Questões de EFAF Ciências
15.501 Questões
Questão 6 10878710
OBQJr 1° Ano - Fase II 2018A composição de determinada amostra é apresentada no gráfico e na tabela abaixo.

Adaptado de: http://civil.fe.up.pt/pub/apoio/mestr_estr/novosmateriais
A amostra acima é de
Questão 49 10781532
Liceu-SP C. Gerais 2018Para corrigir a acidez de solos, pode-se usar o calcário dolomítico, cuja composição básica são os carbonatos de cálcio e magnésio.
Sabendo que os elementos cálcio e magnésio pertencem ao grupo 2 da Tabela Periódica e que o carbonato é um ânion de fórmula CO2-3, as fórmulas desses carbonatos são:
Questão 26 10780414
CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2018O texto a seguir refere-se à questão
“X-MEN APOCALIPSE:
Magneto ainda mais poderoso neste filme”

O título de *X-Men: Apocalipse* não se refere apenas ao vilão do filme com fome de poder, mas também à grande quantidade de destruição que será mostrada nas telas.
Despertado depois de milhares de anos, o antigo mutante Apocalipse acredita que o mundo precisa de um recomeço massivo, e com a ajuda de seus quatro cavaleiros – Magneto, Tempestade, Psylocke e Anjo – irão iniciar uma aniquilação épica. E cabe aos X-Men, incluindo Charles Xavier e Mística parar a carnificina, mas os heróis têm seu trabalho interrompido, pois os quatro cavaleiros são impregnados de poder por terem se juntando ao time do vilão.
(Adaptado de: http://universoxmen.com.br/2015/12/x-men-apocalipse-magneto-estara-ainda-mais-poderoso-no-filme/. Acessado em: 13/09/2017)
Peça chave desse filme, Magneto é um personagem criado em 1963 e publicado, desde então, pela editora Marvel Comics. Ele é um mutante com enormes poderes de manipulação de campos magnéticos, sendo um dos mais poderosos mutantes do Universo Marvel.
Imagine que Magneto tenha manipulado o campo magnético do seu próprio corpo a ponto de transformá-lo num “ímã humano” com seu polo norte magnético localizado em sua cabeça. Uma bússola é então colocada no ponto A, em frente a Magneto, conforme a figura.

(Adaptado de: https://www.fightersgeneration.com/np6/char/magneto-mvc3.jpg Acessado em: 13/09/2017)
Sabendo que o vermelho da agulha corresponde ao polo norte da bússola, qual alternativa melhor representa a orientação da agulha?
Questão 4 10780296
CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2018TEXTO:
Tecnologia e ciência andam de mãos dadas
Um dos ganhadores do Nobel de Química de 2004 por descobertas sobre processo de “reciclagem” de
proteínas nas células, bioquímico israelense fala sobre como as pesquisas mudaram nos últimos anos e
defende o acesso aberto à produção científica
(...)
[5] O que [o senhor] diz então da visão de muitas pessoas que os investimentos em ciência
devem se focar em pesquisas que tenham aplicações?
Se todos se dedicassem às pesquisas aplicadas, práticas, não teríamos ciência básica, e isso seria
muito ruim. Por exemplo, todas as drogas são desenvolvidas contra determinados alvos. E quem dá o alvo é
a ciência básica. Daí as empresas vão pesquisar as drogas. Você não pode matar o câncer sem entender os
[10] mecanismos do câncer, de onde ele vem, como ele se desenvolve. A descoberta dos mecanismos do câncer
virão (sic.) do lado “não prático” da ciência. A ciência então é uma combinação entre curiosidade e
praticidade. Se a curiosidade morrer, as aplicações também morrem. É preciso ter os dois lados alimentando
um ao outro.
Na ciência em geral, e na sua área em particular, a tecnologia se tornou muito importante na
[15] prática científica. Como o senhor vê esta relação?
A tecnologia anda de mãos dadas com a ciência básica, tanto que a cada dois ou três Nobel um vai
para desenvolvimentos na tecnologia. E não é por menos. Na ciência muitas vezes estamos limitados pela
tecnologia. Aciência faz as perguntas, mas não podemos respondê-las sem a tecnologia, e isto impulsiona o
desenvolvimento tecnológico. Então a tecnologia chega, respondemos a pergunta e a ciência segue para a
[20] próxima pergunta, o que impulsiona a tecnologia e assim em diante.
Não faz muito tempo tínhamos uma ciência verticalizada, em que os experimentos eram
verificáveis, reproduzíveis, e levava tempo para ter um resultado. Hoje, no entanto, temos campos
como a bioinformática que, usando a tecnologia, analisam enormes quantidades de dados e geram
muitos resultados, tantos que mal conseguimos entender o que está acontecendo. Como o senhor vê
[25] o impacto disso na ciência?
A ciência mudou, não há dúvidas. E mudou para o bem e para o mal. No meu tempo, digamos assim,
a ciência era algo de baixo para cima. Você tinha uma pergunta, desenvolvia um experimento, ia para a
bancada do laboratório, usava as ferramentas disponíveis e aí tinha os resultados. Hoje muito da ciência se
tornou algo como uma pescaria. Mesmo que você não tenha uma questão pode dizer: tudo bem, pegamos
[30] cinco mil pacientes de melanoma, sequenciamos seu genoma e encontramos uma mutação. Não temos
pistas do que a mutação faz, que partes da biologia ela afeta, o que seja. É força bruta, mas ainda assim
importante. Precisamos que isso seja feito. (...)
(Baima, Cesar. Entrevista. O Globo 20 ago. 2017)
Considerando os verbos destacados em "Se todos se dedicassem às pesquisas aplicadas, práticas, não teríamos ciência básica, e isso seria muito ruim" (linhas 7-8), o emprego do futuro do pretérito sinaliza, por parte do enunciador,
Questão 3 10780292
CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2018TEXTO
As mãos perguntam, a cabeça pensa
Encaro com a maior desconfiança os laboratórios nas escolas. Acho que sua função, nas escolas,
não é ensinar ciência aos estudantes, mas impressionar os pais. Os pais se impressionam facilmente. Vendo
os laboratórios, eles concluem: "Uma escola com um laboratório moderno assim deve ser uma boa escola...".
Poucos se dão conta de que os laboratórios mentem aos adolescentes. Pois o que eles dizem,
[5] silenciosamente, é o seguinte: "É aqui dentro que se faz ciência". Isso é mentira. Ciência não é uma coisa que
se faz em laboratórios. Ciência se faz em qualquer lugar. Ela só precisa de duas coisas: olho e cabeça.
Assim, a primeira tarefa da educação científica é ensinar a ver e ensinar a pensar.
Sei de pessoas que são capazes de produzir pesquisas nos laboratórios, mas que, andando em
meio aos objetos e situações do seu cotidiano, veem e pensam como se nada soubessem da ciência. De
[10] fato, não sabem, porque a sua ciência só acontece em laboratórios.
(...)
Pensei, então, numa escola que fosse uma casa, uma casa comum, dessas onde os alunos moram,
parecida com o espaço de sua vida real. Essa ideia me veio quando uma amiga, professora universitária, me
contou um incidente divertido e revelador:
[15] Repentinamente, metade de sua casa ficou às escuras. Lembrou-se de que, quando algo
semelhante acontecia na casa de sua infância, seu pai trocava os fusíveis. Concluiu: algum fusível deve ter
se queimado. Disse, então, ao filho de nove anos: “Filho, veja se um fusível queimou”. Respondeu o menino:
“Não se usam mais fusíveis. Agora se usam disjuntores”.
Mas ela não sabia o que eram disjuntores nem como estava estruturada a rede elétrica de sua casa,
[20] e assim continuou a conversa entre os dois, ela, professora universitária, que, para passar no vestibular,
tivera de estudar física elétrica com suas voltagens, “wattagens”, impedâncias, ohms, tensões, fórmulas e
outras coisas parecidas, totalmente ignorante diante de um simples problema prático em sua casa; e o
menino, que nunca estudara física, mas que conhecia os segredos da casa onde morava.
Embora isso esteja esquecido, o caminho para a inteligência passa pelas mãos. Pensamos para
[25] ajudar as mãos. Das mãos nascem as perguntas. Da cabeça nascem as respostas. Se a mão não pergunta,
a cabeça não pensa. Pois laboratório vem de “laborare”, trabalhar com as mãos, que é essa cooperação
entre mãos e inteligência. Física mecânica, física elétrica, física hidráulica, física ótica, física dos materiais,
matemática, química, biologia, saúde, geografia, história, literatura, poesia, ecologia, política, sociologia,
arte – todas moram na nossa casa, ferramentas e brinquedos, ao alcance das nossas mãos, desafios ao
[30] pensamento: conhecer para “laborare” na construção da casa de morada...
Li uma entrevista do Amyr Klink em que, indagado sobre a educação dos filhos, disse que gostaria
que seus filhos aprendessem como aprendem as crianças numa ilha, se não me engano, na costa da
Noruega: aprendem as coisas que devem ser aprendidas, para não ser nunca esquecidas, construindo uma
casa viking. Assim, estamos de acordo...
(Alves, Rubem. Coluna Opinião do Jornal Folha de São Paulo, 21 jul. 2002. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2107200208.htm - Acesso em: 16/09/2017)
No período composto, muitas vezes a relação semântica entre as orações é explicitada por conjunções. Diferentemente, em “Vendo os laboratórios, eles concluem: 'Uma escola com um laboratório moderno assim deve ser uma boa escola...'” (linhas 2-3), não há conectivos entre as orações.
Mesmo assim, é possível perceber que, em relação à seguinte, a oração sublinhada apresenta o valor de:
Questão 30 10774320
COLUNI/UFV 1° Dia 2018Em diferentes estágios do ciclo celular a molécula de DNA (Ácido Desoxirribonucléico) apresenta diferentes níveis de condensação (enrolamento), conforme representado nas figuras abaixo.

Disponível em: .Acesso em: 19 set. 2017. Disponível em:https://biotergernibhi.wordpress.com/2010/10/30/adnaren-egitura- mailak-3/. Acesso em: 19 set. 2017.
Na análise de uma molécula de DNA, presente em uma célula humana, visualizou-se o material genético no nível “F” de condensação.
Tal observação nos leva a deduzir que nesta célula estaria ocorrendo o processo de:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)