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Questão 8945767
ETECSP ETECSP 2013 2 FaseU Gerais 2013Homens recebem salários maiores que as mulheres no Brasil
Estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) mostra que, apesar do recente crescimento econômico e das políticas destinadas a reduzir as desigualdades, as diferenças salariais relacionadas à etnia e ao gênero continuam sendo significativas nos países latino-americanos.
De acordo com a pesquisa, os homens ganham mais que as mulheres em todas as faixas de idade, níveis de instrução, tipo de emprego ou de empresa. A disparidade é menor nas áreas rurais, em que as mulheres ganham, em média, o mesmo que os homens, independentemente da idade. Já nas áreas urbanas, a menor diferença salarial relacionada a gênero está na faixa mais jovem da população que possui nível universitário.
As diferenças salariais variam muito também entre os países pesquisados. O Brasil apresenta um dos maiores níveis de disparidade salarial. No país, os homens ganham aproximadamente a mais que as mulheres, quase o dobro da média do grupo das nações pesquisadas, que é de . Do grupo, o país que apresenta a menor diferença é a Bolívia.
O documento traz ainda algumas recomendações para reduzir essas disparidades. Por parte dos governos, a implementação de políticas no sentido de aumentar o nível educacional da população e da implementação de um maior número de creches, o que permitiria às mulheres mais dedicação à sua vida profissional. Já no âmbito familiar, uma divisão de tarefas mais igualitária, com os pais dividindo a criação dos filhos, o que daria às mulheres a possibilidade de manter suas carreiras.
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar corretamente queHOMENS recebem salários 30% maiores que as mulheres no Brasil. Disponível em: observatoriodegenero.gov.br/menu/noticias/homens-recebem-salarios-30-maiores-que-as-mulheres-no-brasil. Acesso em: 3 fev. 2013. Adaptado.
Questão 8945752
ETECSP ETECSP 2013 1 FaseU Gerais 2013Quando a rede vira um vício
Com o título "Preciso de ajuda", Carolina G. fez um desabafo aos integrantes da comunidade Viciados em Internet Anônimos, a que pertence: "Estou muito dependente da web. Não consigo mais viver normalmente". Essas frases dão a dimensão do tormento provocado pela dependência da internet, um mal que começa a ganhar relevo estatístico, sobretudo entre jovens de a anos.
Os estragos são enormes. Como ocorre com um viciado em álcool ou em drogas, o doente desenvolve uma tolerância que, nesse caso, o faz ficar on-line por uma eternidade sem se dar conta do exagero. Ele também sofre de constantes crises de abstinência quando está desconectado, e seu desempenho nas tarefas de natureza intelectual despenca. Diante da tela do computador, vive, aí sim, momentos de rara euforia, mas não percebe que vai, aos poucos, perdendo os elos com o mundo real até se aprisionar num universo paralelo e completamente virtual.
Não é fácil detectar o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da rede para estabelecer com ela uma relação doentia, porém, em todos os casos, a internet era apenas útil ou divertida e foi ganhando um espaço central, a ponto de a vida longe da rede ser descrita agora como sem sentido.
Mudança tão drástica se deu sem que os pais atentassem para a gravidade do que ocorria. Para o psiquiatra Daniel Spritzer, "a internet faz parte do dia a dia dos adolescentes e o isolamento é um comportamento típico dessa fase da vida, por isso a família raramente detecta o problema antes de ele ter fugido ao controle".
A ciência, por sua vez, já tem bem mapeados os primeiros sintomas da doença. De saída, o tempo na internet aumenta até culminar, pasme-se, numa rotina de catorze horas diárias, e as situações vividas na rede passam, então, a habitar mais e mais as conversas. É típico o aparecimento de olheiras profundas e ainda um ganho de peso relevante, resultado da troca de refeições por sanduíches — que prescindem de talheres e liberam uma das mãos para o teclado. Gradativamente, a vida social vai se extinguindo, como alerta a psicóloga Ceres Araujo: "Se a pessoa começa a ter mais amigos na rede do que fora dela, é um sinal claro de que as coisas não vão bem".
Com a rede, afinal, descortina-se uma nova dimensão de acesso às informações, à produção de conhecimento e ao próprio lazer, dos quais, em sociedades modernas, não faz sentido se privar, portanto toda a questão gira em torno da dose ideal, sobre a qual já existe um consenso acerca do razoável: até duas horas diárias, no caso de crianças e adolescentes. Desse modo, reduz-se drasticamente a possibilidade de que, no futuro, eles enfrentem o drama vivido hoje pelos jovens viciados.
ROGAR, Silvia; FIGUEIREDO, João; SOARES, Ronaldo. Quando a rede vira um vício. Veja, São Paulo, 24 mar. 2010. Adaptado.
Integrando a reportagem da revista Veja, há o depoimento da jovem Marília D., de anos.
O mundo paralelo é melhor
Com anos, ganhei meu primeiro computador e fui, pouco a pouco, me tornando dependente dele, sem me dar conta da gravidade disso. Há seis meses, desde que concluí a escola e fiquei ociosa, ainda sem saber qual faculdade seguir, passo em média oito horas por dia navegando — e sempre me parece insuficiente. Na internet me refugio da timidez. Tenho um blog e frequento as redes sociais, onde já conto com amigos e arranjei até namorado. Só me sobrou uma amiga dos tempos pré-internet, e as refeições eu faço apenas em frente à tela. Vivo num mundo tão à parte que, confesso, saio à rua e acho tudo estranho. Sou uma pessoa improdutiva, e o mais assombroso é que tenho total consciência disso. Ainda não procurei tratamento, mas talvez seja o caso.
Em "(...) e fui, pouco a pouco, me tornando dependente dele, sem me dar conta da gravidade disso", os pronomes em destaque são reflexivos, pois se referem ao próprio sujeito da oração.
Tendo essas informações como base, assinale a alternativa em que se emprega pronome reflexivo.
Questão 8945750
ETECSP ETECSP 2013 1 FaseU Gerais 2013Quando a rede vira um vício
Com o título "Preciso de ajuda", Carolina G. fez um desabafo aos integrantes da comunidade Viciados em Internet Anônimos, a que pertence: "Estou muito dependente da web. Não consigo mais viver normalmente". Essas frases dão a dimensão do tormento provocado pela dependência da internet, um mal que começa a ganhar relevo estatístico, sobretudo entre jovens de a anos.
Os estragos são enormes. Como ocorre com um viciado em álcool ou em drogas, o doente desenvolve uma tolerância que, nesse caso, o faz ficar on-line por uma eternidade sem se dar conta do exagero. Ele também sofre de constantes crises de abstinência quando está desconectado, e seu desempenho nas tarefas de natureza intelectual despenca. Diante da tela do computador, vive, aí sim, momentos de rara euforia, mas não percebe que vai, aos poucos, perdendo os elos com o mundo real até se aprisionar num universo paralelo e completamente virtual.
Não é fácil detectar o momento em que alguém deixa de fazer uso saudável e produtivo da rede para estabelecer com ela uma relação doentia, porém, em todos os casos, a internet era apenas útil ou divertida e foi ganhando um espaço central, a ponto de a vida longe da rede ser descrita agora como sem sentido.
Mudança tão drástica se deu sem que os pais atentassem para a gravidade do que ocorria. Para o psiquiatra Daniel Spritzer, "a internet faz parte do dia a dia dos adolescentes e o isolamento é um comportamento típico dessa fase da vida, por isso a família raramente detecta o problema antes de ele ter fugido ao controle".
A ciência, por sua vez, já tem bem mapeados os primeiros sintomas da doença. De saída, o tempo na internet aumenta até culminar, pasme-se, numa rotina de catorze horas diárias, e as situações vividas na rede passam, então, a habitar mais e mais as conversas. É típico o aparecimento de olheiras profundas e ainda um ganho de peso relevante, resultado da troca de refeições por sanduíches — que prescindem de talheres e liberam uma das mãos para o teclado. Gradativamente, a vida social vai se extinguindo, como alerta a psicóloga Ceres Araujo: "Se a pessoa começa a ter mais amigos na rede do que fora dela, é um sinal claro de que as coisas não vão bem".
Com a rede, afinal, descortina-se uma nova dimensão de acesso às informações, à produção de conhecimento e ao próprio lazer, dos quais, em sociedades modernas, não faz sentido se privar, portanto toda a questão gira em torno da dose ideal, sobre a qual já existe um consenso acerca do razoável: até duas horas diárias, no caso de crianças e adolescentes. Desse modo, reduz-se drasticamente a possibilidade de que, no futuro, eles enfrentem o drama vivido hoje pelos jovens viciados.
Na frase "A ciência, por sua vez, já tem bem mapeados os primeiros sintomas da doença", observa-se que os adjetivos "mapeados" e "primeiros" concordam com o substantivo "sintomas". Partindo dessas informações, conclui-se que, de acordo com a norma padrão, também está correta a concordância nominal em:ROGAR, Silvia; FIGUEIREDO, João; SOARES, Ronaldo. Quando a rede vira um vício. Veja, São Paulo, 24 mar. 2010. Adaptado.
Questão 8389783
IDECAN IDECAN 2013 Avulsas 2013Indique a alternativa que apresenta as palavras corretamente separadas silabicamente.
Questão 8389752
CESGRANRIO CESGRANRIO 2013 Avulsas 2013A palavra que deve ser acentuada pela mesma regra que olímpico é:
Questão 8389667
IDECAN IDECAN 2013 Avulsas 2013Com relação às palavras destacadas no trecho "... o número de universitários por lá continua muito pequeno. Nos cursos mais concorridos, são completa raridade. Na Faculdade de Direito, por exemplo, apenas 2% dos alunos são negros." , é correto afirmar que:
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