Questões de EFAF Português - Leitura e Interpretação de Texto
7.497 Questões
Questão 6 10781899
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2024O texto serve de suporte para a questão.
TEXTO

Disponível em: https://i.pinimg.com/1200x/40/20/68/402068635c6b54b0e48c47458200bddb.jpg Acesso em 21 de agosto de 2023.
A variação linguística é um fenômeno proveniente da diversificação dos sistemas de uma Língua em relação às possibilidades de mudança de seus elementos vocabulares. Essa manifestação existe porque as Línguas possuem a característica de serem dinâmicas.
No 1° quadrinho do texto III, a variação usada foi
Questão 8 10736355
IFSP Prova B 2024Em Língua Portuguesa, nos diferentes contextos de produção, podemos avaliar uma situação ou circunstância sobre um valor de verdade de diferentes formas, emitindo concordância quanto ao que é dito, escrito ou discursado.
Das alternativas abaixo, qual apresenta uma avaliação com valor de verdade de concordância sobre a seguinte proposição: “A criação de animais selvagens em cativeiro é crime”.
Questão 15 10736236
IFSP Prova A 2024Leia o texto.
Em uma noite de verão, a família estava em volta da mesa e alguém comentou que a geladeira tinha quebrado. As portas abertas da casa traziam o ventinho e o barulho do mar. Naquela hora, meu avô fez um daqueles comentários típicos de gente que já viveu bastante:
— Não reclama que até pouco tempo atrás a gente nem tinha geladeira!
AUERBACH, Patricia. Histórias de antigamente. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2016. p. 11 e 13.
Na fala do avô, a palavra que expressa a ideia de:
Questão 8 10136973
COTUCA 1° Ano 2024O texto a seguir é uma notícia do canal de comunicação Agência Brasil. Leia-a para responder à questão.
Constituição brasileira é traduzida pela 1a vez para língua indígena
Por Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil – Brasília
Publicado em 19/07/2023 - 15:42

Trinta e cinco anos após promulgada, a Constituição brasileira foi traduzida pela primeira vez para uma língua indígena: o nheengatu.
A Constituição em nheengatu foi feita por um grupo de 15 indígenas bilíngues da região do Alto Rio Negro e Médio Tapajós, em promoção ao marco da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032) das Nações Unidas. O último levantamento de línguas indígenas do Brasil registrou que as 305 etnias brasileiras
mantêm vivos 274 idiomas no país, segundo o Censo de 2010.
“[As línguas] conseguiram sobreviver mesmo diante de sucessivos ataques desde o início do processo de colonização desse território, que já era casa de inúmeros povos indígenas antes de ser chamado de Brasil. Por isso, preservar e valorizar a diversidade linguística brasileira é fundamental para a construção de uma sociedade plural e inclusiva”, destacou a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber.
Língua Geral Amazônica
A presidente do STF, Rosa Weber, disse que a escolha da língua nheengatu se deu devido à importância dela para a região amazônica. “Partiu da percepção de que esta língua historicamente permitiu a comunicação entre comunidades de distintos povos espalhados em toda a região amazônica, até a fronteira com o Peru, a Colômbia e a Venezuela, e chegou, segundo historiadores, a ser prevalente no Brasil, até ser perseguida e proibida”, explicou.
Chamada de Língua Geral Amazônica, o nheengatu é a única língua ainda viva hoje que descende do tupi antigo, tendo traços que a relacionam com o tupi falado na costa brasileira. “Aprendi que o nheengatu é uma língua do tronco do tupi-guarani e legou para a língua brasileira milhares de vocábulos, o nosso sotaque nasal e com prevalência de vogais, que, em conjunto com a herança de outros idiomas indígenas e dos idiomas africanos, caracteriza a nossa língua como única e uma das mais ricas do mundo”, concluiu Weber.
Também participaram do lançamento da Constituição em nheengatu a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e a presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Joenia Wapichana.
Adaptado de Agência Brasil. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-07/constituicao-brasileira-e-traduzida-pela-1a-vez-para-lingua-indigena. Acesso em 22 jul. 2023.
Em relação à construção do texto, assinale a alternativa correta.
Questão 7 10136971
COTUCA 1° Ano 2024O texto a seguir é uma notícia do canal de comunicação Agência Brasil. Leia-a para responder à questão.
Constituição brasileira é traduzida pela 1a vez para língua indígena
Por Lucas Pordeus León - Repórter da Agência Brasil – Brasília
Publicado em 19/07/2023 - 15:42

Trinta e cinco anos após promulgada, a Constituição brasileira foi traduzida pela primeira vez para uma língua indígena: o nheengatu.
A Constituição em nheengatu foi feita por um grupo de 15 indígenas bilíngues da região do Alto Rio Negro e Médio Tapajós, em promoção ao marco da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032) das Nações Unidas. O último levantamento de línguas indígenas do Brasil registrou que as 305 etnias brasileiras
mantêm vivos 274 idiomas no país, segundo o Censo de 2010.
“[As línguas] conseguiram sobreviver mesmo diante de sucessivos ataques desde o início do processo de colonização desse território, que já era casa de inúmeros povos indígenas antes de ser chamado de Brasil. Por isso, preservar e valorizar a diversidade linguística brasileira é fundamental para a construção de uma sociedade plural e inclusiva”, destacou a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber.
Língua Geral Amazônica
A presidente do STF, Rosa Weber, disse que a escolha da língua nheengatu se deu devido à importância dela para a região amazônica. “Partiu da percepção de que esta língua historicamente permitiu a comunicação entre comunidades de distintos povos espalhados em toda a região amazônica, até a fronteira com o Peru, a Colômbia e a Venezuela, e chegou, segundo historiadores, a ser prevalente no Brasil, até ser perseguida e proibida”, explicou.
Chamada de Língua Geral Amazônica, o nheengatu é a única língua ainda viva hoje que descende do tupi antigo, tendo traços que a relacionam com o tupi falado na costa brasileira. “Aprendi que o nheengatu é uma língua do tronco do tupi-guarani e legou para a língua brasileira milhares de vocábulos, o nosso sotaque nasal e com prevalência de vogais, que, em conjunto com a herança de outros idiomas indígenas e dos idiomas africanos, caracteriza a nossa língua como única e uma das mais ricas do mundo”, concluiu Weber.
Também participaram do lançamento da Constituição em nheengatu a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, e a presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Joenia Wapichana.
Adaptado de Agência Brasil. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2023-07/constituicao-brasileira-e-traduzida-pela-1a-vez-para-lingua-indigena. Acesso em 22 jul. 2023.
Considerando o texto, e a partir do seu conhecimento referente às línguas, pode-se afirmar que:
Questão 15 15432624
CBNB 1 ano Ensino Médio 2023TEXTO
Amor é fogo que arde sem se ver
(Luís Vaz de Camões)
Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor.
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-amor-echama-que-arde-sem-se-ver-de-luis-vaz-decamoes/. Acesso em: 28/07/2022.
De acordo com as regras de colocação pronominal prescritas pela norma padrão, podemos afirmar que há um desvio gramatical no trecho abaixo extraído do soneto de Camões.
É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.
Assinale a opção em que encontramos desvio semelhante ao que vemos acima:
06
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