Questões de EFAF Português
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Questão 11 10740859
COLTEC 2013Em O exército de um homem só, há o uso recorrente do tempo verbal no futuro
Assinale o trecho desse romance em que a previsão, expressa pelo tempo verbal no futuro, NÃO se realiza na narrativa.
Questão 10 10740858
COLTEC 2013Em O exército de um homem só, o protagonista da história transformou a sua construtora em mais uma Nova Birobidjan.
A alternativa que NÃO confirma esse fato é a
Questão 9 10740855
COLTEC 2013Assinale a alternativa em que o emprego da forma diminutiva nas palavras destacadas NÃO gera um sentido pejorativo no trecho onde se encontram.
Questão 8 10740851
COLTEC 2013Ordene de 1 a 4 os trechos abaixo, indicando a sequência temporal dos fatos do enredo de O exército de um homem só.
( ) “— Eu mesmo queria prepará-lo. Foi um prêmio, não vês?...
— Que prêmio! Era um ovo igual aos outros. Come.
— Não, Leia...
— Come.
— Eu não gostaria...
— Come. Eu tenho de ir embora.”
( ) “Leia tirou a aliança e tentava enfiá-la na boca do marido.
— Come, sem-vergonha! Come, ordinário! Come!”
( ) “— Minha vida — dizia a Leia — é como esta pílula achatada, branca, amarga...
— Tome a pílula — respondia Leia — e depois come. A sopa está boa.”
( ) “Pegou a colher, soltou-a. Queria falar; queria contar sobre Nova Birobidjan, sobre os Companheiros Animais, o Palácio da Cultura, as plantações; sobre Nova Birobidjan...
— Come — disse Leia.”
Assinale a sequência CORRETA.
Questão 7 10740850
COLTEC 2013INSTRUÇÃO: Para responder as questões, leia o TEXTO.
TEXTO

[1] Cerca de 2 mil brasileiros se casam todo dia. A partir do momento em que ingressa
na vida a dois, cada uma dessas pessoas começa a fazer uma ousada experiência, e não
só emocional. Um casamento pode facilitar ou dificultar a realização de qualquer desejo
ou projeto pessoal. Alguns casais deslancham: atuam em dupla, somam as inteligências
[5]e tomam decisões melhores à base de muita conversa e respeito intelectual mútuo.
Outros casais se tornam menos que a soma das duas partes: afundam em impasses,
sabotagem mútua e, eventualmente, separações destrutivas.
O poder do casamento, tanto para multiplicar quanto para destruir riqueza, foi
medido em 2005 por um estudo da Universidade Ohio, nos Estados Unidos, que
[10]acompanhou 9 mil pessoas durante 15 anos. Tratando-se de prosperidade média, a
análise mostrou três grupos bem definidos: no meio, os que permaneceram solteiros,
que enriqueceram de forma lenta e regular. Num extremo ruim, os que casaram, tiveram
uma má experiência e se separaram. Eles perderam, em média, 77% do patrimônio,
ao longo de um período de anos antes e depois da separação. No outro extremo — os
[15]que casaram e permaneceram casados — eles acumularam, na média, 93% mais riqueza
que os solteiros. O estudo não explicou se os casamentos bons e duradouros tornam as
pessoas mais prósperas. Ou vice-versa: se a prosperidade faz o amor durar.
SILVEIRA, M.; CORNACHIONE, D. O seu, o meu e o nosso. Disponível em: . Acesso em 27 maio 2012. (Adaptado).
Associando o TEXTO com o livro O exército de um homem só, é CORRETO afirmar que Mayer Guinzburg e Leia é um exemplo de casal que
Questão 6 10740848
COLTEC 2013Texto 1 - Casais inteligentes enriquecem juntos: construindo o ninho
[1] O tradicional conselho de família diz que comprar um imóvel é melhor do que
alugar. Cuidado: esse era um conselho muito bom na época em que as taxas de inflação
eram elevadas e o mercado financeiro não oferecia alternativas de investimento que
acompanhassem a inflação. Comprar pode ser o pior negócio, a não ser que a moradia
[5]esteja em local com grande potencial de valorização ou quando o casal dispõe de
recursos disponíveis no Fundo de Garantia suficientes para pagar uma significativa
parte do valor do imóvel — pelo menos 30%. Isso porque o saldo do FGTS rende
juros muito baixos — 3% ao ano mais TR, ou seja, 3% a menos que a caderneta de
poupança! Mesmo nessa situação, porém, é preciso pensar duas vezes e fazer as contas
[10]se vocês tiverem de financiar o restante do valor do imóvel durante um prazo muito
longo. Adiem a compra e esperem formar um fundo maior, se for o caso.
Pensem da seguinte forma: se hoje vocês recebem de herança uma casa avaliada
em R$ 100.000,00, qual é a melhor escolha: vendê-la ou alugá-la a terceiros?
Opção 1: se vocês venderem a casa e aplicarem essa quantia em um bom fundo
[15]DI, a juros líquidos (após impostos) de cerca de 1% ao mês, receberão R$ 1.000,00
ao mês de renda.
Opção 2: se vocês optarem por ficar com a casa e alugá-la, não receberão mais do
que 0,8% do valor do imóvel, isto é, cerca de R$ 800,00 ao mês de renda, sem contar
a taxação do imposto de renda e os riscos: não receber o aluguel ou ter de arcar com
[20]os gastos de manutenção (e condomínio, no caso de apartamento) no período em que
o imóvel permanecer vago.
A opção 1 é claramente melhor, sobretudo se considerarmos que existem alternativas
mais rentáveis de investimento e que nem sempre se consegue alugar um imóvel a
preços de mercado. Essa situação somente se inverte quando a região em que o casal
[25]opta por morar tem grande potencial de valorização imobiliária. Nas grandes cidades,
porém, isso é cada vez mais raro.
O raciocínio a ser utilizado na aquisição de um imóvel é o da outra parte na
negociação. Se alugar é um péssimo negócio para os proprietários, é um ótimo negócio
para os inquilinos. Entre comprar uma casa à vista e alugar outra de mesmo valor, é
[30]melhor alugar. Em vez de desembolsar R$ 100.000,00, apliquem esse valor e paguem
com sobra um aluguel de R$ 800, 00, já que a renda mensal com os juros será em
torno de R$ 1.000,00.
CERBASI, G. Casais inteligentes enriquecem juntos: construindo o ninho. São Paulo: Gente, 2004. p. 55-56. (Adaptado).
Texto 2 -

[1] Cerca de 2 mil brasileiros se casam todo dia. A partir do momento em que ingressa
na vida a dois, cada uma dessas pessoas começa a fazer uma ousada experiência, e não
só emocional. Um casamento pode facilitar ou dificultar a realização de qualquer desejo
ou projeto pessoal. Alguns casais deslancham: atuam em dupla, somam as inteligências
[5]e tomam decisões melhores à base de muita conversa e respeito intelectual mútuo.
Outros casais se tornam menos que a soma das duas partes: afundam em impasses,
sabotagem mútua e, eventualmente, separações destrutivas.
O poder do casamento, tanto para multiplicar quanto para destruir riqueza, foi
medido em 2005 por um estudo da Universidade Ohio, nos Estados Unidos, que
[10]acompanhou 9 mil pessoas durante 15 anos. Tratando-se de prosperidade média, a
análise mostrou três grupos bem definidos: no meio, os que permaneceram solteiros,
que enriqueceram de forma lenta e regular. Num extremo ruim, os que casaram, tiveram
uma má experiência e se separaram. Eles perderam, em média, 77% do patrimônio,
ao longo de um período de anos antes e depois da separação. No outro extremo — os
[15]que casaram e permaneceram casados — eles acumularam, na média, 93% mais riqueza
que os solteiros. O estudo não explicou se os casamentos bons e duradouros tornam as
pessoas mais prósperas. Ou vice-versa: se a prosperidade faz o amor durar.
SILVEIRA, M.; CORNACHIONE, D. O seu, o meu e o nosso. Disponível em: . Acesso em 27 maio 2012. (Adaptado).
No TEXTO 2, um dos recursos linguísticos explorados pelos autores foi o uso do verbo no modo imperativo como no seguinte trecho:
“Divida o dinheiro da família em três contas. Uma comum aos dois e outra para cada um usar como quiser.”
Assinale a alternativa em que, no TEXTO 1, foi utilizado outro recurso linguístico para produzir o mesmo efeito de sentido do uso do imperativo no trecho acima
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