Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 18 10795718
Concursos FAPEC - Pref de água branca 2013A poluição do ar é proveniente da emissão de gases no ar. Esses gases comprometem a composição original da atmosfera provocando uma diminuição da qualidade do ar que os moradores vão respirar, levando as pessoas a contrair doenças respiratórias. Os agentes poluidores do ar são: as indústrias, a queima de combustíveis fósseis e as usinas termoelétricas.
Um dos principais poluentes atmosféricos nas metrópoles, que afeta a hemoglobina do sangue e cuja principal fonte emisora são os automóveis, é o:
Questão 6 10781739
OBQJr 8° ou 9° Ano - Fase 2 2013O texto mostrado abaixo será utilizado na questão.

O polônio (Z=84; [Xe]4f145d106s26p4; Tfus. = 254 ºC e Tebul. = 962 ºC) apresenta sete isótopos naturais e foi o terceiro elemento radioativo identificado. Nos vegetais, como no fumo, ou tabaco (nome dado a espécies do gênero Nicotiana), o polônio pode provir do ar ou ser absorvido pelas raízes. Na década de 1960, alguns pesquisadores desenvolveram uma técnica para medir níveis muito baixos de rádio e polônio. Ao testarem as cinzas de cigarro com essa técnica, eles tiveram uma surpresa: não encontraram sinais de polônio. Nenhum outro material orgânico, incluindo as plantas, havia dado um resultado negativo para o polônio na presença do rádio. Mas na temperatura do tabaco em brasa, o polônio se vaporiza rapidamente. Então, percebeu-se que o polônio procurado deveria estar na fumaça do cigarro! E isso significava que os fumantes o inalariam diretamente para os pulmões. Apesar de o polônio não ser o principal carcinógeno (agente causador de câncer) do cigarro, ele pode causar milhares de mortes ao ano, pois, os isótopos de polônio-210 (210Po) da fumaça do cigarro se concentram nos pontos de bifurcação dos pulmões, formando focos de radioatividade.
Adaptado de http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/fumaca_radioativa.html Crédito da imagem: http://comofazeronline.blogspot.com.br/2011/03/substancias-toxicas-do-cigarro.html
A partir das informações contidas no texto, é CORRETO afirmar que a presença desse carcinógeno nos pulmões dos fumantes é potencializada por um processo associado à
Questão 4 10781737
OBQJr 8° ou 9° Ano - Fase 2 2013O texto mostrado abaixo será utilizado na questão.

O polônio (Z=84; [Xe]4f145d106s26p4; Tfus. = 254 ºC e Tebul. = 962 ºC) apresenta sete isótopos naturais e foi o terceiro elemento radioativo identificado. Nos vegetais, como no fumo, ou tabaco (nome dado a espécies do gênero Nicotiana), o polônio pode provir do ar ou ser absorvido pelas raízes. Na década de 1960, alguns pesquisadores desenvolveram uma técnica para medir níveis muito baixos de rádio e polônio. Ao testarem as cinzas de cigarro com essa técnica, eles tiveram uma surpresa: não encontraram sinais de polônio. Nenhum outro material orgânico, incluindo as plantas, havia dado um resultado negativo para o polônio na presença do rádio. Mas na temperatura do tabaco em brasa, o polônio se vaporiza rapidamente. Então, percebeu-se que o polônio procurado deveria estar na fumaça do cigarro! E isso significava que os fumantes o inalariam diretamente para os pulmões. Apesar de o polônio não ser o principal carcinógeno (agente causador de câncer) do cigarro, ele pode causar milhares de mortes ao ano, pois, os isótopos de polônio-210 (210Po) da fumaça do cigarro se concentram nos pontos de bifurcação dos pulmões, formando focos de radioatividade.
Adaptado de http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/fumaca_radioativa.html Crédito da imagem: http://comofazeronline.blogspot.com.br/2011/03/substancias-toxicas-do-cigarro.html
A ênfase central do texto está na
Questão 2 10736554
CMR 6º Ano - Português 2013Texto
PROCURA-SE
Os beija-flores ou colibris estão entre as menores aves do mundo e são as únicas capazes de ficar voando no mesmo lugar, como um helicóptero, ou de voar para trás. Para isso, porém, as suas pequenas asas precisam movimentar-se muito depressa, o que gasta muita energia. Assim, eles precisam se alimentar bastante, e algumas espécies podem comer em um único dia até oito vezes o seu próprio peso. Uau!
o balança-rabo-canela é um beija-flor pequeno que pesa apenas nove gramas e só existe no Brasil. Ele tem as costas esverdeadas e a parte de baixo do corpo na cor canela, com um tom mais escuro na garganta. As penas da cauda, por sua vez, são de con bronze e têm as pontas brancas. A ave possui ainda uma fina listra branca em cima e embaixo dos olhos.
Assim como os outros beija-flores, o balança-rabo-canela geralmente se alimenta de pequenos insetos, aranha e néctar, um líquido doce produzido pelas flores. Para sugá-lo, essas aves têm uma língua com ponta dupla, que forma dois pequenos canudos.
É comum os beija-flores ficarem com os grãos de pólen das flores grudados nas penas e no bico depois de sugarem o néctar. Assim, acabam levando-os de uma flor a outra, à medida que seguem seu caminho. Como as flores precisam do pólen para produzir sementes, os beija- flores, sem querer, ajudam-nas ao fazer esse transporte e acabam beneficiados também: afinal, o néctar das flores é um dos seus alimentos.
Os beija-flores enxergam muito bem, e muitas flores possuem cores fortes, como vermelho ou laranja, para atraírem a sua atenção. Embora muito pequenas, essas aves são muito valentes e sabem defender seus recursos, como as flores que utilizam para se alimentar. Assim, alguns machos podem até expulsar as fêmeas da sua própria espécie caso elas cheguem perto da comida. Na luta pela sobrevivência parece não haver espaço para gentileza: machos e fêmeas geralmente se juntam apenas na época da reprodução.
O balança-rabo-canela coloca seus ovos de setembro a fevereiro e choca-os durante 15 dias. A fêmea é quem constrói o ninho e também cuida dos filhotes por quase um mês após o nascimento para que eles consigam sobreviver sozinhos.
O pequeno balança-rabo-canela está ameaçado de extinção por conta da destruição do ambiente onde vive, ou seja, do seu habitat. As matas que servem de lar para essa ave estão sendo destruídas de maneira acelerada para a criação de animais, o cultivo de alimentos, a instalação de indústrias e pelo crescimento das cidades. Portanto, precisamos preservá-las para que esse belo beija-flor não desapareça para sempre.
http://faunafloraextincao.blogspot.com.br Fonseca, Lorena c.n; Alves, Maria Alice. Procura-se! Acesso em Ciência 01 out 13. hoje para crianças, Rio de Janeiro, n.159, jul.2005. Disponível em
Segundo o texto, os colibris ajudam as flores a produzir sementes de maneira
Questão 6 10192362
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2013TEXTO
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Gravidez na adolescência
A gravidez da mulher jovem não é um problema exclusivo de nossos dias. Nossas avós casavam-se aos 15 ou 16 anos e começavam a procriar, nunca ocorrendo a ninguém daquela época que isso pudesse ser um problema, pois essas gestações eram desejadas. O que se tem constituído em preocupação, nos dias atuais, é o crescente número de gestações indesejáveis e indesejadas na adolescência. Surgem como um “efeito colateral” do exercício da sexualidade entre os jovens – às vezes muito jovens – que, pela própria imaturidade, nem sempre são capazes de avaliar e de assumir os riscos e as consequências dessa vida sexual.
O problema da gestação indesejada entre adolescentes passou a se tornar importante a partir da década de 60. A revolução de costumes, a onda de contestação juvenil, o advento de anticoncepção eficaz e a afirmação dos direitos da mulher marcaram a época, resultando em maior liberalização do exercício da sexualidade, iniciação sexual mais precoce e aumento dos índices de doenças sexualmente transmissíveis e de gravidez indesejada.
Dentre os inúmeros fatores que contribuíram para essa situação, há de se destacar o uso e abuso da sensualidade nos meios de comunicação de massa. A urbanização acelerada também contribuiu para a mudança nos hábitos e na estrutura e dinâmica das famílias. Afrouxaram-se, nas grandes cidades, os tradicionais meios sociais e familiares de controle sobre a sexualidade dos jovens.
Tivemos, assim, nas últimas décadas, importantes mudanças sociais e culturais que acabaram estimulando os jovens – especialmente as mulheres adolescentes – ao início da vida sexual ativa. Sem, no entanto, prepará-los para o exercício consciente dessa sexualidade. Como seria de se esperar, essa situação resultou num grande aumento da frequência de doenças sexualmente transmissíveis e de gestações indesejadas.
No Brasil, embora não existam estatísticas globais, dados do IBGE nos dão conta de que ocorrem cerca de 600 mil partos adolescentes por ano, aos quais devemos acrescentar no mínimo outras 500 mil gestações que terminam em abortamento provocado.
Outra cruel faceta do problema é a do filho socialmente indesejado. A inadequação social dessas crianças, muitas vezes abandonadas e mal-amadas, é importante causa da mortalidade infantil e de delinquência juvenil.
Do ponto de vista orgânico, as pesquisas mais recentes vêm mostrando que as complicações médicas da gravidez precoce não são importantes. Os maiores riscos, na verdade, são psicológicos e sociais. Tanto é assim que a gestação transcorre praticamente sem problemas, quando desejada e acolhida por um ambiente socialmente favorável.
Lembremos que, uma vez instalada uma gestação indesejada, a adolescente só tem três soluções possíveis, nenhuma delas satisfatória em todos os sentidos: abortamento, casamento de conveniência ou, se as anteriores não forem as eleitas, ser mãe solteira adolescente.
O abortamento provocado, pelos riscos que traz, não é evidentemente uma opção recomendável. Casamentos por conveniência frequentemente acabam em separação e, quando não, levam a um convívio infeliz. Finalmente, num meio preconceituoso como é o nosso, ser mãe solteira adolescente é uma condição extremamente penosa. Assim, nenhuma dessas três soluções é a ideal, cada uma delas criando novos problemas.
A solução, evidentemente, não está em reprimir a sexualidade dos adolescentes, mas sim em prepará-los para o seu exercício. Em outras palavras, a solução só será possível com a instalação de programas coerentes e duradouros de educação sexual.
(Nelson Vitiello, Pais&Teens, ano 2, no 3.)
No quarto parágrafo, o termo “nas últimas décadas” está entre vírgulas porque é:
Questão 22 168506
IFMG 2013Cadeia alimentar é uma sequência de organismos que, dentro de um ecossistema, servem de alimento um ao outro. No esquema abaixo, observe um exemplo de cadeia alimentar num riacho:
Plantas → Caramujos → Peixes Menores → Peixes Maiores → Aves
A cadeia alimentar representada acima evidencia que nesse ecossistema está ocorrendo:
06
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