essas perguntas e__enciais da
[10] existência.
Ora, soubesse eu naquela época o que hoje sei sobre as crianças, teria dito que eu precisava
procurar no Grande Livro dos Pés, ou que ela tinha o direito de bati__ar os seus dedinhos assim como fazia
com suas bonecas, e ela teria ficado feliz e satisfeita. Infelizmente, eu era ainda muito verde e me limitei a
informar didaticamente à baixinha, que nem tudo neste mundo tem um nome, e que entre o dedão e o
[15] minguinho ......... três dedos intermediários que ficarão anônimos para sempre porque não representam
símbolo algum, nem desempenham individualmente (que eu saiba) funções tão especializadas quanto furar
um bolo ou matar um piolho. Não sei bem o que se passou naquela alminha, mas pelo olhar magoado que
me lançou, percebi que tinha cometido uma indiscri__ão tão desastrada quanto revelar o segredo do
coelhinho da Páscoa.
[20] Por não conhecer os limites da linguagem, ela tinha certeza de que acharia o que estava procurando;
eu, por conhecê-los, muitas vezes deixo de procurar o que teria achado, se o fizesse.
(Cláudio Moreno. Zero Hora, Caderno Cultura, 04/8/2012 - adaptado.)
Nas palavras abaixo, todas retiradas do texto, identifica-se um encontro consonantal em
06
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