Questões de EFAF Ciências - Matéria e Energia (Química)
2.140 Questões
Questão 23 11507656
IFNMG Integrado 2018Leia o texto:
Após 30 anos, Fantástico volta ao cenário da tragédia com Césio 137
Equipamento de radioterapia foi quebrado e espalhou substância radioativa
O mais grave acidente radioativo da história do Brasil. O que parecia apenas lixo era algo muito mais perigoso. Nada poderia ser mais arriscado do que abrir aquela cápsula. Em meio a quilos de sucata, uma ameaça. O resultado: vidas roubadas. Césio 137 - 30 anos depois. O Fantástico volta ao cenário da tragédia do Césio 137 em Goiânia. Hoje, onde há um terreno concretado, funcionava um ferro-velho onde dois funcionários quebraram um equipamento de radioterapia. E foi assim que a substância radioativa se espalhou pela cidade.
http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2017/08/apos-30-anos-fantastico-volta-ao-cenario-da-tragedia-com-cesio-137.html. Acesso em: 10 set. 2017.
O acidente mencionado no TEXTO 01 diz respeito ao Césio 137 (55Cs137) - um elemento químico que emite partícula radioativa, transformando-se em Bário 137 (56Ba137), capaz de emitir uma radiação muito mais letal ao ser humano.
Diante disso, podemos concluir que a partícula emitida pelo Césio 137 é:
Questão 6 10878710
OBQJr 1° Ano - Fase II 2018A composição de determinada amostra é apresentada no gráfico e na tabela abaixo.

Adaptado de: http://civil.fe.up.pt/pub/apoio/mestr_estr/novosmateriais
A amostra acima é de
Questão 4 10780296
CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2018TEXTO:
Tecnologia e ciência andam de mãos dadas
Um dos ganhadores do Nobel de Química de 2004 por descobertas sobre processo de “reciclagem” de
proteínas nas células, bioquímico israelense fala sobre como as pesquisas mudaram nos últimos anos e
defende o acesso aberto à produção científica
(...)
[5] O que [o senhor] diz então da visão de muitas pessoas que os investimentos em ciência
devem se focar em pesquisas que tenham aplicações?
Se todos se dedicassem às pesquisas aplicadas, práticas, não teríamos ciência básica, e isso seria
muito ruim. Por exemplo, todas as drogas são desenvolvidas contra determinados alvos. E quem dá o alvo é
a ciência básica. Daí as empresas vão pesquisar as drogas. Você não pode matar o câncer sem entender os
[10] mecanismos do câncer, de onde ele vem, como ele se desenvolve. A descoberta dos mecanismos do câncer
virão (sic.) do lado “não prático” da ciência. A ciência então é uma combinação entre curiosidade e
praticidade. Se a curiosidade morrer, as aplicações também morrem. É preciso ter os dois lados alimentando
um ao outro.
Na ciência em geral, e na sua área em particular, a tecnologia se tornou muito importante na
[15] prática científica. Como o senhor vê esta relação?
A tecnologia anda de mãos dadas com a ciência básica, tanto que a cada dois ou três Nobel um vai
para desenvolvimentos na tecnologia. E não é por menos. Na ciência muitas vezes estamos limitados pela
tecnologia. Aciência faz as perguntas, mas não podemos respondê-las sem a tecnologia, e isto impulsiona o
desenvolvimento tecnológico. Então a tecnologia chega, respondemos a pergunta e a ciência segue para a
[20] próxima pergunta, o que impulsiona a tecnologia e assim em diante.
Não faz muito tempo tínhamos uma ciência verticalizada, em que os experimentos eram
verificáveis, reproduzíveis, e levava tempo para ter um resultado. Hoje, no entanto, temos campos
como a bioinformática que, usando a tecnologia, analisam enormes quantidades de dados e geram
muitos resultados, tantos que mal conseguimos entender o que está acontecendo. Como o senhor vê
[25] o impacto disso na ciência?
A ciência mudou, não há dúvidas. E mudou para o bem e para o mal. No meu tempo, digamos assim,
a ciência era algo de baixo para cima. Você tinha uma pergunta, desenvolvia um experimento, ia para a
bancada do laboratório, usava as ferramentas disponíveis e aí tinha os resultados. Hoje muito da ciência se
tornou algo como uma pescaria. Mesmo que você não tenha uma questão pode dizer: tudo bem, pegamos
[30] cinco mil pacientes de melanoma, sequenciamos seu genoma e encontramos uma mutação. Não temos
pistas do que a mutação faz, que partes da biologia ela afeta, o que seja. É força bruta, mas ainda assim
importante. Precisamos que isso seja feito. (...)
(Baima, Cesar. Entrevista. O Globo 20 ago. 2017)
Considerando os verbos destacados em "Se todos se dedicassem às pesquisas aplicadas, práticas, não teríamos ciência básica, e isso seria muito ruim" (linhas 7-8), o emprego do futuro do pretérito sinaliza, por parte do enunciador,
Questão 3 10780292
CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2018TEXTO
As mãos perguntam, a cabeça pensa
Encaro com a maior desconfiança os laboratórios nas escolas. Acho que sua função, nas escolas,
não é ensinar ciência aos estudantes, mas impressionar os pais. Os pais se impressionam facilmente. Vendo
os laboratórios, eles concluem: "Uma escola com um laboratório moderno assim deve ser uma boa escola...".
Poucos se dão conta de que os laboratórios mentem aos adolescentes. Pois o que eles dizem,
[5] silenciosamente, é o seguinte: "É aqui dentro que se faz ciência". Isso é mentira. Ciência não é uma coisa que
se faz em laboratórios. Ciência se faz em qualquer lugar. Ela só precisa de duas coisas: olho e cabeça.
Assim, a primeira tarefa da educação científica é ensinar a ver e ensinar a pensar.
Sei de pessoas que são capazes de produzir pesquisas nos laboratórios, mas que, andando em
meio aos objetos e situações do seu cotidiano, veem e pensam como se nada soubessem da ciência. De
[10] fato, não sabem, porque a sua ciência só acontece em laboratórios.
(...)
Pensei, então, numa escola que fosse uma casa, uma casa comum, dessas onde os alunos moram,
parecida com o espaço de sua vida real. Essa ideia me veio quando uma amiga, professora universitária, me
contou um incidente divertido e revelador:
[15] Repentinamente, metade de sua casa ficou às escuras. Lembrou-se de que, quando algo
semelhante acontecia na casa de sua infância, seu pai trocava os fusíveis. Concluiu: algum fusível deve ter
se queimado. Disse, então, ao filho de nove anos: “Filho, veja se um fusível queimou”. Respondeu o menino:
“Não se usam mais fusíveis. Agora se usam disjuntores”.
Mas ela não sabia o que eram disjuntores nem como estava estruturada a rede elétrica de sua casa,
[20] e assim continuou a conversa entre os dois, ela, professora universitária, que, para passar no vestibular,
tivera de estudar física elétrica com suas voltagens, “wattagens”, impedâncias, ohms, tensões, fórmulas e
outras coisas parecidas, totalmente ignorante diante de um simples problema prático em sua casa; e o
menino, que nunca estudara física, mas que conhecia os segredos da casa onde morava.
Embora isso esteja esquecido, o caminho para a inteligência passa pelas mãos. Pensamos para
[25] ajudar as mãos. Das mãos nascem as perguntas. Da cabeça nascem as respostas. Se a mão não pergunta,
a cabeça não pensa. Pois laboratório vem de “laborare”, trabalhar com as mãos, que é essa cooperação
entre mãos e inteligência. Física mecânica, física elétrica, física hidráulica, física ótica, física dos materiais,
matemática, química, biologia, saúde, geografia, história, literatura, poesia, ecologia, política, sociologia,
arte – todas moram na nossa casa, ferramentas e brinquedos, ao alcance das nossas mãos, desafios ao
[30] pensamento: conhecer para “laborare” na construção da casa de morada...
Li uma entrevista do Amyr Klink em que, indagado sobre a educação dos filhos, disse que gostaria
que seus filhos aprendessem como aprendem as crianças numa ilha, se não me engano, na costa da
Noruega: aprendem as coisas que devem ser aprendidas, para não ser nunca esquecidas, construindo uma
casa viking. Assim, estamos de acordo...
(Alves, Rubem. Coluna Opinião do Jornal Folha de São Paulo, 21 jul. 2002. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2107200208.htm - Acesso em: 16/09/2017)
No período composto, muitas vezes a relação semântica entre as orações é explicitada por conjunções. Diferentemente, em “Vendo os laboratórios, eles concluem: 'Uma escola com um laboratório moderno assim deve ser uma boa escola...'” (linhas 2-3), não há conectivos entre as orações.
Mesmo assim, é possível perceber que, em relação à seguinte, a oração sublinhada apresenta o valor de:
Questão 52 10737885
SENAI 1º Ano - CGE 2141 2018/1A hidroxiapatita [Ca10 (PO4)6 (OH)2] é amplamente utilizada, no campo da medicina e da odontologia, como um substituto ósseo e dentário em implantes. Esse mineral é formado por átomos de cálcio, fósforo, oxigênio e hidrogênio. Se os átomos do elemento destacado têm configuração eletrônica 3s2 3p3 para a camada de valência, é correto afirmar que ele pertence ao ____ período da família ____.
Assinale a alternativa que, correta e respectivamente, preenche as lacunas do texto.
Questão 59 10593201
Colégio Embraer 2018Pilhas são dispositivos largamente utilizados. Seu funcionamento pode ser explicado por meio da pilha de Daniell, formada por duas placas metálicas, uma de zinco mergulhada em uma solução de sulfato de zinco, e outra de cobre mergulhada em uma solução de sulfato de cobre. As duas placas (eletrodos) são conectadas por um fio metálico, que permite o fluxo de elétrons de um eletrodo ao outro. As duas soluções são interligadas por uma ponte salina: um tubo de vidro oco, recurvado, que contém uma solução de sulfato de sódio e com as extremidades revestidas por algodão umedecido. A ponte salina permite que haja o fluxo de íons de uma solução à outra. A ilustração a seguir representa uma pilha de Daniell.

(https://manualdaquimica.uol.com.br)
A geração de energia para acender a lâmpada, no caso da pilha de Daniell, está relacionada com
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