Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 35 10171922
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Cursos Técnicos Integra 2020No dia 22 de julho de 2019, a Índia lançou, com sucesso, sua missão Chandrayaan-2 ao inexplorado polo sul da Lua. Essa é a segunda missão de exploração lunar da Índia, depois que sua versão anterior, Chandrayaan-1, foi colocada na órbita lunar em novembro de 2008, mas não pousou no satélite.
Supondo que um dos astronautas indianos pese 240 kg, incluindo o traje e todo seu equipamento e sabendo que o campo gravitacional da Lua é de cerca de 1/6 do campo da Terra, podemos afirmar que o peso total do astronauta é:
Questão 34 10171910
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Cursos Técnicos Integra 2020As células do nosso corpo são constituídas por moléculas essenciais ao seu funcionamento. Esses elementos são chamados de macromoléculas orgânicas, pois são moléculas grandes e constituídas, em sua maioria, por Carbono, Hidrogênio, Oxigênio e Nitrogênio. Com base nessas informações, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as macromoléculas às suas respectivas funções.
Coluna 1
1. Gorduras.
2. Açúcares.
3. Proteínas.
4. DNA.
Coluna 2
( ) Principal fonte de energia dos organismos.
( ) Armazena a informação genética.
( ) Armazenamento de energia e isolamento térmico.
( ) Podem atuar como catalisadores de reações químicas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Questão 6 10150820
CMPA 1º Ano - Matemática 2020Uma das principais recomendações para a prevenção de contaminação por meio do coronavírus, causador da COVID-19, é o uso de máscaras. Uma informação importante para a escolha do material que será utilizado na fabricação das máscaras é o tamanho do virus. Sabe- se que o coronavirus possui um tamanho médio de 120 nanômetros. O nanômetro é a bilionésima parte do metro.
Com base nessas informações, o tamanho médio do coronavírus, em milimetros, é de
Questão 8 10135705
CMBel 1°ano - Português 2020TEXTO
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi indentificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: "Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”,
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que à ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/. Acesso
em: 14 set. 2020.
No enunciado “que podem levar à transmissão da doença de Chagas”, em negrito no 5º parágrafo, o verbo "levar" assume a mesma regência e o mesmo valor semântico em:
Questão 7 10135699
CMBel 1°ano - Português 2020TEXTO
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi indentificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: "Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”,
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que à ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/. Acesso
em: 14 set. 2020.
No trecho “... visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto”, em negrito no 4º parágrafo, verifica-se que a primeira oração expressa ideia de
Questão 5 10135680
CMBel 1°ano - Português 2020TEXTO
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi indentificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: "Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”,
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que à ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/. Acesso
em: 14 set. 2020.
Observa-se que o texto tem como principal objetivo,
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