Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 3 10801076
Concursos MUNICÍPIO DE NOVA ROMA DO SUL 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Brasileiro lê, em média, quatro livros por ano.
O brasileiro lê em média quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser
considerada leitora. É o que aponta a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada nesta
quarta-feira (28) pelo Instituto Pró-Livro. O estudo realizado entre junho e julho de 2011
entrevistou mais de 5 mil pessoas em 315 municípios.
[5] Em 2008, o instituto divulgou pesquisa semelhante que apontava a leitura média de 4,7
livros por ano. Entretanto, a entidade não considera que houve uma queda no índice de leitura
dos brasileiros, já que a metodologia da pesquisa sofreu pequenas alterações para torná-la mais
precisa.
Em 2008, o instituto divulgou pesquisa semelhante que apontava a leitura média de 4,7
[10] livros por ano. Entretanto, a entidade não considera que houve uma queda no índice de leitura
dos brasileiros, já que a metodologia da pesquisa sofreu pequenas alterações para torná-la mais
precisa.
Ao perguntar para os entrevistados quantos livros foram lidos nos últimos três meses,
período considerado pelo estudo como de mais fácil para lembrança, a média de exemplares foi
[15] 1,85. Desse total, 1,05 exemplar foi escolhido por iniciativa própria e 0,81 indicado pela
escola. Entre os estudantes, a média de livros lidos passa para 3,41 exemplares nos últimos três
meses. Os alunos leem 1,2 livro por iniciativa própria, divididos entre literatura (0,47), Bíblia (0,15),
livros religiosos (0,11) e outros gêneros (0,47).
De acordo com o órgão, a Bíblia aparece em primeiro lugar entre os gêneros preferidos,
[20] seguido de livros didáticos
romances
livros religiosos
contos
literatura infantil
entre
outros.
(FONTE: disponível em http://oglobo.globo.com/educacao - adaptação)
Na frase a Bíblia aparece em primeiro lugar entre os gêneros preferidos (l. 19), a palavra salientada representa
Questão 2 10801075
Concursos MUNICÍPIO DE NOVA ROMA DO SUL 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Brasileiro lê, em média, quatro livros por ano.
O brasileiro lê em média quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser
considerada leitora. É o que aponta a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada nesta
quarta-feira (28) pelo Instituto Pró-Livro. O estudo realizado entre junho e julho de 2011
entrevistou mais de 5 mil pessoas em 315 municípios.
[5] Em 2008, o instituto divulgou pesquisa semelhante que apontava a leitura média de 4,7
livros por ano. Entretanto, a entidade não considera que houve uma queda no índice de leitura
dos brasileiros, já que a metodologia da pesquisa sofreu pequenas alterações para torná-la mais
precisa.
Em 2008, o instituto divulgou pesquisa semelhante que apontava a leitura média de 4,7
[10] livros por ano. Entretanto, a entidade não considera que houve uma queda no índice de leitura
dos brasileiros, já que a metodologia da pesquisa sofreu pequenas alterações para torná-la mais
precisa.
Ao perguntar para os entrevistados quantos livros foram lidos nos últimos três meses,
período considerado pelo estudo como de mais fácil para lembrança, a média de exemplares foi
[15] 1,85. Desse total, 1,05 exemplar foi escolhido por iniciativa própria e 0,81 indicado pela
escola. Entre os estudantes, a média de livros lidos passa para 3,41 exemplares nos últimos três
meses. Os alunos leem 1,2 livro por iniciativa própria, divididos entre literatura (0,47), Bíblia (0,15),
livros religiosos (0,11) e outros gêneros (0,47).
De acordo com o órgão, a Bíblia aparece em primeiro lugar entre os gêneros preferidos,
[20] seguido de livros didáticos
romances
livros religiosos
contos
literatura infantil
entre
outros.
(FONTE: disponível em http://oglobo.globo.com/educacao - adaptação)
Qual das seguintes questões NÃO tem resposta no texto?
Questão 1 10801063
Concursos MUNICÍPIO DE NOVA ROMA DO SUL 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Brasileiro lê, em média, quatro livros por ano.
O brasileiro lê em média quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser
considerada leitora. É o que aponta a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada nesta
quarta-feira (28) pelo Instituto Pró-Livro. O estudo realizado entre junho e julho de 2011
entrevistou mais de 5 mil pessoas em 315 municípios.
[5] Em 2008, o instituto divulgou pesquisa semelhante que apontava a leitura média de 4,7
livros por ano. Entretanto, a entidade não considera que houve uma queda no índice de leitura
dos brasileiros, já que a metodologia da pesquisa sofreu pequenas alterações para torná-la mais
precisa.
Em 2008, o instituto divulgou pesquisa semelhante que apontava a leitura média de 4,7
[10] livros por ano. Entretanto, a entidade não considera que houve uma queda no índice de leitura
dos brasileiros, já que a metodologia da pesquisa sofreu pequenas alterações para torná-la mais
precisa.
Ao perguntar para os entrevistados quantos livros foram lidos nos últimos três meses,
período considerado pelo estudo como de mais fácil para lembrança, a média de exemplares foi
[15] 1,85. Desse total, 1,05 exemplar foi escolhido por iniciativa própria e 0,81 indicado pela
escola. Entre os estudantes, a média de livros lidos passa para 3,41 exemplares nos últimos três
meses. Os alunos leem 1,2 livro por iniciativa própria, divididos entre literatura (0,47), Bíblia (0,15),
livros religiosos (0,11) e outros gêneros (0,47).
De acordo com o órgão, a Bíblia aparece em primeiro lugar entre os gêneros preferidos,
[20] seguido de livros didáticos
romances
livros religiosos
contos
literatura infantil
entre
outros.
(FONTE: disponível em http://oglobo.globo.com/educacao - adaptação)
De acordo com as informações contidas no texto em relação à pesquisa realizada em 2011, é correto afirmar que:
Questão 15 10799963
Concursos PREF DE GRAMADO 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Julgamento final
Não é a função mais glamourosa do jornalismo, mas talvez seja uma das mais relevantes.
Entre as centenas de decisões editoriais que são tomadas todos os dias em um jornal,
eventualmente inclui-se aquela de avaliar o espaço e o destaque que vai receber a morte de uma
personalidade pública.
[5] Quando a fama tem dimensão planetária, e as circunstâncias da morte são de alguma
forma surpreendentes, como no caso de Lady Di, por exemplo, não há muito o que discutir.
Nenhum jornalista do mundo teve dúvida sobre o tamanho dessa cobertura nos dias seguintes –
embora em algum momento alguém talvez tenha parado para se perguntar se a atenção já não
andava ____________. Como a maioria das pessoas não são Lady Di nem Steve Jobs, enfrenta-
[10] se com certa frequência na redação a necessidade de discutir a dimensão de uma determinada
personalidade enquanto notícia fúnebre do dia seguinte. Uma página? Duas? Caderno Especial?
É uma espécie de juí_o final sem céu nem inferno, em que se ..........não o mérito de uma vida,
mas o impacto que ela teve (ou ainda terá) sobre outras vidas. Em certo sentido, tenta-se
combinar a avaliação do presente com uma aposta no peso que a História dará a esse
[15] personagem.
No caso do jornalismo cultural, essas ___________ podem se tornar bem complexas, uma
vez que nem sempre talento ou relevância (que podem garantir um lugar na História) andam de
mãos dadas com fama ou popularidade (que apontam para a relevância no presente). O cantor de
rádio que ............ multidões ao delírio nos anos 40 pode vir a receber o mesmo espaço que o
[20] coadjuvante da novela das oito. Um filó_ofo alemão pode acabar dividindo a página do obituário
com a bailarina que inventou a dança da garrafa. Na vida, como na morte, aca_os e aproximações
___________ são mais a regra do que a exceção.
Às vezes, somos pegos de surpresa. Foi o caso, por exemplo, da comoção nacional que
se seguiu à morte de Bussunda, um comediante famoso, mas que se revelou ainda mais querido
[25] pelo público do que se imaginava. Um fenômeno semelhante aconteceu essa semana com a
morte de Wando, personagem quase cômico em seu romantismo caricato, mas que despertava
simpatia mesmo em quem seria incapa_ de ouvir uma música sua até o fim.
Assim como do médico espera-se que faça seu trabalho sem perder de vista a dimensão
humana do paciente e a dor de sua família, o bom jornalismo é aquele que consegue dar à noticia
[30] de uma morte não apenas o indispensável tratamento factual, mas também a devida relevância
subjetiva do personagem. Quando morre um ídolo, um líder, um guru, o jornal (e agora também as
redes sociais) é o espaço público onde a dor e a perplexidade são compartilhadas. Por trás da
notícia de uma morte, qualquer morte, há sempre uma cerimônia de despedida coletiva, uma
promessa de lembrança, uma homenagem. Um obituário, por mais curto que seja, sempre é
[35] solene.
Wando, a propó_ito, ganhou duas páginas.
(FONTE: Claudia Laitano – Zero Hora – 11/02/2012 - Adaptação)
Observe as seguintes palavras retiradas do texto:
1. juí__o (linha 12)
2. filó__ofo (linha 20)
3. aca_os (linha 21)
4. incapa__ (linha 27)
5. propó__ito (linha 36)
Quais devem ter a lacuna preenchida pela letra z?
Questão 14 10799956
Concursos PREF DE GRAMADO 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Julgamento final
Não é a função mais glamourosa do jornalismo, mas talvez seja uma das mais relevantes.
Entre as centenas de decisões editoriais que são tomadas todos os dias em um jornal,
eventualmente inclui-se aquela de avaliar o espaço e o destaque que vai receber a morte de uma
personalidade pública.
[5] Quando a fama tem dimensão planetária, e as circunstâncias da morte são de alguma
forma surpreendentes, como no caso de Lady Di, por exemplo, não há muito o que discutir.
Nenhum jornalista do mundo teve dúvida sobre o tamanho dessa cobertura nos dias seguintes –
embora em algum momento alguém talvez tenha parado para se perguntar se a atenção já não
andava ____________. Como a maioria das pessoas não são Lady Di nem Steve Jobs, enfrenta-
[10] se com certa frequência na redação a necessidade de discutir a dimensão de uma determinada
personalidade enquanto notícia fúnebre do dia seguinte. Uma página? Duas? Caderno Especial?
É uma espécie de juí_o final sem céu nem inferno, em que se ..........não o mérito de uma vida,
mas o impacto que ela teve (ou ainda terá) sobre outras vidas. Em certo sentido, tenta-se
combinar a avaliação do presente com uma aposta no peso que a História dará a esse
[15] personagem.
No caso do jornalismo cultural, essas ___________ podem se tornar bem complexas, uma
vez que nem sempre talento ou relevância (que podem garantir um lugar na História) andam de
mãos dadas com fama ou popularidade (que apontam para a relevância no presente). O cantor de
rádio que ............ multidões ao delírio nos anos 40 pode vir a receber o mesmo espaço que o
[20] coadjuvante da novela das oito. Um filó_ofo alemão pode acabar dividindo a página do obituário
com a bailarina que inventou a dança da garrafa. Na vida, como na morte, aca_os e aproximações
___________ são mais a regra do que a exceção.
Às vezes, somos pegos de surpresa. Foi o caso, por exemplo, da comoção nacional que
se seguiu à morte de Bussunda, um comediante famoso, mas que se revelou ainda mais querido
[25] pelo público do que se imaginava. Um fenômeno semelhante aconteceu essa semana com a
morte de Wando, personagem quase cômico em seu romantismo caricato, mas que despertava
simpatia mesmo em quem seria incapa_ de ouvir uma música sua até o fim.
Assim como do médico espera-se que faça seu trabalho sem perder de vista a dimensão
humana do paciente e a dor de sua família, o bom jornalismo é aquele que consegue dar à noticia
[30] de uma morte não apenas o indispensável tratamento factual, mas também a devida relevância
subjetiva do personagem. Quando morre um ídolo, um líder, um guru, o jornal (e agora também as
redes sociais) é o espaço público onde a dor e a perplexidade são compartilhadas. Por trás da
notícia de uma morte, qualquer morte, há sempre uma cerimônia de despedida coletiva, uma
promessa de lembrança, uma homenagem. Um obituário, por mais curto que seja, sempre é
[35] solene.
Wando, a propó_ito, ganhou duas páginas.
(FONTE: Claudia Laitano – Zero Hora – 11/02/2012 - Adaptação)
Analise as seguintes alterações feitas em trechos do texto:
I. Deslocamento de por exemplo (linha 06) para imediatamente após a forma verbal há(linha 06).
II. Deslocamento de em certo sentido (linha 13) para depois da palavra avaliação (linha 14).
III. Substituição de Às vezes (linha 23) por Algumas vezes.
Quais dessas propostas provocam alteração desentido, tornando gramaticalmente INCORRETOS os períodos em que se encontram?
Questão 12 10799943
Concursos PREF DE GRAMADO 2012Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Julgamento final
Não é a função mais glamourosa do jornalismo, mas talvez seja uma das mais relevantes.
Entre as centenas de decisões editoriais que são tomadas todos os dias em um jornal,
eventualmente inclui-se aquela de avaliar o espaço e o destaque que vai receber a morte de uma
personalidade pública.
[5] Quando a fama tem dimensão planetária, e as circunstâncias da morte são de alguma
forma surpreendentes, como no caso de Lady Di, por exemplo, não há muito o que discutir.
Nenhum jornalista do mundo teve dúvida sobre o tamanho dessa cobertura nos dias seguintes –
embora em algum momento alguém talvez tenha parado para se perguntar se a atenção já não
andava ____________. Como a maioria das pessoas não são Lady Di nem Steve Jobs, enfrenta-
[10] se com certa frequência na redação a necessidade de discutir a dimensão de uma determinada
personalidade enquanto notícia fúnebre do dia seguinte. Uma página? Duas? Caderno Especial?
É uma espécie de juí_o final sem céu nem inferno, em que se ..........não o mérito de uma vida,
mas o impacto que ela teve (ou ainda terá) sobre outras vidas. Em certo sentido, tenta-se
combinar a avaliação do presente com uma aposta no peso que a História dará a esse
[15] personagem.
No caso do jornalismo cultural, essas ___________ podem se tornar bem complexas, uma
vez que nem sempre talento ou relevância (que podem garantir um lugar na História) andam de
mãos dadas com fama ou popularidade (que apontam para a relevância no presente). O cantor de
rádio que ............ multidões ao delírio nos anos 40 pode vir a receber o mesmo espaço que o
[20] coadjuvante da novela das oito. Um filó_ofo alemão pode acabar dividindo a página do obituário
com a bailarina que inventou a dança da garrafa. Na vida, como na morte, aca_os e aproximações
___________ são mais a regra do que a exceção.
Às vezes, somos pegos de surpresa. Foi o caso, por exemplo, da comoção nacional que
se seguiu à morte de Bussunda, um comediante famoso, mas que se revelou ainda mais querido
[25] pelo público do que se imaginava. Um fenômeno semelhante aconteceu essa semana com a
morte de Wando, personagem quase cômico em seu romantismo caricato, mas que despertava
simpatia mesmo em quem seria incapa_ de ouvir uma música sua até o fim.
Assim como do médico espera-se que faça seu trabalho sem perder de vista a dimensão
humana do paciente e a dor de sua família, o bom jornalismo é aquele que consegue dar à noticia
[30] de uma morte não apenas o indispensável tratamento factual, mas também a devida relevância
subjetiva do personagem. Quando morre um ídolo, um líder, um guru, o jornal (e agora também as
redes sociais) é o espaço público onde a dor e a perplexidade são compartilhadas. Por trás da
notícia de uma morte, qualquer morte, há sempre uma cerimônia de despedida coletiva, uma
promessa de lembrança, uma homenagem. Um obituário, por mais curto que seja, sempre é
[35] solene.
Wando, a propó_ito, ganhou duas páginas.
(FONTE: Claudia Laitano – Zero Hora – 11/02/2012 - Adaptação)
Todas as palavras abaixo pertencem à mesma família de História (linha 14), MENOS:
06
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