Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 21 169243
IFPE 2015Considerando que em um Ecossistema encontramos organismos produtores, consumidores de diversos níveis tróficos e decompositores, analise a cadeia alimentar representada abaixo e assinale a única afirmativa correta sobre ela.
gramínea → gafanhoto → sapo → cobra → gavião
Questão 12 168878
IFRS 2015A erva-mate é fundamental para o chimarrão, bebida típica do gaúcho. Análises e estudos sobre a ervamate têm revelado uma composição que identifica diversas propriedades benéficas ao ser humano, pois estão contidos nas folhas da erva-mate alcaloides (cafeína, teofilina, teobromina, etc.), ácidos fólicos e cafeíco (taninos), vitaminas (A, B1 , B2 ,C e E), sais minerais que contêm alumínio, ferro, fósforo, cálcio, magnésio, manganês e potássio, proteínas (aminoácidos essenciais), glicídios, lipídios (óleos essenciais e substâncias ceráceas), além de celulose, dextrina, sacarina e gomas. Porém, recentemente, em algumas amostras de erva-mate foram encontrados resíduos de chumbo e cádmio, metais pesados que podem causar sérios problemas de saúde. Baseado no texto, assinale a alternativa que NÃO contém os metais que podem ser danosos à saúde dos aficionados por chimarrão.
Questão 18 167343
IFSC 2015/1“A dengue é um dos principais problemas de saúde pública do Brasil e do mundo. É causada por um vírus e seu principal vetor de transmissão é o mosquito Aedes aegypti. Uma fêmea desse mosquito pode dar origem a 1.500 mosquitos durante a sua vida. Os ovos são distribuídos por diversos criadouros – estratégia que garante a dispersão e preservação da espécie."
Adaptado de: http://www.ioc.fiocruz.br/dengue/textos/oportunista.html Acesso: 07 fev. 2015
Assinale a alternativa CORRETA. A forma de reprodução do mosquito Aedes aegypti é chamada de
Questão 17 167342
IFSC 2015/1“Para sobreviver, todos os organismos necessitam de energia, que é obtida a partir do alimento que retiram do ambiente. Dessa forma, a matéria está sempre seguindo um fluxo em um ecossistema. [...] A transferência de energia, desde o produtor até o decompositor é chamada de cadeia alimentar ou cadeia trófica.”
Adaptado de: http://www.infoescola.com/biologia/cadeia-alimentar/ Acesso: 07 fev. 2015. [Adaptado]
Com base no texto acima, na cadeia alimentar representada na figura ao lado e sobre o tema em questão, assinale a alternativa CORRETA.

Questão 7 10576577
FAETEC 2014TEXTO – VALOR
Gustavo Krause
Há duas espécies de erro: o erro a favor da gente e o erro contra a gente.
O primeiro erro é fenômeno essencial ao processo de conhecimento, e tem valor. O cientista não o pode dispensar: para encontrar o antídoto para determinado veneno, por exemplo, precisa experimentar diferentes combinações e misturas, testando-as, em controladas doses, em cobaias animais e humanas, comparando reações e efeitos, até chegar ao antídoto mais eficiente e menos contraindicado. Na sucessão das experiências há muitos erros, muitos resultados que não funcionam como se quer – esses erros são indispensáveis para eliminar alternativas inúteis, e assim aumentar a possibilidade do acerto final.
O processo ensaio-e-erro, inclusive, costuma produzir efeitos inesperados, resultantes da presença do acaso. Através da procura de antídotos se pode chegar a descobertas imprevisíveis, e mesmo a outras substâncias tão úteis à humanidade quanto os antídotos.
O canhão de um encouraçado pretende atingir o porta-aviões inimigo. Seu primeiro tiro respinga água à direita do porta-aviões. Daí, o artilheiro manobra o canhão para a esquerda, e o segundo tiro respinga água à esquerda. No terceiro tiro, o artilheiro está sabendo que a embarcação inimiga não está em qualquer lugar no mar, e sim num ponto entre as duas tentativas anteriores – logo, ele se aproxima do alvo.
Os dois primeiros tiros foram erros. Mas erros a favor do artilheiro, estabelecendo limites necessários, de modo a se diminuir a possibilidade de outros erros, aumentando a possibilidade do acerto desejado. Donde, erros indispensáveis.
(...) Entretanto, o erro deixa de ser indispensável ao processo do conhecimento e passa a ser, ao contrário, claramente prejudicial, quando se repete. Quando, ao estabelecer o limite para a procura do acerto, se fixa no próprio limite e interrompe o processo. Como se o artilheiro, por nervosismo e incompetência, continuasse acertando água – logo acertariam nele e no seu encouraçado. Como se o cientista insistisse numa substância que matasse uma cobaia após a outra, desconhecendo o erro, desconhecendo a necessidade de usar o erro para mudar e procurar acertar.
Eis o erro contra a gente.
“Há duas espécies de erro: o erro a favor da gente e o erro contra a gente”.
Esse é o primeiro parágrafo do texto; no desenvolvimento, o autor adota a seguinte estratégia:
Questão 4 10576553
FAETEC 2014TEXTO – VALOR
Gustavo Krause
Há duas espécies de erro: o erro a favor da gente e o erro contra a gente.
O primeiro erro é fenômeno essencial ao processo de conhecimento, e tem valor. O cientista não o pode dispensar: para encontrar o antídoto para determinado veneno, por exemplo, precisa experimentar diferentes combinações e misturas, testando-as, em controladas doses, em cobaias animais e humanas, comparando reações e efeitos, até chegar ao antídoto mais eficiente e menos contraindicado. Na sucessão das experiências há muitos erros, muitos resultados que não funcionam como se quer – esses erros são indispensáveis para eliminar alternativas inúteis, e assim aumentar a possibilidade do acerto final.
O processo ensaio-e-erro, inclusive, costuma produzir efeitos inesperados, resultantes da presença do acaso. Através da procura de antídotos se pode chegar a descobertas imprevisíveis, e mesmo a outras substâncias tão úteis à humanidade quanto os antídotos.
O canhão de um encouraçado pretende atingir o porta-aviões inimigo. Seu primeiro tiro respinga água à direita do porta-aviões. Daí, o artilheiro manobra o canhão para a esquerda, e o segundo tiro respinga água à esquerda. No terceiro tiro, o artilheiro está sabendo que a embarcação inimiga não está em qualquer lugar no mar, e sim num ponto entre as duas tentativas anteriores – logo, ele se aproxima do alvo.
Os dois primeiros tiros foram erros. Mas erros a favor do artilheiro, estabelecendo limites necessários, de modo a se diminuir a possibilidade de outros erros, aumentando a possibilidade do acerto desejado. Donde, erros indispensáveis.
(...) Entretanto, o erro deixa de ser indispensável ao processo do conhecimento e passa a ser, ao contrário, claramente prejudicial, quando se repete. Quando, ao estabelecer o limite para a procura do acerto, se fixa no próprio limite e interrompe o processo. Como se o artilheiro, por nervosismo e incompetência, continuasse acertando água – logo acertariam nele e no seu encouraçado. Como se o cientista insistisse numa substância que matasse uma cobaia após a outra, desconhecendo o erro, desconhecendo a necessidade de usar o erro para mudar e procurar acertar.
Eis o erro contra a gente.
“Há duas espécies de erro: o erro a favor e o erro contra a gente”. / “O cientista não pode o dispensar: para encontrar o antídoto para determinado veneno...”.
Nesses dois segmentos ocorre o emprego dos dois-pontos(:), com, respectivamente, as seguintes finalidades:
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