Questões de EFAF Ciências
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Questão 4 10698139
CMRJ 6° Ano - Português 2017TEXTO
Da utilidade dos animais
Terceiro dia de aula. A professora é um amor. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida, como nós, e além disso são muito úteis. Quem não sabe que o cachorro é o maior amigo da gente? Cachorro faz muita falta. Mas não
[5] é só ele não. A galinha, o peixe, a vaca... Todos ajudam,
- Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
- Aquele? É o iaque, um boi da Ásia Central. Aquele serve de montaria e de burro de carga. Do pelo se fazem perucas bacanas. E a carne, dizem que é gostosa. -Mas se serve de montaria, como é que a gente vai comer ele?
[10] - Bem, primeiro serve para uma coisa, depois para outra. Vamos adiante. Este é o texugo. Se vocês quiserem pintar a parede do quarto, escolham pincel de texugo. Parece que é ótimo.
- Ele faz pincel, professora?
- Quem, o texugo? Não, só fornece o pelo. Para pincel de barba também, que o [15] Arturzinho vai usar quando crescer.
Arturzinho objetou que pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade do
canguru: -Bolsas, malas, maletas, tudo isso o couro do canguru dá pra gente. Não falando da carne Canguru è utilíssimo.
[20] -Vivo, fessora? - A vicunha, que vocês estão vendo ai, produz... produz é maneira de dizer, ela fornece, ou por outra, com o pelo dela nós preparamos ponchos, mantas, cobertores, etc.
- Depois a gente come a vicunha, né, fessora? Daniel, não é preciso comer todos os animais. Basta retirar a lã da vicunha, que torna a
[25] crescer...
- A gente torna a cortar? Ela não tem sossego, tadinha.
- Vejam agora como a zebra é camarada. Trabalha no circo, e seu couro listrado serve para forro de cadeira, de almofada e para tapete. Também se aproveita a carne, sabem? - A carne também é listrada? - pergunta que desencadeia riso geral.
[30] Não riam da Betty, ela é uma garota que quer saber direito as coisas. Querida, eu nunca vi carne de zebra no açougue, mas posso garantir que não é listrada. Se fosse, não deixaria de set
comestível por causa disto. Ah, o pinguim? Este vocês já conhecem da praça do Leblon, onde costuma aparecer, trazido pela correnteza Pensam que só serve para brincar? Estão enganados Vocês devem respeitar o bichinho. O excremento não sabem o que é? O coco do pinguim é um
[35] adubo maravilhoso, guano, rico em nitrato. O óleo feito da gordura do pinguim...
- A senhora disse que a gente deve respeitar
- Claro. Mas o óleo é bom
- Do javali, professora, duvido que a gente lucre alguma coisa.
- Pois lucra. O pelo da escovas de ótima qualidade.
[40] - E o castor?
- Pois quando voltar a moda do chapéu para os homens, o castor vai prestar muito serviço. Aliás, já presta, com a pele usada para agasalhos. É o que se pode chamar de um bom exemplo.
- Eu, hem?
- Dos chifres do rinoceronte, Belá, você pode encomendar um vaso raro para o living da sua casa. Do couro da girafa, Luis Gabriel pode tirar um escudo de verdade, deixando os pelos da
[45] cauda para Tereza fazer um bracelete genial. A tartaruga-marinha; meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia. O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
- Engraçado, como?
[50] - Apanha peixe pra gente.
- Apanha e entrega, professora?
- Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
- Bobo que ele é,
- Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras.
[55] Por isso que eu digo: devemos amar os animais, e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
- Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
ANDRADE, Carlos Drummond de. De notícias e não-notícias faz-se a crônica. In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992. p. 1816-7.
Na frase “Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia.” (l.47), a separação silábica representa a intenção da personagem de
Questão 2 10698102
CMRJ 6° Ano - Português 2017TEXTO
Da utilidade dos animais
Terceiro dia de aula. A professora é um amor. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida, como nós, e além disso são muito úteis. Quem não sabe que o cachorro é o maior amigo da gente? Cachorro faz muita falta. Mas não
[5] é só ele não. A galinha, o peixe, a vaca... Todos ajudam,
- Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
- Aquele? É o iaque, um boi da Ásia Central. Aquele serve de montaria e de burro de carga. Do pelo se fazem perucas bacanas. E a carne, dizem que é gostosa. -Mas se serve de montaria, como é que a gente vai comer ele?
[10] - Bem, primeiro serve para uma coisa, depois para outra. Vamos adiante. Este é o texugo. Se vocês quiserem pintar a parede do quarto, escolham pincel de texugo. Parece que é ótimo.
- Ele faz pincel, professora?
- Quem, o texugo? Não, só fornece o pelo. Para pincel de barba também, que o [15] Arturzinho vai usar quando crescer.
Arturzinho objetou que pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade do
canguru: -Bolsas, malas, maletas, tudo isso o couro do canguru dá pra gente. Não falando da carne Canguru è utilíssimo.
[20] -Vivo, fessora? - A vicunha, que vocês estão vendo ai, produz... produz é maneira de dizer, ela fornece, ou por outra, com o pelo dela nós preparamos ponchos, mantas, cobertores, etc.
- Depois a gente come a vicunha, né, fessora? Daniel, não é preciso comer todos os animais. Basta retirar a lã da vicunha, que torna a
[25] crescer...
- A gente torna a cortar? Ela não tem sossego, tadinha.
- Vejam agora como a zebra é camarada. Trabalha no circo, e seu couro listrado serve para forro de cadeira, de almofada e para tapete. Também se aproveita a carne, sabem? - A carne também é listrada? - pergunta que desencadeia riso geral.
[30] Não riam da Betty, ela é uma garota que quer saber direito as coisas. Querida, eu nunca vi carne de zebra no açougue, mas posso garantir que não é listrada. Se fosse, não deixaria de set
comestível por causa disto. Ah, o pinguim? Este vocês já conhecem da praça do Leblon, onde costuma aparecer, trazido pela correnteza Pensam que só serve para brincar? Estão enganados Vocês devem respeitar o bichinho. O excremento não sabem o que é? O coco do pinguim é um
[35] adubo maravilhoso, guano, rico em nitrato. O óleo feito da gordura do pinguim...
- A senhora disse que a gente deve respeitar
- Claro. Mas o óleo é bom
- Do javali, professora, duvido que a gente lucre alguma coisa.
- Pois lucra. O pelo da escovas de ótima qualidade.
[40] - E o castor?
- Pois quando voltar a moda do chapéu para os homens, o castor vai prestar muito serviço. Aliás, já presta, com a pele usada para agasalhos. É o que se pode chamar de um bom exemplo.
- Eu, hem?
- Dos chifres do rinoceronte, Belá, você pode encomendar um vaso raro para o living da sua casa. Do couro da girafa, Luis Gabriel pode tirar um escudo de verdade, deixando os pelos da
[45] cauda para Tereza fazer um bracelete genial. A tartaruga-marinha; meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia. O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
- Engraçado, como?
[50] - Apanha peixe pra gente.
- Apanha e entrega, professora?
- Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
- Bobo que ele é,
- Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras.
[55] Por isso que eu digo: devemos amar os animais, e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
- Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
ANDRADE, Carlos Drummond de. De notícias e não-notícias faz-se a crônica. In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992. p. 1816-7.
Quando ouve que, no futuro, vai fazer a barba com um pincel de pelo de texugo, Arturzinho avisa que “pretende usar barbeador elétrico” (l.15).
A resposta do menino demonstra que ele
Questão 10681840
LICEU-SP LICEU-SP 2017 GERAIS 2017Um fabricante de painéis fotovoltaicos produz um modelo de painel retangular de por , capaz de fornecer uma corrente elétrica de sob tensão de .
A potência elétrica esperada pelo usuário desse painel é de
Questão 10681838
LICEU-SP LICEU-SP 2017 GERAIS 2017As ondas eletromagnéticas são ondas __________ amplamente empregadas em sistemas de comunicação, devido, entre outros fatores, à sua grande velocidade de propagação, que é de, aproximadamente, __________ metros por segundo.
Para que o texto seja coerente e correto, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Questão 46 10619986
COTIL 1° Ano 2017Sobre a substância fosfoetanolamina sintética, podemos afirmar que está errada qual resposta?
Questão 45 10619981
COTIL 1° Ano 2017Quando um corpo está sujeito a uma força resultante não nula, esta irá lhe causar alteração em sua velocidade (aceleração). Da segunda lei de Newton, podemos escrever a relação FR = m·a. Tal relação nos mostra que a intensidade da aceleração apresentada por um corpo é diretamente proporcional à intensidade da força resultante e inversamente proporcional à sua massa.
A seguir, são apresentados dois gráficos, onde estão relacionadas a aceleração e a intensidade da força resultante aplicada a dois corpos, A e B.

Com base nas informações acima, podemos afirmar sobre as massas dos corpos A e B que
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