Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 20 10650728
CMPA 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2013Leia atentamente o texto e responda à questão assinalando a única alternativa correta.
Texto

Disponível em www.google.com.br/search?q=dom+quixote+em+tirinhas
Acesso em 30 de setembro de 2013.
Ao analisar texto e imagem, pode-se afirmar que
Questão 16 10650681
CMPA 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2013Leia atentamente o texto e responda à questão assinalando a única alternativa correta.
Texto
Dom Quixote dos tempos modernos
Eu, há já algum tempo vos tinha dito
Que eu era um Dom Quixote
Que me bato mesmo sem ter lança
Sem cavalo nem Sancho Pança.
Eu sou um Dom Quixote moderno.
Faço-me sempre advogado do diabo
Bato-me contra moinhos de vento
Mas os monstros, eu compreendo
Não estão cá para me escutar.
Bato-me contra as injustiças
Sem grandes possibilidades, confesso,
Bato-me com gritos de revolta.
Mas sempre em vão, sem sucesso.
Esta noite sonhei que me batia
Contra um inimigo forte em demasia.
Ele tinha armas poderosas, aviões,
Mesmo contra essas aeronaves eu combatia,
Com jactos de água das lanças do meu jardim.
Mas batia-me, batia-me, eu sou assim.
Bato-me como posso neste inferno.
Mas que querem? Isto está em mim!
Sou um Dom Quixote dos tempos modernos.
Alberto Rodrigues da Fonseca (autor português)
Disponível em http://sacavempoesia.blogspot.com.
Acesso em 15 de setembro de 2013.
Observe os versos abaixo.
“Mas que querem? Isto está em mim!
Sou um Dom Quixote dos tempos modernos.”
A pontuação utilizada ressalta a emotividade do poeta, destacando seus sentimentos.
Assinale a alternativa que, mesmo alterando a pontuação, mantém a intenção dos versos originais.
Questão 15 10650670
CMPA 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2013Leia atentamente o texto e responda à questão assinalando a única alternativa correta.
Texto
Dom Quixote dos tempos modernos
Eu, há já algum tempo vos tinha dito
Que eu era um Dom Quixote
Que me bato mesmo sem ter lança
Sem cavalo nem Sancho Pança.
Eu sou um Dom Quixote moderno.
Faço-me sempre advogado do diabo
Bato-me contra moinhos de vento
Mas os monstros, eu compreendo
Não estão cá para me escutar.
Bato-me contra as injustiças
Sem grandes possibilidades, confesso,
Bato-me com gritos de revolta.
Mas sempre em vão, sem sucesso.
Esta noite sonhei que me batia
Contra um inimigo forte em demasia.
Ele tinha armas poderosas, aviões,
Mesmo contra essas aeronaves eu combatia,
Com jactos de água das lanças do meu jardim.
Mas batia-me, batia-me, eu sou assim.
Bato-me como posso neste inferno.
Mas que querem? Isto está em mim!
Sou um Dom Quixote dos tempos modernos.
Alberto Rodrigues da Fonseca (autor português)
Disponível em http://sacavempoesia.blogspot.com.
Acesso em 15 de setembro de 2013.
Considerando a relação que se estabelece entre o autor do texto e seus interlocutores, pode-se afirmar que
Questão 14 10650658
CMPA 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2013Leia atentamente o texto e responda à questão assinalando a única alternativa correta.
Texto
Dom Quixote dos tempos modernos
Eu, há já algum tempo vos tinha dito
Que eu era um Dom Quixote
Que me bato mesmo sem ter lança
Sem cavalo nem Sancho Pança.
Eu sou um Dom Quixote moderno.
Faço-me sempre advogado do diabo
Bato-me contra moinhos de vento
Mas os monstros, eu compreendo
Não estão cá para me escutar.
Bato-me contra as injustiças
Sem grandes possibilidades, confesso,
Bato-me com gritos de revolta.
Mas sempre em vão, sem sucesso.
Esta noite sonhei que me batia
Contra um inimigo forte em demasia.
Ele tinha armas poderosas, aviões,
Mesmo contra essas aeronaves eu combatia,
Com jactos de água das lanças do meu jardim.
Mas batia-me, batia-me, eu sou assim.
Bato-me como posso neste inferno.
Mas que querem? Isto está em mim!
Sou um Dom Quixote dos tempos modernos.
Alberto Rodrigues da Fonseca (autor português)
Disponível em http://sacavempoesia.blogspot.com.
Acesso em 15 de setembro de 2013.
O Dom Quixote dos tempos modernos é um sujeito que
Questão 13 10650643
CMPA 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2013Leia atentamente o texto e responda à questão assinalando a única alternativa correta.
Texto
Dom Quixote dos tempos modernos
Eu, há já algum tempo vos tinha dito
Que eu era um Dom Quixote
Que me bato mesmo sem ter lança
Sem cavalo nem Sancho Pança.
Eu sou um Dom Quixote moderno.
Faço-me sempre advogado do diabo
Bato-me contra moinhos de vento
Mas os monstros, eu compreendo
Não estão cá para me escutar.
Bato-me contra as injustiças
Sem grandes possibilidades, confesso,
Bato-me com gritos de revolta.
Mas sempre em vão, sem sucesso.
Esta noite sonhei que me batia
Contra um inimigo forte em demasia.
Ele tinha armas poderosas, aviões,
Mesmo contra essas aeronaves eu combatia,
Com jactos de água das lanças do meu jardim.
Mas batia-me, batia-me, eu sou assim.
Bato-me como posso neste inferno.
Mas que querem? Isto está em mim!
Sou um Dom Quixote dos tempos modernos.
Alberto Rodrigues da Fonseca (autor português)
Disponível em http://sacavempoesia.blogspot.com.
Acesso em 15 de setembro de 2013.
Ao longo do poema, a forma verbal bato-me é utilizada em sentido diferente do usual.
Assinale a alternativa cujo sentido do termo destacado equivale ao empregado no poema.
Questão 12 10650630
CMPA 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2013Leia atentamente o texto e responda à questão assinalando a única alternativa correta.
Texto
Uma história de Dom Quixote
Moacyr Scliar
Quando se fala num quixote, as pessoas logo pensam num desastrado, num sujeito que
não consegue fazer nada direito, que tem boas ideias, mas sempre quebra a cara. E até
repetem aquela história que o escritor espanhol Cervantes contou sobre o Dom Quixote.
Ele era um daqueles cavaleiros andantes que usavam armadura, lança e escudo;
[5] percorria as planícies da Espanha num cavalo muito magro e muito feio, chamado Rocinante,
procurando inimigos a quem pudesse desafiar em nome da moça que amava, e que ele
chamava de Dulcineia. Pois um dia este Quixote avistou ao longe uns moinhos de vento.
Naquela época, vocês sabem, o trigo era moído desta maneira: havia um enorme cata-vento
que fazia girar a máquina de moer. Pois o Dom Quixote viu, nesses moinhos, gigantes que
[10] agitavam os braços, desafiando-os para a luta.
Sancho Pança, seu ajudante, tentou convencê-lo de que não havia gigante nenhum;
mas foi inútil.
Dom Quixote estava certo de que aquele era o grande combate de sua vida.
Empunhando a lança, partiu a galope contra os gigantes...
[15] O resultado, diz Cervantes, foi desastroso. A lança do cavaleiro ficou presa nas asas do
moinho, ele foi levantado no ar e depois jogado para longe. Para Sancho, e para todas as
pessoas que ali viviam, uma clara prova de que o homem era mesmo maluco.
Essa era a história que Cervantes contava. Já meu tatara-tatara-tataravô, que também
conheceu o Dom Quixote, narrava o episódio de uma maneira inteiramente diferente. Ele dizia
[20] que, de fato, Dom Quixote viu os moinhos e que ficou fascinado com eles, mas não por
confundi-los com gigantes. “Se eu conseguir enfiar minha lança naquelas asas que giram”,
pensou, “e se puder aguentar firme, terei descoberto uma coisa sensacional.”
E foi o que ele tentou. Não deu completamente certo, porque nada do que a gente faz
dá completamente certo; mas, no momento em que a asa do moinho levantava o Dom
[25] Quixote, ele viveu o seu momento de glória. Estava subindo, como os astronautas hoje
sobem; estava avistando uma paisagem maravilhosa, os campos cultivados, as casas,
talvez o
mar, lá longe, talvez as terras de além-mar, com as quais todo o mundo sonhava. Mais que
isso, ele tinha descoberto uma maneira sensacional de se divertir.
É verdade que levou um tombo, um tombo feio. Mas isso, naquele momento, não tinha
[30] importância. Não para Dom Quixote, o inventor da roda-gigante.
Extraído e adaptado de
FILHO, Otavio Frias et al. Vice-versa ao contrário:histórias clássicas recontadas.
São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1993.
O termo isso (linha 28) refere-se ao momento em que
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