Questões de EFAF Ciências - Vida e Evolução (Biologia)
909 Questões
Questão 21 10739722
CEDAF 2014O sistema circulatório é responsável pela distribuição de substância bem como pela defesa do nosso organismo.
Sobre este sistema foram feitas três afirmativas:
I. Artérias são os vasos sanguíneos que conduzem sangue arterial.
II. A veia artéria é o vaso sanguíneo mais grosso de nosso corpo.
III. As artérias levam sangue do coração para outros órgãos e tecidos.
Podemos afirmar que é correto o que se afirma:
Questão 54 10739116
SENAI 1°Ano - CGE 2077 2014/1Na hora do almoço, João, que não gostava de tomates retirou-os do prato e guardou num saquinho. Quando João se lembrou do saquinho, viu que os tomates estavam cobertos por fungos e havia um líquido dentro do saquinho.
Isso ocorreu devido à
Questão 14 10727246
CMC 6º Ano - Português 2014O texto a seguir serve de base para o item
RAIVA
A raiva é uma doença grave, transmissível aos mamíferos de uma forma geral, inclusive ao ser
humano. É extremamente mortal e uma das maiores causas de óbito entre cães. Seu causador é um vírus
altamente infectante. Nos centros urbanos, o cachorro é o maior agente propagador.
Cabe lembrar que a raiva não se transmite apenas através da mordida de um cachorro
[5]contaminado. O simples contato com sua saliva já pode ser suficiente para que o vírus seja inoculado no
organismo. A saliva, ao entrar em contato com um arranhão, um machucado ou qualquer local exposto do
corpo, transporta o vírus da raiva muito rapidamente em direção ao sistema nervoso central.
Antes de manifestar a doença, o cachorro pode dar alguns sinais de que algo não vai bem. Ele
muda seu comportamento, deixando de ser alegre e disposto para se tornar muito quieto e tímido. Com o
[10]tempo, o mal vai avançando e o dono do animal contaminado consegue observar outros sinais da doença.
É possível que ainda não esteja agressivo. Porém, ele instintivamente irá procurar o dono, solicitando
auxílio contra o sofrimento.
O único método conhecido para evitar a contaminação pela raiva é vacinar o animal. Além
disso, é muito importante impedi-lo de ter contato com cachorros suspeitos de estarem infectados.
(Texto adaptado de http://www.adestramento-para-caes.com/2013/07/raiva-canina-sintomas-prevencao-cuidados.html#ixzz3EdW9DYKS/ Acessado em 18/10/2014.)
Vocabulário:
Óbito: falecimento, morte.
Inoculado: que sofreu inoculação; infectado.
A partir da leitura do texto "Raiva", assinale a alternativa incorreta sobre a doença nele descrita.
Questão 12 10576633
FAETEC 2014TEXTO – VALOR
Gustavo Krause
Há duas espécies de erro: o erro a favor da gente e o erro contra a gente.
O primeiro erro é fenômeno essencial ao processo de conhecimento, e tem valor. O cientista não o pode dispensar: para encontrar o antídoto para determinado veneno, por exemplo, precisa experimentar diferentes combinações e misturas, testando-as, em controladas doses, em cobaias animais e humanas, comparando reações e efeitos, até chegar ao antídoto mais eficiente e menos contraindicado. Na sucessão das experiências há muitos erros, muitos resultados que não funcionam como se quer – esses erros são indispensáveis para eliminar alternativas inúteis, e assim aumentar a possibilidade do acerto final.
O processo ensaio-e-erro, inclusive, costuma produzir efeitos inesperados, resultantes da presença do acaso. Através da procura de antídotos se pode chegar a descobertas imprevisíveis, e mesmo a outras substâncias tão úteis à humanidade quanto os antídotos.
O canhão de um encouraçado pretende atingir o porta-aviões inimigo. Seu primeiro tiro respinga água à direita do porta-aviões. Daí, o artilheiro manobra o canhão para a esquerda, e o segundo tiro respinga água à esquerda. No terceiro tiro, o artilheiro está sabendo que a embarcação inimiga não está em qualquer lugar no mar, e sim num ponto entre as duas tentativas anteriores – logo, ele se aproxima do alvo.
Os dois primeiros tiros foram erros. Mas erros a favor do artilheiro, estabelecendo limites necessários, de modo a se diminuir a possibilidade de outros erros, aumentando a possibilidade do acerto desejado. Donde, erros indispensáveis.
(...) Entretanto, o erro deixa de ser indispensável ao processo do conhecimento e passa a ser, ao contrário, claramente prejudicial, quando se repete. Quando, ao estabelecer o limite para a procura do acerto, se fixa no próprio limite e interrompe o processo. Como se o artilheiro, por nervosismo e incompetência, continuasse acertando água – logo acertariam nele e no seu encouraçado. Como se o cientista insistisse numa substância que matasse uma cobaia após a outra, desconhecendo o erro, desconhecendo a necessidade de usar o erro para mudar e procurar acertar.
Eis o erro contra a gente.
Segundo o texto, o “erro contra a gente” é aquele que:
Questão 11 10576627
FAETEC 2014TEXTO – VALOR
Gustavo Krause
Há duas espécies de erro: o erro a favor da gente e o erro contra a gente.
O primeiro erro é fenômeno essencial ao processo de conhecimento, e tem valor. O cientista não o pode dispensar: para encontrar o antídoto para determinado veneno, por exemplo, precisa experimentar diferentes combinações e misturas, testando-as, em controladas doses, em cobaias animais e humanas, comparando reações e efeitos, até chegar ao antídoto mais eficiente e menos contraindicado. Na sucessão das experiências há muitos erros, muitos resultados que não funcionam como se quer – esses erros são indispensáveis para eliminar alternativas inúteis, e assim aumentar a possibilidade do acerto final.
O processo ensaio-e-erro, inclusive, costuma produzir efeitos inesperados, resultantes da presença do acaso. Através da procura de antídotos se pode chegar a descobertas imprevisíveis, e mesmo a outras substâncias tão úteis à humanidade quanto os antídotos.
O canhão de um encouraçado pretende atingir o porta-aviões inimigo. Seu primeiro tiro respinga água à direita do porta-aviões. Daí, o artilheiro manobra o canhão para a esquerda, e o segundo tiro respinga água à esquerda. No terceiro tiro, o artilheiro está sabendo que a embarcação inimiga não está em qualquer lugar no mar, e sim num ponto entre as duas tentativas anteriores – logo, ele se aproxima do alvo.
Os dois primeiros tiros foram erros. Mas erros a favor do artilheiro, estabelecendo limites necessários, de modo a se diminuir a possibilidade de outros erros, aumentando a possibilidade do acerto desejado. Donde, erros indispensáveis.
(...) Entretanto, o erro deixa de ser indispensável ao processo do conhecimento e passa a ser, ao contrário, claramente prejudicial, quando se repete. Quando, ao estabelecer o limite para a procura do acerto, se fixa no próprio limite e interrompe o processo. Como se o artilheiro, por nervosismo e incompetência, continuasse acertando água – logo acertariam nele e no seu encouraçado. Como se o cientista insistisse numa substância que matasse uma cobaia após a outra, desconhecendo o erro, desconhecendo a necessidade de usar o erro para mudar e procurar acertar.
Eis o erro contra a gente.
O episódio do artilheiro do encouraçado tem a finalidade de:
Questão 10 10576622
FAETEC 2014TEXTO – VALOR
Gustavo Krause
Há duas espécies de erro: o erro a favor da gente e o erro contra a gente.
O primeiro erro é fenômeno essencial ao processo de conhecimento, e tem valor. O cientista não o pode dispensar: para encontrar o antídoto para determinado veneno, por exemplo, precisa experimentar diferentes combinações e misturas, testando-as, em controladas doses, em cobaias animais e humanas, comparando reações e efeitos, até chegar ao antídoto mais eficiente e menos contraindicado. Na sucessão das experiências há muitos erros, muitos resultados que não funcionam como se quer – esses erros são indispensáveis para eliminar alternativas inúteis, e assim aumentar a possibilidade do acerto final.
O processo ensaio-e-erro, inclusive, costuma produzir efeitos inesperados, resultantes da presença do acaso. Através da procura de antídotos se pode chegar a descobertas imprevisíveis, e mesmo a outras substâncias tão úteis à humanidade quanto os antídotos.
O canhão de um encouraçado pretende atingir o porta-aviões inimigo. Seu primeiro tiro respinga água à direita do porta-aviões. Daí, o artilheiro manobra o canhão para a esquerda, e o segundo tiro respinga água à esquerda. No terceiro tiro, o artilheiro está sabendo que a embarcação inimiga não está em qualquer lugar no mar, e sim num ponto entre as duas tentativas anteriores – logo, ele se aproxima do alvo.
Os dois primeiros tiros foram erros. Mas erros a favor do artilheiro, estabelecendo limites necessários, de modo a se diminuir a possibilidade de outros erros, aumentando a possibilidade do acerto desejado. Donde, erros indispensáveis.
(...) Entretanto, o erro deixa de ser indispensável ao processo do conhecimento e passa a ser, ao contrário, claramente prejudicial, quando se repete. Quando, ao estabelecer o limite para a procura do acerto, se fixa no próprio limite e interrompe o processo. Como se o artilheiro, por nervosismo e incompetência, continuasse acertando água – logo acertariam nele e no seu encouraçado. Como se o cientista insistisse numa substância que matasse uma cobaia após a outra, desconhecendo o erro, desconhecendo a necessidade de usar o erro para mudar e procurar acertar.
Eis o erro contra a gente.
“O canhão de um encouraçado pretende atingir o porta-aviões inimigo. Seu primeiro tiro respinga água à direita do porta-aviões. Daí, o artilheiro manobra o canhão para a esquerda, e o segundo tiro respinga água à esquerda”.
O gênero textual a que pertence esse segmento, que nos conta uma pequena história, é:
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