Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 14 10142602
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG)
Os impactos ambientais do acidente em Mariana (MG), causados nos ecossistemas afetados e na conomia da região, são incalculáveis e, em alguns casos, irreversíveis.
No dia 05 de novembro de 2015, a barragem do Fundão, da mineradora Samarco, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, rompeu-se, causando uma grande enxurrada de lama. À lama devastou o distrito de Bento Rodrigues, no município de Mariana, em Minas Gerais, destruindo casas e ocasionando a morte de 19 pessoas, incluindo moradores e funcionários da própria mineradora. Além das perdas humanas e materiais, a mesma lama que escapou em razão do rompimento das barragens provocou um grave impacto ambiental.
Impactos ambientais
O rompimento da barragem do Fundão liberou o equivalente a 25 mil piscinas olímpicas de resíduos. A mistura, que era composta, segundo a Samarco, por óxido de ferro, água e muita lama, não era tóxica, mas capaz de provocar muitos danos. Inicialmente, pensou-se que a barragem de Santarém também havia sido afetada, no entanto, o que ocorreu foi a passagem dos rejeitos da outra (Fundão) por cima dessa barragem.
A liberação da lama provocou a pavimentação de uma grande área. Isso acontece porque a lama seca forma uma espécie de cimento, onde nada cresce. Vale destacar que, em razão da grande quantidade de resíduos, a secagem completa do material (que não contém matéria orgânica, sendo, portanto, infértil) poderá demorar anos. Enquanto isso, nada também poderá ser construído no local.
A enxurrada de lama atingiu o Rio Gualaxo — afluente do Rio Carmo, que deságua no Rio Doce e que, por sua vez, segue em direção ao Oceano Atlântico, no Espírito Santo. O impacto mais perceptivo no ambiente aquático foi a morte de milhares de peixes, que sucumbiram em razão da falta de oxigênio na água e da obstrução de suas brânquias. Além da morte de peixes, micro-organismos e outros seres vivos também foram afetados, o que destruiu completamente a cadeia alimentar em alguns ambientes atingidos. Entretanto, não é somente a morte dos organismos vivos que afetou os rios da região; a quantidade de lama liberada provocou assoreamento, desvio de cursos de água e levou até mesmo o soterramento de nascentes.
Muitos biólogos estimam que o Rio Doce precisará, em média, de 10 anos para recuperar-se do terrível impacto. Outros pesquisadores, porém, afirmam que o impacto foi tão profundo que é impossível estimar um prazo para o restabelecimento do equilíbrio da Bacia.
Além de causar a morte no interior dos rios, a lama provocou a morte de toda a vegetação próxima à região. Uma grande quantidade de mata ciliar foi completamente destruída. Os resíduos da mineração também afetaram o solo, causando sua desestruturação química e afetando o pH da terra. Essa alteração no solo dificulta o desenvolvimento de espécies que ali viviam, modificando completamente a vegetação local.
Como a lama afetou o Rio Doce e seguiu em direção ao Espírito Santo, também houve impacto ambiental nos ecossistemas marinhos do litoral. Um dos principais impactos observados foi nos fitoplânctons e zooplânctons que vivem flutuando na água e constituem a base da cadeia alimentar.
População afetada
Além da grande quantidade de pessoas que perderam suas casas e outros bens materiais em Mariana, os sobreviventes enfrentaram dificuldades relativas, principalmente, à falta de água. Isso aconteceu porque grande parte das cidades atingidas dependia dos rios afetados para o abastecimento, que, após o acidente, apresentaram água imprópria para o consumo.
Não foi apenas a população de Mariana que sofreu com as consequências do desastre, mas, sim, toda a população próxima ao Rio Doce. Índios da tribo indígena Krenak, que possuem reserva cortada pelo rio, na época do acidente, relataram estar sem água para consumo, banho e limpeza de seus objetos, por exemplo. Além do mais, não podemos nos esquecer, também, de todas as pessoas que retiravam do rio o sustento para suas famílias.
Impactos do acidente de Mariana em números
De acordo com o Governo Federal, o acidente afetou: 663 km de rios e córregos; 1469 hectares de vegetação; 207 das 251 edificações de Bento Rodrigues; 600 famílias, as quais ficaram desabrigadas.
(Texto adaptado) DOS SANTOS, V. S. Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG). Brasil Escola. Disponivel em: https://brasilescola.uol.com br/biologia/impactos-ambientais-acidente-mariana-mg.htm. Acesso em: 02 out. 2019.
No trecho “[...] os sobreviventes enfrentaram dificuldades relativas, principalmente, à falta de água”, a palavra “relativas” tem a mesma relação de regência da palavra destacada em
Questão 20 10132878
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2019Texto 1
Mas afinal, o que é Bioeconomia?
A Bioeconomia é o resultado de uma revolução inovativa na área das ciências
biológicas relacionada à invenção, ao desenvolvimento e ao uso de produtos e processos
biológicos nas áreas da biotecnologia industrial, da saúde humana e da produtividade
agrícola e pecuária. Segundo o Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação em
[05] Bioveconomia (PACTI Bioeconomia), documento norteador do MCTIC para o
desenvolvimento científico e tecnológico da Bioeconomia no País, ela pode ser definida
como:
“O conjunto de atividades econômicas baseadas na utilização sustentável e
inovadora de recursos biológicos renováveis (biomassa), em substituição às matérias-
[10] primas fósseis, para a produção de alimentos, rações, materiais, produtos químicos,
combustíveis e energia produzidos por meio de processos biológicos, químicos,
termoguímicos ou fisicos, promovendo a saúde, o desenvolvimento sustentável, o
crescimento nacional e o bem-estar da população.” (MCTIC, 2018)
Transversal, o tema interage com aspectos fundamentais da sobrevivência
[15] humana, a exemplo do desenvolvimento de sistemas produtivos sustentáveis e circulares
que garantam, de forma integrada, as seguranças hídrica, energética e alimentar. Tudo
isso, obviamente, focando na redução ou mesmo reversão de impactos ambientais, em
ganhos sociais e econômicos além da preservação e uso sustentável de uma das maiores
riquezas do país, sua biodiversidade e o conhecimento de como utilizá-la.
[20] Um exemplo da importância da bioeconomia está na aplicação da chamada
Biotecnologia Industrial. Ela é responsável, dentre outros, pelo desenvolvimento de
biocombustíveis, químicos de fontes renováveis e bioplásticos. Estima-se que, em 2030, 0
mercado global referente ao uso dessas tecnologias alcance um volume de 300 bilhões de
Euros.
[25] Outro exemplo está no uso sustentável de nossa megabiodiversidade. Ela é fator
determinante para a estruturação da Bioeoconomia no País, criando uma vantagem
comparativa sem igual no mundo. Soluções baseadas na natureza, novas biomassas,
variedades agroalimentares e de microrganismos são exemplos de alguns dos benefícios
advindos da biodiversidade. O açaí, o paricá, a macaúba, a carnaúba, o bambu são alguns
[30] dos exemplos da biodiversidade brasileira com potencial de utilização pela Bioeconomia. A
domesticação, melhoramento genético e caracterização dessas e outras variedades
podem contribuir para a diversificação alimentar, agroindustrial e industrial do país.
Mesmo com casos de relativo sucesso em biocombustíveis como etanol e biodiesel, e com
um agronegócio que movimenta mais de 350 produtos em 180 países, o Brasil ainda
[35] carece de estratégias e políticas integradas e modernas para que de fato se torne um país
central em Bioeconomia.
A interdisciplinaridade e a transversalidade na abordagem do tema da SNCT 2019
podem ser o diferencial para um projeto com grande impacto na sociedade brasileira,
demonstrando que a popularização da ciência pode ser, de fato, utilizada como
[40] ferramenta para o desenvolvimento sustentável do pais.
Disponível em: http://snct.mctic.gov.br/semanact/opencms/noticias/arquivos/2019/07/12/Bioeconomia- Diversidade-e-Riqueza-para-o-Desenvolvimento-Sustentavel.html (Acesso em 31 jul 2019)
Texto 6
O Cio da Terra
Milton Nascimento
Debulhar o trigo
Recolher cada bago do trigo
Forjar no trigo o milagre do pão
Esefartar de pão
[05]
Decepar a cana
Recolher a garapa da cana
Roubar da cana a doçura do mel
Se lambuzar de mel
[10]
Afagara terra
Conhecer os desejos da terra
Cio da terra, propícia estação
Efecundaro chão
Disponível em: https: //www.letras.mus.br/milton-nascimento/4/414/ (Acesso em 8 ago 2019)
Analise as seguintes afirmações a respeito do texto:
I - O título estabelece uma relação análoga entre a ideia de fecundidade e a agricultura.
II - As estrofes enfatizam o significado da violência no trato com a terra, não havendo espaço, no texto, para o contraponto.
III - Relacionando-se as ideias do texto 6 com as ideias do texto 1, é possível fazer uma associação entre os versos “Afagar a terra / Conhecer os desejos da terra” (l. 11 e l. 12) e os cuidados sugeridos pelo método da bioeconomia.
É correto o que se afirma em:
Questão 16 10132871
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2019Texto
ENTREVISTA
“A bioeconomia ajuda a planejar, é a contabilidade mais eficiente”, diz pesquisador
Professor colaborador da Unicamp, Enrique Ortega estará em Porto Alegre nesta semana
para participar de seminário
17/11/2015 - 04h11min Atualizada em 17/11/2015 - 04h11min
JOANA COLUSSI - DIRETO DA INDIA
[05]
[...]
Toda energia empregada direta ou indiretamente na produção agrícola, do uso do
solo ao aproveitamento da água para fotossíntese, pode ser quantificada para medir o indice
[10] de sustentabilidade de uma propriedade rural.
Mais abrangente do que a contabilidade convencional que envolve custos de
produção, a bioeconomia consegue traçar um diagnóstico preciso para planejar o uso
racional de recursos naturais.
Ainda pouco conhecido no Brasil, o método é preconizado por especialistas como um
[15] dos mais eficientes para aumentar a produção mesmo diante da escassez de recursos
naturais.
Pesquisador na área há mais de 30 anos, o mexicano Enrique Ortega, radicado no
Brasil, estará em Porto Alegre nesta semana para participar do 3º Simpósio da Ciência do
Agronegócio, que terá a bioeconomia como tema principal. Promovido pelo Centro de
[20] Estudos e Pesquisas em Agronegócios da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(Cepan/UFRGS), o evento ocorre quinta e sexta-feira (saiba mais em ufrgs.br/cienagro).
A seguir, confira os principais trechos da entrevista com Ortega.
Como definir a bioconomia?
[25] É a contabilidade mais eficiente, superior à contabilidade econômica convencional,
pois leva em consideração as leis da termodinâmica, que são universais. A bioeconomia
preconiza que, após o crescimento, haverá um encolhimento da economia devido
limitações em alguns recursos importantes. A ciência econômica é boa quando não se tem
empecilhos no crescimento, quando se começa à descobrir que o sistema não é tão simples
[30] quanto parece, a conta não pode se resumir fluxos contábeis.
Como a bioeconomia se relaciona com o agronegócio?
Entre os casos de estudo, podem ser incluídas todas as modalidades de produção no
espaço rural, em quatro escalas diferentes: a cultura, o empreendimento, o espaço regional
[35] e a cadeia completa de produção. Isso inclui beneficiamento, transporte, distribuição,
comercialização, consumo e reciclagem, com a medição da transferência de riqueza em cada
etapa, além dos custos integrais.
A agricultura é demandada suprir a sociedade de outros bens, como a
[40] produção de energia renovável e matérias-primas à indústria. Como avançar
nessas áreas?
A bioeconomia permite avaliar a sustentabilidade energética, o saldo líquido de
energia, a taxa energética de investimento, O valor energético das contribuições da
natureza, o valor energético dos subsídios, das perdas dos estoques internos dos sistemas
[45] rurais e dos impactos ambientas, sociais e climáticos. Com esses valores, expressos em
termos de energia, é possível fazer um diagnóstico do desempenho termodinâmico do
empreendimento ao longo da sua vida e considerar cenários de futuro. Em outras palavras,
a biveconomia fornece informações de boa qualidade para o planejamento das atividades
em uma região.
[50] [...]
Quais são as principais conquistas já obtidas pelo setor?
Algumas das metodologias da economia biológica ou biofísica já foram utilizadas no
estudo dos sistemas de produção das principais culturas agrícolas. Os resultados revelam
[55] situações críticas na maioria dos sistemas estudados, com erosão do solo, perda da
biodiversidade e redução de pessoas na atividade rural. Usando só métodos econômicos não
é possível entender os fenômenos.
O Brasil tem vantagens naturais sobre outros países e capacidade para virar
[60] referência no setor. Esse potencial é desperdiçado hoje?
O país tem, em algumas regiões, condições favoráveis para produção de
recursos e serviços. Em outras regiões, as condições são limitadas pelas condições do meio.
O conhecimento oferecido pela bioeconomia e outras ciências ecológicas pode ajudar a
melhorar o planejamento das atividades que se desenvolvem em uma bacia hidrográfica,
[65] que deve ser analisada como um conjunto de sistemas que interagem no ecossistema.
[...]
Quando o conceito de bioeconomia será popular a ponto de atrair
investimentos mais expressivos?
[70] Quando a crise global colocar a necessidade de uma transição rumo a uma economia
ecológica que gere benefícios ao ambiente e população, incluindo a redução da
emissão de gases de efeito estufa e a adoção de processos para atender as políticas de
adaptação e mitigação das mudanças climáticas.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/campo-e-lavoura/noticia/2015/11/a-bioeconomia- ajuda-a-planejar-e-a-contabilidade-mais-eficiente-diz-pesquisador-4904628.htm! (Acesso em 19 jul 2019. Adaptado)
De acordo com as informações presentes entre as linhas 8 a 21 do texto, depreende-se que o conceito de bioeconomia está intimamente relacionado à ideia de:
Questão 15 10132865
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2019Texto
ENTREVISTA
“A bioeconomia ajuda a planejar, é a contabilidade mais eficiente”, diz pesquisador
Professor colaborador da Unicamp, Enrique Ortega estará em Porto Alegre nesta semana
para participar de seminário
17/11/2015 - 04h11min Atualizada em 17/11/2015 - 04h11min
JOANA COLUSSI - DIRETO DA INDIA
[05]
[...]
Toda energia empregada direta ou indiretamente na produção agrícola, do uso do
solo ao aproveitamento da água para fotossíntese, pode ser quantificada para medir o indice
[10] de sustentabilidade de uma propriedade rural.
Mais abrangente do que a contabilidade convencional que envolve custos de
produção, a bioeconomia consegue traçar um diagnóstico preciso para planejar o uso
racional de recursos naturais.
Ainda pouco conhecido no Brasil, o método é preconizado por especialistas como um
[15] dos mais eficientes para aumentar a produção mesmo diante da escassez de recursos
naturais.
Pesquisador na área há mais de 30 anos, o mexicano Enrique Ortega, radicado no
Brasil, estará em Porto Alegre nesta semana para participar do 3º Simpósio da Ciência do
Agronegócio, que terá a bioeconomia como tema principal. Promovido pelo Centro de
[20] Estudos e Pesquisas em Agronegócios da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(Cepan/UFRGS), o evento ocorre quinta e sexta-feira (saiba mais em ufrgs.br/cienagro).
A seguir, confira os principais trechos da entrevista com Ortega.
Como definir a bioconomia?
[25] É a contabilidade mais eficiente, superior à contabilidade econômica convencional,
pois leva em consideração as leis da termodinâmica, que são universais. A bioeconomia
preconiza que, após o crescimento, haverá um encolhimento da economia devido
limitações em alguns recursos importantes. A ciência econômica é boa quando não se tem
empecilhos no crescimento, quando se começa à descobrir que o sistema não é tão simples
[30] quanto parece, a conta não pode se resumir fluxos contábeis.
Como a bioeconomia se relaciona com o agronegócio?
Entre os casos de estudo, podem ser incluídas todas as modalidades de produção no
espaço rural, em quatro escalas diferentes: a cultura, o empreendimento, o espaço regional
[35] e a cadeia completa de produção. Isso inclui beneficiamento, transporte, distribuição,
comercialização, consumo e reciclagem, com a medição da transferência de riqueza em cada
etapa, além dos custos integrais.
A agricultura é demandada suprir a sociedade de outros bens, como a
[40] produção de energia renovável e matérias-primas à indústria. Como avançar
nessas áreas?
A bioeconomia permite avaliar a sustentabilidade energética, o saldo líquido de
energia, a taxa energética de investimento, O valor energético das contribuições da
natureza, o valor energético dos subsídios, das perdas dos estoques internos dos sistemas
[45] rurais e dos impactos ambientas, sociais e climáticos. Com esses valores, expressos em
termos de energia, é possível fazer um diagnóstico do desempenho termodinâmico do
empreendimento ao longo da sua vida e considerar cenários de futuro. Em outras palavras,
a biveconomia fornece informações de boa qualidade para o planejamento das atividades
em uma região.
[50] [...]
Quais são as principais conquistas já obtidas pelo setor?
Algumas das metodologias da economia biológica ou biofísica já foram utilizadas no
estudo dos sistemas de produção das principais culturas agrícolas. Os resultados revelam
[55] situações críticas na maioria dos sistemas estudados, com erosão do solo, perda da
biodiversidade e redução de pessoas na atividade rural. Usando só métodos econômicos não
é possível entender os fenômenos.
O Brasil tem vantagens naturais sobre outros países e capacidade para virar
[60] referência no setor. Esse potencial é desperdiçado hoje?
O país tem, em algumas regiões, condições favoráveis para produção de
recursos e serviços. Em outras regiões, as condições são limitadas pelas condições do meio.
O conhecimento oferecido pela bioeconomia e outras ciências ecológicas pode ajudar a
melhorar o planejamento das atividades que se desenvolvem em uma bacia hidrográfica,
[65] que deve ser analisada como um conjunto de sistemas que interagem no ecossistema.
[...]
Quando o conceito de bioeconomia será popular a ponto de atrair
investimentos mais expressivos?
[70] Quando a crise global colocar a necessidade de uma transição rumo a uma economia
ecológica que gere benefícios ao ambiente e população, incluindo a redução da
emissão de gases de efeito estufa e a adoção de processos para atender as políticas de
adaptação e mitigação das mudanças climáticas.
Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/campo-e-lavoura/noticia/2015/11/a-bioeconomia- ajuda-a-planejar-e-a-contabilidade-mais-eficiente-diz-pesquisador-4904628.htm! (Acesso em 19 jul 2019. Adaptado)
A sequência que completa de forma correta, respectivamente, as lacunas presentes nas linhas 27, 30,39, 61 e 71, é:
Questão 14 10132862
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2019Texto
XXIV Feira de Ciências do Colégio Militar de Curitiba apresenta soluções para um mundo sustentável
Curitiba (PR) - No dia 15 de junho, o Colégio Militar de Curitiba promoveu a
XXIV Feira de Ciências, com a finalidade de despertar em seus alunos o interesse pela
atividade científica, bem como desenvolver o espírito científico, o pensamento lógico e os
sensos experimental e crítico.
[05] Neste ano, a Feira de Ciências abordou o tema: “A contribuição da Bioeconomia
para a sociedade” e teve a apresentação de 32 trabalhos, sendo 12 grupos de alunos do
Ensino Médio e 20 grupos do Ensino Fundamental, falando sobre o reaproveitamento de
água e de resíduos, cultivos sustentáveis e geração de energias alternativas.
Além das exposições dos trabalhos dos estudantes, o tema da feira também foi
[10] abordado em uma palestra sobre “Gestão dos resíduos: impactos na sociedade”, proferida
pelo Biólogo Sérgio Roberto Faria.
Estudantes também visitaram o ônibus de Educação Ambiental - Projeto Eco
Expresso “do Rio ao Rio” da SANEPAR - e aprenderam sobre o processo de tratamento de
água e de tratamento de esgoto e visitaram o caminhão “Projeto Vida Marinha”, do
[15] Instituto Mata Atlântica, um museu móvel que apoia as escolas frente à realidade de
degradação do ambiente marinho.
Participaram da Feira expondo trabalhos: o Museu de Ciências Naturais da UFPR; o
Laboratório de Sistemática e Ecologia de invertebrados Marinhos da UFPR, que abordou o
tema “Maricultura, Meio Ambiente e os Desafios para Desenvolvimento Sustentável de
[20] Pescadores”: a equipe do projeto “UFPR Baja SAE” de Engenharia Mecânica; a
Universidade Tuiuti do Paraná, com um simulador de voo e oficina de compostagem, o
Laboratório Móvel da Engenharia Ambiental da Pontifícia Universidade Católica do Paraná;
a Universidade Positivo, com o curso de Sistemas de Informação (aplicação com
inteligência artificial e com reconhecimento de placas de carros); e o Centro Universitário
[25] Autônomo do Brasil (UniBrasil), com a presença de diversos cursos.
Os participantes da Feira puderam levar para casa mudas de hortaliças produzidas
pela Agrofior, uma empresa familiar que alavancou um empreendimento pioneiro no
Paraná: produção de mudas de hortaliças para fins comerciais em ambiente protegido.
Salienta-se a importância da iniciativa, por estar plenamente alinhada com a
[30] diretriz pedagógica do Sistema Colégio Militar do Brasil, que estimula e valoriza a
formação educacional por competências.
Fonte: CMCDisponível em: http://www .eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito (Acesso em 22 jul 2019. Adaptado)
A escrita do texto pode ser aperfeiçoada, no sentido de evitar a repetição do vocábulo também, que ocorre no terceiro e no quarto parágrafos:
“[...] o tema da feira também foi abordado em uma palestra [...]” (l. 9 el. 10).
“Estudantes também visitaram o ônibus de Educação Ambiental - Projeto Eco Expresso “do Rio ao Rio” da SANEPAR - e aprenderam sobre o processo de tratamento de água [...]" (l. 12 a l. 14).
A opção que apresenta uma proposta de reescrita de pelo menos um dos trechos, eliminando o problema da repetição, e mantendo o sentido geral e a correção gramatical do texto, é:
Questão 13 10132860
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2019Texto
XXIV Feira de Ciências do Colégio Militar de Curitiba apresenta soluções para um mundo sustentável
Curitiba (PR) - No dia 15 de junho, o Colégio Militar de Curitiba promoveu a
XXIV Feira de Ciências, com a finalidade de despertar em seus alunos o interesse pela
atividade científica, bem como desenvolver o espírito científico, o pensamento lógico e os
sensos experimental e crítico.
[05] Neste ano, a Feira de Ciências abordou o tema: “A contribuição da Bioeconomia
para a sociedade” e teve a apresentação de 32 trabalhos, sendo 12 grupos de alunos do
Ensino Médio e 20 grupos do Ensino Fundamental, falando sobre o reaproveitamento de
água e de resíduos, cultivos sustentáveis e geração de energias alternativas.
Além das exposições dos trabalhos dos estudantes, o tema da feira também foi
[10] abordado em uma palestra sobre “Gestão dos resíduos: impactos na sociedade”, proferida
pelo Biólogo Sérgio Roberto Faria.
Estudantes também visitaram o ônibus de Educação Ambiental - Projeto Eco
Expresso “do Rio ao Rio” da SANEPAR - e aprenderam sobre o processo de tratamento de
água e de tratamento de esgoto e visitaram o caminhão “Projeto Vida Marinha”, do
[15] Instituto Mata Atlântica, um museu móvel que apoia as escolas frente à realidade de
degradação do ambiente marinho.
Participaram da Feira expondo trabalhos: o Museu de Ciências Naturais da UFPR; o
Laboratório de Sistemática e Ecologia de invertebrados Marinhos da UFPR, que abordou o
tema “Maricultura, Meio Ambiente e os Desafios para Desenvolvimento Sustentável de
[20] Pescadores”: a equipe do projeto “UFPR Baja SAE” de Engenharia Mecânica; a
Universidade Tuiuti do Paraná, com um simulador de voo e oficina de compostagem, o
Laboratório Móvel da Engenharia Ambiental da Pontifícia Universidade Católica do Paraná;
a Universidade Positivo, com o curso de Sistemas de Informação (aplicação com
inteligência artificial e com reconhecimento de placas de carros); e o Centro Universitário
[25] Autônomo do Brasil (UniBrasil), com a presença de diversos cursos.
Os participantes da Feira puderam levar para casa mudas de hortaliças produzidas
pela Agrofior, uma empresa familiar que alavancou um empreendimento pioneiro no
Paraná: produção de mudas de hortaliças para fins comerciais em ambiente protegido.
Salienta-se a importância da iniciativa, por estar plenamente alinhada com a
[30] diretriz pedagógica do Sistema Colégio Militar do Brasil, que estimula e valoriza a
formação educacional por competências.
Fonte: CMCDisponível em: http://www .eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito (Acesso em 22 jul 2019. Adaptado)
Considere as seguintes afirmações:
I - No trecho “[...] um museu móvel que apoia as escolas frente à realidade de degradação do ambiente marinho” (l. 15 e l. 16), a oração destacada busca restringir, dentro de um grupo maior, o substantivo “museu”.
II - Em “[...] o Laboratório de Sistemática e Ecologia de invertebrados Marinhos da UFPR, que abordou o tema “Maricultura, Meio Ambiente e os Desafios para Desenvolvimento Sustentável de Pescadores” (l. 17 a l. 20), a vírgula utilizada após a sigla UFPR, caso fosse retirada, traria apenas variações sintáticas para o enunciado, mantendo o sentido pretendido.
III - Em “[...] uma empresa familiar que alavancou um empreendimento pioneiro no Paraná [...]” (l. 27 e l. 28), o pronome destacado inicia uma estrutura sintática cujo objetivo é apenas generalizar o substantivo “empresa”.
É correto o que se afirma em:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)