Questões de EFAF Ciências - Ecologia
1.580 Questões
Questão 37 11003766
IFES 2017Na tarde de 5 de novembro de 2015, ocorreu o rompimento da barragem de Fundão, a 35 km do centro de Mariana, em Minas Gerais – um dos maiores desastres ambientais do mundo. A análise da lama encontrou níveis elevados de metais pesados, como arsênio, chumbo e mercúrio, em quantidades superiores às aceitáveis. Abaixo são apresentados os dados para dois destes elementos químicos.

A partir dos dados apresentados, podemos verificar a existência de:
Questão 42 10783183
Liceu-SP C. Gerais 2017Arraia, tubarão, piranha, salmão, golfinho, baleia e peixe-boi, por apresentarem características anatômicas distintas, foram separados em grupos diferentes de vertebrados (peixes e mamíferos).
Embora haja diferenças marcantes, existem algumas características, encontradas em todos esses animais, que são consideradas adaptações ao meio aquático, como:
Questão 58 10739025
SENAI 1°Ano - CGE 2129 2017/1Observe a figura a seguir.

Fonte: Disponível em: http://andergeo2012.blogspot.com.br/2013/07/chuva-acida.html. Acesso em: 14 fev. 2016.
Sobre o fenômeno abordado na charge, é correto afirmar que
Questão 5 10729702
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2017
Especialistas em comportamento digital apontam que as crianças brasileiras são mais ativas do que a média mundial na internet, o que as torna perigosamente dependentes dos ambientes virtuais. Celulares e tablets são cada vez mais usados para entreter os pequenos em situações de estresse, como refeições em restaurantes, por exemplo. Perfis em redes sociais também são criados muito precocemente. Diante deste cenário, já imaginou o que aconteceria se, de um dia para outro, todos os aparelhos eletrônicos deixassem de funcionar? Essa é a proposta de Juliana Grasso, no recém-lançado livro “Amanhã, como será?”, da Tempo Editora.
Com foco no público infanto-juvenil, a publicação conta a história de Gabriel, um garoto de 11 anos dependente de computadores, tablets e smartphones que se vê completamente perdido após uma tempestade destruir todos os seus aparelhos eletrônicos. Com o acidente, o menino, que usava os dispositivos para estudar, se comunicar e brincar, precisa redescobrir as brincadeiras e alegrias de uma infância sem tecnologia. A autora se inspirou nas experiências cotidianas para escrever o livro.
“A tecnologia está superdisponível, tanto para adultos, quanto para crianças. Hoje, mesmo muito novinhas, elas assistem a vídeos pelo celular na hora de comer, o que faz muito mal”, diz Juliana. “É possível retomar as formas antigas de contato, aprendizado e recreação.” Para ela, essa overdose de tecnologia na infância pode transformar meninas e meninos em adultos antissociais e dependentes. Pesquisa “Kids of Today and Tomorrow – Um olhar Bem Próximo Sobre Essa Geração”, da Viacom Internacional Media Networks, valida essa afirmação. Ela indicou que, apesar de o cenário ser sombrio em praticamente todos os países desenvolvidos, as crianças brasileiras têm uma predisposição maior ao vício virtual.
Disponível em: http://istoe.com.br/os-riscos-da-infancia-na-rede/
Pela leitura do texto, é possível afirmar que
Questão 5 10698151
CMRJ 6° Ano - Português 2017Texto

Disponível em www.segundasemcarne.com.br (Adaptado. Acesso em 05/09/2017.)
O cartaz anuncia os números alcançados por um projeto de merenda escolar da cidade de São Paulo.
De acordo com suas informações, a quantidade de água utilizada demonstra que
Questão 1 10697939
CMRJ 6° Ano - Português 2017TEXTO
Da utilidade dos animais
Terceiro dia de aula. A professora é um amor. Na sala, estampas coloridas mostram animais de todos os feitios. É preciso querer bem a eles, diz a professora, com um sorriso que envolve toda a fauna, protegendo-a. Eles têm direito à vida, como nós, e além disso são muito úteis. Quem não sabe que o cachorro é o maior amigo da gente? Cachorro faz muita falta. Mas não
[5] é só ele não. A galinha, o peixe, a vaca... Todos ajudam,
- Aquele cabeludo ali, professora, também ajuda?
- Aquele? É o iaque, um boi da Ásia Central. Aquele serve de montaria e de burro de carga. Do pelo se fazem perucas bacanas. E a carne, dizem que é gostosa. -Mas se serve de montaria, como é que a gente vai comer ele?
[10] - Bem, primeiro serve para uma coisa, depois para outra. Vamos adiante. Este é o texugo. Se vocês quiserem pintar a parede do quarto, escolham pincel de texugo. Parece que é ótimo.
- Ele faz pincel, professora?
- Quem, o texugo? Não, só fornece o pelo. Para pincel de barba também, que o [15] Arturzinho vai usar quando crescer.
Arturzinho objetou que pretende usar barbeador elétrico. Além do mais, não gostaria de pelar o texugo, uma vez que devemos gostar dele, mas a professora já explicava a utilidade do
canguru: -Bolsas, malas, maletas, tudo isso o couro do canguru dá pra gente. Não falando da carne Canguru è utilíssimo.
[20] -Vivo, fessora? - A vicunha, que vocês estão vendo ai, produz... produz é maneira de dizer, ela fornece, ou por outra, com o pelo dela nós preparamos ponchos, mantas, cobertores, etc.
- Depois a gente come a vicunha, né, fessora? Daniel, não é preciso comer todos os animais. Basta retirar a lã da vicunha, que torna a
[25] crescer...
- A gente torna a cortar? Ela não tem sossego, tadinha.
- Vejam agora como a zebra é camarada. Trabalha no circo, e seu couro listrado serve para forro de cadeira, de almofada e para tapete. Também se aproveita a carne, sabem? - A carne também é listrada? - pergunta que desencadeia riso geral.
[30] Não riam da Betty, ela é uma garota que quer saber direito as coisas. Querida, eu nunca vi carne de zebra no açougue, mas posso garantir que não é listrada. Se fosse, não deixaria de set
comestível por causa disto. Ah, o pinguim? Este vocês já conhecem da praça do Leblon, onde costuma aparecer, trazido pela correnteza Pensam que só serve para brincar? Estão enganados Vocês devem respeitar o bichinho. O excremento não sabem o que é? O coco do pinguim é um
[35] adubo maravilhoso, guano, rico em nitrato. O óleo feito da gordura do pinguim...
- A senhora disse que a gente deve respeitar
- Claro. Mas o óleo é bom
- Do javali, professora, duvido que a gente lucre alguma coisa.
- Pois lucra. O pelo da escovas de ótima qualidade.
[40] - E o castor?
- Pois quando voltar a moda do chapéu para os homens, o castor vai prestar muito serviço. Aliás, já presta, com a pele usada para agasalhos. É o que se pode chamar de um bom exemplo.
- Eu, hem?
- Dos chifres do rinoceronte, Belá, você pode encomendar um vaso raro para o living da sua casa. Do couro da girafa, Luis Gabriel pode tirar um escudo de verdade, deixando os pelos da
[45] cauda para Tereza fazer um bracelete genial. A tartaruga-marinha; meu Deus, é de uma utilidade que vocês não calculam. Comem-se os ovos e toma-se a sopa: uma de-lí-cia. O casco serve para fabricar pentes, cigarreiras, tanta coisa... O biguá é engraçado.
- Engraçado, como?
[50] - Apanha peixe pra gente.
- Apanha e entrega, professora?
- Não é bem assim. Você bota um anel no pescoço dele, e o biguá pega o peixe mas não pode engolir. Então você tira o peixe da goela do biguá.
- Bobo que ele é,
- Não. É útil. Ai de nós se não fossem os animais que nos ajudam de todas as maneiras.
[55] Por isso que eu digo: devemos amar os animais, e não maltratá-los de jeito nenhum. Entendeu, Ricardo?
- Entendi. A gente deve amar, respeitar, pelar e comer os animais, e aproveitar bem o pelo, o couro e os ossos.
ANDRADE, Carlos Drummond de. De notícias e não-notícias faz-se a crônica. In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992. p. 1816-7.
Explicando o que considera a “utilidade dos animais”, a professora responde à pergunta de um aluno sobre o iaque, “um boi da Ásia Central”.
Quando afirma “Vamos adiante” (l.10), ela pretende
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