Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 20 15404016
IFRJ 2024Observe a figura a seguir, contendo dados sobre a disponibilidade domiciliar de alimentos (% em calorias) e responda a questão a seguir.

Fonte: Pesquisa de Orçamentos Familiares – 2017/2018
Alimentos ultraprocessados são formulações industriais feitas inteira ou predominantemente de substâncias provenientes de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, proteínas), derivadas de constituintes de alimentos (gorduras hidrogenadas, amido modificado) ou sintetizadas em laboratório a partir de matérias orgânicas (corantes, aromatizantes, realçadores de sabor e vários aditivos usados para dotar os produtos de propriedades sensoriais atraentes).
De acordo com a figura, a porcentagem das calorias de disponibilidade domiciliar de alimentos ultraprocessados é de:
Questão 11 15403998
IFRJ 2024O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social
Por Katia Maria Pacheco dos Santos, pesquisadora com pós-doutorado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP, Marcelo Cândido da Silva, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Dirce Maria Lobo Marchioni, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
A fome afeta atualmente 33,1 milhões de brasileiros, o equivalente a 15,5% da população, conforme dados da pesquisa publicada no ano passado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Os resultados dessa pesquisa mostram claramente que, em meia década, houve um crescimento das desigualdades sociais de diversas ordens no país, resultando em milhões de famintos. Além disso, essa pesquisa apurou que no Estado de São Paulo há 6,8 milhões de pessoas passando fome.
Sem dúvida, a pesquisa científica é fundamental para nortear a formulação e o monitoramento das diversas políticas públicas. Um exemplo recente de contribuição da pesquisa para os diversos níveis da administração pública, e também às várias representações da sociedade civil que atuam na área da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), é a pesquisa realizada pelo Grupo de trabalho USP “Políticas Públicas de Combate à Insegurança Alimentar e à Fome”, que culminou em um relatório com 39 propostas de combate à fome e à insegurança alimentar. Esse relatório é o resultado de uma pesquisa coletiva realizada por docentes, pós-graduandos e pós-doutorandos das áreas de Ciências Humanas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Agrárias e Ciências Exatas.
Além da contribuição da academia, por meio da produção científica, a participação social é elemento essencial para a implementação de políticas eficazes de combate à insegurança alimentar e à fome. Nesse sentido, um mecanismo fundamental para viabilizar a participação social são os conselhos de direitos, conforme garantido no artigo 204 da Constituição Federal de 1988, entre eles o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, o Consea, assim como os Conselhos Estaduais e os Municipais de SAN.
É inegável que os conselhos são instrumentos indispensáveis para pautar junto aos governos federal, estadual ou municipal temas dos mais diversos: as desigualdades e as restrições no acesso aos alimentos básicos; a urgência de investimentos públicos para viabilizar a produção e o abastecimento interno, como, por exemplo, o feijão, que é produzido principalmente pela agricultura familiar; os investimentos públicos na ciência e na tecnologia para o combate à insegurança alimentar e demais temas-chave que devem ser prioridades das políticas públicas, e não meros coadjuvantes. Ademais, os conselhos de SAN têm a obrigação de desenvolver e implementar ações de formação e capacitação permanentes a todos os conselheiros, gestores e lideranças comunitárias para a execução do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan – Lei Federal nº 11.346/2006).
O problema da fome no Brasil remonta a muitas e muitas décadas. No entanto, como signatário dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), o país se comprometeu com a erradicação da fome e é fundamental que gestores públicos, cientistas e sociedade civil reúnam esforços para que todos tenham acesso à alimentação adequada, que promova saúde e bem-estar.
Jornal USP. O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social. In: https://jornal.usp.br/artigos/o-combate-a-fome-e-a-inseguranca-alimentar-exige-pesquisa-cientifica-e-participacao-social/ Acesso em 27 Ago. 2023 (adaptado e reduzido)
No último parágrafo dos textos argumentativos, como o artigo de opinião, é comum sugerir uma proposta. Do artigo lido, interpreta-se que a intervenção proposta pelos autores está em:
Questão 10 15403997
IFRJ 2024O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social
Por Katia Maria Pacheco dos Santos, pesquisadora com pós-doutorado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP, Marcelo Cândido da Silva, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Dirce Maria Lobo Marchioni, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
A fome afeta atualmente 33,1 milhões de brasileiros, o equivalente a 15,5% da população, conforme dados da pesquisa publicada no ano passado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Os resultados dessa pesquisa mostram claramente que, em meia década, houve um crescimento das desigualdades sociais de diversas ordens no país, resultando em milhões de famintos. Além disso, essa pesquisa apurou que no Estado de São Paulo há 6,8 milhões de pessoas passando fome.
Sem dúvida, a pesquisa científica é fundamental para nortear a formulação e o monitoramento das diversas políticas públicas. Um exemplo recente de contribuição da pesquisa para os diversos níveis da administração pública, e também às várias representações da sociedade civil que atuam na área da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), é a pesquisa realizada pelo Grupo de trabalho USP “Políticas Públicas de Combate à Insegurança Alimentar e à Fome”, que culminou em um relatório com 39 propostas de combate à fome e à insegurança alimentar. Esse relatório é o resultado de uma pesquisa coletiva realizada por docentes, pós-graduandos e pós-doutorandos das áreas de Ciências Humanas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Agrárias e Ciências Exatas.
Além da contribuição da academia, por meio da produção científica, a participação social é elemento essencial para a implementação de políticas eficazes de combate à insegurança alimentar e à fome. Nesse sentido, um mecanismo fundamental para viabilizar a participação social são os conselhos de direitos, conforme garantido no artigo 204 da Constituição Federal de 1988, entre eles o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, o Consea, assim como os Conselhos Estaduais e os Municipais de SAN.
É inegável que os conselhos são instrumentos indispensáveis para pautar junto aos governos federal, estadual ou municipal temas dos mais diversos: as desigualdades e as restrições no acesso aos alimentos básicos; a urgência de investimentos públicos para viabilizar a produção e o abastecimento interno, como, por exemplo, o feijão, que é produzido principalmente pela agricultura familiar; os investimentos públicos na ciência e na tecnologia para o combate à insegurança alimentar e demais temas-chave que devem ser prioridades das políticas públicas, e não meros coadjuvantes. Ademais, os conselhos de SAN têm a obrigação de desenvolver e implementar ações de formação e capacitação permanentes a todos os conselheiros, gestores e lideranças comunitárias para a execução do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan – Lei Federal nº 11.346/2006).
O problema da fome no Brasil remonta a muitas e muitas décadas. No entanto, como signatário dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), o país se comprometeu com a erradicação da fome e é fundamental que gestores públicos, cientistas e sociedade civil reúnam esforços para que todos tenham acesso à alimentação adequada, que promova saúde e bem-estar.
Jornal USP. O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social. In: https://jornal.usp.br/artigos/o-combate-a-fome-e-a-inseguranca-alimentar-exige-pesquisa-cientifica-e-participacao-social/ Acesso em 27 Ago. 2023 (adaptado e reduzido)
Leia o fragmento a seguir:
“Além da contribuição da academia, por meio da produção científica, a participação social é elemento essencial para a implementação de políticas eficazes de combate à insegurança alimentar e à fome” (3º parágrafo).
O uso da crase em “combate à insegurança alimentar e à fome” se justifica pelo fato de os substantivos “insegurança” e “fome” serem complementos nominais de “combate” e serem palavras do gênero feminino. Do ponto de vista sintático, o uso de crase se justifica pelo mesmo motivo em:
Questão 9 15403994
IFRJ 2024O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social
Por Katia Maria Pacheco dos Santos, pesquisadora com pós-doutorado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP, Marcelo Cândido da Silva, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Dirce Maria Lobo Marchioni, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
A fome afeta atualmente 33,1 milhões de brasileiros, o equivalente a 15,5% da população, conforme dados da pesquisa publicada no ano passado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Os resultados dessa pesquisa mostram claramente que, em meia década, houve um crescimento das desigualdades sociais de diversas ordens no país, resultando em milhões de famintos. Além disso, essa pesquisa apurou que no Estado de São Paulo há 6,8 milhões de pessoas passando fome.
Sem dúvida, a pesquisa científica é fundamental para nortear a formulação e o monitoramento das diversas políticas públicas. Um exemplo recente de contribuição da pesquisa para os diversos níveis da administração pública, e também às várias representações da sociedade civil que atuam na área da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), é a pesquisa realizada pelo Grupo de trabalho USP “Políticas Públicas de Combate à Insegurança Alimentar e à Fome”, que culminou em um relatório com 39 propostas de combate à fome e à insegurança alimentar. Esse relatório é o resultado de uma pesquisa coletiva realizada por docentes, pós-graduandos e pós-doutorandos das áreas de Ciências Humanas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Agrárias e Ciências Exatas.
Além da contribuição da academia, por meio da produção científica, a participação social é elemento essencial para a implementação de políticas eficazes de combate à insegurança alimentar e à fome. Nesse sentido, um mecanismo fundamental para viabilizar a participação social são os conselhos de direitos, conforme garantido no artigo 204 da Constituição Federal de 1988, entre eles o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, o Consea, assim como os Conselhos Estaduais e os Municipais de SAN.
É inegável que os conselhos são instrumentos indispensáveis para pautar junto aos governos federal, estadual ou municipal temas dos mais diversos: as desigualdades e as restrições no acesso aos alimentos básicos; a urgência de investimentos públicos para viabilizar a produção e o abastecimento interno, como, por exemplo, o feijão, que é produzido principalmente pela agricultura familiar; os investimentos públicos na ciência e na tecnologia para o combate à insegurança alimentar e demais temas-chave que devem ser prioridades das políticas públicas, e não meros coadjuvantes. Ademais, os conselhos de SAN têm a obrigação de desenvolver e implementar ações de formação e capacitação permanentes a todos os conselheiros, gestores e lideranças comunitárias para a execução do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan – Lei Federal nº 11.346/2006).
O problema da fome no Brasil remonta a muitas e muitas décadas. No entanto, como signatário dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), o país se comprometeu com a erradicação da fome e é fundamental que gestores públicos, cientistas e sociedade civil reúnam esforços para que todos tenham acesso à alimentação adequada, que promova saúde e bem-estar.
Jornal USP. O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social. In: https://jornal.usp.br/artigos/o-combate-a-fome-e-a-inseguranca-alimentar-exige-pesquisa-cientifica-e-participacao-social/ Acesso em 27 Ago. 2023 (adaptado e reduzido)
A expressão “sem dúvida” no fragmento “Sem dúvida, a pesquisa científica é fundamental para nortear a formulação e o monitoramento das diversas políticas públicas” (2º parágrafo) pode ser substituída por:
Questão 8 15403992
IFRJ 2024O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social
Por Katia Maria Pacheco dos Santos, pesquisadora com pós-doutorado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP, Marcelo Cândido da Silva, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Dirce Maria Lobo Marchioni, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
A fome afeta atualmente 33,1 milhões de brasileiros, o equivalente a 15,5% da população, conforme dados da pesquisa publicada no ano passado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Os resultados dessa pesquisa mostram claramente que, em meia década, houve um crescimento das desigualdades sociais de diversas ordens no país, resultando em milhões de famintos. Além disso, essa pesquisa apurou que no Estado de São Paulo há 6,8 milhões de pessoas passando fome.
Sem dúvida, a pesquisa científica é fundamental para nortear a formulação e o monitoramento das diversas políticas públicas. Um exemplo recente de contribuição da pesquisa para os diversos níveis da administração pública, e também às várias representações da sociedade civil que atuam na área da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), é a pesquisa realizada pelo Grupo de trabalho USP “Políticas Públicas de Combate à Insegurança Alimentar e à Fome”, que culminou em um relatório com 39 propostas de combate à fome e à insegurança alimentar. Esse relatório é o resultado de uma pesquisa coletiva realizada por docentes, pós-graduandos e pós-doutorandos das áreas de Ciências Humanas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Agrárias e Ciências Exatas.
Além da contribuição da academia, por meio da produção científica, a participação social é elemento essencial para a implementação de políticas eficazes de combate à insegurança alimentar e à fome. Nesse sentido, um mecanismo fundamental para viabilizar a participação social são os conselhos de direitos, conforme garantido no artigo 204 da Constituição Federal de 1988, entre eles o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, o Consea, assim como os Conselhos Estaduais e os Municipais de SAN.
É inegável que os conselhos são instrumentos indispensáveis para pautar junto aos governos federal, estadual ou municipal temas dos mais diversos: as desigualdades e as restrições no acesso aos alimentos básicos; a urgência de investimentos públicos para viabilizar a produção e o abastecimento interno, como, por exemplo, o feijão, que é produzido principalmente pela agricultura familiar; os investimentos públicos na ciência e na tecnologia para o combate à insegurança alimentar e demais temas-chave que devem ser prioridades das políticas públicas, e não meros coadjuvantes. Ademais, os conselhos de SAN têm a obrigação de desenvolver e implementar ações de formação e capacitação permanentes a todos os conselheiros, gestores e lideranças comunitárias para a execução do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan – Lei Federal nº 11.346/2006).
O problema da fome no Brasil remonta a muitas e muitas décadas. No entanto, como signatário dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), o país se comprometeu com a erradicação da fome e é fundamental que gestores públicos, cientistas e sociedade civil reúnam esforços para que todos tenham acesso à alimentação adequada, que promova saúde e bem-estar.
Jornal USP. O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social. In: https://jornal.usp.br/artigos/o-combate-a-fome-e-a-inseguranca-alimentar-exige-pesquisa-cientifica-e-participacao-social/ Acesso em 27 Ago. 2023 (adaptado e reduzido)
No fragmento, “(...) a urgência de investimentos públicos para viabilizar a produção e o abastecimento interno, como, por exemplo, o feijão, que é produzido principalmente pela agricultura familiar (...).” (4º parágrafo), o vocábulo “que” exerce a mesma função daquele destacado em:
Questão 7 15403991
IFRJ 2024O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social
Por Katia Maria Pacheco dos Santos, pesquisadora com pós-doutorado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP, Marcelo Cândido da Silva, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e Dirce Maria Lobo Marchioni, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP
A fome afeta atualmente 33,1 milhões de brasileiros, o equivalente a 15,5% da população, conforme dados da pesquisa publicada no ano passado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Os resultados dessa pesquisa mostram claramente que, em meia década, houve um crescimento das desigualdades sociais de diversas ordens no país, resultando em milhões de famintos. Além disso, essa pesquisa apurou que no Estado de São Paulo há 6,8 milhões de pessoas passando fome.
Sem dúvida, a pesquisa científica é fundamental para nortear a formulação e o monitoramento das diversas políticas públicas. Um exemplo recente de contribuição da pesquisa para os diversos níveis da administração pública, e também às várias representações da sociedade civil que atuam na área da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), é a pesquisa realizada pelo Grupo de trabalho USP “Políticas Públicas de Combate à Insegurança Alimentar e à Fome”, que culminou em um relatório com 39 propostas de combate à fome e à insegurança alimentar. Esse relatório é o resultado de uma pesquisa coletiva realizada por docentes, pós-graduandos e pós-doutorandos das áreas de Ciências Humanas, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Agrárias e Ciências Exatas.
Além da contribuição da academia, por meio da produção científica, a participação social é elemento essencial para a implementação de políticas eficazes de combate à insegurança alimentar e à fome. Nesse sentido, um mecanismo fundamental para viabilizar a participação social são os conselhos de direitos, conforme garantido no artigo 204 da Constituição Federal de 1988, entre eles o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, o Consea, assim como os Conselhos Estaduais e os Municipais de SAN.
É inegável que os conselhos são instrumentos indispensáveis para pautar junto aos governos federal, estadual ou municipal temas dos mais diversos: as desigualdades e as restrições no acesso aos alimentos básicos; a urgência de investimentos públicos para viabilizar a produção e o abastecimento interno, como, por exemplo, o feijão, que é produzido principalmente pela agricultura familiar; os investimentos públicos na ciência e na tecnologia para o combate à insegurança alimentar e demais temas-chave que devem ser prioridades das políticas públicas, e não meros coadjuvantes. Ademais, os conselhos de SAN têm a obrigação de desenvolver e implementar ações de formação e capacitação permanentes a todos os conselheiros, gestores e lideranças comunitárias para a execução do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan – Lei Federal nº 11.346/2006).
O problema da fome no Brasil remonta a muitas e muitas décadas. No entanto, como signatário dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), o país se comprometeu com a erradicação da fome e é fundamental que gestores públicos, cientistas e sociedade civil reúnam esforços para que todos tenham acesso à alimentação adequada, que promova saúde e bem-estar.
Jornal USP. O combate à fome e à insegurança alimentar exige pesquisa científica e participação social. In: https://jornal.usp.br/artigos/o-combate-a-fome-e-a-inseguranca-alimentar-exige-pesquisa-cientifica-e-participacao-social/ Acesso em 27 Ago. 2023 (adaptado e reduzido)
Ao longo do texto, o processo de formação de palavras muito utilizado para citar nomes de órgãos, entidades e filiações, como USP, Sisan, SAN etc., é a:
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