Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 11 11051890
IFTM Integrados 2017/1As latas de alumínio demorarn de 200 a 500 anos para serem decompostas, mas a reciclagem do material é cada vez mais popular no Brasil. Para obter um quilograma de latinhas é necessário, em média, juntar 75 latinhas.

Considerando que o quilograma de latinhas pode nacional tem um valor diário de aproximadamente por dia, para se atingir esse valor é de:
Questão 2 11051567
IFTM Integrados 2017/1A questão devem ser respondidas com base no texto a seguir.
Viciados em redes sociais
Novos estudos mostrant que é mais dificil resistir à tentação de acessar sites como Facebook e Twitter do que dizer não ao ólcool e ao cigarro.
o vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma incontãste foi apresentado em fevereiro pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualiiações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíraln, para espanto geral, que resistir às teltações do Facebook e do Twitter é mais difícil do que dizer não ao álcool e uo cigu..o. Uma òonsulta aos númeios do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospitãl das Clínicas da Universidade de Sao fa:uto lfq- HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.
Hoje,25%o dos pacientes que buscarn ajuda no programa do IPq o fazem ãttár d" tratamento para o vício em redes sociais. Não será fácil estabelecer urn protocolo de tratamento. O vício em redes sociais e forte como o da dependência quírnica. Como o viciado em drogas, que com o tempo precisa de doses cada vez maiores de uma substância pam ter o efeito entorpecente parecido com o obtìdo no primeiro contato, o viciado em Facebook tambérn necessita se expor e ler as confissões de arnigos com cada vei rnais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo' Sintomas de crise de abstinência, õomo ansiedade, acessos àe raiva, suores e até depressão quando há afastamento da rede, também são comulls.
Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo a inclusão da dependência por redes sociais lìa nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, que deve ser publicada em maio de 2013. O pedido rnais ilcisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica "European Psycliiatry" com uma descrição assustadora da rotina d. ,-u paciente de 2Àa'os completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia ¡o Facetook, havia percliclo os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo asaúde, pois já não dormiaï"-." alimentava betn. "A paciente usava a internet havia sete auos e nurr"u tinha tido p-bl"-ur,,, diz o artigo. .,A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso. ,,
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é urn desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach " "onruÎto. em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: "Nas redes sociais temos controle absoluto sobre quem somos", diz ele. Lâ, as vidas são editadas para que só os nelhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessautes do dia a dia sejarn "*po.ìor. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosarnente escolhidos. "É uma realidade paraleia "rr qr" todos apresentam o qïe julga* ,". ,uu, versões ideais", afirma Florêncio. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoa, qr" "onJ"gi"*, ¿e rato, uiu", o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E, mais: privilegìar as rËlações *"diudu. pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real.
Mas nem tudo é rttim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecen é bom. o problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo víciå que surge com os EXCESSOS.
Disponível em://rvww.istoe.com.br/204040 VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS/. Acesso em: 0l nov. 2016 (adaptado).
"...ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem."
Assinale a alternativa que contém o conector que substitui adequadamente o trecho sublinhado, sem alterar as relações de sentido.
Questão 1 11051296
IFTM Integrados 2017/1A questão devem ser respondidas com base no texto a seguir.
Viciados em redes sociais
Novos estudos mostrant que é mais dificil resistir à tentação de acessar sites como Facebook e Twitter do que dizer não ao ólcool e ao cigarro.
o vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma incontãste foi apresentado em fevereiro pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualiiações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíraln, para espanto geral, que resistir às teltações do Facebook e do Twitter é mais difícil do que dizer não ao álcool e uo cigu..o. Uma òonsulta aos númeios do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospitãl das Clínicas da Universidade de Sao fa:uto lfq- HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.
Hoje,25%o dos pacientes que buscarn ajuda no programa do IPq o fazem ãttár d" tratamento para o vício em redes sociais. Não será fácil estabelecer urn protocolo de tratamento. O vício em redes sociais e forte como o da dependência quírnica. Como o viciado em drogas, que com o tempo precisa de doses cada vez maiores de uma substância pam ter o efeito entorpecente parecido com o obtìdo no primeiro contato, o viciado em Facebook tambérn necessita se expor e ler as confissões de arnigos com cada vei rnais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo' Sintomas de crise de abstinência, õomo ansiedade, acessos àe raiva, suores e até depressão quando há afastamento da rede, também são comulls.
Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo a inclusão da dependência por redes sociais lìa nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, que deve ser publicada em maio de 2013. O pedido rnais ilcisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica "European Psycliiatry" com uma descrição assustadora da rotina d. ,-u paciente de 2Àa'os completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia ¡o Facetook, havia percliclo os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo asaúde, pois já não dormiaï"-." alimentava betn. "A paciente usava a internet havia sete auos e nurr"u tinha tido p-bl"-ur,,, diz o artigo. .,A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso. ,,
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é urn desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach " "onruÎto. em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: "Nas redes sociais temos controle absoluto sobre quem somos", diz ele. Lâ, as vidas são editadas para que só os nelhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessautes do dia a dia sejarn "*po.ìor. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosarnente escolhidos. "É uma realidade paraleia "rr qr" todos apresentam o qïe julga* ,". ,uu, versões ideais", afirma Florêncio. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoa, qr" "onJ"gi"*, ¿e rato, uiu", o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E, mais: privilegìar as rËlações *"diudu. pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real.
Mas nem tudo é rttim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecen é bom. o problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo víciå que surge com os EXCESSOS.
Disponível em://rvww.istoe.com.br/204040 VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS/. Acesso em: 0l nov. 2016 (adaptado).
Em relação ao texto, é correto afirmar que:
Questão 19 11009318
IFC Exame de Classificação 2017A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No Brasil, foi identificada pela primeira vez em 1986. Estima-se que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente no mundo. Sabe-se também que o mosquito Aedes aegypti pode transmitir outros tipos de doenças, como o zika e a chikungunya.
Para combater o inseto transmissor, existem várias recomendações:

Fonte: Ministério da Saúde (http://combateaedes.saude.gov.br/pt/tira-duvidas).
Outra recomendação para combater a proliferação do inseto é a adição de cloro em locais onde há água parada. O cloro, contendo hipoclorito de sódio (NaClO), é usado frequentemente como desinfetante e como agente alvejante.
Identifique e assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela/aquele que pertence à função inorgânica do hipoclorito de sódio:
Questão 18 11009297
IFC Exame de Classificação 2017Observe a charge e leia o texto na sequência.

Fonte: http:/www.ocorreio.com.br/charges/52/charge. Acesso em: 04 jul. 2016.
Nos Jogos Olímpicos – Rio 2016 -, o mosquito Aedes aegypti causou preocupações não somente entre os atletas, mas também entre representantes da comunidade científica.
Considerando esta temática, analise os itens a seguir e assinale a única alternativa correta.
Questão 5 11009039
IFC Exame de Classificação 2017Leia agora o texto a seguir para responder a QUESTÃO:
CHIKUNGUNYA DESAFIA CIÊNCIA E JÁ MATA MAIS QUE DENGUE E ZIKA NO NORDESTE
O alto número de mortes confirmadas por chikungunya no Nordeste está desafiando médicos e pesquisadores a buscar explicações do porquê de uma doença de taxa de mortalidade baixa apresentar saltos fora do padrão normal. A doença é transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.
A chikungunya foi motivo confirmado de 45 mortes no 1° semestre na região, contra 35 mortes por dengue e cinco pelo vírus da zika. O número de mortes ainda deve crescer consideravelmente, já que há outras 400 mortes por arboviroses em investigação nesses Estados, todas sem causa confirmada.
O levantamento inclui dados das secretarias estaduais de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. O governo de Sergipe não indica a quantidade de mortes em seus boletins divulgados nem a secretaria estadual de Saúde informou o número.
O Nordeste é a região do Brasil que mais sofre com o vírus, segundo o Ministério da Saúde. Até o fim de maio, 107 mil pessoas foram infectadas pela febre chikungunya --a região tem 87% das infecções registradas em todo o país. O número de pessoas infectadas no Brasil em 2016 já é quase nove vezes maior que as registradas em todo o ano passado: 13 mil.
Assim como dengue e zika, não existe um tratamento específico para chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre e dores articulares.
Fonte: MADEIRO, C. Chikungunya desafia ciência e já mata mais que dengue e zika no Nordeste. Disponível em: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2016/07/12/chikungunya-desafia-ciencia-e-ja-mata-mais-que-dengue-e-zika-juntosno-ne.htm. Acesso em: 12.jul. 2016.
Segundo o texto “Chikungunya desafia ciência e já mata mais que dengue e zika no Nordeste”, é correto afirmar:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)