Questões de EFAF Ciências - Matéria e Energia (Física)
2.325 Questões
Questão 25 10757398
UTFPR Verão 2012/2Sobre o atrito podemos dizer:
I) Onde nascessemos teríamos de ficar por toda a vida, pois não poderíamos nos locomover. Isto é, só podemos caminhar porque temos o atrito dos calçados (sapatos) com o chão.
II) O atrito permite que o barco se movimente na água, pois sem o atrito o barco ficaria no mesmo lugar e afundaria.
III) O carro pode se locomover, pois o atrito do pneu com o chão permite a aderência do carro ao chão e assim o motor do carro pode imprimir um deslocamento e também uma velocidade para o carro.
Está(ão) correta(s) apenas:
Questão 5 10723494
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Leia com atenção o fragmento a seguir:
‘Uns vinte anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração.’
Sobre esse fragmento, é incorreto afirmar que:
Questão 1 10723466
COTIL 1° Ano 2012Texto para a questão.
O CÉREBRO ELETRÔNICO

Quando o computador foi inventado, em 1946 – aliás, eu também fui inventado em 46 –, pesava 14 toneladas. Imagine o tamanho. E não se chamava computador. O nome da engenhoca era ‘cérebro eletrônico’. Era um invento assustador. Ficava dentro de uma espécie de armazém, tinha rolos de fitas imensos, fazia um barulho danado. Parecia um monstro. Mas os inventores foram logo acalmando as pessoas (a guerra tinha acabado havia um ano): ‘até o final do século, teremos computadores que pesarão apenas 1 tonelada’.
Pois o século terminou e hoje ele pesa 3 quilinhos. E passou a se chamar ‘micro’. E continua emagrecendo. E, ao contrário do que previa o Gilberto Gil em 69, na música ‘Cérebro Eletrônico’, ele já fala. Não só fala como às vezes duvida de você e – acintosamente – pergunta: ‘Você tem certeza de que quer fazer isso ou aquilo?’
Uns 20 anos depois, lá pelos anos 60, na África do Sul, um tal de doutor Barnard fez o primeiro transplante de coração. Tirou de um sujeito e colocou em outro. O cara não viveu muito tempo, não. Mas a coisa foi evoluindo e hoje qualquer clínica ali na esquina tá fazendo transplante baratinho, baratinho. Transplantam tudo hoje em dia. Menos a inteligência e a alma (se é que existe mesmo). A miss Brasil do ano passado tinha feito 19 operações plásticas. Assim, até eu, minha senhora. E agora começaram a transplantar com órgãos artificiais. ‘Matéria plástica, que coisa elástica, que coisa drástica’, como já reclamavam o Ari Toledo e o Carlinhos Lyra nos mesmos anos 60, numa música chamada ‘Subdesenvolvido’.
E você deve estar perguntando: aonde é que este cara quer chegar?
Quero chegar no chip. Que, segundo o Houaiss, é uma ‘pequena lâmina miniaturizada (em geral de silício), usada na construção de transistores, díodos ou outros semicondutores, capaz de realizar diversas funções mais ou menos complexas’. Estão colocando chips dentro do nosso corpo. Ou seja, pedaços de computadores, nacos de cérebros eletrônicos.
Ou seja, talvez até o final deste século (ou menos, muito menos) a gente não vá mais precisar dos computadores. Nós vamos ser um computador ambulante. Será que seremos todos brancos ou existirão ainda os negros, os amarelos e os vermelhos? Será que ainda vamos estar com mania de querermos ser computadores do Primeiro Mundo? Os americanos terão mais bits que os sulamericanos? O homem-computador do Iraque será desligado das tomadas e das pilhas? A bateria vai acabar ou seremos, finalmente, imortais? (...)
Mário Prata. O cérebro eletrônico. Revista Época, 20/02/2009.
Pela leitura do texto, só não se pode concluir que:
Questão 45 10681690
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2012Leia o texto a seguir.
Eletricidade atmosférica
O ar quente junto à superfície sobe para as camadas mais altas da atmosfera e vai esfriando, produzindo as grandes nuvens cúmulos-nimbos. Essas nuvens possuem grande extensão vertical: sua base pode estar a 1 km da superfície e o topo 12 km acima. Nas canadas mais altas da nuvem, o vapor se transforma em granizo e cai por dentro dela. Durante a que- da, ele sofre atrito com partículas menores, como cristais de gelo. Com o atrito as partículas ficam eletrizadas, sendo que o granizo acumula cargas negativas e os cristais de gelo acumulam cargas positivas que ficam no topo da nuvem. Quando a diferença entre as cargas positivas e negativas é muito grande, acontece o raio. As pesquisas mais recentes mostram que esse tipo de raio, que se forma dentro de uma mesma nuvem é o mais frequente, mas não o único.
A descarga elétrica gerada pelas diferenças de cargas produz temperaturas altíssimas, em torno de 30000°C, que provoca uma expansão violenta do ar e com isso o som (trovão) que se segue.
Ciências no século XXI - 9° Ano páginas 291-292. Atual Editora
Analisando o texto acima e considerando os conceitos físicos, marque a opção INCORRETA.
Questão 10 10222947
IJSO Brasil* 2012/1Uma fonte F emite um feixe de luz cuja abertura é de
O feixe incide numa lâmina de vidro de faces paralelas e de índice de refração absoluto
A lâmina está imersa no ar (índice de refração absoluto do ar é igual a
). Após sofrer refração o feixe emerge da lâmina.

O feixe emergente é:
Questão 10 176390
OBF Nivel 1 2012Num dia nublado em Londres, a temperatura era de 12°C. Qual era a temperatura em Fahrenheit, que é a escala termométrica utilizada na Inglaterra?
06
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