Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 17 10729838
CMC 6º Ano - Português 2019Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Releia o segundo parágrafo do texto.
“William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome da região.”
Sobre o fragmento acima, assinale V para as informações verdadeiras e F para as informações falsas.
( ) William era o único filho homem.
( ) A causa da temporada de fome foi a seca.
( ) A família de William só consumia milho nas refeições.
( ) A família de William era pobre devido à seca de 2001.
( ) Com exceção de William, todos de sua família eram camponeses.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Questão 16 10729822
CMC 6º Ano - Português 2019Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Leia o texto e responda o item.
TEXTO I
Uma longa caminhada até a água
A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
[05] Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
[10] Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
[15] Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
[20] rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
[25] brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
[30] um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
[35] chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Qual semelhança pode ser estabelecida entre os textos?
Questão 15 10729818
CMC 6º Ano - Português 2019Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
No trecho “Apesar da euforia e da pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal” (linhas 20-21).
Realizando as adequações necessárias, a palavra em destaque não pode ser substituída, sob pena de alterar o sentido, por:
Questão 14 10729801
CMC 6º Ano - Português 2019Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Acerca do texto, analise os itens a seguir:
I. Em: “Contudo, ele estava determinado...” (linha 12), o termo em destaque expressa oposição em relação ao fragmento anterior e poderia ser substituído por “todavia”.
II. Em: “Não possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava...” (linhas 14-15), é possível substituir o conectivo em destaque por “por isso”, uma vez que ambos expressam uma conclusão de um fragmento anterior.
III. Em: “Ele percebeu que bombear água significa irrigação” (linhas 18-19), o termo em destaque refere-se a William.
IV. Em: “Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam desencorajá-lo.” (linhas 24- 25), os dois termos destacados referem-se a William e são empregados a fim de evitar a repetição de seu nome.
V. Em: “Quando finalizada, acendeu uma lâmpada” (linha 26), o termo em destaque tem valor condicional e pode ser substituído, com as devidas adaptações, pelo conectivo “se”
Selecione a alternativa que contém o(s) item(ns) considerado(s) incorreto(s).
Questão 3 10729757
CMC 6º Ano - Português 2019Leia o texto e responda o item.
TEXTO
Água doce, doce água
De mar é feita a terra,
De água é feita a gente.
Abaixo o desperdício!
Poupar água: coisa urgente!
Clara, doce ou gelada,
Verde, azul ou transparente,
Sem a água não há nada.
Nem floresta, nem semente.
Água doce mata a sede,
Água doce é a que lava.
Cachoeira, rio ou fonte...
Só não pode ser salgada.
Tanto bate até que fura,
Diz ditado popular...
Cuida dela! Você jura?
Vamos economizar!
Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/poemas-sobre-a-agua/ Acesso em 18 Outubro 2019.
Acerca do texto, analise as afirmativas a seguir:
I. Somente a água doce é boa para os seres vivos.
II. A água salgada é mais escassa do que a doce.
III. O eu-lírico demonstra-se engajado nas questões relativas à água.
IV. Há um apelo quanto à preservação da água.
Está correto o contido em:
Questão 19 10724157
CMRJ 6° Ano - Português 2019Texto:
COMO SERÁ A ALIMENTAÇÃO DOS HUMANOS NO FUTURO?
Adaptado de Maria Luciana Rincon
Com o aumento da população mundial, a redução de recursos e mudanças na dieta, muita
gente prevê que no futuro a humanidade enfrentará uma competição por alimentos sem
precedentes. Aliás, segundo os mais fatalistas, se as coisas continuarem como estão, por volta do
ano 2050 seremos testemunhas de uma onda de fome que poderá afetar todo o planeta.
[5] Algumas estimativas apontam que dentro de apenas uma ou duas gerações a população
mundial terá aumentado em alguns bilhões de habitantes, e boa parte dessa gente toda se
concentrará em grandes centros urbanos. Assim, além da falta de recursos naturais, é preciso
encontrar formas de fazer com que os alimentos cheguem até essas áreas e supram as
necessidades de todos.
[10] Por sorte, já existem cientistas quebrando a cabeça para encontrar soluções para a
iminente crise de alimentos, apostando na tecnologia e na ciência para isso. Uma saída talvez seja
uma mudança na dieta e, para Richard Archer, um desses cientistas preocupados, dentro de um
período de 25 anos, a alimentação humana se baseará principalmente em produtos altamente
processados e — diferente dos itens disponíveis hoje em dia — nutricionalmente equilibrados.
[15] Segundo Archer, além de nutritivos, os alimentos processados podem ser preservados por
mais tempo, além de serem mais facilmente transportados. Contudo, antes que eles substituam os
alimentos atuais, alguns problemas precisam ser contornados. Atualmente, quando falamos em
produtos processados, logo imaginamos alimentos recheados de gordura, sal e açúcar. As opções
mais equilibradas existem, mas não agradam ao paladar dos consumidores pela falta de sabor.
[20] Assim, um dos maiores desafios da indústria de alimentos é encontrar formas de
desenvolver produtos processados que sejam saudáveis e também saborosos. Outro problema
para o futuro é o consumo de carne vermelha. Segundo Archer, a produção atual já é vista como
cara e ineficiente e, no futuro, com a já prevista escassez de água e espaço para o cultivo, esses
produtos se tornarão economicamente inviáveis.
[25] Desta forma, o consumo de carnes se limitará a quantidades cada vez mais reduzidas,
dando lugar à ingestão de proteína animal misturada à proteína de origem vegetal e outros
ingredientes que garantirão o sabor e o valor nutricional dos alimentos.
Outra tendência apontada por Archer será o emprego de equipamentos 3D para imprimir
refeições e, de acordo com o cientista, esses dispositivos permitirão que os usuários fabriquem
[30] suas criações culinárias e comidas que nem sequer existem ainda. Além disso, ele prevê o
desenvolvimento de tecnologias que permitam criar ingredientes livres de calorias e que possam
encapsular, cobrir, proteger e liberar nutrientes e compostos alimentares bioativos.
E, segundo Archer, as mudanças na dieta não se limitarão apenas aos humanos, pois,
conforme explicou, animais como frangos e peixes poderão ser alimentados com algas e insetos
[35] cultivados industrialmente.
Entretanto, apesar de todo esse otimismo com respeito às soluções para o futuro, com uma
população mundial cada vez mais urbana e ávida por comodidades, suprir a necessidade de toda
essa gente — e ao mesmo tempo atender os gostos de todo mundo — não será uma tarefa nada
fácil.

Disponível: https://www.megacurioso.com.br/sustentabilidade/44765-como-sera-a-alimentacao-dos-humanos-nofuturo.htm. Acesso em 04 de out. de 2019
Uma preocupação semelhante entre o texto publicitário abaixo e o texto de Maria Luciana Rincón é

Disponível: https://acervo.folha.com.br/digital/leitor.do?numero=48920. Acesso em 19 de out. de 2019. Imagem editada.
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)