Questões de EFAF Português
15.488 Questões
Questão 4 10679387
SENAI 1º Ano - CGE 2070 2013/2Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Fonte: CAMÕES, L. Disponível em: http://pensador.uol.com.br/frase/MTY2OTM/. Acesso em: 25/08/2012.
Neste poema, Camões procura conceituar o que é o amor, a partir do uso de uma figura de linguagem denominada paradoxo.
Esse recurso reforça a ideia de que o amor
Questão 3 10679353
SENAI 1º Ano - CGE 2070 2013/2Assinale a alternativa que segue corretamente as regras de pontuação.
Fonte: ASSIS, M. Contos: uma antologia. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.
Questão 1 10679329
SENAI 1º Ano - CGE 2070 2013/2Os vocábulos obedecem à mesma regra de acentuação gráfica em:
Questão 37 10660053
CMSM 6º Ano 2013Leia a tirinha da Mafalda para responder o item.
TEXTO

http://guniceramos-eunice, blogspot.com,br/2012/04/tirinhas-da-mafalda 07.html
No terceiro quadrinho, a expressão “temos que” indica:
Questão 36 10660017
CMSM 6º Ano 2013TEXTO 1
Aprendizagem

Flávio Carneiro
– Mãe, cabelo demora quanto tempo pra crescer?
– Hã?
– Se eu cortar meu cabelo hoje, quando é que ele vai crescer de
novo?
[5] – Cabelo está sempre crescendo, Beatriz. É que nem unha.
A comparação deixa a menina meio confusa. Ela não está
preocupada com unhas.
– Todo dia, mãe?
– É, só que a gente não repara.
[10] – Por quê?
– Porque as pessoas têm mais o que fazer, não acha?
A menina não sabe se essa é uma pergunta do tipo que precisa ser respondida ou
é daquelas que a gente ouvc e pronto. Prefere não responder.
– Você é muito ocupada, não é, mãe?
[15] – Hã?
– Nada, não.
A mãe termina de passar a roupa e vai guardando tudo no armário.
Enquanto isso, Beatriz corre até o quartinho de costura, pega a fita métrica e
mede novamente o cabelo da boneca. Ela tinha cortado aquele cabelo com todo o
[20] cuidado do mundo, pra ficar parecido com o da mãe, mas a verdade é que ficou meio
torto.
“Nada, não cresceu nada”, ela conclui, guardando a fita. E já tem uma semana!
Depois volta para onde está a mãe, que agora lustra os móveis.
– Mãe, existe alguma doença que faz o cabelo da gente não crescer?
[25] – Mas de novo essa conversa de cabelo! Não tem outra coisa pra pensar não,
criatura?
Sobre essa pergunta não há dúvida: é do tipo que você não deve responder.
A mãe continua trabalhando. Precisa se apressar. Dali a pouco a patroa chega da
rua e o almoço nem está pronto ainda.
– Mãe!
– O que foi?
[30] – E que eu estava aqui pensando.
– Pensando o quê?
Beatriz não responde. Espera um pouco, tentando achar as palavras certas.
– Vai, fala logo.
– Quando a gente faz uma coisa, sabe, e não dá mais para voltar atrás,
[35] entendeu?
– Não, não entendi.
Ela baixa a cabeça, dá um tempinho e resolve arriscar.
– Então, se você não entendeu, posso continuar perguntando sobre cabelo?
– Ai, meu Deus!
[40] Beatriz deixa a mãe trabalhando e vai procurar de novo sua boneca.
Pega a boneca no colo e diz no ouvido dela:
– Não liga, não. Cabelo de boneca é assim mesmo, cresce devagar, viu?
E com um carinho:
– Foi minha mãe que me ensinou.
http://revistacscola.abril.com.br/fundamental-1/aprendizagem-634175.shtml
TEXTO 3
Reconstruindo o mundo
Paulo Coelho
O pai estava tentando ler o jornal, mas o filho pequeno não parava de perturbá-
lo. Já cansado com aquilo, arrancou uma folha — que mostrava o mapa do mundo —
cortou-a em vários pedaços, e entregou-a ao filho.
“Pronto, aí tem algo para você fazer. Eu acabo de lhe dar um mapa do mundo, e
[5] quero ver se você consegue montá-lo exatamente como é”.
Voltou a ler seu jornal, sabendo que aquilo ia manter o menino ocupado pelo
resto do dia.
Quinze minutos depois, porém, o garoto voltou com o mapa.
“Sua mãe andou lhe ensinando geografia?”, perguntou o pai, aturdido.
[10] “Nem sei o que é isso”, respondeu o menino. “Acontece que, do outro lado da
folha, estava o retrato de um homem. E, uma vez que eu consegui reconstruir o
homem, eu também reconstruí o mundo”.
http://pensador.uol.com.br/poemas de pai para filho/
O texto, Aprendizagem, e o texto, Reconstruindo o mundo, apresentam estreita relação no que diz respeito ao enfoque temático dado às relações familiares.
Marque a alternativa que expressa esse enfoque comum aos dois textos:
Questão 34 10659588
CMSM 6º Ano 2013Leia o texto de Paulo Coelho para responder o item.
TEXTO
Reconstruindo o mundo
Paulo Coelho
O pai estava tentando ler o jornal, mas o filho pequeno não parava de perturbá-
lo. Já cansado com aquilo, arrancou uma folha — que mostrava o mapa do mundo —
cortou-a em vários pedaços, e entregou-a ao filho.
“Pronto, aí tem algo para você fazer. Eu acabo de lhe dar um mapa do mundo, e
[5] quero ver se você consegue montá-lo exatamente como é”.
Voltou a ler seu jornal, sabendo que aquilo ia manter o menino ocupado pelo
resto do dia.
Quinze minutos depois, porém, o garoto voltou com o mapa.
“Sua mãe andou lhe ensinando geografia?”, perguntou o pai, aturdido.
[10] “Nem sei o que é isso”, respondeu o menino. “Acontece que, do outro lado da
folha, estava o retrato de um homem. E, uma vez que eu consegui reconstruir o
homem, eu também reconstruí o mundo”.
http://pensador.uol.com.br/poemas de pai para filho/
O emprego de uma palavra no seu contexto permite-nos, muitas vezes, identificar seu significado, mesmo sem conhecê-la.
Observando o contexto em que se encontra a palavra “aturdido” (Linha 09) no texto, qual seria a substituição mais adequada para que seu sentido fosse mantido?
06
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