Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 13 10251548
OBR 1° Ano - Nível 5 Fase 2 2020Inspirada na organização de insetos sociais, como formigas, abelhas e cupins, e na formação dos cardumes de peixes e de aves em voo, a robótica de enxames é um campo de estudo que procura os melhores caminhos computacionais para que robôs possam trocar informações entre si e agir em conjunto, de acordo com um objetivo comum para o qual foram programados. São soluções computacionais que estão no campo de estudo de vários grupos de pesquisadores do mundo. Ainda sem exemplos comerciais, a robótica de enxame tem perspectiva de uso tanto em locais fechados quanto abertos, como no mar, na inspeção e no reparo de plataformas submarinas, na vigilância marítima e no ar, com drones dotados de sistemas para vigiar fronteiras, por exemplo.

(Texto e imagem adaptados de https://revistapesquisa.fapesp.br/enxames-de-robos/)
A robótica de enxame, embora inspirada em comportamentos naturais, não sofre pela ação de produtos químicos utilizados em lavouras e grandes plantações. Tais produtos além de matar pragas, causam efeitos colaterais em todo o meio ambiente.
Sobre enxames e/ou uso de agrotóxicos é INCORRETO afirmar que:
Questão 6 10251480
OBR 1° Ano - Nível 5 Fase 2 2020Read the following robotic quotes and answer as required
“When I was building robots in the early 1990s, the problems of voice recognition, image understanding, VOIP, even touchscreen technologies - these were robotics problems.” - Colin Angle
“Today, billions of mobile devices with extraordinary power are uniting with advancements in robotics artificial intelligence, nanotechnology, and so much more.” - Steve Mollenkopf
Analyzing both texts, it is possible to get a common conclusion from the authors. We can conclude that:
Questão 17 10251264
OBR 1° Ano - Nível 5 Fase 1 2020How Robots Are Helping Combat COVID-19
How do you reduce the risk to medical professionals? By reducing the number of interactions they have with sick patients. This is where robots can have a major impact. Instead of risking personnel at intake locations, robots are being used to scan for patients with potential symptoms, whether it be high temperature or coughing. Mobile robots are used in place of doctors to perform routine observations such as temperature checks. Robots are also being used to dispense medicine, which frees up nurses to help with patients in other ways. In all, the use of robots allows doctors and nurses to more effectively perform the highest priority duties where their skills and abilities are most needed. Robots are increasing the capabilities of the medical facilities they’re in while reducing the risk to those working there.
(Texto adaptado de https://www.robotics.org/blog-article.cfm/How-Robots-Are-Helping-Combat-COVID-19/256)
According to the text how are robots helping combat covid-19?
Questão 4 10240341
OBR 1° Ano - Nível 3 2020A Coral Detection System, uma startup Israelense, criou um robô salva-vidas que funciona alimentado por energia solar. O equipamento é capaz de monitorar até 10 metros quadrados de área durante as 24 horas do dia.

(Imagem extraída de https://bit.ly/coral-system )
A utilização de robôs alimentados por energias renováveis tem se tornado cada vez mais comum devido a grande quantidade de energia consumida e pela diminuição dos impactos causados à natureza.
Tendo em vista este cenário, analise as afirmações abaixo e marque a(s) alternativa(s) correta(s).
Questão 8 10135705
CMBel 1°ano - Português 2020TEXTO
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi indentificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: "Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”,
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que à ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/. Acesso
em: 14 set. 2020.
No enunciado “que podem levar à transmissão da doença de Chagas”, em negrito no 5º parágrafo, o verbo "levar" assume a mesma regência e o mesmo valor semântico em:
Questão 7 10135699
CMBel 1°ano - Português 2020TEXTO
Açaí: essa fruta refrescante esconde um perigo!
Na época do calor, muita gente adora tomar um açaí para refrescar-se. Também pudera: essa fruta é deliciosa e pode ser combinada com vários outros ingredientes e frutas.
Acontece que essa saborosa fruta pode esconder um perigo: o parasita que transmite a doença de Chagas. Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), cerca de 10% dos alimentos à base de açaí no Pará e no Rio de Janeiro apresentaram DNA do parasita dessa doença.
A Fiocruz colheu amostras de açaí em feiras e supermercados, entre 2010 e 2015, no Pará, e entre 2010 e 2012, no Rio de Janeiro, e constatou a presença de material genético, embora isso não signifique risco de contágio. A análise de 140 amostras de alimentos à base de açaí encontrou o parasita Trypanosoma cruzi em 14 produtos, o que representa 10% do total da amostragem. O inseto que transmite o Trypanosoma cruzi, conhecido popularmente como barbeiro, também foi indentificado em uma das amostras.
Nos dois estados, estão sendo comercializados produtos contaminados, entre eles, xarope de guaraná, sucos de açaí, polpas congeladas e frutos frescos. Segundo a Fundação, a presença do DNA do parasita nesses alimentos não provoca a transmissão à doença de Chagas, visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto. Nesse estado, ele é incapaz de provocar uma infecção.
Mas, ainda assim, a Fiocruz alerta para a necessidade de serem observadas boas práticas de higiene e de manipulação dos produtos derivados do açaí. O pesquisador do Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Endêmicas da Fiocruz, Otacílio Moreira, diz: "Reforçamos que, como não foi avaliado o potencial de infecção dos microrganismos, é provável que eles estivessem mortos e não pudessem provocar o agravo. Mas a simples presença do DNA do parasita mostra que houve contato com o alimento, apontando para falhas no processo de produção, que podem levar à transmissão da doença de Chagas”.
Não apenas quem vende e compra os produtos devem observar tais práticas, mas, sobretudo, quem os produz, pois em itens produzidos pela indústria alimentícia, que deveria aplicar normas de segurança alimentar, foi identificado o DNA do parasita.
A pesquisadora da Fiocruz Renata Trotta Barroso Ferreira explica que: “Apesar de existirem importantes estratégias sendo implementadas, o Brasil ainda está num estágio embrionário e pontual no combate à doença de Chagas, transmitida pelo consumo alimentar, incluindo o açaí, por exemplo. As boas práticas de higiene e de manufatura, assim como a aproximação entre instituições de ciência e os produtores de açaí, são essenciais para contribuir na solução deste problema”,
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados no país, entre 2007 e 2016, cerca de 200 casos agudos de doença de Chagas, anualmente, sendo 69% causados por transmissão oral, ou seja, por contaminação de bebidas e comidas. Das notificações registradas nesse período, quase a totalidade (95%) ocorreu na região Norte, sendo 85% no Pará, estado onde o consumo do suco fresco de açaí é uma tradição alimentar.
A doença de Chagas é tipicamente uma doença tropical, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi. O site DNDi alerta que à ingestão oral de alimentos contaminados se dá por barbeiros infectados ou suas fezes, e o alto número de parasitas que entram no organismo pode agravar ainda mais a doença, levando, inclusive, a óbito a pessoa infectada.
Diante disso, quando for tomar açaí, analise as condições de armazenamento da fruta, seja fresca, seja em polpa, e se quem a está manipulando aplica corretamente regras de higiene e métodos de manuseio e venda adequados.
(Texto adaptado) https://www.greenme.com.br/consumir/consumo-consciente/7689-acai-esconde-um-perigo/. Acesso
em: 14 set. 2020.
No trecho “... visto que o material genético pode manter-se na amostra mesmo o organismo já estando morto”, em negrito no 4º parágrafo, verifica-se que a primeira oração expressa ideia de
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