Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 53 10751760
SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011Se houver um incêndio na rede elétrica de sua casa, deve ser usado extintor de
Questão 42 10751679
SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011Em um certo lago com 5.000 m3 de água, ocorreu derramamento de dez litros de gasolina proveniente de um caminhão que tombou. A densidade da gasolina é 0,7 g/cm3.
A densidade da água é 1,0 g/cm3 . Neste caso, a gasolina
Questão 6 10739515
SENAI 1º Ano - CGE 2027 2011O texto abaixo se refere à questão.
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Papel comestível, ostras com bolhas, spray de queijo. Esses pratos parecem estranhos – e são mesmo – mas fazem parte de um movimento que está transformando a cozinha em laboratório e os chefs em cientistas meio malucos. Em 1980, o francês Hervé This, pesquisador do renomado Collège de France, em Paris, chamou de “gastronomia molecular” as experiências pioneiras misturando química avançada com culinária. Na época, dizia que seu objetivo era combater a “ignorância gastronômica”. Desde então, as experiências ganharam espaço nos grandes restaurantes e estão reescrevendo o menu de conceitos da gastronomia. Principalmente com os pratos do catalão Ferran Adrià, essa nova culinária está eliminando as fronteiras entre doce e salgado, sólido e líquido, quente e frio. O objetivo é trazer sensações inesperadas e surpreender em cada garfada.
Fonte: BOTELHO, R. Revista Superinteressante, São Paulo, n. 214, p. 26, jun. 2005.
É correto afirmar que o texto tem como tema central
Questão 24 10736302
FAETEC 2011TEXTO – HOMENS QUE NÃO SE CUIDAM
Cuidar da saúde é uma das últimas preocupações dos homens cariocas. Um levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que a grande maioria dos homens foge das consultas médicas de rotina e só procura ajuda quando está com problemas mais sérios. Dos cerca de dez milhões de atendimentos ambulatoriais de atenção básica realizados na rede municipal de janeiro a julho, somente 12% dos pacientes eram do sexo masculino (na faixa de 20 a 59 anos). Quando incluídos os mais idosos, o índice de homens que procuram os serviços de saúde de forma preventiva não ultrapassa os 25%. Mas, quando considerada a atenção secundária (policlínicas e locais de exames), os homens de 20 a 59 anos representam 30%, o que confirma que só procuram serviços de saúde quando já estão doentes.
Para mudar o quadro, a secretaria vai criar a Gerência de Saúde do Homem, com a missão de definir estratégias para aumentar o interesse dos homens pelo atendimento ambulatorial. Uma delas é aumentar o horário de atendimento das Clínicas de Família até as 20h para que os trabalhadores tenham mais oportunidades de conseguir uma consulta. Até o fim do ano, estarão implantadas 24 unidades.
- Vários fatores contribuem para que o homem não procure atendimento. Tem a questão do horário, o pensamento masculino de que nada de ruim vai acontecer. Também existe o temor de que, se for ao médico, vai achar algum problema – diz Andrea Castro, que ficará à frente da nova gerência.
Segundo o levantamento, as especialidades mais procuradas pelos homens são angiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. Para conquistar mais pacientes masculinos, principalmente para consultas de cardiologia (doenças cardiovasculares uma das maiores causas de mortes), a secretaria vai atuar em várias frentes. Uma das ideias é fazer parcerias com empresas para que as equipes masculinas parem, dez minutos por dia, para assistir a orientações de saúde. Uma grande rede de supermercados já adotou a ideia.
Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina.
- Já percebemos que a implantação de academias de ginástica em unidades de saúde tem feito com que os homens se interessem mais pelos cuidados com a saúde e procurem atendimento preventivo. A gerência agora vai procurar novas formas de atrair os pacientes do sexo masculino – diz o secretário de saúde, Hans Dohmann.
Nas 13 unidades onde já foram implantadas academias, a procura pelos serviços de saúde era baixa, mas agora chega a 18% de homens. No Rio, para cerca de 1,5 milhão de moradores do sexo masculino, entre 20 e 59 anos, há 1,8 de mulheres na mesma faixa etária.
Maria Elisa Alves, O Globo, 05/10/2010 - adaptado
Os verbos abaixo que possuem substantivos cognatos formados com a ajuda do mesmo sufixo são:
Questão 21 10736298
FAETEC 2011TEXTO – HOMENS QUE NÃO SE CUIDAM
Cuidar da saúde é uma das últimas preocupações dos homens cariocas. Um levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que a grande maioria dos homens foge das consultas médicas de rotina e só procura ajuda quando está com problemas mais sérios. Dos cerca de dez milhões de atendimentos ambulatoriais de atenção básica realizados na rede municipal de janeiro a julho, somente 12% dos pacientes eram do sexo masculino (na faixa de 20 a 59 anos). Quando incluídos os mais idosos, o índice de homens que procuram os serviços de saúde de forma preventiva não ultrapassa os 25%. Mas, quando considerada a atenção secundária (policlínicas e locais de exames), os homens de 20 a 59 anos representam 30%, o que confirma que só procuram serviços de saúde quando já estão doentes.
Para mudar o quadro, a secretaria vai criar a Gerência de Saúde do Homem, com a missão de definir estratégias para aumentar o interesse dos homens pelo atendimento ambulatorial. Uma delas é aumentar o horário de atendimento das Clínicas de Família até as 20h para que os trabalhadores tenham mais oportunidades de conseguir uma consulta. Até o fim do ano, estarão implantadas 24 unidades.
- Vários fatores contribuem para que o homem não procure atendimento. Tem a questão do horário, o pensamento masculino de que nada de ruim vai acontecer. Também existe o temor de que, se for ao médico, vai achar algum problema – diz Andrea Castro, que ficará à frente da nova gerência.
Segundo o levantamento, as especialidades mais procuradas pelos homens são angiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. Para conquistar mais pacientes masculinos, principalmente para consultas de cardiologia (doenças cardiovasculares uma das maiores causas de mortes), a secretaria vai atuar em várias frentes. Uma das ideias é fazer parcerias com empresas para que as equipes masculinas parem, dez minutos por dia, para assistir a orientações de saúde. Uma grande rede de supermercados já adotou a ideia.
Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina.
- Já percebemos que a implantação de academias de ginástica em unidades de saúde tem feito com que os homens se interessem mais pelos cuidados com a saúde e procurem atendimento preventivo. A gerência agora vai procurar novas formas de atrair os pacientes do sexo masculino – diz o secretário de saúde, Hans Dohmann.
Nas 13 unidades onde já foram implantadas academias, a procura pelos serviços de saúde era baixa, mas agora chega a 18% de homens. No Rio, para cerca de 1,5 milhão de moradores do sexo masculino, entre 20 e 59 anos, há 1,8 de mulheres na mesma faixa etária.
Maria Elisa Alves, O Globo, 05/10/2010 - adaptado
A expressão abaixo que NÃO corresponde à mesma realidade das demais é:
Questão 20 10736297
FAETEC 2011TEXTO – HOMENS QUE NÃO SE CUIDAM
Cuidar da saúde é uma das últimas preocupações dos homens cariocas. Um levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde mostra que a grande maioria dos homens foge das consultas médicas de rotina e só procura ajuda quando está com problemas mais sérios. Dos cerca de dez milhões de atendimentos ambulatoriais de atenção básica realizados na rede municipal de janeiro a julho, somente 12% dos pacientes eram do sexo masculino (na faixa de 20 a 59 anos). Quando incluídos os mais idosos, o índice de homens que procuram os serviços de saúde de forma preventiva não ultrapassa os 25%. Mas, quando considerada a atenção secundária (policlínicas e locais de exames), os homens de 20 a 59 anos representam 30%, o que confirma que só procuram serviços de saúde quando já estão doentes.
Para mudar o quadro, a secretaria vai criar a Gerência de Saúde do Homem, com a missão de definir estratégias para aumentar o interesse dos homens pelo atendimento ambulatorial. Uma delas é aumentar o horário de atendimento das Clínicas de Família até as 20h para que os trabalhadores tenham mais oportunidades de conseguir uma consulta. Até o fim do ano, estarão implantadas 24 unidades.
- Vários fatores contribuem para que o homem não procure atendimento. Tem a questão do horário, o pensamento masculino de que nada de ruim vai acontecer. Também existe o temor de que, se for ao médico, vai achar algum problema – diz Andrea Castro, que ficará à frente da nova gerência.
Segundo o levantamento, as especialidades mais procuradas pelos homens são angiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia. Para conquistar mais pacientes masculinos, principalmente para consultas de cardiologia (doenças cardiovasculares uma das maiores causas de mortes), a secretaria vai atuar em várias frentes. Uma das ideias é fazer parcerias com empresas para que as equipes masculinas parem, dez minutos por dia, para assistir a orientações de saúde. Uma grande rede de supermercados já adotou a ideia.
Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina.
- Já percebemos que a implantação de academias de ginástica em unidades de saúde tem feito com que os homens se interessem mais pelos cuidados com a saúde e procurem atendimento preventivo. A gerência agora vai procurar novas formas de atrair os pacientes do sexo masculino – diz o secretário de saúde, Hans Dohmann.
Nas 13 unidades onde já foram implantadas academias, a procura pelos serviços de saúde era baixa, mas agora chega a 18% de homens. No Rio, para cerca de 1,5 milhão de moradores do sexo masculino, entre 20 e 59 anos, há 1,8 de mulheres na mesma faixa etária.
Maria Elisa Alves, O Globo, 05/10/2010 - adaptado
"Outra medida será estimular o homem que acompanha a companheira grávida no pré-natal a também fazer exames de rotina”.
Nesse caso, o emprego do vocábulo também se justifica porque:
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