Questões de EFAF Português
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Questão 10 10735922
CMRJ 6º Ano - Português 2013TEXTO

Capa do livro de João Mauel Ribeiro escaneada.
Cibernauta
João Manuel Ribeiro
Do meu computador
fiz nave espacial,
da nave fiz casa,
da casa fiz asa,
[5] da asa fiz voo,
do voo fiz ilusão
- e nunca saí do chão.
A alternativa que melhor resume o texto é:
Questão 8 10735920
CMRJ 6º Ano - Português 2013TEXTO
O mundo do menino impossível
Jorge de Lima
Fim da tarde, boquinha da noite
com as primeiras estrelas
e os derradeiros1 sinos.
Entre as estrelas e lá detrás da igreja,
[5] surge a lua cheia
para chorar com os poetas.
E vão dormir as duas coisas novas desse mundo:
o sol e os meninos.
Mas ainda vela
[10] o menino impossível
aí do lado
enquanto todas as crianças mansas
dormem
acalentadas
[15] por Mãe-negra noite.
O menino impossível
que destruiu
os brinquedos perfeitos
que os vovôs deram,
[20] (...)
que destruiu até
os soldados de chumbo de Moscou
e furou os olhos de um Papai Noel,
brinca com sabugos de milho,
[25] caixas vazias,
tacos de pau,
pedrinhas brancas do rio...
“Faz de conta que os sabugos
são bois...”
[30] “Faz de conta...”
“Faz de conta...”
E os sabugos de milho
mugem como bois de verdade...
e os tacos que deveriam ser
[35] soldadinhos de chumbo são
cangaceiros de chapéus de couro...
E as pedrinhas balem2!
coitadinhas das ovelhas mansas
longe das mães
[40] presas nos currais de papelão!
É boquinha da noite
no mundo que o menino impossível
povoou sozinho!
A mamãe cochila.
[45] O papai cabeceia.
O relógio badala.
E vem descendo
uma noite encantada
da lâmpada que expira3
[50] lentamente
na parede da sala...
O menino pousa a testa
e sonha dentro da noite quieta
da lâmpada apagada
[55] com o mundo maravilhoso
que ele tirou do nada...
Xô! Xô! Pavão!
Sai de cima do telhado
Deixa o menino dormir
Seu soninho sossegado!
Disponível em http://valtersantos.webnode.es/news/pagina%20lan%C3%A7ada/ . Acesso em 17 jun 2013.
Vocabulário:
1. derradeiros (verso 3) – últimos, finais
2. balem (verso 37) – som emitido pelas ovelhas.
3. expira (verso 49) – finda, morre (apaga).
O diminutivo, além de indicar tamanho, também é utilizado para exprimir afetividade ou carinho.
O verso em que se utiliza o diminutivo apenas com o sentido de afetividade é
Questão 7 10735919
CMRJ 6º Ano - Português 2013TEXTO
O mundo do menino impossível
Jorge de Lima
Fim da tarde, boquinha da noite
com as primeiras estrelas
e os derradeiros1 sinos.
Entre as estrelas e lá detrás da igreja,
[5] surge a lua cheia
para chorar com os poetas.
E vão dormir as duas coisas novas desse mundo:
o sol e os meninos.
Mas ainda vela
[10] o menino impossível
aí do lado
enquanto todas as crianças mansas
dormem
acalentadas
[15] por Mãe-negra noite.
O menino impossível
que destruiu
os brinquedos perfeitos
que os vovôs deram,
[20] (...)
que destruiu até
os soldados de chumbo de Moscou
e furou os olhos de um Papai Noel,
brinca com sabugos de milho,
[25] caixas vazias,
tacos de pau,
pedrinhas brancas do rio...
“Faz de conta que os sabugos
são bois...”
[30] “Faz de conta...”
“Faz de conta...”
E os sabugos de milho
mugem como bois de verdade...
e os tacos que deveriam ser
[35] soldadinhos de chumbo são
cangaceiros de chapéus de couro...
E as pedrinhas balem2!
coitadinhas das ovelhas mansas
longe das mães
[40] presas nos currais de papelão!
É boquinha da noite
no mundo que o menino impossível
povoou sozinho!
A mamãe cochila.
[45] O papai cabeceia.
O relógio badala.
E vem descendo
uma noite encantada
da lâmpada que expira3
[50] lentamente
na parede da sala...
O menino pousa a testa
e sonha dentro da noite quieta
da lâmpada apagada
[55] com o mundo maravilhoso
que ele tirou do nada...
Xô! Xô! Pavão!
Sai de cima do telhado
Deixa o menino dormir
Seu soninho sossegado!
Disponível em http://valtersantos.webnode.es/news/pagina%20lan%C3%A7ada/ . Acesso em 17 jun 2013.
Vocabulário:
1. derradeiros (verso 3) – últimos, finais
2. balem (verso 37) – som emitido pelas ovelhas.
3. expira (verso 49) – finda, morre (apaga).
“Mas ainda vela / o menino impossível” (versos 9 e 10). O dicionário apresenta algumas definições para o verbo velar.
A alternativa cujo significado melhor se encaixa no fragmento citado é
Questão 5 10735915
CMRJ 6º Ano - Português 2013TEXTO
O mundo do menino impossível
Jorge de Lima
Fim da tarde, boquinha da noite
com as primeiras estrelas
e os derradeiros1 sinos.
Entre as estrelas e lá detrás da igreja,
[5] surge a lua cheia
para chorar com os poetas.
E vão dormir as duas coisas novas desse mundo:
o sol e os meninos.
Mas ainda vela
[10] o menino impossível
aí do lado
enquanto todas as crianças mansas
dormem
acalentadas
[15] por Mãe-negra noite.
O menino impossível
que destruiu
os brinquedos perfeitos
que os vovôs deram,
[20] (...)
que destruiu até
os soldados de chumbo de Moscou
e furou os olhos de um Papai Noel,
brinca com sabugos de milho,
[25] caixas vazias,
tacos de pau,
pedrinhas brancas do rio...
“Faz de conta que os sabugos
são bois...”
[30] “Faz de conta...”
“Faz de conta...”
E os sabugos de milho
mugem como bois de verdade...
e os tacos que deveriam ser
[35] soldadinhos de chumbo são
cangaceiros de chapéus de couro...
E as pedrinhas balem2!
coitadinhas das ovelhas mansas
longe das mães
[40] presas nos currais de papelão!
É boquinha da noite
no mundo que o menino impossível
povoou sozinho!
A mamãe cochila.
[45] O papai cabeceia.
O relógio badala.
E vem descendo
uma noite encantada
da lâmpada que expira3
[50] lentamente
na parede da sala...
O menino pousa a testa
e sonha dentro da noite quieta
da lâmpada apagada
[55] com o mundo maravilhoso
que ele tirou do nada...
Xô! Xô! Pavão!
Sai de cima do telhado
Deixa o menino dormir
Seu soninho sossegado!
Disponível em http://valtersantos.webnode.es/news/pagina%20lan%C3%A7ada/ . Acesso em 17 jun 2013.
Vocabulário:
1. derradeiros (verso 3) – últimos, finais
2. balem (verso 37) – som emitido pelas ovelhas.
3. expira (verso 49) – finda, morre (apaga).
A expressão “boquinha da noite”, presente em duas passagens do poema, é sinônimo de
Questão 2 10735910
CMRJ 6º Ano - Português 2013TEXTO
Nas experiências pessoais, o caminho para a criatividade
Por Roberta Jansen
Talento pode ser desenvolvido e envolve motivação, flexibilidade, capacidade de pensar diferente e até mesmo brincadeiras.

Imagem retirada de http://migre.me/fzYRH, em 23/07/2013.
Almejada1 por todos, invejada por muitos, a criatividade é normalmente vista como
algo exclusivo de alguns poucos gênios ou, ao menos, de privilegiados dotados de
inteligência acima da média. Mas não é bem assim, garantem especialistas. A criatividade
pode não apenas ser aprendida como também estimulada, segundo alguns recentes estudos
[5] da neurociência2 revelados pela revista “New Scientist”.
A criatividade é normalmente definida como a capacidade para criar, inventar e
inovar, seja no campo artístico, científico ou em qualquer outro. Mas não se trata,
necessariamente, de um talento inato3, como muitos imaginam. Experiências vividas são a
principal matéria-prima para as ideias originais.
[10] (...)
Não por acaso, brincar é apontado como uma das principais formas de estimular a
criatividade e, por isso mesmo, absolutamente fundamental ao desenvolvimento das
crianças. Mas os adultos não devem abrir mão das brincadeiras, como sugere um estudo
desenvolvido na Universidade do Colorado. Ao brincar, as pessoas experimentam novidades
[15] sem medo de errar, sem medo de ser punido.
- Brincar encoraja a correrem riscos _ explica o autor do estudo, Marc Bekoff. - A
busca por novidade e o desejo por coisas novas são uma marca das brincadeiras. Aspectos
centrais da criatividade.
(Jornal O Globo, “Ciência/saúde”, 17/05/09, p. 39.)
Vocabulário:
1. Almejada (linha 1) – desejada.
2. Neurociência (linha 5) – ciência que estuda o sistema nervoso.
3. Inato (linha 8) – de nascimento, que nasce com.
Em “Mas não é bem assim, garantem os especialistas” (linha 3), a palavra sublinhada expressa uma ideia de
Questão 18 10728088
IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2013
“[...] A verdade, meu querido, é que a vida, o mundo dobra-se sempre às nossas decisões. Não nos esqueçamos das cicatrizes feitas pela morte. Nossa plenitude, eis o que importa. Elaboremos em nós as forças que nos farão plenos e verdadeiros.”
(LYGIA FAGUNDES TELLES, em As Meninas)
Na oração: “Nossa plenitude, eis o que importa”, os vocábulos grifados são, sucessivamente,
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