Questões de EFAF Ciências - Corpo humano
1.319 Questões
Questão 9 10727597
CMC 6º Ano - Português 2015Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
Se crudivorismo só permite consumo de vegetais crus, vegetarianismo, no seu sentindo puro, permite, então, o consumo de:
Questão 8 10727596
CMC 6º Ano - Português 2015Cuidado com as dietas alternativas
Crianças induzidas a seguir dietas restritivas, do vegetarianismo mais flexível, que corta do cardápio apenas a carne vermelha, ao radical crudivorismo, que só permite o consumo de vegetais crus, podem sofrer carências de nutrientes indispensáveis para um desenvolvimento saudável. “Esses nutrientes são obtidos por meio de uma dieta balanceada, que inclui frutas, cereais, leguminosas, hortaliças e fontes de proteína animal, como carnes e ovos”, explica a nutricionista Mônica Venturineli, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Quanto mais limitada a alimentação, maiores são os riscos à saúde da criança. Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que a dos adultos. “Durante a fase de crescimento, cálcio, ferro, zinco, magnésio e vitaminas do complexo B são essenciais para o desenvolvimento físico e das capacidades intelectual e cognitiva da criança”, explica o endocrinologista e nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Somente na idade adulta – e com orientação médica – os alimentos de origem animal poderão ser substituídos sem comprometer a saúde.
(Revista Veja. São Paulo: Editora Abril, 05 dez 98. nº 2298)
No período “Afinal, as necessidades proteicas, vitamínicas e minerais dos pequenos são maiores que as dos adultos”, o vocábulo grifado refere-se:
Questão 6 10727592
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Segundo o texto, entre as causas que contribuíram para o aparecimento de uma geração de crianças sedentárias e que se alimentam mal, duas delas são:
Questão 5 10727591
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Do período “Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram drasticamente.” (linhas 1 e 2), pode-se entender que:
Questão 2 10727587
CMC 6º Ano - Português 2015Obesidade infantil
Ao longo das últimas décadas, os hábitos de vida e de alimentação das crianças mudaram
drasticamente. O atual estado de insegurança que levou a maior parte das famílias das grandes cidades a
se mudar de casas para apartamentos, a melhora na renda das famílias de classe baixa e o maior acesso
aos alimentos industrializados, entre outros fatores, potencializaram o surgimento de uma geração de
[5]crianças que se exercita cada vez menos e consome cada vez mais calorias. Mas, ao contrário de
antigamente, quando os quilinhos a mais eram orgulho dos pais, por supostamente serem sinônimos de
saúde, hoje se sabe que eles são porta de entrada para uma das principais epidemias do século 21: a
obesidade infantil.
Dados recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria
[10]com o Ministério de Saúde apontam que uma em cada três crianças de cinco a nove anos de idade está
acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre os meninos, 16,6% são
obesos, enquanto as meninas somam 11,8%.
Comparado com pesquisas anteriores, o excesso de peso entre as crianças mais do que triplicou
desde 1974: passou de 9,7% para 33,5% atualmente. A obesidade entre os meninos era de apenas 2,9%
[15]do total e nas meninas o índice era de apenas 1,8%.
Uma em cada três crianças sofre com a doença no Brasil, e projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS) apontam que até 2025 o número de crianças com sobrepeso e obesidade pode chegar a 75
milhões, caso nada seja feito. A obesidade na infância pode resultar em sérios riscos à saúde e, no futuro,
desencadear ainda outros problemas de saúde, como apneia do sono, déficit de atenção, problemas sociais
[20]e psicológicos, como estigmatização e baixa autoestima, colesterol elevado, problemas nas articulações e
maior risco de acidente vascular cerebral. O excesso de peso adquirido na infância também pode evoluir
para outros problemas de saúde crônicos associados à obesidade como diabetes, pressão arterial alta e
infarto, decorrentes do grande acúmulo de gordura e açúcares no organismo iniciado precocemente.
É fundamental agir assim que for detectado que a criança está com excesso de peso. Se a
[25]obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento
saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.
Já os adolescentes com excesso de peso têm 80% de chance de se tornarem adultos obesos. Mas,
com atitudes simples, é possível combater e reverter esse problema.
(GENTIL, Daniel. Revista Voz de Esperança. ano 18, nr 8; 2015, p. 6)
Em “Se a obesidade não for tratada até os dois anos de idade, mesmo que a criança siga com um crescimento saudável, as chances de a criança se tornar obesa chegam a 20%.” (linhas 24 a 26), os termos sublinhados expressam, respectivamente, as noções de:
Questão 21 10727567
CMC 6º Ano - Matemática 2015Um aluno encontrou uma pesquisa sobre o excesso de peso das mochilas escolares. Esse excesso pode provocar dor nas costas, nas pernas, nos pés, nos ombros ou nos braços. Os médicos recomendam que o peso da mochila que um estudante carrega seja, no máximo, 20% do peso do estudante. O aluno montou a tabela a seguir com alguns de seus colegas, registrando o peso das suas mochilas em um determinado dia.

O aluno que está carregando a mochila acima do peso é:
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