Questões de EFAF Português
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Questão 5 10799876
Concursos PREF DE GRAMADO 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Julgamento final
Não é a função mais glamourosa do jornalismo, mas talvez seja uma das mais relevantes.
Entre as centenas de decisões editoriais que são tomadas todos os dias em um jornal,
eventualmente inclui-se aquela de avaliar o espaço e o destaque que vai receber a morte de uma
personalidade pública.
[5] Quando a fama tem dimensão planetária, e as circunstâncias da morte são de alguma
forma surpreendentes, como no caso de Lady Di, por exemplo, não há muito o que discutir.
Nenhum jornalista do mundo teve dúvida sobre o tamanho dessa cobertura nos dias seguintes –
embora em algum momento alguém talvez tenha parado para se perguntar se a atenção já não
andava ____________. Como a maioria das pessoas não são Lady Di nem Steve Jobs, enfrenta-
[10] se com certa frequência na redação a necessidade de discutir a dimensão de uma determinada
personalidade enquanto notícia fúnebre do dia seguinte. Uma página? Duas? Caderno Especial?
É uma espécie de juí_o final sem céu nem inferno, em que se ..........não o mérito de uma vida,
mas o impacto que ela teve (ou ainda terá) sobre outras vidas. Em certo sentido, tenta-se
combinar a avaliação do presente com uma aposta no peso que a História dará a esse
[15] personagem.
No caso do jornalismo cultural, essas ___________ podem se tornar bem complexas, uma
vez que nem sempre talento ou relevância (que podem garantir um lugar na História) andam de
mãos dadas com fama ou popularidade (que apontam para a relevância no presente). O cantor de
rádio que ............ multidões ao delírio nos anos 40 pode vir a receber o mesmo espaço que o
[20] coadjuvante da novela das oito. Um filó_ofo alemão pode acabar dividindo a página do obituário
com a bailarina que inventou a dança da garrafa. Na vida, como na morte, aca_os e aproximações
___________ são mais a regra do que a exceção.
Às vezes, somos pegos de surpresa. Foi o caso, por exemplo, da comoção nacional que
se seguiu à morte de Bussunda, um comediante famoso, mas que se revelou ainda mais querido
[25] pelo público do que se imaginava. Um fenômeno semelhante aconteceu essa semana com a
morte de Wando, personagem quase cômico em seu romantismo caricato, mas que despertava
simpatia mesmo em quem seria incapa_ de ouvir uma música sua até o fim.
Assim como do médico espera-se que faça seu trabalho sem perder de vista a dimensão
humana do paciente e a dor de sua família, o bom jornalismo é aquele que consegue dar à noticia
[30] de uma morte não apenas o indispensável tratamento factual, mas também a devida relevância
subjetiva do personagem. Quando morre um ídolo, um líder, um guru, o jornal (e agora também as
redes sociais) é o espaço público onde a dor e a perplexidade são compartilhadas. Por trás da
notícia de uma morte, qualquer morte, há sempre uma cerimônia de despedida coletiva, uma
promessa de lembrança, uma homenagem. Um obituário, por mais curto que seja, sempre é
[35] solene.
Wando, a propó_ito, ganhou duas páginas.
(FONTE: Claudia Laitano – Zero Hora – 11/02/2012 - Adaptação)
Analise as afirmações a seguir:
I. Nas palavras mundo (linha 07), pessoas (linha 09) e História (linha 14), há mais letras que fonemas.
II. Nas palavras relevantes (linha 01) e jornalismo (linha 01), a sílaba tônica é a penúltima.
III. Na palavra complexas (linha 16), ocorre o mesmo número de letras e de fonemas.
Quais estão corretas?
Questão 4 10799870
Concursos PREF DE GRAMADO 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Julgamento final
Não é a função mais glamourosa do jornalismo, mas talvez seja uma das mais relevantes.
Entre as centenas de decisões editoriais que são tomadas todos os dias em um jornal,
eventualmente inclui-se aquela de avaliar o espaço e o destaque que vai receber a morte de uma
personalidade pública.
[5] Quando a fama tem dimensão planetária, e as circunstâncias da morte são de alguma
forma surpreendentes, como no caso de Lady Di, por exemplo, não há muito o que discutir.
Nenhum jornalista do mundo teve dúvida sobre o tamanho dessa cobertura nos dias seguintes –
embora em algum momento alguém talvez tenha parado para se perguntar se a atenção já não
andava ____________. Como a maioria das pessoas não são Lady Di nem Steve Jobs, enfrenta-
[10] se com certa frequência na redação a necessidade de discutir a dimensão de uma determinada
personalidade enquanto notícia fúnebre do dia seguinte. Uma página? Duas? Caderno Especial?
É uma espécie de juí_o final sem céu nem inferno, em que se ..........não o mérito de uma vida,
mas o impacto que ela teve (ou ainda terá) sobre outras vidas. Em certo sentido, tenta-se
combinar a avaliação do presente com uma aposta no peso que a História dará a esse
[15] personagem.
No caso do jornalismo cultural, essas ___________ podem se tornar bem complexas, uma
vez que nem sempre talento ou relevância (que podem garantir um lugar na História) andam de
mãos dadas com fama ou popularidade (que apontam para a relevância no presente). O cantor de
rádio que ............ multidões ao delírio nos anos 40 pode vir a receber o mesmo espaço que o
[20] coadjuvante da novela das oito. Um filó_ofo alemão pode acabar dividindo a página do obituário
com a bailarina que inventou a dança da garrafa. Na vida, como na morte, aca_os e aproximações
___________ são mais a regra do que a exceção.
Às vezes, somos pegos de surpresa. Foi o caso, por exemplo, da comoção nacional que
se seguiu à morte de Bussunda, um comediante famoso, mas que se revelou ainda mais querido
[25] pelo público do que se imaginava. Um fenômeno semelhante aconteceu essa semana com a
morte de Wando, personagem quase cômico em seu romantismo caricato, mas que despertava
simpatia mesmo em quem seria incapa_ de ouvir uma música sua até o fim.
Assim como do médico espera-se que faça seu trabalho sem perder de vista a dimensão
humana do paciente e a dor de sua família, o bom jornalismo é aquele que consegue dar à noticia
[30] de uma morte não apenas o indispensável tratamento factual, mas também a devida relevância
subjetiva do personagem. Quando morre um ídolo, um líder, um guru, o jornal (e agora também as
redes sociais) é o espaço público onde a dor e a perplexidade são compartilhadas. Por trás da
notícia de uma morte, qualquer morte, há sempre uma cerimônia de despedida coletiva, uma
promessa de lembrança, uma homenagem. Um obituário, por mais curto que seja, sempre é
[35] solene.
Wando, a propó_ito, ganhou duas páginas.
(FONTE: Claudia Laitano – Zero Hora – 11/02/2012 - Adaptação)
A separação silábica das palavras coadjuvante (linha 20) e exceção (linha 22) está correta na alternativa:
Questão 3 10799861
Concursos PREF DE GRAMADO 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Julgamento final
Não é a função mais glamourosa do jornalismo, mas talvez seja uma das mais relevantes.
Entre as centenas de decisões editoriais que são tomadas todos os dias em um jornal,
eventualmente inclui-se aquela de avaliar o espaço e o destaque que vai receber a morte de uma
personalidade pública.
[5] Quando a fama tem dimensão planetária, e as circunstâncias da morte são de alguma
forma surpreendentes, como no caso de Lady Di, por exemplo, não há muito o que discutir.
Nenhum jornalista do mundo teve dúvida sobre o tamanho dessa cobertura nos dias seguintes –
embora em algum momento alguém talvez tenha parado para se perguntar se a atenção já não
andava ____________. Como a maioria das pessoas não são Lady Di nem Steve Jobs, enfrenta-
[10] se com certa frequência na redação a necessidade de discutir a dimensão de uma determinada
personalidade enquanto notícia fúnebre do dia seguinte. Uma página? Duas? Caderno Especial?
É uma espécie de juí_o final sem céu nem inferno, em que se ..........não o mérito de uma vida,
mas o impacto que ela teve (ou ainda terá) sobre outras vidas. Em certo sentido, tenta-se
combinar a avaliação do presente com uma aposta no peso que a História dará a esse
[15] personagem.
No caso do jornalismo cultural, essas ___________ podem se tornar bem complexas, uma
vez que nem sempre talento ou relevância (que podem garantir um lugar na História) andam de
mãos dadas com fama ou popularidade (que apontam para a relevância no presente). O cantor de
rádio que ............ multidões ao delírio nos anos 40 pode vir a receber o mesmo espaço que o
[20] coadjuvante da novela das oito. Um filó_ofo alemão pode acabar dividindo a página do obituário
com a bailarina que inventou a dança da garrafa. Na vida, como na morte, aca_os e aproximações
___________ são mais a regra do que a exceção.
Às vezes, somos pegos de surpresa. Foi o caso, por exemplo, da comoção nacional que
se seguiu à morte de Bussunda, um comediante famoso, mas que se revelou ainda mais querido
[25] pelo público do que se imaginava. Um fenômeno semelhante aconteceu essa semana com a
morte de Wando, personagem quase cômico em seu romantismo caricato, mas que despertava
simpatia mesmo em quem seria incapa_ de ouvir uma música sua até o fim.
Assim como do médico espera-se que faça seu trabalho sem perder de vista a dimensão
humana do paciente e a dor de sua família, o bom jornalismo é aquele que consegue dar à noticia
[30] de uma morte não apenas o indispensável tratamento factual, mas também a devida relevância
subjetiva do personagem. Quando morre um ídolo, um líder, um guru, o jornal (e agora também as
redes sociais) é o espaço público onde a dor e a perplexidade são compartilhadas. Por trás da
notícia de uma morte, qualquer morte, há sempre uma cerimônia de despedida coletiva, uma
promessa de lembrança, uma homenagem. Um obituário, por mais curto que seja, sempre é
[35] solene.
Wando, a propó_ito, ganhou duas páginas.
(FONTE: Claudia Laitano – Zero Hora – 11/02/2012 - Adaptação)
Segundo o texto:
I. Quando morre uma personalidade que trabalha em um órgão público, cabe ao jornal, a tarefa corriqueira de dimensionar a importância do fato e a cobertura que merece.
II. O jornalismo cultural pesa o presente e o futuro ao redigir um obituário, pois nem sempre o talento e a relevância andam de mãos dadas com a fama e a popularidade.
III. Os obituários devem sempre ser solenes, pois, por trás da notícia, sempre há a morte de alguém e esse fato deve ser respeitado.
Quais estão corretas?
Questão 2 10799858
Concursos PREF DE GRAMADO 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Julgamento final
Não é a função mais glamourosa do jornalismo, mas talvez seja uma das mais relevantes.
Entre as centenas de decisões editoriais que são tomadas todos os dias em um jornal,
eventualmente inclui-se aquela de avaliar o espaço e o destaque que vai receber a morte de uma
personalidade pública.
[5] Quando a fama tem dimensão planetária, e as circunstâncias da morte são de alguma
forma surpreendentes, como no caso de Lady Di, por exemplo, não há muito o que discutir.
Nenhum jornalista do mundo teve dúvida sobre o tamanho dessa cobertura nos dias seguintes –
embora em algum momento alguém talvez tenha parado para se perguntar se a atenção já não
andava ____________. Como a maioria das pessoas não são Lady Di nem Steve Jobs, enfrenta-
[10] se com certa frequência na redação a necessidade de discutir a dimensão de uma determinada
personalidade enquanto notícia fúnebre do dia seguinte. Uma página? Duas? Caderno Especial?
É uma espécie de juí_o final sem céu nem inferno, em que se ..........não o mérito de uma vida,
mas o impacto que ela teve (ou ainda terá) sobre outras vidas. Em certo sentido, tenta-se
combinar a avaliação do presente com uma aposta no peso que a História dará a esse
[15] personagem.
No caso do jornalismo cultural, essas ___________ podem se tornar bem complexas, uma
vez que nem sempre talento ou relevância (que podem garantir um lugar na História) andam de
mãos dadas com fama ou popularidade (que apontam para a relevância no presente). O cantor de
rádio que ............ multidões ao delírio nos anos 40 pode vir a receber o mesmo espaço que o
[20] coadjuvante da novela das oito. Um filó_ofo alemão pode acabar dividindo a página do obituário
com a bailarina que inventou a dança da garrafa. Na vida, como na morte, aca_os e aproximações
___________ são mais a regra do que a exceção.
Às vezes, somos pegos de surpresa. Foi o caso, por exemplo, da comoção nacional que
se seguiu à morte de Bussunda, um comediante famoso, mas que se revelou ainda mais querido
[25] pelo público do que se imaginava. Um fenômeno semelhante aconteceu essa semana com a
morte de Wando, personagem quase cômico em seu romantismo caricato, mas que despertava
simpatia mesmo em quem seria incapa_ de ouvir uma música sua até o fim.
Assim como do médico espera-se que faça seu trabalho sem perder de vista a dimensão
humana do paciente e a dor de sua família, o bom jornalismo é aquele que consegue dar à noticia
[30] de uma morte não apenas o indispensável tratamento factual, mas também a devida relevância
subjetiva do personagem. Quando morre um ídolo, um líder, um guru, o jornal (e agora também as
redes sociais) é o espaço público onde a dor e a perplexidade são compartilhadas. Por trás da
notícia de uma morte, qualquer morte, há sempre uma cerimônia de despedida coletiva, uma
promessa de lembrança, uma homenagem. Um obituário, por mais curto que seja, sempre é
[35] solene.
Wando, a propó_ito, ganhou duas páginas.
(FONTE: Claudia Laitano – Zero Hora – 11/02/2012 - Adaptação)
Considerando o sentido dotexto, as formas verbais que completam corretae respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 12 e 19 são:
Questão 1 10799850
Concursos PREF DE GRAMADO 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Julgamento final
Não é a função mais glamourosa do jornalismo, mas talvez seja uma das mais relevantes.
Entre as centenas de decisões editoriais que são tomadas todos os dias em um jornal,
eventualmente inclui-se aquela de avaliar o espaço e o destaque que vai receber a morte de uma
personalidade pública.
[5] Quando a fama tem dimensão planetária, e as circunstâncias da morte são de alguma
forma surpreendentes, como no caso de Lady Di, por exemplo, não há muito o que discutir.
Nenhum jornalista do mundo teve dúvida sobre o tamanho dessa cobertura nos dias seguintes –
embora em algum momento alguém talvez tenha parado para se perguntar se a atenção já não
andava ____________. Como a maioria das pessoas não são Lady Di nem Steve Jobs, enfrenta-
[10] se com certa frequência na redação a necessidade de discutir a dimensão de uma determinada
personalidade enquanto notícia fúnebre do dia seguinte. Uma página? Duas? Caderno Especial?
É uma espécie de juí_o final sem céu nem inferno, em que se ..........não o mérito de uma vida,
mas o impacto que ela teve (ou ainda terá) sobre outras vidas. Em certo sentido, tenta-se
combinar a avaliação do presente com uma aposta no peso que a História dará a esse
[15] personagem.
No caso do jornalismo cultural, essas ___________ podem se tornar bem complexas, uma
vez que nem sempre talento ou relevância (que podem garantir um lugar na História) andam de
mãos dadas com fama ou popularidade (que apontam para a relevância no presente). O cantor de
rádio que ............ multidões ao delírio nos anos 40 pode vir a receber o mesmo espaço que o
[20] coadjuvante da novela das oito. Um filó_ofo alemão pode acabar dividindo a página do obituário
com a bailarina que inventou a dança da garrafa. Na vida, como na morte, aca_os e aproximações
___________ são mais a regra do que a exceção.
Às vezes, somos pegos de surpresa. Foi o caso, por exemplo, da comoção nacional que
se seguiu à morte de Bussunda, um comediante famoso, mas que se revelou ainda mais querido
[25] pelo público do que se imaginava. Um fenômeno semelhante aconteceu essa semana com a
morte de Wando, personagem quase cômico em seu romantismo caricato, mas que despertava
simpatia mesmo em quem seria incapa_ de ouvir uma música sua até o fim.
Assim como do médico espera-se que faça seu trabalho sem perder de vista a dimensão
humana do paciente e a dor de sua família, o bom jornalismo é aquele que consegue dar à noticia
[30] de uma morte não apenas o indispensável tratamento factual, mas também a devida relevância
subjetiva do personagem. Quando morre um ídolo, um líder, um guru, o jornal (e agora também as
redes sociais) é o espaço público onde a dor e a perplexidade são compartilhadas. Por trás da
notícia de uma morte, qualquer morte, há sempre uma cerimônia de despedida coletiva, uma
promessa de lembrança, uma homenagem. Um obituário, por mais curto que seja, sempre é
[35] solene.
Wando, a propó_ito, ganhou duas páginas.
(FONTE: Claudia Laitano – Zero Hora – 11/02/2012 - Adaptação)
As palavras que completam correta e respectivamente as lacunas tracejadas das linhas 09, 16 e 22 são:
Questão 10 10797701
Concursos Instituto Cidades 2012De acordo com as definições de classes de palavras colocadas na Gramática Normativa da Língua Portuguesa, a partícula “se” (l.5) é usada no texto como:
06
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