Questões de EFAF Ciências - Matéria e Energia (Química)
2.140 Questões
Questão 52 14994866
COLTEC 2024O soro caseiro é utilizado para hidratação. Ele é preparado dissolvendo-se completamente o sal de cozinha (NaCl(s)) e o açúcar (C6H12O6(s)) em água.
Sobre esse sistema, é CORRETO afirmar que
Questão 6 14914552
OBG Fase 1 2024(ADAPTADA)
Com base no tema destacado na figura abaixo, assinale a alternativa correta.

Fonte: https://www.jornalbomdia.com.br/noticia/ acesso 05/06/2024.
Questão 22 14804835
IFNMG Integrado 2024
A chuva ácida é um termo amplo que, como o nome sugere, inclui qualquer forma de precipitação com componentes ácidos (substâncias que apresentam um íon H+ ionizável) que cai no solo a partir da atmosfera na forma úmida ou seca. A chuva ácida é um tipo de poluição causada por contaminantes gerados em processos industriais que, na atmosfera, reagem com o vapor d’água.
Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente. Acesso em: 4 out. 2023.
Entre os contaminantes produzidos em uma região industrial, coletaram-se os óxidos SO3, CO, Na2O e MgO.
Nessa região, a chuva ácida pode ser acarretada pelo seguinte óxido:
Questão 21 14804822
IFNMG Integrado 2024
Os laureados com o Prêmio Nobel de Química de 2019 foram os cientistas John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino, que, nas décadas de 1970 e 1980, trouxeram inovações à tecnologia conhecida na época para as baterias de lítio convencionais. Essa inovação permitiu que as baterias fabricadas com lítio pudessem ser recarregáveis, ou seja, serem reutilizadas muitas vezes pelos usuários. Além de baterias, o lítio também pode ser utilizado na indústria de tintas, farmacêutica e outras aplicações. Na tabela periódica, há outros elementos com características semelhantes ao lítio.
BOCCHI, Nerilso; BIAGGIO, Sonia R.; ROCHA-FILHO, Romeu C. Prêmio Nobel de Química de 2019 Láurea pelo Desenvolvimento das Baterias de Íons Lítio. Química Nova na Escola. São Paulo. v. 41, n. 4, p. 320-326, 2019.
Marque a alternativa que se refere a um desses elementos.
Questão 3 14804382
IFNMG Integrado 2024Faça a leitura atenta do texto e, na sequência, responda à questão.
Ondas de calor serão mais comuns? Especialistas explicam
O que os brasileiros vivenciaram no inverno de 2023 foi uma onda de calor que não condiz com a estação do ano. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno deste ano foi um dos mais quentes desde 1961.
Mas não é apenas no Brasil que esse evento está ocorrendo: entre junho e julho, o hemisfério norte enfrentou um dos verões mais quentes já registrados. Mas o que está causando esses eventos climáticos intensos?
Segundo o estudo feito pela World Weather Attribution (WWA), o calor registrado no hemisfério norte em junho e julho de 2023 só ocorreu por ações da humanidade. De acordo com o estudo, esse reflexo de clima seria “impossível” sem as ações humanas que induzem as mudanças climáticas.
Isso será uma tendência? De acordo com os pesquisadores ouvidos pela CNN, sim. Se o mundo não diminuir as ações que contribuem para o aquecimento global, mudanças como as ondas de calor serão mais intensas e mais duradouras.
Com a temperatura da terra subindo, eventos climáticos extremos – como essas ondas de calor, além de tempestades e outras tragédias naturais – serão cada vez mais frequentes.
“Esse ano particular agora não dá mais espaço para aquelas visões céticas do aquecimento global”, explica Ricardo de Camargo, professor de Meteorologia do IAG/USP. “É indubitável: todas as evidências estão aí saltando aos olhos de todos e não há negacionismo que sustente diante de tantas alterações”.
Segundo informações do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o aumento das temperaturas está mudando os padrões climáticos – por isso invernos mais quentes e ciclones mais frequentes, além de tempestades mais destrutivas.
Ainda segundo o órgão, desde 1980 a década mais recente tem sido mais quente que a anterior e todas as áreas do mundo têm registrado ondas de calor, enquanto as temperaturas do Ártico aumentaram pelo menos duas vezes mais rápido que a média global.
Além da onda de calor, o Brasil também foi atingido pelas chuvas causadas por um ciclone extratropical. Como resultado, o Rio Grande do Sul contabilizou pelo menos 48 mortes.
De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, também da ONU, os anos entre 2015 e 2022 foram os mais quentes já registrados; e tem 98% de chance de pelo menos um ano entre 2023 e 2027 ultrapassar o recorde.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ondas-de-calor-serao-mais-comuns-especialistas-explicam/. Acesso em: 12 out. 2023. Adaptado.
A linguagem conotativa empregada no fragmento textual “[...] todas as evidências estão aí saltando aos olhos de todos [...]” está corretamente explicada em
Questão 2 14804374
IFNMG Integrado 2024Faça a leitura atenta do texto e, na sequência, responda à questão.
Ondas de calor serão mais comuns? Especialistas explicam
O que os brasileiros vivenciaram no inverno de 2023 foi uma onda de calor que não condiz com a estação do ano. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno deste ano foi um dos mais quentes desde 1961.
Mas não é apenas no Brasil que esse evento está ocorrendo: entre junho e julho, o hemisfério norte enfrentou um dos verões mais quentes já registrados. Mas o que está causando esses eventos climáticos intensos?
Segundo o estudo feito pela World Weather Attribution (WWA), o calor registrado no hemisfério norte em junho e julho de 2023 só ocorreu por ações da humanidade. De acordo com o estudo, esse reflexo de clima seria “impossível” sem as ações humanas que induzem as mudanças climáticas.
Isso será uma tendência? De acordo com os pesquisadores ouvidos pela CNN, sim. Se o mundo não diminuir as ações que contribuem para o aquecimento global, mudanças como as ondas de calor serão mais intensas e mais duradouras.
Com a temperatura da terra subindo, eventos climáticos extremos – como essas ondas de calor, além de tempestades e outras tragédias naturais – serão cada vez mais frequentes.
“Esse ano particular agora não dá mais espaço para aquelas visões céticas do aquecimento global”, explica Ricardo de Camargo, professor de Meteorologia do IAG/USP. “É indubitável: todas as evidências estão aí saltando aos olhos de todos e não há negacionismo que sustente diante de tantas alterações”.
Segundo informações do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o aumento das temperaturas está mudando os padrões climáticos – por isso invernos mais quentes e ciclones mais frequentes, além de tempestades mais destrutivas.
Ainda segundo o órgão, desde 1980 a década mais recente tem sido mais quente que a anterior e todas as áreas do mundo têm registrado ondas de calor, enquanto as temperaturas do Ártico aumentaram pelo menos duas vezes mais rápido que a média global.
Além da onda de calor, o Brasil também foi atingido pelas chuvas causadas por um ciclone extratropical. Como resultado, o Rio Grande do Sul contabilizou pelo menos 48 mortes.
De acordo com a Organização Meteorológica Mundial, também da ONU, os anos entre 2015 e 2022 foram os mais quentes já registrados; e tem 98% de chance de pelo menos um ano entre 2023 e 2027 ultrapassar o recorde.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ondas-de-calor-serao-mais-comuns-especialistas-explicam/. Acesso em: 12 out. 2023. Adaptado.
Observe a passagem retirada do texto: “Se o mundo não diminuir as ações que contribuem para o aquecimento global, mudanças como as ondas de calor serão mais intensas e mais duradouras.”
A palavra destacada no trecho introduz na frase uma ideia de
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