Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 44 10624825
Colégio Embraer 2021Um estudo apoiado pela FAPESP em dois rios interligados em Rondônia mediu as transferências de nitrogênio e a biodiversidade de peixes. Os dois rios estudados apresentavam as mesmas condições físicas e 800 metros de extensão cada um. A única diferença entre elas residia no fato de que um dos rios era margeado por áreas de pastagem de gado (1) e o outro possuía mata ciliar (2).
(https://www.ecycle.com.br/as-consequenciasdo- desenvolvimento-da-agricultura-para-o-meio-ambiente. Adaptado)
De forma ilustrativa, as situações citadas no texto encontram-se a seguir.

(https://www.estudokids.com br/mata-ciliar.Adaptado)
Ao final da pesquisa, foi verificado que havia uma variação da biodiversidade entre os rios estudados, sendo essa biodiversidade
Questão 43 10624787
Colégio Embraer 2021O gráfico a seguir, produzido pela Coordenadoria Regional de Saúde Leste, apresenta o número de fatores de risco associados à transmissão de uma determinada doença em regiões da zona leste da cidade de São Paulo.

(SINANNET: dados provisórios até 23.10.2020. Adaptado)
Considerando as informações do gráfico, a doença em questão é a
Questão 41 10624719
Colégio Embraer 2021Pegada de carbono, cuja ilustração é representada a seguir, é a quantidade de gás carbônico que, todos os dias, pessoas e empresas, através das suas atividades e rotinas habituais produzem.

(https://www.fimdolixo.com.br/panorama-da-emissao-de-carbono-no-brasil/)
Atualmente, vários procedimentos são adotados para controlar a concentração desse gás no ar atmosférico. Esses procedimentos têm como objetivo atingir as seguintes metas:
1) diminuição da produção de CO2
2) aumento do sequestro do CO2 do ambiente, ou seja, procedimentos para retirar esse gás do ambiente.
Para atingir as metas 1 e 2, respectivamente, são necessários os seguintes procedimentos:
Questão 19 10611954
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2021TEXTO
Ciência explica por que o cachorro é o melhor amigo do homem
Pesquisa descobre alterações no DNA que podem explicar parte do comportamento hiperssocial dos
cachorros em relação ao homem
Paloma Oliveto
Em algum momento entre 33 mil e 14 mil anos atrás, teve início uma história
de amizade que mudaria, para sempre, a jornada do homem e de seu fiel
companheiro na Terra. De lobos selvagens, os cães foram domesticados e jamais
abandonariam os humanos, acompanhando-os por todos os cantos, em sua
[5] colonização do globo. O que facilitou essa transição sempre foi objeto de curiosidade
científica. Agora, pesquisadores norte-americanos sugerem que a sociabilidade
canina está nos genes, oferecendo uma explicação diferente da tradicional.
A teoria mais aceita até hoje diz que os primeiros cães domesticados eram
lobos que se aventuraram nos assentamentos humanos para se beneficiar dos restos
[10] de alimentos. Por sua vez, os homens pré-históricos também tiravam proveito dessa
aproximação, pois tinham proteção e companhia para caça. A aparência dos
protocachorros começou a evoluir, ganhando características como redução do
tamanho da cabeça, olhos e orelhas caídas e rabo abaixado, entre outras, o que
conferiu a eles um aspecto de eternos filhotes e, consequentemente, nada
[15] ameaçadores. Além dos traços físicos, eles alteraram o comportamento,
provavelmente influenciados pela coabitação com humanos.
Porém, diferentemente de estudos anteriores, segundo os quais, na
domesticação, os cães foram selecionados pelo conjunto de habilidades cognitivas -
em especial, a capacidade de distinguir vozes e gestos -, o novo trabalho sugere que
[20] a seleção teve outro critério: a tendência de procurar a companhia do homem. “Se
os homens pré-históricos fizessem um contato com os lobos que mostrasse interesse
por eles, e só quisessem conviver e criar esses protocães, os animais teriam
explorado o traço social”, observa Bridgett von Holdt, professora de ecologia e
biologia evolutiva na Universidade de Princeton e coautora do artigo, publicado na
[25] revista Science Advances.
Fonte: Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2017/07/22/interna_ciencia_saude,611762/por-que-o-cachorro-e-o-melhor-amigo-do-homem.shtml. Acesso em: 30 set. 2021. Adaptado.
Nos textos, os elementos coesivos possuem o papel de conectar as partes e estabelecer relações de sentido.
Neste trecho do Texto “Porém, diferentemente de estudos anteriores, [...] o novo trabalho sugere que a seleção teve outro critério: a tendência de procurar a companhia do homem” (L 17 a 20), o termo destacado possui o papel de
Questão 18 10611935
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2021TEXTO
Ciência explica por que o cachorro é o melhor amigo do homem
Pesquisa descobre alterações no DNA que podem explicar parte do comportamento hiperssocial dos
cachorros em relação ao homem
Paloma Oliveto
Em algum momento entre 33 mil e 14 mil anos atrás, teve início uma história
de amizade que mudaria, para sempre, a jornada do homem e de seu fiel
companheiro na Terra. De lobos selvagens, os cães foram domesticados e jamais
abandonariam os humanos, acompanhando-os por todos os cantos, em sua
[5] colonização do globo. O que facilitou essa transição sempre foi objeto de curiosidade
científica. Agora, pesquisadores norte-americanos sugerem que a sociabilidade
canina está nos genes, oferecendo uma explicação diferente da tradicional.
A teoria mais aceita até hoje diz que os primeiros cães domesticados eram
lobos que se aventuraram nos assentamentos humanos para se beneficiar dos restos
[10] de alimentos. Por sua vez, os homens pré-históricos também tiravam proveito dessa
aproximação, pois tinham proteção e companhia para caça. A aparência dos
protocachorros começou a evoluir, ganhando características como redução do
tamanho da cabeça, olhos e orelhas caídas e rabo abaixado, entre outras, o que
conferiu a eles um aspecto de eternos filhotes e, consequentemente, nada
[15] ameaçadores. Além dos traços físicos, eles alteraram o comportamento,
provavelmente influenciados pela coabitação com humanos.
Porém, diferentemente de estudos anteriores, segundo os quais, na
domesticação, os cães foram selecionados pelo conjunto de habilidades cognitivas -
em especial, a capacidade de distinguir vozes e gestos -, o novo trabalho sugere que
[20] a seleção teve outro critério: a tendência de procurar a companhia do homem. “Se
os homens pré-históricos fizessem um contato com os lobos que mostrasse interesse
por eles, e só quisessem conviver e criar esses protocães, os animais teriam
explorado o traço social”, observa Bridgett von Holdt, professora de ecologia e
biologia evolutiva na Universidade de Princeton e coautora do artigo, publicado na
[25] revista Science Advances.
Fonte: Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2017/07/22/interna_ciencia_saude,611762/por-que-o-cachorro-e-o-melhor-amigo-do-homem.shtml. Acesso em: 30 set. 2021. Adaptado.
Os textos que circulam nos mais diversos meios de comunicação são criados a fim de cumprir as mais diferentes finalidades.
Diante disso, o objetivo do Texto é
Questão 20 10594884
FAETEC 2021TEXTO
ONU: Insegurança alimentar aumenta no Brasil e atinge 43 milhões de pessoas
Dados divulgados pela FAO em julho de 2020 revelam que a fome voltou a aumentar no Brasil. De acordo com a entidade, 37,5 milhões de pessoas viviam uma situação de insegurança alimentar moderada no país no período entre 2014 e 2016. Entre 2017-2019, porém, esse número chegou a 43,1 milhões. Em termos percentuais, o número também subiu, de 18,3% para 20,6%.
Os dados fazem parte do informe "O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo”, o estudo global mais completo que acompanha o progresso no sentido de acabar com a fome e a desnutrição. Ele foi produzido conjuntamente por entidades vinculadas à Organização das Nações Unidas (ONU).
Ao longo dos últimos 20 anos, a FAO destacou o avanço do combate à fome no Brasil. Hoje, a taxa de pessoas consideradas como subnutridas é de menos de 2,5% da população. Em 2006, essa taxa era de 4,1%.
A insegurança alimentar severa também caiu, passando de 3,9 milhões de pessoas entre 2014- 2016 para 3,4 milhões entre 2017 e 2019. Em termos percentuais, isso representa uma queda de 1,9% da população do país para 1,6%.
Mas é na camada da população com um pouco mais de recursos que a insegurança alimentar voltou a fazer parte da realidade.
2 bilhões é o número de pessoas no mundo que vivem num estado de insegurança alimentar, o que representa a incapacidade de ter acesso a alimentos seguros, nutritivos e suficientes o ano todo.
Além dos dados sobre insegurança alimentar, a entidade aponta que 14,5% da população brasileira ainda não tem acesso a uma dieta saudável. A
anemia entre mulheres também aumentou, passando de 25,3% para 27,2% entre o período avaliado.
Um outro sinal é obesidade, também resultado de uma alimentação não saudável. Nesse caso, a taxa passou de 20,1% entre 2014-2016 para 22,1% entre 201/e 2019.
Jamil Chade
Adaptado de: noticias.uol.com.br/colunas/
De acordo com o texto, a obesidade pode ser considerada:
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